O romance conta a história de Eugênio, filho de um alfaiate pobre, que quer subir na vida. Formado em
Medicina, sente a sua condição de ter vindo de uma classe social humilde. É inseguro, conhece Olívia, são
dois médicos que sofrem as angústias do mundo moderno. Olívia lhe dá uma filha e, quando ela morre, a
filha perpetua a presença da mulher amada, para Eugênio. A história tem duas partes: na primeira,
acontece o cruzamento de dois níveis temporais, o presente (Eugênio dentro do carro em direção ao
hospital) e o passado (sua infância, seus traumas, o conhecimento de Olívia, o casamento com Eunice, a
frustração, o sentimento de se ter vendido para vencer); a segunda parte desenvolve-se de maneira mais
linear, embora o passado se misture ao presente, através das cartas de Olívia e pela presença da filha.
Nessa narrativa de vários planos temporais, é evidente uma crítica à sociedade fútil e vazia, ao acúmulo de
riquezas e à consequente hipocrisia das relações sociais. Nesse mundo em crise, a voz de Olívia
representaria a mensagem do próprio autor, simbolizada na metáfora do título. Uma mensagem de
otimismo, de confiança, que Eugênio só compreenderá no final.
É significativo que o herói do romance, Eugênio, seja um médico. O médico tornou-se na sociedade atual,
o intermediário entre a ciência, a técnica e o sentimento humanitário. Pensando primeiro em si mesmo,
egoisticamente, Eugênio evolui para a solidariedade, através das colocações de Olívia, que mesmo depois
de morta é uma personagem presente no romance, fazendo contraponto com Eugênio.
Tal comentário refere-se à obra:
Paciente do sexo masculino, 65 anos, cardiopata, já realizou cirurgia cardíaca 2 vezes, cadastrado no
programa de hiperdia da UBSF em que você trabalha, apresentou uma crise hipertensiva em casa durante
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sua visita domiciliar, queixando-se de intensa cefaleia, palpitação e mal-estar. Ao aferir a pressão arterial,
você detectou que estava 220/180 mmHg.
Com base nessas informações responda à próxima questão.
Conforme a Portaria nº 2.048/02, qual a melhor unidade para encaminhar esse paciente?
A classificação do choque hemorrágico é dada pelo quadro a seguir.
Com base na análise deste quadro, responda à próxima questão.
Uma vítima apresentando hemorragia, seja leve ou severa, pode se enquadrar em classificações
diferentes do choque hemorrágico, com variação da frequência cardíaca que varia de:
Dia 23 de maio de 2019, 23:45, noite chuvosa, 12ºC, você está de plantão no SAMU e é acionado para
atender uma ocorrência com a seguinte descrição: colisão carro x poste de energia elétrica, a vítima se
encontra dentro do veículo, consciente, confusa, obedecendo a comandos, queixando-se de dor torácica e
dificuldade de respirar. Na avalição da cinemática do trauma, notou-se que a vítima estava sem cinto de
segurança e, provavelmente, bateu o tórax no volante e, com o impacto, prendeu uma das pernas no
assoalho do veículo. A doente foi avaliada e o caso foi repassado para a central de regulação, que a fez
devidamente.
Com base no caso, responda à próxima questão.
Durante o recebimento das informações da vítima, o médico chegou à conclusão que ela deveria ser
encaminhada a uma unidade não hospitalar de atendimento às urgências e emergências, que seria a:
Quando há a necessidade de uma reposição volêmica rápida e o paciente apresenta uma periferia
difícil para acesso, a jugular é uma opção imediata para o enfermeiro conseguir um acesso venoso. Com
isso, dentre as complicações citadas abaixo, quando se acessa uma veia jugular, a mais incidente é:
A fim de um adequado manejo da via aérea difícil, é necessária a elaboração de estratégias pré-formuladas para intubação em situações adversas. E, dentre as técnicas para o manejo desse tipo de via
aérea, o posicionamento deve ser: