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Is it time you went on a social media detox?
In today's world, social media is central to our lives. It helps us to stay in touch with our friends, promote our work, and follow the latest news. How do these networks impact our mental and physical health?
A number of studies have linked social media use with increased levels of depression, anxiety, and isolation.
Social media lovers have twice the risk of depression, compared with their less enthusiastic peers.
Research has revealed that younger and older users alike are in danger of breaking under the pressure of unachievable standards of beauty and success.
Among young adult users, social media notably increases the incidence of anxiety and depression, according to the results of a sizeable study conducted in 2016.
In fact, the researchers saw that users who frequently checked their accounts had a more than twice as high a risk of depression than their less social media-oriented peers.
This may partly be due to the fact that social networks create an artificial need to be available 24/7, to respond to messages and emoji reactions instantly. But this attitude creates an unnecessary amount of low-key stress that takes its toll on our emotional well-being. And, despite the fact that such platforms are supposed to enhance our sense of connectedness with other people, research has found that they actually have the opposite effect: they render dedicated users lonelier and more isolated.
However, this shouldn't really surprise us. The hyperconnectedness takes place at a superficial level, eliminating all of the extra elements that make communication more valuable and psychologically constructive.
Such elements include eye contact, body language, the possibility of listening for changes in our interlocutor's tone of voice, or the possibility of physical touch.
An over-active social media presence can leave its mark not just on our mental health, but also on our physical health — particularly by altering our sleep patterns.
Lastly, researchers have proven that our commitment to social media platforms can negatively affect our commitment to our own creative and professional lives in complex ways.
Adaptado de: <
https://www.medicalnewstoday.com/articles/321498.php?sr>
Acessado em 19 de outubro de 2018.
Not so enthusiastic social media users
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Um automóvel de massa 1000 kg se deslocava em movimento retilíneo e horizontal, com velocidade de 20 m/s, quando se envolveu em um acidente. Ele foi submetido durante 0,1s a uma força resultante intensa, entrando em repouso após esse intervalo de tempo. Qual é o valor médio do módulo da força resultante aplicada no automóvel ao longo desse intervalo de tempo?
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Os verdadeiros valores éticos, independentemente de quaisquer sistemas em que se integrem, são aqueles que:
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Devido à alta dureza e ao elevado valor agregado do carbono diamante (Cdiam), a conversão do carbono grafite (Cgraf) em carbono diamante é algo viável em termos comerciais, a partir da aplicação de alta temperatura e pressão. Desta forma, o cálculo da entalpia de reação para essa transformação pode ser realizado a partir das reações de formação do gás carbônico a partir do Cgraf e do Cdiam, expressas abaixo:
Cgraf + O2(g) → CO2(g) !$ \Delta !$H°f = -393,3 kJ
Cdiam + O2(g) → CO2(g) !$ \Delta !$H°f = -395,2 kJ
Cgraf !$ \rightarrow !$ Cdiam !$ \Delta !$H = ?
A partir dos valores de entalpia de formação do CO2, qual é a entalpia de reação para a transformação do carbono grafite em carbono diamante?
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O Período da História da Filosofia que considera a Filosofia como sendo um instrumento para ajudar na compreensão dos dogmas do Cristianismo, chama-se:
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João estava com dificuldade de respirar devido a uma gripe recente. Para resolver o problema, comprou um descongestionante nasal de uso tópico, cuja formulação continha NaCl 3%. A utilização do
medicamento vai acarretar:
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Guaifenesina xarope é uma droga utilizada como expectorante para adultos e crianças. A quantidade recomendada, para adultos e para crianças maiores de 12 anos, é de 15 ml a cada 4 horas. Um médico receitou guaifenesina a um paciente por um período de quatro dias. Quantos ml o paciente deve adquirir da droga?
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Nós, os brasileiros.
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.
Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos. Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas ao Exterior, onde convivi, sobretudo com escritores, professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma Universidade americana famosa: – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num Congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um de meus romances traduzidos em inglês, ouvi de um senhor, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá, alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas, nem de índios, nem de bichos.”
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e ... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa!
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2009, p.
49-51)
Frente aos comentários que ouvia em seus diferentes contatos, o sentimento que a autora revela é de:
1) inconformidade; executa seu ofício mas com uma oculta disposição para “inserir ali um grãozinho de realidade”.
2) desilusão; “mesmo se tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era brasileira”.
3) um certo desapontamento: “me senti tão* deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais”.
4) deslumbramento; “nesta terra de tão surpreendentes misturas!”
Estão corretas as alternativas:
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Nós, os brasileiros.
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.
Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos. Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas ao Exterior, onde convivi, sobretudo com escritores, professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma Universidade americana famosa: – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num Congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um de meus romances traduzidos em inglês, ouvi de um senhor, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá, alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas, nem de índios, nem de bichos.”
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e ... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa!
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2009, p.
49-51)
Uma convincente justificativa, para o ponto dominante de que trata o Texto 2, está expressa na seguinte alternativa:
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As articulações móveis do corpo humano conectam ossos e são revestidas de cartilagem, geralmente preenchidas por líquido lubrificante. Considerando o tecido cartilaginoso, é incorreto afirmar que:
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