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Como premiar a moderação na rede?

Ronaldo Lemos*

Quer ter uma experiência completamente diferente da internet? Basta instalar no seu navegador o plug-in chamado Demetricator. Ele oculta totalmente os likes, coraçõezinhos, joinhas, retuítes, compartilhamentos mas também outras métricas que são usadas para indicar quantas pessoas se “engajaram” com uma publicação.

A experiência é atordoante. Vivenciei-a. Estamos tão acostumados a enxergar os números das reações que vêm com cada publicação. Após enxergar um post sem esses números, somos obrigados a ver o conteúdo por si só, nu e cru, sem adornos, e a pensar qual o valor que aquilo tem por si.

Esse experimento com o Demetricator pode ajudar a melhorar o sistema e o acesso à internet. O estado geral da rede hoje é de inflamação generalizada. Por causa desses números (likes, compartilhamentos, retuítes), as redes sociais se tornaram um concurso de histeria. Ganha quem é mais histriônico, chocante ou apelativo.

Um caminho é repensar a arquitetura das redes sociais. É preciso criar mecanismos mais sofisticados de indexar a importância do que é publicado por meio delas. Hoje, o mecanismo é simples: quanto mais radical um post, mais engajamento ele gera, o que, por sua vez, leva a mais distribuição e ainda mais engajamento.

Essa dinâmica não precisa ser assim. Esse desenho premia o extremismo. É possível sim um desenho que premie racionalidade e moderação.

Criar uma métrica assim permitiria que os usuários organizassem sua experiência na rede. Quem quisesse ver histeria ficaria livre para isso. Mas quem estivesse cansado e quisesse moderação, em vez de radicalização inflamatória, selecionaria essa outra opção, que hoje não existe.

Em outras palavras, criar outros critérios de organização da informação e deixar que os usuários decidam como querem ver suas timelines é um caminho promissor: traz mais racionalidade à internet.

* Advogado, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro.

Folha de S. Paulo. Mercado, p. A 20, 8 abr. 2019. Adaptado.

Na frase “Ganha quem é mais histriônico, chocante ou apelativo.”, é correto afirmar que a palavra sublinhada, conforme é popularmente conhecida, pode ser substituída, sem alteração do sentido, por

 

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Como premiar a moderação na rede?

Ronaldo Lemos*

Quer ter uma experiência completamente diferente da internet? Basta instalar no seu navegador o plug-in chamado Demetricator. Ele oculta totalmente os likes, coraçõezinhos, joinhas, retuítes, compartilhamentos mas também outras métricas que são usadas para indicar quantas pessoas se “engajaram” com uma publicação.

A experiência é atordoante. Vivenciei-a. Estamos tão acostumados a enxergar os números das reações que vêm com cada publicação. Após enxergar um post sem esses números, somos obrigados a ver o conteúdo por si só, nu e cru, sem adornos, e a pensar qual o valor que aquilo tem por si.

Esse experimento com o Demetricator pode ajudar a melhorar o sistema e o acesso à internet. O estado geral da rede hoje é de inflamação generalizada. Por causa desses números (likes, compartilhamentos, retuítes), as redes sociais se tornaram um concurso de histeria. Ganha quem é mais histriônico, chocante ou apelativo.

Um caminho é repensar a arquitetura das redes sociais. É preciso criar mecanismos mais sofisticados de indexar a importância do que é publicado por meio delas. Hoje, o mecanismo é simples: quanto mais radical um post, mais engajamento ele gera, o que, por sua vez, leva a mais distribuição e ainda mais engajamento.

Essa dinâmica não precisa ser assim. Esse desenho premia o extremismo. É possível sim um desenho que premie racionalidade e moderação.

Criar uma métrica assim permitiria que os usuários organizassem sua experiência na rede. Quem quisesse ver histeria ficaria livre para isso. Mas quem estivesse cansado e quisesse moderação, em vez de radicalização inflamatória, selecionaria essa outra opção, que hoje não existe.

Em outras palavras, criar outros critérios de organização da informação e deixar que os usuários decidam como querem ver suas timelines é um caminho promissor: traz mais racionalidade à internet.

* Advogado, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro.

Folha de S. Paulo. Mercado, p. A 20, 8 abr. 2019. Adaptado.

É correto afirmar que, considerando-se especificamente o comportamento do frequentador das redes sociais, a atitude que melhor responde à indagação proposta no título do texto remete à ideia de que este usuário deve, fundamentalmente,

 

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1931042 Ano: 2020
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Paciente J.M.V, 15 anos, melanoderma, procurou clínica odontológica na cidade de Belo Horizonte – MG para tratamento ortodôntico. Na consulta de avaliação foi verificado que: a cúspide mesiovestibular do primeiro molar permanente superior esquerdo tocava o sulco mesiovestibular do primeiro molar permanente inferior esquerdo; o sulco mesiovestibular do primeiro molar permanente inferior direito estava localizado distalmente à cúspide vestibular do primeiro molar permanente superior direito; os incisivos centrais superiores se encontravam com inclinação lingual; e os incisivos laterais superiores com leve inclinação vestibular e mordida profunda anterior.

De acordo com Angle (1889), tal oclusão deve ser classificada como

 

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O pai do herói autista

O canadense David Shore é o criador da série The Good Doctor, cujo personagem é Shaun Murphy, um médico dividido entre seus tormentos pessoais e a capacidade extraordinária de salvar vidas. Com o excelente Freddie Highmore na pele de um jovem cirurgião autista, a série, constituída de vários episódios, caiu nas graças dos brasileiros. Em parte da entrevista transcrita a seguir, Shore fala sobre os desafios para fazer de um autista um personagem tão pop.

Um diferencial de The Good Doctor é dar ao espectador a sensação de ver o mundo como um autista. Por que essa preocupação com as filigranas sensoriais? Não queria que as pessoas simplesmente vissem um autista na tela, mas que pudessem se identificar com ele e se colocassem no lugar de Shaun para poderem entendê-lo e amá-lo. Shaun não é perfeito, mas é o nosso herói, e ele tenta superar seus desafios com destemor. Queria que o público embarcasse nessa jornada de superação.

Como as pessoas com autismo e seus familiares têm reagido à série? Criaram-se expectativas. Foi muito gratificante. Havia nervosismos por parte da comunidade autista antes de a série ir ao ar, mas as respostas foram emocionantes e acolhedoras. Infelizmente existe muita conversa sobre diversidade na televisão, mas a realidade dos autistas nunca tinha sido abordada o suficiente. Eu sabia do risco de não agradar a todos, mas me sinto bem por ter feito um personagem como Shaun. Tenho orgulho dele.

Shaun enfrenta percalços como a falta de confiança dos pacientes e o desprezo dos colegas de profissão. Autistas que tentam trabalhar de forma regular vivem problemas semelhantes? Sim. Alimentei-me de muitas leituras e informações sobre isso. Os autistas enfrentam preconceitos, suposições, julgamentos injustos e prematuros. Todos nós, em alguma medida, encaramos desafios e somos julgados o tempo todo. Mas é um processo mais extremo para Shaun, sem dúvida. E o fato de ele não ficar para baixo nunca é uma das coisas mais inspiradoras para mim. Ele exibe uma atitude tão saudável que nos ensina a viver bem a vida.

Veja. 18 set. 2019, edição nº 2652, p. 110-101. Adaptado.

“Conforme sua posição junto ao verbo, os pronomes oblíquos átonos podem ser proclíticos (antepostos ao verbo), mesoclíticos (intercalados no verbo) e enclíticos (pospostos ao verbo).”

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa.

São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2010, p. 538.

A esse respeito, leia os textos a seguir.

Texto I

Enunciado 2614511-1

Disponível em: < https://br.pinterest.com/pin/780319072916753735/?lp=true >.

Acesso em: 10 fev. 2020.

Texto II

“... para entendê-lo e amá-lo.”

Preencha corretamente as lacunas.

De acordo com a norma-padrão, nos dois textos é _______________ a colocação do pronome oblíquo enclítico quando ocorre, na oração, a presença do infinitivo_______________ regido da _______________ “para”.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é

 

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O pai do herói autista

O canadense David Shore é o criador da série The Good Doctor, cujo personagem é Shaun Murphy, um médico dividido entre seus tormentos pessoais e a capacidade extraordinária de salvar vidas. Com o excelente Freddie Highmore na pele de um jovem cirurgião autista, a série, constituída de vários episódios, caiu nas graças dos brasileiros. Em parte da entrevista transcrita a seguir, Shore fala sobre os desafios para fazer de um autista um personagem tão pop.

Um diferencial de The Good Doctor é dar ao espectador a sensação de ver o mundo como um autista. Por que essa preocupação com as filigranas sensoriais? Não queria que as pessoas simplesmente vissem um autista na tela, mas que pudessem se identificar com ele e se colocassem no lugar de Shaun para poderem entendê-lo e amá-lo. Shaun não é perfeito, mas é o nosso herói, e ele tenta superar seus desafios com destemor. Queria que o público embarcasse nessa jornada de superação.

Como as pessoas com autismo e seus familiares têm reagido à série? Criaram-se expectativas. Foi muito gratificante. Havia nervosismos por parte da comunidade autista antes de a série ir ao ar, mas as respostas foram emocionantes e acolhedoras. Infelizmente existe muita conversa sobre diversidade na televisão, mas a realidade dos autistas nunca tinha sido abordada o suficiente. Eu sabia do risco de não agradar a todos, mas me sinto bem por ter feito um personagem como Shaun. Tenho orgulho dele.

Shaun enfrenta percalços como a falta de confiança dos pacientes e o desprezo dos colegas de profissão. Autistas que tentam trabalhar de forma regular vivem problemas semelhantes? Sim. Alimentei-me de muitas leituras e informações sobre isso. Os autistas enfrentam preconceitos, suposições, julgamentos injustos e prematuros. Todos nós, em alguma medida, encaramos desafios e somos julgados o tempo todo. Mas é um processo mais extremo para Shaun, sem dúvida. E o fato de ele não ficar para baixo nunca é uma das coisas mais inspiradoras para mim. Ele exibe uma atitude tão saudável que nos ensina a viver bem a vida.

Veja. 18 set. 2019, edição nº 2652, p. 110-101. Adaptado.

Leia o último parágrafo do texto.

“Shaun enfrenta percalços como a falta de confiança dos pacientes e o desprezo dos colegas de profissão. Autistas que tentam trabalhar de forma regular vivem problemas semelhantes? Sim, absolutamente. Os autistas enfrentam preconceitos, suposições, julgamentos injustos e prematuros. Todos nós, em alguma medida, encaramos desafios e somos julgados o tempo todo. Mas é um processo mais extremo para Shaun, sem dúvida. E o fato de ele não ficar para baixo nunca é uma das coisas mais inspiradoras para mim.”

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma acerca da grafia e da acentuação das palavras presentes no parágrafo.

( ) Substituir “percalços” por “percalsos” corrige adequadamente a grafia desse vocábulo.

( ) Emprega-se o “h” medial no termo “semelhantes” por se tratar de uma letra integrante de um dígrafo.

( ) Colocar o acento circunflexo na sílaba -ÊN de “pacientes” é o mais correto, pois se trata de uma palavra paroxítona terminada em “s”.

( ) Usa-se o acento agudo em “Mas”, que no texto é uma conjunção e um monossílabo, somente se, em outro contexto, for empregada como adjetivo.

A sequência correta é

 

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2044687 Ano: 2020
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Após um evento de trauma dental em que os dentes envolvidos não sofreram lesão irreversível, a posição deles pode apresentar problema estético ou oclusal.

Considerando um paciente que tenha sofrido uma lesão de luxação no incisivo central superior, após o reposicionamento parcial do dente com pressão digital e estabilização com fio leve por 10 dias, o tratamento ortodôntico estaria

Questão Anulada

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1935886 Ano: 2020
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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A odontologia vem passando por evoluções constantes, essa afirmativa também é valida para a ortodontia. A incorporação da ancoragem esquelética, mais precisamente dos mini-implantes nos tratamentos ortodônticos, permitiu realizar tratamentos antes não possíveis ou de difícil realização com métodos convencionais.

É característica importante em relação ao uso dos mini-implantes:

Questão Anulada

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1935195 Ano: 2020
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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A mecanoterapia ortodôntica é baseada nas seis chaves da oclusão de Andrews, as quais representam o limite distal para uma boa oclusão.

Quais características a seguir fazem parte das seis chaves?

Questão Anulada

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1933144 Ano: 2020
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Durante o crescimento do complexo orofacial ocorre aposição óssea em algumas áreas e reabsorção óssea em outras regiões. Ao longo do processo de crescimento, a maxila é transladada para baixo e para frente pelo crescimento da base do crânio e também devido à remodelação óssea das estruturas maxilares.

Em quais superfícies da maxila ocorre adição de osso ao longo do crescimento das faces?

Questão Anulada

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1931706 Ano: 2020
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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A interposição lingual quando associada ao desenvolvimento das más oclusões pode estar relacionada ao desenvolvimento da mordida aberta anterior.

Sobre essa relação é correto afirmar que

Questão Anulada

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