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Assinale a alternativa que preencha as lacunas corretamente:
“ o dia clareou, saí em busca de emprego. Chega de empregos remunerados e nos quais somos desvalorizados. O patrão é algo que quero distância em minha vida a partir de hoje.”
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Observe as palavras abaixo e assinale a alternativa correta:
I. voltei
II. foice
III. cipó
IV. piso
O i é uma semivogal em:
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Vaso Chinês
Alberto de Oliveira
Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura -
Quem o sabe? -
de um velho mandarim Também lá estava a singular figura;
Que arte, em pintá-la! A gente acaso vendo-a Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.
(Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/ao06.html)
“Contador sobre o mármor luzidio.” O termo grifado tem o mesmo significado que:
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Vaso Chinês
Alberto de Oliveira
Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura -
Quem o sabe? -
de um velho mandarim Também lá estava a singular figura;
Que arte, em pintá-la! A gente acaso vendo-a Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.
(Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/ao06.html)
”Que arte, em pintá-la!” O termo grifado no poema refere-se a:
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Vaso Chinês
Alberto de Oliveira
Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura -
Quem o sabe? -
de um velho mandarim Também lá estava a singular figura;
Que arte, em pintá-la! A gente acaso vendo-a Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.
(Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/ao06.html)
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