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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
A porcentagem pode ser utilizada para padronizar e comparar informações originadas de questionários.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
Na entrevista semi-estruturada, a interatividade não ocorre, pois os temas são propostos pelo pesquisador e cerceiam a fala dos entrevistados.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
A busca de informações em diversas fontes é conhecida como triangulação.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
No trabalho citado no texto, a pesquisadora lançou mão, exclusivamente, de fontes consideradas primárias.
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Para elaborar sua tese na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a assistente social Lúcia Rosa trabalhou as informações acerca da maneira como a família responde às demandas de provimento de cuidado e ao convívio com o portador de transtorno mental junto aos pacientes do Hospital Areolino de Abreu, serviço de saúde mental de natureza pública, em Teresina – PI. Suas fontes de informação foram: a bibliografia acerca do tema; a observação da rotina dos serviços e do trabalho de grupo com familiares, coordenada pelo serviço social do hospital; os questionários aplicados aos familiares; as entrevistas com as famílias, com os portadores de transtorno mental e com os profissionais que trabalham com eles; o diário de campo da pesquisa; e os registros efetivados no livro de ocorrência do serviço social. Foram utilizadas, simultaneamente, metodologias quantitativas e qualitativas. O uso de entrevista semi-estruturada foi a forma de garantir um roteiro que orientasse a conversa e ao mesmo tempo permitisse que os entrevistados discorressem sobre o tema de forma mais livre e interativa. As informações originadas dos questionários foram tratadas descritivamente, sendo quantificadas por meio de distribuição de freqüência. As informações obtidas por intermédio de entrevistas, pelo livro de ocorrência do serviço social e pelo diário de campo da pesquisa foram examinadas pela metodologia da análise de conteúdo.
Lúcia Cristina dos Santos Rosa. Transtorno mental e o cuidado
na família. São Paulo: Cortez, 2003, p. 31-2 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
A combinação de metodologias quantitativas e qualitativas não é recomendada em situações como a descrita.
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Julgue o item que se segue, a respeito da LODF e da organização do DF.
Um indivíduo não-nascido no Brasil não pode ser eleito governador do DF, à luz das disposições da LODF.
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Em relação à tributação e às finanças públicas, julgue o item seguinte.
É privativa da União a competência para emitir moeda, a qual é exercida pela Casa da Moeda do Brasil.
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O Estado democrático estabelece o direito, a fim de que o limite da liberdade de cada um seja a liberdade dos outros. O Brasil livrou-se da tutela do arbítrio e não aceita a tutela da coação, nem o intimidam facções ou grupos.
A liberdade implica o compromisso de fortalecer o poder político contra a insegurança de abalos institucionais. Ouvir a todos e conviver com todos, sem discriminação. Tolerância não significa concordância.(...)
A liberdade não se esgota na vontade institucional. Ela tem de ser capaz de gerar direitos sociais, para ser a liberdade que não permita a morte pela fome, pelas doenças, pela insegurança das cidades e pela ausência de trabalho. Enfim, a liberdade é a vida; é uma perspectiva de vida feliz.
Mas o exercício da liberdade tem de ser integral. Indissociáveis são as liberdades política, econômica e social. Todos sabem que, onde morreu a liberdade econômica ou existe a servidão social, a liberdade política não existe. Querer a liberdade política sem garantir o poder criador competitivo da iniciativa privada é não conhecer a realidade da História. Querer liberdade econômica, convivendo com a injustiça social e com a miséria, é admitir uma sociedade de privilégios que termina na violência e no silêncio das ideologias.
José Sarney. Discurso de Posse.
Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
A substituição de “convivendo” por já que se convive mantém a correção gramatical e o sentido original do período.
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O Estado democrático estabelece o direito, a fim de que o limite da liberdade de cada um seja a liberdade dos outros. O Brasil livrou-se da tutela do arbítrio e não aceita a tutela da coação, nem o intimidam facções ou grupos.
A liberdade implica o compromisso de fortalecer o poder político contra a insegurança de abalos institucionais. Ouvir a todos e conviver com todos, sem discriminação. Tolerância não significa concordância.(...)
A liberdade não se esgota na vontade institucional. Ela tem de ser capaz de gerar direitos sociais, para ser a liberdade que não permita a morte pela fome, pelas doenças, pela insegurança das cidades e pela ausência de trabalho. Enfim, a liberdade é a vida; é uma perspectiva de vida feliz.
Mas o exercício da liberdade tem de ser integral. Indissociáveis são as liberdades política, econômica e social. Todos sabem que, onde morreu a liberdade econômica ou existe a servidão social, a liberdade política não existe. Querer a liberdade política sem garantir o poder criador competitivo da iniciativa privada é não conhecer a realidade da História. Querer liberdade econômica, convivendo com a injustiça social e com a miséria, é admitir uma sociedade de privilégios que termina na violência e no silêncio das ideologias.
José Sarney. Discurso de Posse.
Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
As vírgulas logo após “que” e “social” justificam-se por isolar oração subordinada adjetiva restritiva deslocada de sua posição na ordem direta.
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O Estado democrático estabelece o direito, a fim de que o limite da liberdade de cada um seja a liberdade dos outros. O Brasil livrou-se da tutela do arbítrio e não aceita a tutela da coação, nem o intimidam facções ou grupos.
A liberdade implica o compromisso de fortalecer o poder político contra a insegurança de abalos institucionais. Ouvir a todos e conviver com todos, sem discriminação. Tolerância não significa concordância.(...)
A liberdade não se esgota na vontade institucional. Ela tem de ser capaz de gerar direitos sociais, para ser a liberdade que não permita a morte pela fome, pelas doenças, pela insegurança das cidades e pela ausência de trabalho. Enfim, a liberdade é a vida; é uma perspectiva de vida feliz.
Mas o exercício da liberdade tem de ser integral. Indissociáveis são as liberdades política, econômica e social. Todos sabem que, onde morreu a liberdade econômica ou existe a servidão social, a liberdade política não existe. Querer a liberdade política sem garantir o poder criador competitivo da iniciativa privada é não conhecer a realidade da História. Querer liberdade econômica, convivendo com a injustiça social e com a miséria, é admitir uma sociedade de privilégios que termina na violência e no silêncio das ideologias.
José Sarney. Discurso de Posse.
Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
O trecho “ser integral. Indissociáveis são as liberdades” admite, sem prejuízo para a correção gramatical do texto, a seguinte reescrita: ser integral, uma vez que são indissociáveis as liberdades.
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