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A cigarra e as formigas

Durante o inverno, as formigas trabalhavam para secar o grão úmido, quando uma cigarra, faminta, lhes pediu algo para comer. As formigas lhe perguntaram: “Por que, no verão, não reservaste também o teu alimento?”. E a cigarra respondeu: “Não tinha tempo, pois cantava, alegrando o mundo com minha melodia”. E as formigas, rindo, disseram: “Pois bem, se cantavas no verão, dança agora no inverno”.

Moral: Descuidar de certos trabalhos pode trazer tristeza e faltas.

Esopo. Fábulas – texto integral, São Paulo: Martin Claret, 2004, p. 161.

A partir da compreensão e análise do texto acima e dos conceitos que cercam o gênero “fábula”, julgue o item a seguir.

Se o tratamento dado à cigarra pelas formigas fosse o de segunda pessoa do plural, as falas seriam: Por que, no verão, não reserváveis também o vosso alimento? e Pois bem, se cantáveis no verão, dançai agora no inverno.

 

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75542 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto.

O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.

Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.

E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.

Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.

João Alfredo de Sousa Montenegro.O discurso autoritário de Cairu. Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil500 anos, 2.ª ed., p. 235.

Julgue o seguinte item, a respeito da oração “E o faz” (início do terceiro parágrafo) e dos processos de coesão correlatos.

Analisada sintático-semanticamente, a oração apresenta: um sujeito subentendido, que é Cairu; um predicado verbal com verbo transitivo direto; e um objeto direto, que é o pronome “o”, que retoma o sentido de “O discurso cairuense".

 

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75541 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto.

O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.

Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.

E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.

Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.

João Alfredo de Sousa Montenegro.O discurso autoritário de Cairu. Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil500 anos, 2.ª ed., p. 235.

Julgue o seguinte item, a respeito da oração “E o faz” (início do terceiro parágrafo) e dos processos de coesão correlatos.

Nessa oração, identifica-se, pela ordem: uma conjunção coordenativa, um pronome pessoal e um verbo vicário.

 

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75540 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto.

O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.

Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.

E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.

Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.

João Alfredo de Sousa Montenegro.O discurso autoritário de Cairu. Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil500 anos, 2.ª ed., p. 235.

Julgue o seguinte item, a respeito da oração “E o faz” (início do terceiro parágrafo) e dos processos de coesão correlatos.

Tomando-se apenas a tipologia verbos de ação/verbos de estado, é correto afirmar que, em função anafórica, o verbo fazer substitui verbos de ação, e o ser, verbos de estado.

 

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75539 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto.

O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.

Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.

E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.

Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.

João Alfredo de Sousa Montenegro.O discurso autoritário de Cairu. Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil500 anos, 2.ª ed., p. 235.

Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.

A respeito das orações adjetivas “que lhe são submetidas” e “que emergem da sociedade brasileira”, são corretas as seguintes afirmações: ambas têm caráter restritivo; em ambas, o pronome relativo exerce a função sintática de sujeito e o predicado é verbal.

 

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75538 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto.

O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.

Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.

E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.

Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.

João Alfredo de Sousa Montenegro.O discurso autoritário de Cairu. Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil500 anos, 2.ª ed., p. 235.

Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.

A peroração e a conclusão são partes essenciais e obrigatórias que toda peça de retórica parlamentar deve conter. Não o é, contudo, a introdução, pois esta se presta, no plano do conteúdo, a digressões temáticas e, no plano do estilo, a intervenções subjetivas e emocionais.

 

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75537 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto.

O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.

Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.

E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.

Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.

João Alfredo de Sousa Montenegro.O discurso autoritário de Cairu. Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil500 anos, 2.ª ed., p. 235.

Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.

Constituem os argumentos matéria-prima da retórica. Diz-se que um argumento é convincente quando ele é capaz de fazer o destinatário migrar de uma idéia para adotar outra defendida pelo seu interlocutor.

 

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75536 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto.

O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.

Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.

E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.

Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.

João Alfredo de Sousa Montenegro.O discurso autoritário de Cairu. Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil500 anos, 2.ª ed., p. 235.

Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.

Os traços mencionados no segundo parágrafo, que, segundo o autor, caracterizam o discurso cairuense, constituem a essência da retórica parlamentar. Sem tais traços, não se logra produzir esse tipo de discurso.

 

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75535 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto.

O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.

Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.

E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.

Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.

João Alfredo de Sousa Montenegro.O discurso autoritário de Cairu. Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil500 anos, 2.ª ed., p. 235.

Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.

Quando se atribui às palavras o poder de “alçarem vôos insopitáveis”, está-se lançando mão de uma figura de estilo chamada metonímia.

 

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75533 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Texto

Crítico severo da venalidade oficial, Padre Vieira, consultado por dom João IV sobre a conveniência de haver no Maranhão e Grão-Pará dois capitães-mores, disparou em resposta: “Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso será de achar dois homens de bem que um”. Nos sermões tampouco deixava de denunciar a corrupção: “Se o que elegestes furta (não o ponhamos em condicional, porque claro está que há de furtar), furta o que elegestes, e furta por si e por todos os seus”. Uma autoridade, afirmava, jamais devia ser empossada em lugar “onde se aproveite e nos arruíne; onde se enriqueça a si e deixe pobre o Estado”.

Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressão e transigência

na sociedade urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio,1977, 2.ª ed., p. 291 (com adaptações).

A partir das idéias e de aspectos morfossintáticos do texto, julgue o seguinte item.

Se, por hipótese, dom João IV reclamasse posteriormente junto a Vieira das roubalheiras dos dois capitães-mores nomeados para o Maranhão e Grão-Pará, a resposta que poderia ouvir do padre estaria correta na seguinte forma: “Majestade, eu vo-lo adverti.”

 

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