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Leia o texto a seguir para responder a questão
Quem é a estudante de 17 anos que resolveu um grande mistério matemático
Não é que alguém tenha dito que problemas matemáticos sofisticados não podem ser resolvidos por adolescentes que nem concluíram o Ensino Médio. Mas a chance de isso ocorrer parecia remota.
No entanto, artigo publicado em fevereiro deixou o mundo da matemática, ao mesmo tempo, atordoado,
“Ficamos todos chocados, absolutamente. Não me lembro de ter visto nada parecido”, diz Itamar Birmingham, que passou dois anos tentando provar que a conjectura era verdadeira. Hannah demonstrou que ela é falsa.
Ela e seus dois irmãos – um três anos mais velho e o outro oito anos mais novo – foram todos educados em casa. Hannah começou a aprender matemática online. Aos 11 anos, já havia concluído o curso de cálculo.
A matemática tornou-se um escape. “A matemática era outro mundo que eu podia explorar. Foi assim que eu cresci, pensando em matemática como um mundo de ideias que eu posso explorar sozinha.
Em 2021, na pandemia de covid-19, ficou na casa de seus avós em Chicago. Lá, ela se juntou aos Círculos de Matemática de Chicago, onde
Gosto de tocar piano, e as pessoas ao meu redor me diziam que eu era muito talentosa em matemática e piano. E, olhando para trás, agora que olho para isso, posso ver, claro, que meu piano estava acima da média. Mas não era de forma alguma excepcional. Por outro lado, parece que, matematicamente, eu sou, tipo, sei lá”, diz.
Assinale a alternativa em que a expressão apresentada substitui o trecho em destaque, de acordo com a norma-padrão do emprego de pronomes.
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Quem é a estudante de 17 anos que resolveu um grande mistério matemático
Não é que alguém tenha dito que problemas matemáticos sofisticados não podem ser resolvidos por adolescentes que nem concluíram o Ensino Médio. Mas a chance de isso ocorrer parecia remota.
No entanto, artigo publicado em fevereiro deixou o mundo da matemática, ao mesmo tempo, atordoado, encantado e pronto para receber um novo talento. Sua autora era Hannah Cairo, com apenas 17 anos na época. Ela havia resolvido um mistério de quarenta anos sobre o comportamento das funções, chamado conjectura de Mizohata-Takeuchi.
“Ficamos todos chocados, absolutamente. Não me lembro de ter visto nada parecido”, diz Itamar Birmingham, que passou dois anos tentando provar que a conjectura era verdadeira. Hannah demonstrou que ela é falsa.
Ela e seus dois irmãos – um três anos mais velho e o outro oito anos mais novo – foram todos educados em casa. Hannah começou a aprender matemática online. Aos 11 anos, já havia concluído o curso de cálculo. Ela lia e devorava, sozinha, os livros de matemática de nível de pós-graduação. “Havia uma mesmice. Não importava o que eu fizesse, eu estava no mesmo lugar, fazendo basicamente as mesmas coisas”, disse ela. “Eu estava muito isolada, eu acordava em certos dias e percebia que estava apenas mais velha.”
A matemática tornou-se um escape. “A matemática era outro mundo que eu podia explorar. Foi assim que eu cresci, pensando em matemática como um mundo de ideias que eu posso explorar sozinha. Esse tipo de processo me ajudou a ver a matemática de forma diferente de muitas pessoas.”
Em 2021, na pandemia de covid-19, ficou na casa de seus avós em Chicago. Lá, ela se juntou aos Círculos de Matemática de Chicago, onde professores e alunos se reúnem para resolverem problemas difíceis. No ano seguinte, candidatou-se a um programa de verão de duas semanas, do Círculo de Matemática de Berkeley. Em sua inscrição, ela listou um conjunto de disciplinas autodidatas que, juntas, compunham o equivalente a um diploma avançado de graduação em matemática. Ela tinha 14 anos. “Hannah é acima e além do comum”, diz Zvezdelina Stankova, matemática em Berkeley.
Gosto de tocar piano, e as pessoas ao meu redor me diziam que eu era muito talentosa em matemática e piano. E, olhando para trás, agora que olho para isso, posso ver, claro, que meu piano estava acima da média. Mas não era de forma alguma excepcional. Por outro lado, parece que, matematicamente, eu sou, tipo, sei lá”, diz.
Leia o seguinte trecho reescrito do texto:
• Nos Círculos de Matemática de Chicago, professores e alunos se reúnem para resolverem problemas difíceis. (6º parágrafo)
Nesse trecho, percebe-se a presença de período composto por
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Quem é a estudante de 17 anos que resolveu um grande mistério matemático
Não é que alguém tenha dito que problemas matemáticos sofisticados não podem ser resolvidos por adolescentes que nem concluíram o Ensino Médio. Mas a chance de isso ocorrer parecia remota.
No entanto, artigo publicado em fevereiro deixou o mundo da matemática, ao mesmo tempo, atordoado, encantado e pronto para receber um novo talento. Sua autora era Hannah Cairo, com apenas 17 anos na época. Ela havia resolvido um mistério de quarenta anos sobre o comportamento das funções, chamado conjectura de Mizohata-Takeuchi.
“Ficamos todos chocados, absolutamente. Não me lembro de ter visto nada parecido”, diz Itamar Birmingham, que passou dois anos tentando provar que a conjectura era verdadeira. Hannah demonstrou que ela é falsa.
Ela e seus dois irmãos – um três anos mais velho e o outro oito anos mais novo – foram todos educados em casa. Hannah começou a aprender matemática online. Aos 11 anos, já havia concluído o curso de cálculo. Ela lia e devorava, sozinha, os livros de matemática de nível de pós-graduação. “Havia uma mesmice. Não importava o que eu fizesse, eu estava no mesmo lugar, fazendo basicamente as mesmas coisas”, disse ela. “Eu estava muito isolada, eu acordava em certos dias e percebia que estava apenas mais velha.”
A matemática tornou-se um escape. “A matemática era outro mundo que eu podia explorar. Foi assim que eu cresci, pensando em matemática como um mundo de ideias que eu posso explorar sozinha. Esse tipo de processo me ajudou a ver a matemática de forma diferente de muitas pessoas.”
Em 2021, na pandemia de covid-19, ficou na casa de seus avós em Chicago. Lá, ela se juntou aos Círculos de Matemática de Chicago, onde professores e alunos se reúnem para resolverem problemas difíceis. No ano seguinte, candidatou-se a um programa de verão de duas semanas, do Círculo de Matemática de Berkeley. Em sua inscrição, ela listou um conjunto de disciplinas autodidatas que, juntas, compunham o equivalente a um diploma avançado de graduação em matemática. Ela tinha 14 anos. “Hannah é acima e além do comum”, diz Zvezdelina Stankova, matemática em Berkeley.
Gosto de tocar piano, e as pessoas ao meu redor me diziam que eu era muito talentosa em matemática e piano. E, olhando para trás, agora que olho para isso, p
Considere o seguinte trecho do último parágrafo:
• “... ‘posso ver, claro, que meu piano estava acima da média. Mas não era de forma alguma excepcional. Por outro lado, parece que, matematicamente, eu sou, tipo, sei lá’, diz.”
Esse trecho permite afirmar que Hannah mostra-se
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Quem é a estudante de 17 anos que resolveu um grande mistério matemático
Não é que alguém tenha dito que problemas matemáticos sofisticados não podem ser resolvidos por adolescentes que nem concluíram o Ensino Médio.
No entanto, artigo publicado em fevereiro deixou o mundo da matemática, ao mesmo tempo, atordoado, encantado e pronto para receber um novo talento. Sua autora era Hannah Cairo, com apenas 17 anos na época. Ela havia resolvido um mistério de quarenta anos sobre o comportamento das funções, chamado conjectura de Mizohata-Takeuchi.
“Ficamos todos chocados, absolutamente.
Ela e seus dois irmãos – um três anos mais velho e o outro oito anos mais novo – foram todos educados em casa. Hannah começou a aprender matemática online.
A matemática tornou-se um escape. “A matemática era outro mundo que eu podia explorar. Foi assim que eu cresci, pensando em matemática como um mundo de ideias que eu posso explorar sozinha. Esse tipo de processo me ajudou a ver a matemática de forma diferente de muitas pessoas.”
Gosto de tocar piano, e as pessoas ao meu redor me diziam que eu era muito talentosa em matemática e piano. E, olhando para trás, agora que olho para isso,
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente e em ordem, exemplos das figuras de linguagem metáfora e metonímia.
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Quem é a estudante de 17 anos que resolveu um grande mistério matemático
No entanto, artigo publicado em fevereiro deixou o mundo da matemática, ao mesmo tempo, atordoado, encantado e pronto para receber um novo talento. Sua autora era Hannah Cairo, com apenas 17 anos na época. Ela havia resolvido um mistério de quarenta anos sobre o comportamento das funções, chamado conjectura de Mizohata-Takeuchi.
“Ficamos todos chocados, absolutamente. Não me lembro de ter visto nada parecido”, diz Itamar Birmingham, que passou dois anos tentando provar que a conjectura era verdadeira. Hannah demonstrou que ela é falsa.
Ela e seus dois irmãos – um três anos mais velho e o outro oito anos mais novo – foram todos educados em casa. Hannah começou a aprender matemática online. Aos 11 anos, já havia concluído o curso de cálculo. Ela lia e devorava, sozinha, os livros de matemática de nível de pós-graduação. “Havia uma mesmice. Não importava o que eu fizesse, eu estava no mesmo lugar, fazendo basicamente as mesmas coisas”, disse ela. “Eu estava muito isolada, eu acordava em certos dias e percebia que estava apenas mais velha.”
A matemática tornou-se um escape. “A matemática era outro mundo que eu podia explorar. Foi assim que eu cresci, pensando em matemática como um mundo de ideias que eu posso explorar sozinha. Esse tipo de processo me ajudou a ver a matemática de forma diferente de muitas pessoas.”
Em 2021, na pandemia de covid-19, ficou na casa de seus avós em Chicago. Lá, ela se juntou aos Círculos de Matemática de Chicago, onde professores e alunos se reúnem para resolverem problemas difíceis. No ano seguinte, candidatou-se a um programa de verão de duas semanas, do Círculo de Matemática de Berkeley. Em sua inscrição, ela listou um conjunto de disciplinas autodidatas que, juntas, compunham o equivalente a um diploma avançado de graduação em matemática. Ela tinha 14 anos. “Hannah é acima e além do comum”, diz Zvezdelina Stankova, matemática em Berkeley.
Gosto de tocar piano, e as pessoas ao meu redor me diziam que eu era muito talentosa em matemática e piano. E, olhando para trás, agora que olho para isso, posso ver, claro, que meu piano estava acima da média. Mas não era de forma alguma excepcional. Por outro lado, parece que, matematicamente, eu sou, tipo, sei lá”, diz.
Leia a passagem a seguir:
• “Não é que alguém tenha dito que problemas matemáticos sofisticados não podem ser resolvidos por adolescentes...” (1º parágrafo)
No contexto em que se encontra, a palavra em destaque apresenta como sinônimo e antônimo, nesta ordem, as palavras
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Não é que alguém tenha dito que problemas matemáticos sofisticados não podem ser resolvidos por adolescentes que nem concluíram o Ensino Médio. Mas a chance de isso ocorrer parecia remota.
No entanto, artigo publicado em fevereiro deixou o mundo da matemática, ao mesmo tempo, atordoado, encantado e pronto para receber um novo talento. Sua autora era Hannah Cairo, com apenas 17 anos na época. Ela havia resolvido um mistério de quarenta anos sobre o comportamento das funções, chamado conjectura de Mizohata-Takeuchi.
“Ficamos todos chocados, absolutamente. Não me lembro de ter visto nada parecido”, diz Itamar Birmingham, que passou dois anos tentando provar que a conjectura era verdadeira. Hannah demonstrou que ela é falsa.
Ela e seus dois irmãos – um três anos mais velho e o outro oito anos mais novo – foram todos educados em casa. Hannah começou a aprender matemática online. Aos 11 anos, já havia concluído o curso de cálculo. Ela lia e devorava, sozinha, os livros de matemática de nível de pós-graduação. “Havia uma mesmice. Não importava o que eu fizesse, eu estava no mesmo lugar, fazendo basicamente as mesmas coisas”, disse ela. “Eu estava muito isolada, eu acordava em certos dias e percebia que estava apenas mais velha.”
A matemática tornou-se um escape. “A matemática era outro mundo que eu podia explorar. Foi assim que eu cresci, pensando em matemática como um mundo de ideias que eu posso explorar sozinha. Esse tipo de processo me ajudou a ver a matemática de forma diferente de muitas pessoas.”
Em 2021, na pandemia de covid-19, ficou na casa de seus avós em Chicago. Lá, ela se juntou aos Círculos de Matemática de Chicago, onde professores e alunos se reúnem para resolverem problemas difíceis. No ano seguinte, candidatou-se a um programa de verão de duas semanas, do Círculo de Matemática de Berkeley. Em sua inscrição, ela listou um conjunto de disciplinas autodidatas que, juntas, compunham o equivalente a um diploma avançado de graduação em matemática. Ela tinha 14 anos. “Hannah é acima e além do comum”, diz Zvezdelina Stankova, matemática em Berkeley.
Gosto de tocar piano, e as pessoas ao meu redor me diziam que eu era muito talentosa em matemática e piano. E, olhando para trás, agora que olho para isso, posso ver, claro, que meu piano estava acima da média. Mas não era de forma alguma excepcional. Por outro lado, parece que, matematicamente, eu sou, tipo, sei lá”, diz.
A leitura do texto permite afirmar, a respeito dos estudos, que
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Na frase do 1º quadro, a ação expressa pela forma verbal “arrombaram” pode ser atribuída a um sujeito
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A leitura da tira permite afirmar que a personagem, mãe de Calvin,
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De acordo com a norma-padrão e o contexto, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do primeiro quadro, na ordem em que elas aparecem.
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