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Foram encontradas 80 questões.

1342300 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Analise as afirmativas.

I. A adenosina é a droga inicial de escolha na taquicardia ventricular estável.

II. A presença de bloqueio atrioventricular tipo Mobitz

II, com QRS alargado, é indicação para uso de marcapasso.

III. A anticoagulação na fibrilação atrial após os 65 anos não deve ser realizada, pois essa faixa etária apresenta maiores riscos de fenômenos embólicos.

IV. Os bloqueios atrioventriculares são mais comuns com infartos de coronária esquerda, pois a nutrição do nó atrioventricular é mais frequentemente oriunda dessa coronária.

Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

 

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1342188 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Nas alternativas abaixo, indique o tratamento mais efetivo em portadores de flutter atrial.

 

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1342007 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Em relação à síncope, é correto afirmar que

 

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1341910 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Qual é a droga mais indicada, dentre as relacionadas, para o controle dos sintomas em um paciente portador de insuficiência coronariana estável, classe funcional II?

 

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1341864 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Indique a opção que completa a lacuna da assertiva a seguir.

“Os beta-bloqueadores estão contraindicados nos casos de .”

 

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1341764 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Assinale o fator de risco para acidente vascular encefálico apresentado por um paciente adulto, portador de diabetes mellitus e estenose aórtica, que desenvolve quadro de fibrilação atrial e apresenta ecocardiograma com boa função ventricular esquerda e com átrio esquerdo de 4,2 centímetros.

 

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1317034 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto IV para a questão

Tsunami

No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.

Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.

Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.

Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.

(Superinteressante – 04/2011) 24)

Há lacunas no texto em que foram retirados conectivos responsáveis pela coesão. Tal coesão pode ser estabelecida de forma correta, respectivamente, por

 

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1312437 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto III para a questão

Tsunami. Terremoto. Crise nuclear. Veio tudo de uma vez para os japoneses. Um tremor de 9.0 na escala Richter sacudiu o Japão em 11 de março, e o país já contava quase 9 mil mortos até o fechamento desta edição. Outras 13 mil pessoas ainda estavam desaparecidas.

A catástrofe chamou a atenção de todo o mundo não só pelas vidas perdidas e pelos dramáticos esforços de resgate. O Japão é um dos países mais bem preparados para enfrentar desastres naturais, e ainda assim foi devastado pela força da natureza. Um sinal de que nenhum país está a salvo.

Em 2010, desastres naturais mataram pelo menos 234 mil pessoas e afetaram quase outras 200 milhões no mundo. Nenhum especialista é capaz de dizer se esse número vai diminuir ou aumentar daqui para a frente, mas já se sabe que a intensidade das catástrofes vai crescer. O aquecimento global fará a temperatura subir - ela será até 3,5º C mais alta até 2035, segundo a Agência Internacional de Energia. Isso significa mais secas, enchentes, erupções, furacões destruidores e até terremotos. E, sim, pode existir uma ligação entre esses fenômenos e a ação humana.

(Superinteressante – 04/2011 fragmento)

Associe as duas colunas relacionando o vocábulo à regra que justifica o uso do acento gráfico correspondente.

( 1 ) país

( 2 ) já

( 3 ) catástrofe

( 4 ) fará

( ) Acentuam-se todas as palavras proparoxítonas.

( ) Acentuam-se as oxítonas terminadas em: a, as, e, es, o, os, em, ens.

( ) São acentuados os monossílabos tônicos terminados em: a, as, e, es, o, os.

( ) Quando a segunda vogal do hiato for i ou u tônicos, acompanhados ou não de s, haverá acento.

A sequência correta desta classificação, de cima para baixo, é

 

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573603 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto IV para a questão

Tsunami

No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.

Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.

Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.

Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.

(Superinteressante – 04/2011) 24)

O 2º § inicia-se com uma expressão intertextual fazendo uma referência ao texto poético de Carlos Drummond de Andrade “No meio do caminho havia uma pedra / havia uma pedra no meio do caminho”. No texto em questão é correto afirmar que

 

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559887 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto II para a questão

Mas a natureza não mata apenas com enchentes, deslizamentos, terremotos e tsunamis. Mata pela mão dos humanos, o que pode parecer um fato em escala menor, mas é bem mais preocupante. Homens, mulheres e meninos bomba quase diariamente se explodem levando consigo dezenas de vidas inocentes: pais de família, mães ou crianças, mulheres fazendo a feira, jovens indo para a escola. Bandidos incendeiam um ônibus com passageiros dentro: dois morrem logo, outros vários curtem em hospitais o grave sofrimento dos queimados. Não tinham nada a ver com a bandidagem, estavam apenas indo para o trabalho, ou vindo dele. Assaltantes explodem bancos em cidades do interior antes tranquilas. Criminosos sequestram casais ou famílias inteiras e os submetem aos maiores vexames e terror. Como está virando costume, a gente agradece por escapar com vida.

(Lya Luft Revista Veja – Edição 2156 / 17 de março de 2010, fragmento)

Sabendo que o texto revela a visão de mundo de seu autor, pode-se dizer que a autora mostra através de seu ponto de vista, que

 

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