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Um dos objetivos da técnica de sopro e som agudo é desativar a isometria laríngea, uma condição negativa que prejudica a fonação. Desativar a isometria laríngea, refere-se a
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A técnica dos sons vibrantes ou de vibração é um excelente recurso para facilitar a emissão normotensa e equilibrada em ressonância e bastante utilizada nas terapias de voz. Alguns cuidados devem ser tomados para que a técnica seja realizada corretamente. Em relação à utilização dessa técnica, analise.
I. As técnicas dos sons vibrantes alternados entre surdo e sonoro podem ser utilizadas para a suavização de ataque vocal.
II. Quando o paciente não consegue realizar a vibração da língua e nem a dos lábios, pode-se optar pela vibração do véu palatino e úvula.
III. A técnica de vibração é uma técnica universal. Um dos objetivos é a mobilização da mucosa, não devendo ser utilizada em casos de laringites agudas ou resfriados.
IV. O uso de vibração de lábios com língua para fora e relaxada ajuda a liberar a tensão da faringe e tem efeitos evidentes em cantores que apresentam emissão tensa e constrita.
Está(ão) INCORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
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Em relação à produção da voz, assinale a afirmativa INCORRETA.
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As limitações impostas pelas laringectomias, combinadas a outras modalidades de tratamento, como a radioterapia, implicam, fisiologicamente, em alterações das funções vitais, como respiração, proteção das vias aéreas inferiores e da fonação. Considerando as limitações decorrentes do tratamento do câncer de laringe, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Para o restabelecimento da produção vocal nos casos de laringectomias parciais verticais, destacam-se estratégias que estimulem a ação esfinctérica da laringe, pois a atividade vibratória não pode ser utilizada.
( ) Manobras de deglutição e estimulação sensorial oral, associadas à manipulação da consistência e do volume do bolo alimentar, fazem parte do processo de reabilitação nas laringectomias parciais horizontais.
( ) Estimular a ação esfinctérica da laringe, além de auxiliar diretamente na produção vocal, também colabora para a efetividade da função de deglutição e, consequentemente, melhora a função pulmonar, importante na reabilitação nos casos de laringectomias parciais verticais.
( ) Deglutição incompleta seguida de sonorização (Boone, Mc Farlone, 1988.), tosse com tentativa de emissão de som vocálico ao final e ataques vocais bruscos associados à técnica de empuxo são exemplos de estratégias que podem estimular a ação esfinctérica da laringe.
A sequência está correta em
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Relacione os correlatos espectrográficos acústicos aos principais parâmetros auditivos.
1. Perturbação da forma da onda, registro dos formantes substituídos por ruído, podendo chegar ao cancelamento quase total dos harmônicos; imagem de “emburacamento” no traçado de faixa-larga.
2. Nível de energia reduzida no espectro abaixo de 5 Hz, formantes fracos, claros; harmônicos fracos com imagens hachuradas entre as linhas dos harmônicos.
3. Interrupção abrupta no registro; ausência de traçado; característica de disfonia funcional, como nos quadros de abuso vocal e nas lesões de massa, como os nódulos.
4. Alteração rítmica repetida, semelhante a ondas, no traçado da frequência fundamental e de seus harmônicos, com ocorrência média de 5 a 6 ciclos por segundo. Observa-se nas regiões médias do espectro (em casos de espectrogramas de faixa estreita).
5. Estria vertical composta por barras, com grande energia nos formantes, registro escuro e distribuído nas regiões graves e médias do espectro, difícil identificação dos ciclos glóticos unitários, característica de voz adaptada.
( ) Qualidade vocal soprosa.
( ) Qualidade vocal rouca.
( ) Quebra de sonoridade.
( ) Registro modal.
( ) Vibrato.
A sequência está correta em
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As disartrias hipocinéticas representam alterações no circuito de controle dos gânglios da base e suas conexões corticais. A principal disartria hipocinética é a doença de Parkinson, uma alteração nigroestrial lenta e progressiva. De acordo com as premissas atuais de tratamento ao indivíduo com doença de Parkinson, analise.
I. O tratamento considerado mais atual na reabilitação vocal da doença de Parkinson abrange três níveis: mioterapia, coordenação das estruturas de fala e respiração.
II. Método mastigatório, fala silábica, euritmia e exercícios respiratórios compõem a base atual da reabilitação da doença de Parkinson.
III. Estimular o fechamento glótico, aumentando a intensidade vocal e o esforço fonatório são os objetivos atuais na reabilitação vocal dos pacientes com Parkinson.
IV. O tratamento atual focaliza exclusivamente a voz, mesmo com comprometimento da articulação e velocidade da fala, pois o aumento da intensidade proporciona, automaticamente, uma melhora no padrão articulatório.
Estão corretas apenas as afirmativas
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O trabalho fonoaudiológico com os profissionais da voz difere dos demais, basicamente, quanto à orientação vocal. Geralmente, esses indivíduos tendem a ser mais cuidadosos e procuram seguir as orientações de maneira mais séria. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O aumento na viscosidade do muco é o principal sinal da falta de lubrificação laríngea, comum em profissionais da voz falada que têm problemas de falta de lubrificação.
( ) O fonoaudiólogo, que atua com os profissionais da voz, deve ter domínio total sobre a anatomia e fisiologia da voz nas diferentes fases da vida para oferecer um treinamento seguro da voz profissional, pois a resistência vocal, não necessariamente, mantém-se a mesma ao longo da vida.
( ) A secreção concentrada, esbranquiçada e viscosa na imagem laringoscópica pode formar placas aderentes nas pregas vocais e serem confundidas com leucoplasias, o que pode ser resolvido aumentando a lubrificação e a hidratação laríngea.
( ) Na fisiopatologia do refluxo gastroesofágico em profissionais da voz, três aspectos principais merecem atenção: suporte respiratório, utilizado quando se necessita de grande projeção vocal; estresse; e, maus hábitos alimentares.
A sequência está correta em
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“Um diagnóstico de câncer de laringe pode ser devastador para o paciente e sua família, mas, quando realizado e tratado precocemente, oferece ao indivíduo condições de boa sobrevida.”
(Behlau e Pontes.)
É importante que o fonoaudiólogo atuante na reabilitação vocal de cirurgias de laringe diferencie os vários tipos de cirurgias para selecionar adequadamente os exercícios. Sobre esse assunto, analise.
I. O sintoma cardinal do paciente com câncer de laringe é a rouquidão, mas outros sintomas podem estar presentes e os profissionais que atuam nessa área devem estar atentos, também, à presença de odinofonia com dor reflexa na orelha ipsilateral, hemoptise ocasional e episódios de dispneias.
II. As laringectomias parciais horizontais são indicadas para tratamento de tumores supraglóticos e, portanto, o impacto vocal será mínimo e a função esfinctérica da laringe poderá ficar muito comprometida, devendo ser rapidamente reabilitada. A intervenção fonoaudiológica deve se iniciar no pós-operatório, quando o paciente ainda estiver com a sonda.
III. Desenvolver a fonação por meio da estimulação das estruturas remanescentes como órgãos vibrantes é um dos objetivos principais na reabilitação vocal dos pacientes submetidos a laringectomias verticais parciais, podendo ser empregadas técnicas do método de competência fonatória, como deglutição incompleta sonorizada e técnicas de vibração.
IV. Manobras de favorecimento da coaptação das pregas vocais, sempre ocluindo o traqueostoma (quando houver), podem ser realizadas por meio da movimentação forçada de braços associada à emissão de sílabas, provocando nítido deslocamento vertical da laringe e auxiliando na proteção das vias aéreas inferiores, visto que favorecem, ainda, a coaptação glótica.
V. Os indivíduos submetidos a laringectomias parciais podem referir falta de ar ao falar. Mas, na verdade, não ocorre falta de ar, e, sim, escape demasiado de ar provocado pelo aumento do espaço intralaríngeo pós-cirúrgico. Tal queixa deve ser cuidadosamente analisada quando a falta de ar acontece na respiração silenciosa, pois pode significar uma estenose pós-cirúrgica ou uma recidiva do tumor.
Estão corretas as afirmativas
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Sobre a anatomia da laringe e a fisiologia da produção vocal, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Em relação à classificação das disfonias funcionais, segundo Behlau e Pontes (2001), analise.
I. O impacto mais comum de uma inadaptação vocal é uma alteração na qualidade vocal.
II. As assimetrias laríngeas classificam-se em disfonias funcionais secundárias, sendo que as assimetrias funcionais são mais facilmente compensadas que as assimetrias anatômicas.
III. A disfonia consequente de uma inadaptação anatômica depende do grau da alteração, da atividade profissional exercida e que se manifesta em qualquer idade.
IV. Não existe uma relação direta entre simetria laríngea e voz normal e entre assimetria laríngea e voz alterada, sendo a assimetria laríngea, muitas vezes, um achado em exame de indivíduos sem queixa vocal.
Estão corretas apenas as afirmativas
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