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Foram encontradas 20 questões.

1505327 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

enunciado 1505327-1


TEXTO II

enunciado 1505327-2

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/literatura-infantil/natal-de-um-menino-pobre.

Considerando o contexto do poema, no verso "Enquanto ele procura água para beber" (verso 7), o vocábulo destacado poderia ser trocado, sem alteração de sentido, por

 

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1505326 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

enunciado 1505326-1


TEXTO II

enunciado 1505326-2

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/literatura-infantil/natal-de-um-menino-pobre.

A palavra destacada no trecho "e um monte de gente fazendo compras" (verso 6) estabelece, no contexto em que foi utilizada, uma relação de

 

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1505325 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

enunciado 1505325-1


TEXTO II

enunciado 1505325-2

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/literatura-infantil/natal-de-um-menino-pobre.

Assinale a alternativa na qual o verbo NÃO apresenta uma ação totalmente concluída:

 

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1505324 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

enunciado 1505324-1


TEXTO II

enunciado 1505324-2

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/literatura-infantil/natal-de-um-menino-pobre.

Considerando os versos da 4a estrofe: "O menino pobre acordou/Com um tapa na cara/De um homem bruto/Na noite de natal/Que lhe roubou os chinelos", a palavra em destaque se refere

 

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1505323 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

enunciado 1505323-1


TEXTO II

enunciado 1505323-2

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/literatura-infantil/natal-de-um-menino-pobre.

Na 3ª estrofe do poema, o grau diminutivo deu às palavras "branquinhos", "trenzinho" e "ursinho" um sentido de

 

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1505322 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

enunciado 1505322-1


TEXTO II

enunciado 1505322-2

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/literatura-infantil/natal-de-um-menino-pobre.

Comparando o texto I e II, pode-se afirmar que

 

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1505321 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

enunciado 1505321-1


TEXTO II

enunciado 1505321-2

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/literatura-infantil/natal-de-um-menino-pobre.

Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao texto II:

 

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1505320 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

enunciado 1505320-1


TEXTO II

enunciado 1505320-2

Fonte: https://www.portalsaofrancisco.com.br/literatura-infantil/natal-de-um-menino-pobre.

Do que se lê no texto, pode-se afirmar que

 

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1505319 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

TEXTO I (Adaptado)

A MENINA DOS FÓSFOROS


Hans Christian Andersen


Era a última noite do ano, véspera do Ano Novo. Nevava, o frio era terrível e começava a escurecer. No frio e na escuridão, perambulava pela rua uma menina pobre, descalça, de cabeça descoberta. Ao sair de casa, trazia chinelos. Mas eles eram grandes demais para ela, pois haviam sido de sua mãe. E porque eram grandes, a menina os perdera ao atravessar a rua, correndo, no momento em que dois carros passaram, velozmente. Não conseguira encontrar um dos chinelos, que ficara enterrado na neve. E um garoto levara o outro, dizendo que o usaria como berço quando tivesse filhos.

enunciado 1505319-1

A menina caminhava com os pezinhos nus, arroxeados de frio. No bolso de seu velho avental, trazia fósforos e segurava alguns na mão gelada, que oferecia aos transeuntes repetidamente. Ainda era no tempo em que se vendiam fósforos soltos, e não em caixa. Durante todo o dia, ninguém lhe comprara um só palito de fósforo, nem lhe dera uma moeda. Sofrendo frio e fome, a pobrezinha, andando pela rua, parecia apavorada. Os flocos de neve caíam-lhe sobre os longos cabelos louros, que formavam graciosos cachos. Mas a menina estava longe de pensar em cabelos bonitos.

Todas as janelas estavam iluminadas e chegava até a rua um aroma delicioso de pato assado.

Cansada e com frio, encolheu-se num canto, entre duas casas. Uma delas avançava mais sobre a rua que a outra. Sentou-se, encolheu as perninhas, mas continuava a sentir frio. Não tendo vendido um único fósforo, não possuindo uma única moeda, não ousava voltar para casa, onde o pai certamente a espancaria. Além disso, também fazia frio na casa onde moravam, que era uma casa sem forro, com o telhado cheio de fendas, por onde o vento soprava, apesar de tentarem fechar as brechas com palha e trapos. Suas mãozinhas estavam geladas e enrugadas. O calor de um pequenino fósforo lhe faria bem. Talvez não pudesse, com os dedos duros, tirar um fósforo do pacotinho e acendê-lo. Mas conseguiu tirar um e riscou-o. O fósforo acendeu e sua chama clara e quente parecia uma velinha, dentro da concha de sua mãozinha. Era uma luz estranha. A garotinha imaginou estar sentada em frente a uma grande lareira de ferro, com adornos e um tambor de latão polido. O fogo crepitava alegremente, aquecia e reconfortava. A pequena já ia estendendo os pés, para aquecê-los também... Mas estava apenas sentada na rua, com um pedacinho de fósforo queimado na mão.

Riscou novo fósforo, que deu luz clara e viva. Ela viu então o interior de uma casa, onde estava posta a mesa, com toalha muito branca e fina porcelana. O pato assado fumegava, recheado de ameixas e maçãs. De repente, aconteceu uma coisa extraordinária. O pato saiu da travessa e andou pela sala, com o garfo e a faca espetados nas costas. Assim, chegou até junto da menina pobre. Então o fósforo se apagou e só se via a parede, grossa e fria.

Ela acendeu outro fósforo. Viu-se sentada sob os ramos da mais linda árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que a árvore que ela vira através da porta envidraçada na sala do rico negociante, no Natal passado. Milhares de velas brilhavam nos ramos verdes e figuras coloridas, como as que adornam as vitrines das lojas, a fitavam. A pequena estendeu as mãos para o alto, mas o fósforo se apagou. As velas de Natal foram subindo, cada vez mais, e ela viu que eram estrelas cintilantes. Uma delas caiu, traçando um longo risco de fogo no céu.

— Deve ter morrido alguém – disse a pequena.

A velha avó, única pessoa que lhe quisera bem, mas que já estava morta, costumava dizer: ―Quando uma estrela cai, sobe aos céus uma alma."

A menina tornou a riscar um fósforo contra a parede. No clarão produzido em volta, ela viu, radiante e iluminada, a velha avó, meiga e bondosa.

— Vovó! – gritou a pequena. – Leva-me contigo! Sei que não mais estarás aí quando o fósforo se apagar. Desaparecerás como a boa lareira, o delicioso pato assado e a linda árvore de Natal!

Riscou apressadamente o resto dos fósforos que havia no pacotinho, para ter a avó ali a seu lado e segurá-la. O clarão dos fósforos tornou-se mais intenso que a luz do dia. Nunca a avó fora tão grande e bela. Ergueu a menina nos braços e as duas voaram, felizes, para as alturas, onde não havia frio nem fome, nem apreensões. Voaram para junto de Deus. Quando raiou a manhã, muito fria, encontraram, ali no cantinho, entre as duas casas, a menina com as faces coradas e um sorriso a brincarlhe nos lábios. Morrera de frio na última noite do ano. A aurora do Ano Novo brilhava sobre o pequenino cadáver, que jazia com os fósforos nas mãos. Um maço inteiro estava queimado.

— Ela quis aquecer-se – disseram.

enunciado 1505319-2

ANDERSEN, Hans Christian. Contos de Andersen. Tradução de Guttorm Hanssen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.

Considere o fragmento: "Durante todo o dia, ninguém lhe comprara um só palito" (2º parágrafo). Atente para a significação do uso da vírgula no trecho acima e assinale a alternativa em que as vírgulas NÃO foram usadas com a mesma finalidade:

 

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1505318 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Manaus
Orgão: Col.Mil. Manaus

TEXTO I (Adaptado)

A MENINA DOS FÓSFOROS


Hans Christian Andersen


Era a última noite do ano, véspera do Ano Novo. Nevava, o frio era terrível e começava a escurecer. No frio e na escuridão, perambulava pela rua uma menina pobre, descalça, de cabeça descoberta. Ao sair de casa, trazia chinelos. Mas eles eram grandes demais para ela, pois haviam sido de sua mãe. E porque eram grandes, a menina os perdera ao atravessar a rua, correndo, no momento em que dois carros passaram, velozmente. Não conseguira encontrar um dos chinelos, que ficara enterrado na neve. E um garoto levara o outro, dizendo que o usaria como berço quando tivesse filhos.

enunciado 1505318-1

A menina caminhava com os pezinhos nus, arroxeados de frio. No bolso de seu velho avental, trazia fósforos e segurava alguns na mão gelada, que oferecia aos transeuntes repetidamente. Ainda era no tempo em que se vendiam fósforos soltos, e não em caixa. Durante todo o dia, ninguém lhe comprara um só palito de fósforo, nem lhe dera uma moeda. Sofrendo frio e fome, a pobrezinha, andando pela rua, parecia apavorada. Os flocos de neve caíam-lhe sobre os longos cabelos louros, que formavam graciosos cachos. Mas a menina estava longe de pensar em cabelos bonitos.

Todas as janelas estavam iluminadas e chegava até a rua um aroma delicioso de pato assado.

Cansada e com frio, encolheu-se num canto, entre duas casas. Uma delas avançava mais sobre a rua que a outra. Sentou-se, encolheu as perninhas, mas continuava a sentir frio. Não tendo vendido um único fósforo, não possuindo uma única moeda, não ousava voltar para casa, onde o pai certamente a espancaria. Além disso, também fazia frio na casa onde moravam, que era uma casa sem forro, com o telhado cheio de fendas, por onde o vento soprava, apesar de tentarem fechar as brechas com palha e trapos. Suas mãozinhas estavam geladas e enrugadas. O calor de um pequenino fósforo lhe faria bem. Talvez não pudesse, com os dedos duros, tirar um fósforo do pacotinho e acendê-lo. Mas conseguiu tirar um e riscou-o. O fósforo acendeu e sua chama clara e quente parecia uma velinha, dentro da concha de sua mãozinha. Era uma luz estranha. A garotinha imaginou estar sentada em frente a uma grande lareira de ferro, com adornos e um tambor de latão polido. O fogo crepitava alegremente, aquecia e reconfortava. A pequena já ia estendendo os pés, para aquecê-los também... Mas estava apenas sentada na rua, com um pedacinho de fósforo queimado na mão.

Riscou novo fósforo, que deu luz clara e viva. Ela viu então o interior de uma casa, onde estava posta a mesa, com toalha muito branca e fina porcelana. O pato assado fumegava, recheado de ameixas e maçãs. De repente, aconteceu uma coisa extraordinária. O pato saiu da travessa e andou pela sala, com o garfo e a faca espetados nas costas. Assim, chegou até junto da menina pobre. Então o fósforo se apagou e só se via a parede, grossa e fria.

Ela acendeu outro fósforo. Viu-se sentada sob os ramos da mais linda árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que a árvore que ela vira através da porta envidraçada na sala do rico negociante, no Natal passado. Milhares de velas brilhavam nos ramos verdes e figuras coloridas, como as que adornam as vitrines das lojas, a fitavam. A pequena estendeu as mãos para o alto, mas o fósforo se apagou. As velas de Natal foram subindo, cada vez mais, e ela viu que eram estrelas cintilantes. Uma delas caiu, traçando um longo risco de fogo no céu.

— Deve ter morrido alguém – disse a pequena.

A velha avó, única pessoa que lhe quisera bem, mas que já estava morta, costumava dizer: ―Quando uma estrela cai, sobe aos céus uma alma."

A menina tornou a riscar um fósforo contra a parede. No clarão produzido em volta, ela viu, radiante e iluminada, a velha avó, meiga e bondosa.

— Vovó! – gritou a pequena. – Leva-me contigo! Sei que não mais estarás aí quando o fósforo se apagar. Desaparecerás como a boa lareira, o delicioso pato assado e a linda árvore de Natal!

Riscou apressadamente o resto dos fósforos que havia no pacotinho, para ter a avó ali a seu lado e segurá-la. O clarão dos fósforos tornou-se mais intenso que a luz do dia. Nunca a avó fora tão grande e bela. Ergueu a menina nos braços e as duas voaram, felizes, para as alturas, onde não havia frio nem fome, nem apreensões. Voaram para junto de Deus. Quando raiou a manhã, muito fria, encontraram, ali no cantinho, entre as duas casas, a menina com as faces coradas e um sorriso a brincarlhe nos lábios. Morrera de frio na última noite do ano. A aurora do Ano Novo brilhava sobre o pequenino cadáver, que jazia com os fósforos nas mãos. Um maço inteiro estava queimado.

— Ela quis aquecer-se – disseram.

enunciado 1505318-2

ANDERSEN, Hans Christian. Contos de Andersen. Tradução de Guttorm Hanssen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.

Assinale a alternativa em que há a CORRETA correspondência entre as palavras em destaque e o termo ao qual elas fazem referência:

 

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