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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/paulo-germano/noticia/2019/06/ – Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale alternativa INCORRETA quanto às ideias apresentadas no texto.
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
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adaptado especialmente para esta prova.)
Considere as seguintes afirmações sobre o emprego de sinais de pontuação no seguinte período do texto:
“Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia”.
I. Se “por exemplo” estivesse no início da frase, continuaria seguido de vírgula (e seria grafado com inicial maiúscula).
II. Seria mantida a correção da frase se o travessão fosse substituído por uma vírgula.
III. O emprego de uma vírgula após “públicas” tornaria a frase mais bem estruturada.
Quais estão corretas?
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
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Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta acerca dos fenômenos fonéticos de palavras do texto.
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
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Assinale a alternativa que apresenta um erro e, portanto, NÃO pode substituir o trecho sublinhado no seguinte período do texto:
“São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.”
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
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Sobre a acentuação gráfica das palavras do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) “ninguém” e “Bogotá” pertencem ao mesmo grupo de palavras segundo determinado critério de acentuação gráfica.
( ) “socioeconômica”, “ônibus” e “público” compõem o grupo das palavras que sempre devem ser acentuadas graficamente.
( ) “incansável” e “automóveis” são palavras paroxítonas terminadas, respectivamente, em L e em ditongo decrescente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
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Assinale a alternativa que substitui – sem acarretar nenhum outro tipo de alteração no texto – os termos “portanto” e “porém”, respectivamente.
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
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Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
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O autor usa a palavra “diferentonas” com o sentido de:
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/paulo-germano/noticia/2019/06/ – Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta uma substituição correta e com o mesmo sentido de “Além dos carros” para o seguinte período do texto:
“Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando.”
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadãoI) compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é deleI) – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que eleI) criou para si próprio. Com os automóveisII), não há por que ser diferente. Quem quiser tê-losII), que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-osII) em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógicaIII) ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via públicaIII). É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
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adaptado especialmente para esta prova.)
Considere as seguintes assertivas acerca de elementos de referência no texto:
I. “dele” e “ele” referem-se a “cidadão”.
II. “-los” (tê-los) e “-os” (deixe-os) referem-se a “automóveis”.
III. “essa lógica” refere-se a “se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública”.
Quais estão corretas?
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/paulo-germano/noticia/2019/06/ – Texto
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Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas em destaque no texto.
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