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Assinale a alternativa que completa, de forma adequada, as lacunas do texto.
Jovem chateado liga para a polícia após bronca da mãe e é preso
Um jovem de 19 anos, morador de Vero Beach, na Flórida (EUA), acabou preso depois de ligar duas vezes para polícia ao ficar chateado por tomar uma bronca da própria mãe.
Vicent Valvo ligou para o serviço de emergência alegando que não tinha gostado da forma como a mãe havia se dirigido a ele, de acordo com um relatório da polícia do condado de Indian River.
Por volta das 4h30m, um policial foi casa de Vicent para responder ao chamado e prender o jovem.
O rapaz acabou preso por abuso do serviço de emergência, e solto após pagar fiança de R$ 1 mil. Não informações sobre o tipo de coisas que a mulher teria falado ao filho.
(Disponível em: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/
noticia/2013/04/jovem-chateado-liga-para-policia-apos-bronca-da-mae-e-e-preso.html. Adaptado.)
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Texto II para responder à questão.
O padeiro
Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
– Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
“Então você não é ninguém?
” Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”
E assobiava pelas escadas.
(Rubem Braga. Disponível em: http://www.sul21.com.br/jornal/2013/01/100-anos-do-mestre-da-cronica-rubem-braga/)
Tendo em vista o seu foco fundamental, é adequado afirmar que o texto visa
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Em relação ao tratamento de exceções na linguagem Java, leia o trecho abaixo. A seguir, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas. O Java garante que um bloco fornecido executará se uma exceção for lançada no bloco correspondente ou em qualquer um de seus blocos correspondentes.
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisChamadas de Sistema (System Calls)
- Gerenciamento de ProcessosCriação de Processos
Os sistemas operacionais precisam de mecanismos para criar processos. Há quatro eventos principais que fazem com que processos sejam criados. (Tanenbaum, 2009). Estes eventos são, exceto:
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisArquitetura de Sistemas Operacionais
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisChamadas de Sistema (System Calls)
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisKernelFunções do Kernel
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisGerenciamento de Recursos de Hardware
- WindowsBackup no Windows
“Para que o hardware tenha utilidade prática deve existir um conjunto de programas utilizado como interface entre as necessidades do usuário e as capacidades do hardware.” (Maia, L.P. / Machado, F. B., 2007) De acordo com essa afirmativa, assinale o utilitário responsável por carregar na memória principal um programa a ser executado.
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
RISC, ou seja, Reduced Instruction Set Computer (computador com um conjunto de instruções reduzido) foi o termo cunhado em 1980 por um grupo, em Berkeley, liderado por David Patterson e Carlo Séquin. São características da Arquitetura RISC, exceto:
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Os requisitos de sistema são descrições dos serviços fornecidos pelo sistema e suas restrições operacionais. Os requisitos organizacionais, os de segurança e os do produto estão classificados como requisitos:
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O interrelacionamento entre as atividades do projeto compõe um todo organizado, denominado “diagrama de rede”, ou vulgarmente conhecido como rede PERT (Program Evaluation and Review Technique). Sobre o “diagrama de rede”, é incorreto afirmar que
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Escalonamento é uma técnica dos Sistemas Operacionais que equaciona a utilização do processador e emprega algoritmos de escalonamento para esse fim. O escalonador é responsável por isso. Existem o escalonamento em sistemas em lote, interativos e de tempo real. Assinale a alternativa que apresenta o algoritmo de escalonamento em sistemas de lote.
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Texto I para responder à questão.
A maldição do esquerdo- direitismo
O esquerdo- direitismo é uma crença semirreligiosa que se tornou a ideologia dominante do mundo no último século. Esquerdo-direitistas são pessoas que acreditam que todo o bem que existe no mundo provém de apenas uma fonte. Há dois tipos de esquerdo- direitistas – aqueles que acham que a fonte de todo o bem é o mercado e aqueles que acham que é o estado. A estes chamamos esquerdistas, aqueles são os direitistas.
No fundo, esquerdistas e direitistas são dois lados de uma mesma coisa. Ambos veem o mundo em apenas duas dimensões, sem profundidade, dividido entre bons e maus. Não admira que esquerdistas transformem-se em direitistas e vice-versa com tanta facilidade – alguns dos analistas mais ferrenhos da direita passaram a juventude militando nas facções mais radicais da esquerda.
Nos últimos [...] meses, os dois maiores ícones desse jeito simplista de ver o mundo morreram: Hugo Chávez (esquerda) e Margareth Thatcher (direita). Difícil imaginar dois personagens tão representativos desse modo oitocentista de ver o mundo. Todos os esquerdo-direitistas concordam que, entre os mortos, havia um santo e um demônio. Eles discordam apenas em relação a qual é qual.
A realidade é que nem Chávez nem Thatcher merecem a canonização. Ambos tiveram seus inegáveis méritos como líderes carismáticos, mas as duas biografias estão cheias de erros crassos. É que, ao contrário do que eles acreditavam, o esquerdo-direitismo está errado. A crença compartilhada por esquerdistas e direitistas de que o mundo está dividido ao meio, entre virtuosos e cretinos, simplesmente não tem lastro na realidade. Há virtudes e cretinices em cada um de nós e o mundo é muito mais cheio de sutilezas do que imaginavam nossos manuais ideológicos publicados nos séculos 18 e 19.
Prova disso está numa reportagem de capa recente publicada pela tradicional revista The Economist, a Bíblia liberal inglesa, que já foi um ícone esquerdo- direitista na época que essas coisas faziam sentido. A matéria de Economist declara que o novo modelo para o planeta são os países nórdicos. “Se você tivesse que renascer em algum lugar do mundo com talentos e renda médios, você ia querer ser um viking”, diz a revista.
Os países escandinavos, que nas décadas de 1970 e 1980 eram estados inchados, com impostos altíssimos, baixa competitividade e serviços públicos de estado socialista, quem diria, viraram exemplo para a revista que os liberais sempre adoraram. Isso porque, nos últimos anos, Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia fizeram várias reformas e se tornaram países incríveis para se viver.
Para começar, o estado racionalizou seus gastos e criou as mais fantásticas políticas de transparência do mundo, permitindo à população fiscalizar seus governantes e reduzir a gastança. Na Suécia, políticos de alto escalão moram em quitinetes, lavam a própria louça e usam transporte público ou bicicleta. Além disso, a burocracia caiu quase a zero e esses países viraram paraísos do empreendedorismo, de fazer inveja ao Vale do Silício com suas histórias de sucesso (Skype, Angry Birds, Spotify).
Mas isso foi feito sem sucatear o estado nem prejudicar a população. As reformas do estado foram feitas com um objetivo claro: manter a qualidade do serviço público, ou, se possível, aumentá-la. Essa lógica ajuda a entender o que aconteceu com a saúde e a educação pública nesses países. O governo continua atuando, provendo serviços de qualidade, mas empresas privadas também podem entrar na competição. Os cidadãos recebem do governo vouchers de saúde e educação e podem decidir usá-los em escolas e hospitais públicos ou privados. Na Escandinávia, o estado continua grande, mas uma coisa fundamental mudou: ele agora funciona.
O sucesso nórdico expõe a grande falácia do esquerdo-direitismo: a crença de que só há um caminho certo. Para os esquerdistas, criar mais empresas estatais e ter impostos altos é sempre bom. Para os direitistas, é sempre ruim. A verdade, como costuma ser o caso, está no meio: é possível, ao mesmo tempo, melhorar os serviços e aumentar a eficiência. Basta para isso focar no cidadão, que é muito mais importante do que empresas e estado.
Essa é a mágica que os países nórdicos operaram nos últimos anos. Enquanto isso, o Brasil faz o contrário: por aqui conseguimos combinar impostos altos com serviços ruins. E, em vez de focar em reduzir uns e melhorar outros, continuamos desperdiçando tempo com Thatcher e Chávez.
(Denis Russo Burgierman. Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/mundo-novo/2013/04/15/a-maldicao-do-esquerdodireitismo/? utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super)
Sobre o uso da palavra “mágica” no trecho “Essa é a mágica que os países nórdicos operaram nos últimos anos.”, é correto afirmar que o autor do texto lança mão dela para
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