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1338509 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Está(ão) relacionado(s) com a presença do diastema na região anterior e superior:

I. dentes supranumerários na linha mediana.

II. hábitos anormais.

III. anquiloglossia.

IV. discrepância entre a base óssea e o tamanho do dente.

Estão corretas apenas as alternativas

 

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1338508 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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As fibras colágenas da gengiva são alteradas pelo movimento ortodôntico. Quanto tempo leva, em média, para que corra a reorganização destas fibras?

 

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1338505 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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É um bastonete extremamente pequeno, imóvel, gram-negativo, sacarolítico, capnofílico, com terminação arredondada, que forma pequenas colônias convexas de centro ‘estrelado’ quando do cultivo em placas de Agar-sangue. A definição trata-se de

 

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Texto I para a questão

Mundo sem sacolas

Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”

A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.

Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”

Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.

(...)

E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.

(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)

“(...) adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo.” O excerto anterior contém um exemplo de figura de estilo denominada

 

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1338499 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Em relação a pulpotonia em dentes decíduos é incorreto afirmar que

 

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1338488 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Na colagem de braquetes, é correto afirmar que

I. segundo Marisa Kessler, quando o incisivo superior toca o braquete do incisivo inferior, pode-se colocar um levante na oclusal do primeiro molar com ionômero de vidro Band-Lok de cor azul.

II. o levante oclusal deve ficar até o final do tratamento, não sendo necessária a sua remoção.

III. dentes hipocalcificados com fluorose, excessivamente brancos e decíduos, não são superfícies ideais para colagem. O intensificador Enhance® pode melhorar a adesividade.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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1338485 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Considere a situação clínica e marque o procedimento cirúrgico indicado para o caso.

Paciente do sexo masculino, 38 anos, necessita do aumento da coroa clínica do dente 45 com fins protéticos. Sabe-se que este dente possui 3 mm de mucosa ceratinizada e que o término do preparo está a 1,5 mm da crista óssea.

 

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Texto I para a questão

Mundo sem sacolas

Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”

A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.

Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”

Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.

(...)

E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.

(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase: “Fazia alguns anos que se iniciado a fabricação das sacolas na fábrica de meu pai quando o primeiro supermercado em Araraquara.”

 

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Questão presente nas seguintes provas
1338478 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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No periodonto normal, a área de col, presente na região de pré-molares e molares, é recoberta por epitélio delgado do tipo

 

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1338477 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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A respiração bucal é um hábito deletério que deve ser observado pelo Odontopediatra, como fator etiológico de maloclusão dentária, muscular e esquelética. Analise as alternativas que denotam a consequência desse hábito.

I. Falta do vedamento labial pode determinar a hipotonia labial.

II. Presença de um palato ogival.

III. Presença de sobremordida profunda.

Está (ão) correta (s) apenas a (s) alternativas

 

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