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Ocorre intertextualidade quando um texto dialoga com outro, retomando ou transformando elementos dele
para produzir novos sentidos.
Tendo por base essa explicação, compare as imagens a seguir. A primeira é a pintura “A Moça com Brinco de Pérola”, de Johannes Vermeer; a segunda é uma releitura contemporânea da obra.
Disponível em: https://artsandculture.google.com/asset/girl-with-a-pearl-earring/3QFHLJgXCmQm2Q?hl=pt-BR Acesso em: 08 mar. 2026.
Disponível em: https://www.uol.com.br/bichos/noticias/2020/10/16/artista-faz-releitura-de-quadros-famosos-com-cachorros-como-protagonistas.htm Acesso em: 08 mar. 2026.
Ao comparar as duas imagens, é correto afirmar que a relação intertextual estabelecida na segunda imagem ocorre por meio de
Tendo por base essa explicação, compare as imagens a seguir. A primeira é a pintura “A Moça com Brinco de Pérola”, de Johannes Vermeer; a segunda é uma releitura contemporânea da obra.
Disponível em: https://artsandculture.google.com/asset/girl-with-a-pearl-earring/3QFHLJgXCmQm2Q?hl=pt-BR Acesso em: 08 mar. 2026.
Disponível em: https://www.uol.com.br/bichos/noticias/2020/10/16/artista-faz-releitura-de-quadros-famosos-com-cachorros-como-protagonistas.htm Acesso em: 08 mar. 2026.
Ao comparar as duas imagens, é correto afirmar que a relação intertextual estabelecida na segunda imagem ocorre por meio de
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A QUESTÃO SE REFERE AO CARTUM
A SEGUIR.

Disponível em: https://www.facebook.com/bularevista/photos/whamondd/1028640425959512/ Acesso em: 08 mar. 2026.
I. “Possível” é um advérbio, que modifica o verbo “ser”.
II. “Só” é um adjetivo, que classifica o sujeito da oração.
III. “Por” é uma preposição, que estabelece relação de tempo.
IV. “Minutos” é um substantivo, que nomeia a unidade de tempo.
Está correto apenas o que se afirma em
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.
A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles*
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
* Escritora paulista, contista e romancista, pertencente à terceira geração modernista brasileira.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/a-disciplina-do-amor-conto-de-lygia-fagundes-telles/#google_vignette Acesso em: 03 mar 2026. Adaptado
A QUESTÃO SE REFERE AO CARTUM A SEGUIR.

Disponível em: https://www.facebook.com/bularevista/photos/whamondd/1028640425959512/ Acesso em: 08 mar. 2026.
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO
A SEGUIR.
A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles*
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na
esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que
via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior
alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante
de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e
ele correspondia, chegava até a correr todo animado
atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu
posto e ali ficar sentado até o momento em que seu
dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como
se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto
de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas
no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão.
Quando ia chegando àquela hora ele disparava para
o compromisso assumido, todos os dias.
* Escritora paulista, contista e romancista, pertencente à terceira geração
modernista brasileira.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/a-disciplina-do-amor-conto-de-lygia-fagundes-telles/#google_vignette Acesso em: 03 mar 2026.
Adaptado
Segundo Cunha & Cintra (2013, p.593) “_____________ são os vocábulos gramaticais que servem para relacionar duas orações ou dois termos semelhantes da mesma oração”. Assim, na frase “O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança”, o termo que exemplifica esse conceito é ___________ .
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
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A SEGUIR.
A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles*
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na
esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que
via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior
alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante
de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e
ele correspondia, chegava até a correr todo animado
atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu
posto e ali ficar sentado até o momento em que seu
dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como
se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto
de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas
no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão.
Quando ia chegando àquela hora ele disparava para
o compromisso assumido, todos os dias.
* Escritora paulista, contista e romancista, pertencente à terceira geração
modernista brasileira.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/a-disciplina-do-amor-conto-de-lygia-fagundes-telles/#google_vignette Acesso em: 03 mar 2026.
Adaptado
Tendo por base os sinais de pontuação no trecho retirado do texto “A disciplina do amor”, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir.
“Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho.”
( ) O ponto final indica encerramento da oração declarativa.
( ) Os dois pontos servem para indicar a mudança de interlocutor.
( ) A vírgula após a palavra “França” separa uma oração adjetiva explicativa.
( ) As vírgulas entre “pontualmente” servem para isolar um advérbio intercalado.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
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A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles*
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na
esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que
via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior
alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante
de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e
ele correspondia, chegava até a correr todo animado
atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu
posto e ali ficar sentado até o momento em que seu
dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como
se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto
de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas
no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão.
Quando ia chegando àquela hora ele disparava para
o compromisso assumido, todos os dias.
* Escritora paulista, contista e romancista, pertencente à terceira geração
modernista brasileira.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/a-disciplina-do-amor-conto-de-lygia-fagundes-telles/#google_vignette Acesso em: 03 mar 2026.
Adaptado
“Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.”
I – O termo anterior à crase, o verbo “chegando”, quando indica destino, exige a preposição “a”
PORQUE
II – é obrigatório o uso do acento indicativo da crase com os pronomes demonstrativos “aquele(s)”, “aquela(s)”, quando há preposição exigida pelo termo anterior.
Sobre as asserções, é correto afirmar que
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Lygia Fagundes Telles*
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na
esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que
via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior
alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante
de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e
ele correspondia, chegava até a correr todo animado
atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu
posto e ali ficar sentado até o momento em que seu
dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como
se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto
de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas
no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão.
Quando ia chegando àquela hora ele disparava para
o compromisso assumido, todos os dias.
* Escritora paulista, contista e romancista, pertencente à terceira geração
modernista brasileira.
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Adaptado
Nas orações abaixo, o verbo sublinhado é de ligação em
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Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na
esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que
via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior
alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante
de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e
ele correspondia, chegava até a correr todo animado
atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu
posto e ali ficar sentado até o momento em que seu
dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como
se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto
de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas
no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão.
Quando ia chegando àquela hora ele disparava para
o compromisso assumido, todos os dias.
* Escritora paulista, contista e romancista, pertencente à terceira geração
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Adaptado
A esse respeito, a palavra que NÃO está devidamente hifenizada é
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Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na
esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que
via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior
alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante
de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e
ele correspondia, chegava até a correr todo animado
atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu
posto e ali ficar sentado até o momento em que seu
dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como
se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto
de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas
no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão.
Quando ia chegando àquela hora ele disparava para
o compromisso assumido, todos os dias.
* Escritora paulista, contista e romancista, pertencente à terceira geração
modernista brasileira.
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Adaptado
(Sarmento, 2013, p.138)
É correto afirmar que o conceito apresentado se aplica ao texto “A disciplina do amor”, pois, quanto ao gênero, ele se classifica como um
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Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na
esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que
via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior
alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante
de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e
ele correspondia, chegava até a correr todo animado
atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu
posto e ali ficar sentado até o momento em que seu
dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como
se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto
de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas
no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão.
Quando ia chegando àquela hora ele disparava para
o compromisso assumido, todos os dias.
* Escritora paulista, contista e romancista, pertencente à terceira geração
modernista brasileira.
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/a-disciplina-do-amor-conto-de-lygia-fagundes-telles/#google_vignette Acesso em: 03 mar 2026.
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