Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

146421 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ

Há um único número real, x0, tal que:

\( \bullet \) \( \times_0 \, \notin \, \mathbb{Z} \)

\( \bullet \) \( ( \times_0)^2 \, = \, 2^{\times_0} \)

O número x0 pertence ao intervalo real

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146420 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ
Em um escritório há três caixas, cada uma delas contendo dois documentos. Em uma caixa, ambos os documentos são do ano de 2010. Tal caixa deveria estar com a etiqueta “Documentos 2010”. Em uma outra caixa, ambos os documentos são de 2011 e, nela, deveria estar colada a etiqueta “Documentos 2011”. Na caixa restante, um documento é do ano de 2010, e o outro é de 2011. Essa caixa deveria estar com a etiqueta “Documentos 2010/2011”. Infelizmente, por conta de equívocos no ato da colagem das etiquetas, nenhuma delas foi fixada em sua caixa correta. A Figura mostra as caixas etiquetadas de forma equivocada.
Enunciado 146420-1
Se, ao se retirar um documento da caixa com etiqueta “documentos 2010/2011”, fosse observado que se tratava de um documento de 2011, então a ordem correta de colagem das etiquetas, da esquerda para a direita, seria
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146416 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ
Provas:
Dois consumidores, João e Pedro, compram certo produto em um mercado competitivo; a quantidade comprada pelo primeiro é o dobro da que o outro compra. As elasticidades preço das demandas individuais, respectivamente de João e de Pedro, são iguais a -1 e - 4. Qual é a elasticidade preço da demanda conjunta de João e de Pedro?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146415 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ
O elevador de um condomínio passará por três serviços de manutenção no semestre que vem. Apenas duas empresas prestam tais serviços: a empresa A e a empresa B. Na ocasião da realização de cada um dos serviços, o condomínio escolherá qual das duas empresas irá realizá-lo. Sabe-se que a probabilidade de a empresa A ser escolhida para realizar um serviço é quatro vezes maior do que a probabilidade de a empresa B ser escolhida para realizar o mesmo serviço.
A probabilidade de todos os três serviços de manutenção, previstos para o semestre que vem, serem realizados por uma mesma empresa é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146414 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ
Um jovem aplicou R$ 500,00 em um fundo de investimento que, ao final de um mês, proporcionará um ganho bruto de 0,9%. No entanto, o banco comunicou ao jovem que 4% do ganho bruto deverá ser descontado por conta dos impostos.
Ao final de um mês, feito o desconto relativo aos impostos, o saldo do fundo de investimento será de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146413 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ
Um shopping possui dezenas de lojas. Se, em algum dia da semana, no máximo uma loja estiver aberta, então tal dia é um sábado ou um domingo.
Se hoje for terça-feira, então
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146404 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ

O dia: 28 de novembro de 1995. A hora: aproxi-

madamente vinte, talvez quinze para a uma da tarde.

O local: a recepção do Hotel Novo Mundo, aqui ao

lado, no Flamengo.

Acabara de almoçar com minha secretária e al-

guns amigos, descêramos a escada em curva que

leva do restaurante ao hall da recepção. Pelo menos

uma ou duas vezes por semana cumpro esse itine-

rário e, pelo que me lembre, nada de especial me

acontece nessa hora e nesse lugar. É, em todos os

sentidos, uma passagem.

Não cheguei a ouvir o meu nome. Foi a se-

cretária que me avisou: um dos porteiros, de cabelos

brancos, óculos de aros grossos, queria falar comigo.

E sabia o meu nome — eu que nunca fora hóspede

do hotel, apenas um frequentador mais ou menos re-

gular do restaurante que é aberto a todos.

Aproximei-me do balcão, duvidando que real-

mente me tivessem chamado. Ainda mais pelo nome:

não haveria uma hipótese passável para que soubes-

sem meu nome.

— Sim ...

O porteiro tirou os óculos, abriu uma gaveta em-

baixo do balcão e de lá retirou o embrulho, que pare-

cia um envelope médio, gordo, amarrado por barban-

te ordinário.

— Um hóspede esteve aqui no último fim de se-

mana, perguntou se nós o conhecíamos, pediu que

lhe entregássemos este envelope ...

— Sim ... sim ...

Eu não sabia se examinava o envelope ou a cara

do porteiro. Nada fizera para que ele soubesse meu

nome, para que pudesse dizer a alguém que me co-

nhecia. O fato de duas ou três vezes por semana eu

almoçar no restaurante do hotel não lhe daria esse

direito. [...]

Passou-me o envelope, que era, à primeira vista

e ao primeiro contato, aquilo que eu desconfiava: os

originais de um livro, contos, romance ou poesias, tal-

vez história ou ensaio.

— Está certo ... não terei de agradecer... a menos

que o nome e o endereço do interessado estejam...

Foi então que olhei bem o embrulho. A princípio

apenas suspeitei. E ficaria na suspeita se não hou-

vesse certeza. Uma das faces estava subscritada,

meu nome em letras grandes e a informação logo

embaixo, sublinhada pelo traço inconfundível: “Para

o jornalista Carlos Heitor Cony. Em mão”.

Era a letra do meu pai. A letra e o modo. Tudo no

embrulho o revelava, inteiro, total. Só ele faria aque-

las dobras no papel, só ele daria aquele nó no bar-

bante ordinário, só ele escreveria meu nome daquela

maneira, acrescentando a função que também fora a

sua. Sobretudo, só ele destacaria o fato de alguém

ter se prestado a me trazer aquele embrulho. Ele de-

testava o correio normal, mas se alguém o avisava

que ia a algum lugar, logo encontrava um motivo para

mandar alguma coisa a alguém por intermédio do

portador. [...]

Recente, feito e amarrado há pouco, tudo no en-

velope o revelava: ele, o pai inteiro, com suas manias

e cheiros.

Apenas uma coisa não fazia sentido. Estáva-

mos — como já disse — em novembro de 1995. E o

pai morrera, aos noventa e um anos, no dia 14 de

janeiro de 1985.

CONY, C. H. Quase Memória: quase-romance. São Paulo: Companhia das Letras. 2001. p. 9-11.

O Texto apresenta duas partes distintas, sendo a primeira a apresentação do narrador no contexto espaço-temporal da trama e a segunda, as considerações e desconfianças em relação ao embrulho.
O trecho que marca a mudança é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146392 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ

O dia: 28 de novembro de 1995. A hora: aproxi-

madamente vinte, talvez quinze para a uma da tarde.

O local: a recepção do Hotel Novo Mundo, aqui ao

lado, no Flamengo.

Acabara de almoçar com minha secretária e al-

guns amigos, descêramos a escada em curva que

leva do restaurante ao hall da recepção. Pelo menos

uma ou duas vezes por semana cumpro esse itine-

rário e, pelo que me lembre, nada de especial me

acontece nessa hora e nesse lugar. É, em todos os

sentidos, uma passagem.

Não cheguei a ouvir o meu nome. Foi a se-

cretária que me avisou: um dos porteiros, de cabelos

brancos, óculos de aros grossos, queria falar comigo.

E sabia o meu nome — eu que nunca fora hóspede

do hotel, apenas um frequentador mais ou menos re-

gular do restaurante que é aberto a todos.

Aproximei-me do balcão, duvidando que real-

mente me tivessem chamado. Ainda mais pelo nome:

não haveria uma hipótese passável para que soubes-

sem meu nome.

— Sim ...

O porteiro tirou os óculos, abriu uma gaveta em-

baixo do balcão e de lá retirou o embrulho, que pare-

cia um envelope médio, gordo, amarrado por barban-

te ordinário.

— Um hóspede esteve aqui no último fim de se-

mana, perguntou se nós o conhecíamos, pediu que

lhe entregássemos este envelope ...

— Sim ... sim ...

Eu não sabia se examinava o envelope ou a cara

do porteiro. Nada fizera para que ele soubesse meu

nome, para que pudesse dizer a alguém que me co-

nhecia. O fato de duas ou três vezes por semana eu

almoçar no restaurante do hotel não lhe daria esse

direito. [...]

Passou-me o envelope, que era, à primeira vista

e ao primeiro contato, aquilo que eu desconfiava: os

originais de um livro, contos, romance ou poesias, tal-

vez história ou ensaio.

— Está certo ... não terei de agradecer... a menos

que o nome e o endereço do interessado estejam...

Foi então que olhei bem o embrulho. A princípio

apenas suspeitei. E ficaria na suspeita se não hou-

vesse certeza. Uma das faces estava subscritada,

meu nome em letras grandes e a informação logo

embaixo, sublinhada pelo traço inconfundível: “Para

o jornalista Carlos Heitor Cony. Em mão”.

Era a letra do meu pai. A letra e o modo. Tudo no

embrulho o revelava, inteiro, total. Só ele faria aque-

las dobras no papel, só ele daria aquele nó no bar-

bante ordinário, só ele escreveria meu nome daquela

maneira, acrescentando a função que também fora a

sua. Sobretudo, só ele destacaria o fato de alguém

ter se prestado a me trazer aquele embrulho. Ele de-

testava o correio normal, mas se alguém o avisava

que ia a algum lugar, logo encontrava um motivo para

mandar alguma coisa a alguém por intermédio do

portador. [...]

Recente, feito e amarrado há pouco, tudo no en-

velope o revelava: ele, o pai inteiro, com suas manias

e cheiros.

Apenas uma coisa não fazia sentido. Estáva-

mos — como já disse — em novembro de 1995. E o

pai morrera, aos noventa e um anos, no dia 14 de

janeiro de 1985.

CONY, C. H. Quase Memória: quase-romance. São Paulo: Companhia das Letras. 2001. p. 9-11.

A informação contida no trecho “só ele destacaria o fato de alguém ter se prestado a me trazer aquele embrulho” (l. 54-55) é corroborada por que passagem?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146381 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ

O dia: 28 de novembro de 1995. A hora: aproxi-

madamente vinte, talvez quinze para a uma da tarde.

O local: a recepção do Hotel Novo Mundo, aqui ao

lado, no Flamengo.

Acabara de almoçar com minha secretária e al-

guns amigos, descêramos a escada em curva que

leva do restaurante ao hall da recepção. Pelo menos

uma ou duas vezes por semana cumpro esse itine-

rário e, pelo que me lembre, nada de especial me

acontece nessa hora e nesse lugar. É, em todos os

sentidos, uma passagem.

Não cheguei a ouvir o meu nome. Foi a se-

cretária que me avisou: um dos porteiros, de cabelos

brancos, óculos de aros grossos, queria falar comigo.

E sabia o meu nome — eu que nunca fora hóspede

do hotel, apenas um frequentador mais ou menos re-

gular do restaurante que é aberto a todos.

Aproximei-me do balcão, duvidando que real-

mente me tivessem chamado. Ainda mais pelo nome:

não haveria uma hipótese passável para que soubes-

sem meu nome.

— Sim ...

O porteiro tirou os óculos, abriu uma gaveta em-

baixo do balcão e de lá retirou o embrulho, que pare-

cia um envelope médio, gordo, amarrado por barban-

te ordinário.

— Um hóspede esteve aqui no último fim de se-

mana, perguntou se nós o conhecíamos, pediu que

lhe entregássemos este envelope ...

— Sim ... sim ...

Eu não sabia se examinava o envelope ou a cara

do porteiro. Nada fizera para que ele soubesse meu

nome, para que pudesse dizer a alguém que me co-

nhecia. O fato de duas ou três vezes por semana eu

almoçar no restaurante do hotel não lhe daria esse

direito. [...]

Passou-me o envelope, que era, à primeira vista

e ao primeiro contato, aquilo que eu desconfiava: os

originais de um livro, contos, romance ou poesias, tal-

vez história ou ensaio.

— Está certo ... não terei de agradecer... a menos

que o nome e o endereço do interessado estejam...

Foi então que olhei bem o embrulho. A princípio

apenas suspeitei. E ficaria na suspeita se não hou-

vesse certeza. Uma das faces estava subscritada,

meu nome em letras grandes e a informação logo

embaixo, sublinhada pelo traço inconfundível: “Para

o jornalista Carlos Heitor Cony. Em mão”.

Era a letra do meu pai. A letra e o modo. Tudo no

embrulho o revelava, inteiro, total. Só ele faria aque-

las dobras no papel, só ele daria aquele nó no bar-

bante ordinário, só ele escreveria meu nome daquela

maneira, acrescentando a função que também fora a

sua. Sobretudo, só ele destacaria o fato de alguém

ter se prestado a me trazer aquele embrulho. Ele de-

testava o correio normal, mas se alguém o avisava

que ia a algum lugar, logo encontrava um motivo para

mandar alguma coisa a alguém por intermédio do

portador. [...]

Recente, feito e amarrado há pouco, tudo no en-

velope o revelava: ele, o pai inteiro, com suas manias

e cheiros.

Apenas uma coisa não fazia sentido. Estáva-

mos — como já disse — em novembro de 1995. E o

pai morrera, aos noventa e um anos, no dia 14 de

janeiro de 1985.

CONY, C. H. Quase Memória: quase-romance. São Paulo: Companhia das Letras. 2001. p. 9-11.

A palavra que substitui passável no trecho “hipótese passável” (l. 20), mantendo o mesmo sentido, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
146380 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: CEFET-RJ

O dia: 28 de novembro de 1995. A hora: aproxi-

madamente vinte, talvez quinze para a uma da tarde.

O local: a recepção do Hotel Novo Mundo, aqui ao

lado, no Flamengo.

Acabara de almoçar com minha secretária e al-

guns amigos, descêramos a escada em curva que

leva do restaurante ao hall da recepção. Pelo menos

uma ou duas vezes por semana cumpro esse itine-

rário e, pelo que me lembre, nada de especial me

acontece nessa hora e nesse lugar. É, em todos os

sentidos, uma passagem.

Não cheguei a ouvir o meu nome. Foi a se-

cretária que me avisou: um dos porteiros, de cabelos

brancos, óculos de aros grossos, queria falar comigo.

E sabia o meu nome — eu que nunca fora hóspede

do hotel, apenas um frequentador mais ou menos re-

gular do restaurante que é aberto a todos.

Aproximei-me do balcão, duvidando que real-

mente me tivessem chamado. Ainda mais pelo nome:

não haveria uma hipótese passável para que soubes-

sem meu nome.

— Sim ...

O porteiro tirou os óculos, abriu uma gaveta em-

baixo do balcão e de lá retirou o embrulho, que pare-

cia um envelope médio, gordo, amarrado por barban-

te ordinário.

— Um hóspede esteve aqui no último fim de se-

mana, perguntou se nós o conhecíamos, pediu que

lhe entregássemos este envelope ...

— Sim ... sim ...

Eu não sabia se examinava o envelope ou a cara

do porteiro. Nada fizera para que ele soubesse meu

nome, para que pudesse dizer a alguém que me co-

nhecia. O fato de duas ou três vezes por semana eu

almoçar no restaurante do hotel não lhe daria esse

direito. [...]

Passou-me o envelope, que era, à primeira vista

e ao primeiro contato, aquilo que eu desconfiava: os

originais de um livro, contos, romance ou poesias, tal-

vez história ou ensaio.

— Está certo ... não terei de agradecer... a menos

que o nome e o endereço do interessado estejam...

Foi então que olhei bem o embrulho. A princípio

apenas suspeitei. E ficaria na suspeita se não hou-

vesse certeza. Uma das faces estava subscritada,

meu nome em letras grandes e a informação logo

embaixo, sublinhada pelo traço inconfundível: “Para

o jornalista Carlos Heitor Cony. Em mão”.

Era a letra do meu pai. A letra e o modo. Tudo no

embrulho o revelava, inteiro, total. Só ele faria aque-

las dobras no papel, só ele daria aquele nó no bar-

bante ordinário, só ele escreveria meu nome daquela

maneira, acrescentando a função que também fora a

sua. Sobretudo, só ele destacaria o fato de alguém

ter se prestado a me trazer aquele embrulho. Ele de-

testava o correio normal, mas se alguém o avisava

que ia a algum lugar, logo encontrava um motivo para

mandar alguma coisa a alguém por intermédio do

portador. [...]

Recente, feito e amarrado há pouco, tudo no en-

velope o revelava: ele, o pai inteiro, com suas manias

e cheiros.

Apenas uma coisa não fazia sentido. Estáva-

mos — como já disse — em novembro de 1995. E o

pai morrera, aos noventa e um anos, no dia 14 de

janeiro de 1985.

CONY, C. H. Quase Memória: quase-romance. São Paulo: Companhia das Letras. 2001. p. 9-11.

O extrato do texto que justifica a afirmativa do autor “É, em todos os sentidos, uma passagem.” (l. 10-11) é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas