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Em termos de comparação entre a distribuição normal e a distribuição t de student, é correto afirmar:
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Dada a projeção da população de um município com base em três modelos:
- Modelo A: Popt = a + bt
- Modelo B: Popt = a!$ cdot !$yb
- Modelo C: Popt = a!$ cdot !$ebt
onde Pop é a população, t é o tempo (em anos), y é a renda, e é o número exponencial e a e b são parâmetros, é correto afirmar:
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Portanto, o número de modos diferentes de montar a composição que forma o trem é:
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Portanto, o número de pessoas presentes no referido encontro foi:
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Portanto, é necessariamente verdadeiro que:
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É qualquer fato significativo, digno de relato pelo auditor e que consta no relatório, constituído por quatro atributos essenciais: situação encontrada (ou condição, o que é), critério (o que deveria ser), causa (razão do desvio em relação ao critério) e efeito (consequência da situação encontrada). Decorre da comparação da situação encontrada com o critério e deve ser devidamente comprovado por evidências. Pode ser negativo, quando revela impropriedade ou irregularidade, ou positivo, quando aponta boas práticas de gestão.
O conceito acima é referente ao(à):
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Auditores internos precisam ser críveis para que possam ser incríveis.
Como um jovem auditor interno, nada era mais frustrante para mim do que apresentar um bom relatório de auditoria interna ou uma nova ideia para um cliente de auditoria (ou “auditado”, como eram chamados), apenas para serem recebidos com ceticismo e negatividade. Eu sabia que minha mensagem era importante, mas, às vezes, era desafiador superar a desconfiança e o medo que se materializavam pelo simples fato de a recomendação ter vindo de um auditor interno.
Olhando para trás, para aquelas primeiras auditorias internas, agora percebo que algumas dessas falhas de comunicação poderiam ter sido evitadas. A conclusão veio lentamente para mim: eu não entendia completamente por que algumas vezes eu tinha dificuldade de “vender” as recomendações até uma reunião de encerramento particularmente frustrante. Quase todas as recomendações que compartilhei pareciam desencadear ceticismo do cliente – até o momento em que um auditor mais experiente entrou na conversa. Meu colega repassou diversas recomendações que eu havia apresentado minutos antes e, de repente, as recomendações pareciam completamente razoáveis para nosso cliente.
Por que as recomendações foram mais persuasivas quando foram entregues por outra pessoa? Acredito que a diferença foi que o auditor sênior construiu uma relação de trabalho sólida com o cliente e estabeleceu firmemente sua credibilidade. Acredito que todos temos potencial para sermos incríveis. Mas, primeiro, temos que ser críveis.
Mesmo quando uma auditoria interna excelente foi concluída e as recomendações de auditoria interna são sólidas, muitas vezes, é difícil para os auditores internos mais jovens ou mais novos alavancarem a credibilidade. A boa notícia é que a credibilidade é um atributo no qual você pode ativamente trabalhar para melhorar.
Fonte: https://iiabrasil.org.br//noticia/auditores-internos-precisam-ser-criveis-para-que-possam-ser-incriveis - com adaptações
Escrito por Richard Chambers, em 23 de maio de 2022
A respeito do texto acima e com base nas técnicas de elaboração de relatórios de auditoria, é correto afirmar que um relatório de auditoria deve:
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaHá/a
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxeRegência
- SintaxeConcordância
- MorfologiaPronomes
( ) Em “Que direito lhe assiste de julgar tamanho amor?“, o verbo assistir é transitivo indireto, tem sentido de “caber” e o pronome está proclítico.
( ) Em “Ele é a pessoa que mais confio, dou-lhe todo meu crédito.“, os verbos “confiar” e “dar” têm regências corretas; o segundo deles apresenta objeto direto e indireto e seu pronome oblíquo está enclítico.
( ) Em “Também a mim me hão ferido com os crimes da ofensa e traição, como perdoá-los?“, o verbo “haver” está como auxiliar e tem o sentido de existir, já o verbo “perdoar” é verbo principal e transitivo direto, com objeto direto de coisa. A posição dos pronomes oblíquos dos verbos é diferente: do primeiro, é proclítica e do segundo, enclítica.
( ) Em “Aqueles dois nunca se houveram bem em competições amorosas.“, a regência verbal está correta e o pronome está obrigatoriamente em próclise.
( ) Em “Naquele bar que bebi, jamais dignarei-me voltar.“, os verbos “beber” e “dignar-se” têm regências corretas; por outro lado, a posição do pronome oblíquo não é aceita pela norma culta que prescreve, neste caso, mesóclise (dignar-me-ei) ou próclise (me dignarei).
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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