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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
O processo de demarcação da área onde seria construída a nova capital brasileira iniciou-se ainda no século XIX, realizado pela comissão exploradora liderada por Luís Cruls.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
As singulares feições urbanísticas e arquitetônicas da capital brasileira inaugurada em 1960 levaram a UNESCO, órgão especializado das Nações Unidas para as questões de educação, cultura e ciência, a declarar Brasília patrimônio da humanidade.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
O projeto urbanístico vitorioso que se transformaria em Brasília, saído das pranchetas do mundialmente conhecido e admirado arquiteto Oscar Niemeyer, contemplava um Plano Piloto e algumas cidades ao seu redor, logo batizadas popularmente de satélites, que seriam ocupadas por migrantes oriundos das diversas regiões brasileiras.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
Marca do pioneirismo de JK, Brasília foi a primeira cidade brasileira construída a partir de um planejamento urbano.
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O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
O desejo de situar a capital no interior do território brasileiro é antigo, remontando ao período colonial. A idéia foi defendida pelos inconfidentes mineiros e chegou a ser inscrita na primeira constituição republicana.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
Sob o ponto de vista da economia, a grande crítica à “operação Brasília”, a que o texto alude, é que ela estava voltada para o setor industrial urbano, omitindo-se por completo a economia rural, razão pela qual os setores políticos ruralistas opuseram-se radicalmente ao projeto de JK.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
A expressão “grande meta de integração nacional”, citada no texto, sugere o duplo papel a ser representado por Brasília no contexto histórico de sua criação: de um lado, a integração territorial de um país-continente; de outro, a integração do sistema produtivo nacional.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
Diferentemente do que se poderia supor, o Entorno de Brasília apresenta notável autonomia econômica, pouco se relacionando com o DF, menos ainda, com os estados de Goiás e Minas Gerais. Isso se deve aos investimentos feitos na região, em grande parte financiados por organismos internacionais, dirigidos para setores básicos, como educação, saúde, saneamento e geração de postos de trabalho.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o item que se segue.
Infere-se do texto que a construção de Brasília não se traduziu apenas na mera transferência da capital, mas obedeceu ao propósito de promover a interiorização do desenvolvimento, o que possibilitou a abertura de vias de comunicação entre as regiões industrializadas do Sudeste e as áreas agroprodutoras do interior do país.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o item que se segue.
A importância conferida por JK à construção de Brasília pode ser medida pelo fato de que, ao se lançar candidato à presidência da República, ele fez do projeto da nova capital a síntese das metas de seu governo.
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