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Texto para os itens de 7 a 16.
O nome atribuído às línguas não é uma definição aleatória. As línguas precisam ser nomeadas para poder existir. Línguas são batizadas a partir do momento histórico em que é necessário afirmar sua posição ou conferir identidade aos seus falantes. Assim, a língua dos portugueses chamamos português. Além disso, territórios etnicamente diversos podem apresentar línguas que se relacionam com as populações ali pertencentes. Desse modo, à língua falada no País de Gales dá-se o nome de galês, e a língua mais falada no sudeste da China chamamos cantonês.
Parece simples, mas nem tanto. Há diferentes modelos de povoação linguística, que representam a complexidade dos modelos de povoação humana. Mas o que todas as línguas naturais conhecidas compartilham é justamente o fato de servirem à comunicação de seus falantes e terem, por isso, um nome. No que se refere ao Brasil, a língua majoritariamente utilizada em seu vasto território é a que se costumou chamar português. Usar o português no Brasil é fruto de uma herança de colonização e dominação de Portugal, país cuja língua tem esse mesmo nome.
O português falado no Brasil e o utilizado em Portugal não compartilham as mesmas características. Diferenciam-se em relação ao vocabulário, à maneira de falar e de entoar as frases, à posição das palavras na frase e assim por diante. Convém questionar, portanto, no que se refere à nomenclatura, se seria necessário modificar o nome pelo qual a língua falada no Brasil é chamada. Há quem continue se referindo a ela tão somente como “português”. Outros propõem o uso consciente de “português brasileiro”, com nome e sobrenome. Já alguns poucos assumiram uma postura mais diferente de chamar “brasileiro” a língua utilizada no Brasil.
Chamar apenas “português”, na perspectiva histórica da língua, é um anacronismo. Não corresponde aos fatos históricos. Desconsidera as noções de desenvolvimento independente e contínuo que a língua portuguesa teve no Brasil, especialmente após o século XIX. Chamar apenas de “brasileiro” também evidencia anacronismo. Desconsidera toda a herança linguística trazida para o Brasil, que é inegavelmente portuguesa. O nome “português brasileiro” representa ruptura e continuidade. É um nome apropriado não apenas nos contextos de pesquisa acadêmica, mas uma importante ferramenta para que os falantes se reconheçam diante de sua língua.
OLIVEIRA JUNIOR, R. Português ou brasileiro – qual é o nome da nossa língua? Revista Roseta, v. 5. n. 1, 2022. Abralin, 2022. Internet: (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
O autor utiliza-se de argumentos de natureza histórica para desconsiderar os nomes “português” e “brasileiro” como possibilidades terminológicas para a língua falada no Brasil.
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Texto para os itens de 7 a 16.
O nome atribuído às línguas não é uma definição aleatória. As línguas precisam ser nomeadas para poder existir. Línguas são batizadas a partir do momento histórico em que é necessário afirmar sua posição ou conferir identidade aos seus falantes. Assim, a língua dos portugueses chamamos português. Além disso, territórios etnicamente diversos podem apresentar línguas que se relacionam com as populações ali pertencentes. Desse modo, à língua falada no País de Gales dá-se o nome de galês, e a língua mais falada no sudeste da China chamamos cantonês.
Parece simples, mas nem tanto. Há diferentes modelos de povoação linguística, que representam a complexidade dos modelos de povoação humana. Mas o que todas as línguas naturais conhecidas compartilham é justamente o fato de servirem à comunicação de seus falantes e terem, por isso, um nome. No que se refere ao Brasil, a língua majoritariamente utilizada em seu vasto território é a que se costumou chamar português. Usar o português no Brasil é fruto de uma herança de colonização e dominação de Portugal, país cuja língua tem esse mesmo nome.
O português falado no Brasil e o utilizado em Portugal não compartilham as mesmas características. Diferenciam-se em relação ao vocabulário, à maneira de falar e de entoar as frases, à posição das palavras na frase e assim por diante. Convém questionar, portanto, no que se refere à nomenclatura, se seria necessário modificar o nome pelo qual a língua falada no Brasil é chamada. Há quem continue se referindo a ela tão somente como “português”. Outros propõem o uso consciente de “português brasileiro”, com nome e sobrenome. Já alguns poucos assumiram uma postura mais diferente de chamar “brasileiro” a língua utilizada no Brasil.
Chamar apenas “português”, na perspectiva histórica da língua, é um anacronismo. Não corresponde aos fatos históricos. Desconsidera as noções de desenvolvimento independente e contínuo que a língua portuguesa teve no Brasil, especialmente após o século XIX. Chamar apenas de “brasileiro” também evidencia anacronismo. Desconsidera toda a herança linguística trazida para o Brasil, que é inegavelmente portuguesa. O nome “português brasileiro” representa ruptura e continuidade. É um nome apropriado não apenas nos contextos de pesquisa acadêmica, mas uma importante ferramenta para que os falantes se reconheçam diante de sua língua.
OLIVEIRA JUNIOR, R. Português ou brasileiro – qual é o nome da nossa língua? Revista Roseta, v. 5. n. 1, 2022. Abralin, 2022. Internet: (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
A escolha de um novo nome para a língua falada no Brasil é motivada pelo fato de essa língua não ser a mesma língua que se fala em Portugal.
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Texto para os itens de 7 a 16.
O nome atribuído às línguas não é uma definição aleatória. As línguas precisam ser nomeadas para poder existir. Línguas são batizadas a partir do momento histórico em que é necessário afirmar sua posição ou conferir identidade aos seus falantes. Assim, a língua dos portugueses chamamos português. Além disso, territórios etnicamente diversos podem apresentar línguas que se relacionam com as populações ali pertencentes. Desse modo, à língua falada no País de Gales dá-se o nome de galês, e a língua mais falada no sudeste da China chamamos cantonês.
Parece simples, mas nem tanto. Há diferentes modelos de povoação linguística, que representam a complexidade dos modelos de povoação humana. Mas o que todas as línguas naturais conhecidas compartilham é justamente o fato de servirem à comunicação de seus falantes e terem, por isso, um nome. No que se refere ao Brasil, a língua majoritariamente utilizada em seu vasto território é a que se costumou chamar português. Usar o português no Brasil é fruto de uma herança de colonização e dominação de Portugal, país cuja língua tem esse mesmo nome.
O português falado no Brasil e o utilizado em Portugal não compartilham as mesmas características. Diferenciam-se em relação ao vocabulário, à maneira de falar e de entoar as frases, à posição das palavras na frase e assim por diante. Convém questionar, portanto, no que se refere à nomenclatura, se seria necessário modificar o nome pelo qual a língua falada no Brasil é chamada. Há quem continue se referindo a ela tão somente como “português”. Outros propõem o uso consciente de “português brasileiro”, com nome e sobrenome. Já alguns poucos assumiram uma postura mais diferente de chamar “brasileiro” a língua utilizada no Brasil.
Chamar apenas “português”, na perspectiva histórica da língua, é um anacronismo. Não corresponde aos fatos históricos. Desconsidera as noções de desenvolvimento independente e contínuo que a língua portuguesa teve no Brasil, especialmente após o século XIX. Chamar apenas de “brasileiro” também evidencia anacronismo. Desconsidera toda a herança linguística trazida para o Brasil, que é inegavelmente portuguesa. O nome “português brasileiro” representa ruptura e continuidade. É um nome apropriado não apenas nos contextos de pesquisa acadêmica, mas uma importante ferramenta para que os falantes se reconheçam diante de sua língua.
OLIVEIRA JUNIOR, R. Português ou brasileiro – qual é o nome da nossa língua? Revista Roseta, v. 5. n. 1, 2022. Abralin, 2022. Internet: (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
Independentemente dos modelos de povoação linguísticas, todas as línguas existentes são instrumentos de comunicação usados pelos seus falantes.
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Texto para os itens de 7 a 16.
O nome atribuído às línguas não é uma definição aleatória. As línguas precisam ser nomeadas para poder existir. Línguas são batizadas a partir do momento histórico em que é necessário afirmar sua posição ou conferir identidade aos seus falantes. Assim, a língua dos portugueses chamamos português. Além disso, territórios etnicamente diversos podem apresentar línguas que se relacionam com as populações ali pertencentes. Desse modo, à língua falada no País de Gales dá-se o nome de galês, e a língua mais falada no sudeste da China chamamos cantonês.
Parece simples, mas nem tanto. Há diferentes modelos de povoação linguística, que representam a complexidade dos modelos de povoação humana. Mas o que todas as línguas naturais conhecidas compartilham é justamente o fato de servirem à comunicação de seus falantes e terem, por isso, um nome. No que se refere ao Brasil, a língua majoritariamente utilizada em seu vasto território é a que se costumou chamar português. Usar o português no Brasil é fruto de uma herança de colonização e dominação de Portugal, país cuja língua tem esse mesmo nome.
O português falado no Brasil e o utilizado em Portugal não compartilham as mesmas características. Diferenciam-se em relação ao vocabulário, à maneira de falar e de entoar as frases, à posição das palavras na frase e assim por diante. Convém questionar, portanto, no que se refere à nomenclatura, se seria necessário modificar o nome pelo qual a língua falada no Brasil é chamada. Há quem continue se referindo a ela tão somente como “português”. Outros propõem o uso consciente de “português brasileiro”, com nome e sobrenome. Já alguns poucos assumiram uma postura mais diferente de chamar “brasileiro” a língua utilizada no Brasil.
Chamar apenas “português”, na perspectiva histórica da língua, é um anacronismo. Não corresponde aos fatos históricos. Desconsidera as noções de desenvolvimento independente e contínuo que a língua portuguesa teve no Brasil, especialmente após o século XIX. Chamar apenas de “brasileiro” também evidencia anacronismo. Desconsidera toda a herança linguística trazida para o Brasil, que é inegavelmente portuguesa. O nome “português brasileiro” representa ruptura e continuidade. É um nome apropriado não apenas nos contextos de pesquisa acadêmica, mas uma importante ferramenta para que os falantes se reconheçam diante de sua língua.
OLIVEIRA JUNIOR, R. Português ou brasileiro – qual é o nome da nossa língua? Revista Roseta, v. 5. n. 1, 2022. Abralin, 2022. Internet: (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
O nome de uma língua reflete as eventualidades históricas pelas quais passaram os seus falantes.
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Texto para os itens de 4 a 6.
Art. 2º A política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais:
I – garantia do direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações;
XX – promoção de conforto, de abrigo, de descanso, de bem-estar e de acessibilidade na fruição dos espaços livres de uso público, de seu mobiliário e de suas interfaces com os espaços de uso privado, vedado o emprego de materiais, de estruturas, de equipamentos e de técnicas construtivas hostis que tenham como objetivo ou resultado o afastamento de pessoas em situação de rua, de idosos, de jovens e de outros segmentos da população.
Internet:<planalto.gov.br> (com adaptações).
Considerando as características textuais e gramaticais presentes no texto, julgue os itens seguintes.
Os termos preposicionados “de conforto” em “promoção de conforto”, “de materiais” em “ o emprego de materiais” e “de pessoas em situação de rua” em “o afastamento de pessoas em situação de rua” desempenham a mesma função sintática.
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Texto para os itens de 4 a 6.
Art. 2º A política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais:
I – garantia do direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações;
XX – promoção de conforto, de abrigo, de descanso, de bem-estar e de acessibilidade na fruição dos espaços livres de uso público, de seu mobiliário e de suas interfaces com os espaços de uso privado, vedado o emprego de materiais, de estruturas, de equipamentos e de técnicas construtivas hostis que tenham como objetivo ou resultado o afastamento de pessoas em situação de rua, de idosos, de jovens e de outros segmentos da população.
Internet:<planalto.gov.br> (com adaptações).
Considerando as características textuais e gramaticais presentes no texto, julgue os itens seguintes.
Manter-se-iam a correção gramatical e o sentido original do texto caso o trecho “garantia do direito a cidades sustentáveis” fosse reescrito como garantia de direito à cidades sustentáveis.
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Texto para os itens de 4 a 6.
Art. 2º A política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais:
I – garantia do direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações;
XX – promoção de conforto, de abrigo, de descanso, de bem-estar e de acessibilidade na fruição dos espaços livres de uso público, de seu mobiliário e de suas interfaces com os espaços de uso privado, vedado o emprego de materiais, de estruturas, de equipamentos e de técnicas construtivas hostis que tenham como objetivo ou resultado o afastamento de pessoas em situação de rua, de idosos, de jovens e de outros segmentos da população.
Internet:<planalto.gov.br> (com adaptações).
Considerando as características textuais e gramaticais presentes no texto, julgue os itens seguintes.
O texto constrói-se com base na função referencial da linguagem.
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Com base nas propriedades do texto e nas estruturas gramaticais nele presentes, julgue os itens a seguir.

As formas verbais “saiba” e “atua” concordam com um sujeito indeterminado do tipo “você”.
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Com base nas propriedades do texto e nas estruturas gramaticais nele presentes, julgue os itens a seguir.

Em termos da sua transitividade, no texto, as formas verbais “fortaleça”, “contribua” e “saiba” selecionam um complemento cada um.
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Com base nas propriedades do texto e nas estruturas gramaticais nele presentes, julgue os itens a seguir.

Predomina no texto a tipologia textual instrucional.
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