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Texto 6: Duck na ilha

Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017.
O humor é um elemento importante nas tirinhas, pois ele é responsável pela quebra de expectativa do leitor e, geralmente, no último quadrinho, o leitor se surpreende. Sobre a tirinha acima, podemos afirmar:
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Texto 6: Duck na ilha

Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017.
Em relação à tirinha acima, assinale a alternativa correta.
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Texto 5: A Turma do Guaraná

Fonte: https://guaranaeturma.blogspot.com.br. Acesso em 14 de novembro de 2017.
Assinale a alternativa que MELHOR expressa o significado do balão com o sinal de exclamação.
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Texto 5: A Turma do Guaraná

Fonte: https://guaranaeturma.blogspot.com.br. Acesso em 14 de novembro de 2017.
Sobre a Tirinha da Turma do Guaraná, pode-se afirmar que:
I- O sol parece preocupado com a situação dos meninos.
II- O elefante não ficou nada satisfeito com a solução encontrada para todos permanecerem na ilha.
III- Os meninos ficaram preocupados em estarem presos em uma ilha tão pequena.
IV- O elefante parece acreditar no ditado popular: “Cada um por si”.
São corretas as afirmativas:
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Texto 4: A margem e o centro.
A margem e o centro
A Ilha dos Marinheiros desafia o imaginário sobre a cidade de Porto Alegre, a sétima
capital mais rica do Brasil. Ainda que esteja a cerca de 7 quilômetros do centro da cidade, o
bairro da zona norte mantém uma relação distante com o cotidiano da capital, como se as
águas do lago Guaíba impusessem uma distância que é muito mais do que física. Em plena
05 capital gaúcha, encontram-se palafitas mambembes que sustentam casebres construídos
com sobras de demolições, madeira e calhas reaproveitadas. Cerca de 850 famílias dividem
ruas apertadas, sem asfalto ou calçamento. As crianças, os cães e os carros disputam o
espaço do jeito que dá. A população é, em sua maioria, formada por descendentes de
pescadores que trabalham no local ou em bairros próximos. Formam uma comunidade
10 unida, fazendo referência a Porto Alegre como “lá, na cidade”, e tratada pelos habitantes do
centro como se vivessem em uma localidade longínqua, quase folclórica. “É um local com
cotidiano diferente do resto da cidade, marcado por uma relação com o ambiente que é
muito própria. A água serve como uma zona de fronteira, que demarca os limites dessa
relação com a cidade”, explica Rafael Victorino Devos, professor de Antropologia da
15 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que trabalhou por cinco anos na ilha, em sua
pós-graduação.
(...)
Todo aquele rio ali do lado
Já o calor é um elemento tentador e pernicioso no verão. Ana Paula Castro, 22 anos,
20 mãe de Diuly Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é difícil para as crianças
deixar de “aproveitar todo aquele rio ali do lado”. Como ela, muitos moradores admitem
frequentar a “prainha” – uma faixa de areia com acesso a uma margem rasa do Guaíba –,
embora a água que representa um dos poucos momentos de lazer dessa população seja
sabidamente muito poluída.
https://apublica.org/2015/08/ilha-dos-marinheiros-a-margem-de-porto-alegre/ - Jornal
Comparando os Textos 4 (A margem e o Centro) e 2 (A Ilha Perdida), pode-se afirmar que
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Texto 4: A margem e o centro.
A margem e o centro
A Ilha dos Marinheiros desafia o imaginário sobre a cidade de Porto Alegre, a sétima
capital mais rica do Brasil. Ainda que esteja a cerca de 7 quilômetros do centro da cidade, o
bairro da zona norte mantém uma relação distante com o cotidiano da capital, como se as
águas do lago Guaíba impusessem uma distância que é muito mais do que física. Em plena
05 capital gaúcha, encontram-se palafitas mambembes que sustentam casebres construídos
com sobras de demolições, madeira e calhas reaproveitadas. Cerca de 850 famílias dividem
ruas apertadas, sem asfalto ou calçamento. As crianças, os cães e os carros disputam o
espaço do jeito que dá. A população é, em sua maioria, formada por descendentes de
pescadores que trabalham no local ou em bairros próximos. Formam uma comunidade
10 unida, fazendo referência a Porto Alegre como “lá, na cidade”, e tratada pelos habitantes do
centro como se vivessem em uma localidade longínqua, quase folclórica. “É um local com
cotidiano diferente do resto da cidade, marcado por uma relação com o ambiente que é
muito própria. A água serve como uma zona de fronteira, que demarca os limites dessa
relação com a cidade”, explica Rafael Victorino Devos, professor de Antropologia da
15 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que trabalhou por cinco anos na ilha, em sua
pós-graduação.
(...)
Todo aquele rio ali do lado
Já o calor é um elemento tentador e pernicioso no verão. Ana Paula Castro, 22 anos,
20 mãe de Diuly Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é difícil para as crianças
deixar de “aproveitar todo aquele rio ali do lado”. Como ela, muitos moradores admitem
frequentar a “prainha” – uma faixa de areia com acesso a uma margem rasa do Guaíba –,
embora a água que representa um dos poucos momentos de lazer dessa população seja
sabidamente muito poluída.
https://apublica.org/2015/08/ilha-dos-marinheiros-a-margem-de-porto-alegre/ - Jornal
Assinale a opção em que o emprego da vírgula se justifica pelo mesmo motivo do trecho destacado abaixo:
“Ana Paula Castro, 22 anos, mãe de Duily Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é....”
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Texto 4: A margem e o centro.
A margem e o centro
A Ilha dos Marinheiros desafia o imaginário sobre a cidade de Porto Alegre, a sétima
capital mais rica do Brasil. Ainda que esteja a cerca de 7 quilômetros do centro da cidade, o
bairro da zona norte mantém uma relação distante com o cotidiano da capital, como se as
águas do lago Guaíba impusessem uma distância que é muito mais do que física. Em plena
05 capital gaúcha, encontram-se palafitas mambembes que sustentam casebres construídos
com sobras de demolições, madeira e calhas reaproveitadas. Cerca de 850 famílias dividem
ruas apertadas, sem asfalto ou calçamento. As crianças, os cães e os carros disputam o
espaço do jeito que dá. A população é, em sua maioria, formada por descendentes de
pescadores que trabalham no local ou em bairros próximos. Formam uma comunidade
10 unida, fazendo referência a Porto Alegre como “lá, na cidade”, e tratada pelos habitantes do
centro como se vivessem em uma localidade longínqua, quase folclórica. “É um local com
cotidiano diferente do resto da cidade, marcado por uma relação com o ambiente que é
muito própria. A água serve como uma zona de fronteira, que demarca os limites dessa
relação com a cidade”, explica Rafael Victorino Devos, professor de Antropologia da
15 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que trabalhou por cinco anos na ilha, em sua
pós-graduação.
(...)
Todo aquele rio ali do lado
Já o calor é um elemento tentador e pernicioso no verão. Ana Paula Castro, 22 anos,
20 mãe de Diuly Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é difícil para as crianças
deixar de “aproveitar todo aquele rio ali do lado”. Como ela, muitos moradores admitem
frequentar a “prainha” – uma faixa de areia com acesso a uma margem rasa do Guaíba –,
embora a água que representa um dos poucos momentos de lazer dessa população seja
sabidamente muito poluída.
https://apublica.org/2015/08/ilha-dos-marinheiros-a-margem-de-porto-alegre/ - Jornal
Assinale o trecho em que a expressão sublinhada denota marca da fala cotidiana (registro oral) das pessoas.
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Texto 4: A margem e o centro.
A margem e o centro
A Ilha dos Marinheiros desafia o imaginário sobre a cidade de Porto Alegre, a sétima
capital mais rica do Brasil. Ainda que esteja a cerca de 7 quilômetros do centro da cidade, o
bairro da zona norte mantém uma relação distante com o cotidiano da capital, como se as
águas do lago Guaíba impusessem uma distância que é muito mais do que física. Em plena
05 capital gaúcha, encontram-se palafitas mambembes que sustentam casebres construídos
com sobras de demolições, madeira e calhas reaproveitadas. Cerca de 850 famílias dividem
ruas apertadas, sem asfalto ou calçamento. As crianças, os cães e os carros disputam o
espaço do jeito que dá. A população é, em sua maioria, formada por descendentes de
pescadores que trabalham no local ou em bairros próximos. Formam uma comunidade
10 unida, fazendo referência a Porto Alegre como “lá, na cidade”, e tratada pelos habitantes do
centro como se vivessem em uma localidade longínqua, quase folclórica. “É um local com
cotidiano diferente do resto da cidade, marcado por uma relação com o ambiente que é
muito própria. A água serve como uma zona de fronteira, que demarca os limites dessa
relação com a cidade”, explica Rafael Victorino Devos, professor de Antropologia da
15 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que trabalhou por cinco anos na ilha, em sua
pós-graduação.
(...)
Todo aquele rio ali do lado
Já o calor é um elemento tentador e pernicioso no verão. Ana Paula Castro, 22 anos,
20 mãe de Diuly Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é difícil para as crianças
deixar de “aproveitar todo aquele rio ali do lado”. Como ela, muitos moradores admitem
frequentar a “prainha” – uma faixa de areia com acesso a uma margem rasa do Guaíba –,
embora a água que representa um dos poucos momentos de lazer dessa população seja
sabidamente muito poluída.
https://apublica.org/2015/08/ilha-dos-marinheiros-a-margem-de-porto-alegre/ - Jornal
Sobre o uso predominante das aspas no texto, é correto afirmar que elas se justificam pelo seguinte motivo:
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Texto 3: Hagar e Eddie na Ilha

Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017.
Assinale a alternativa em que o termo em destaque apresenta a mesma classe gramatical de SÓ em: “Por que há sempre só uma árvore nas ilhas desertas?”
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Texto 3: Hagar e Eddie na Ilha

Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017.
Observe a fala de Hagar no primeiro quadrinho: “Sabe o que eu me pergunto?” Assinale a opção em que o ‘QUE’ das frases abaixo tem a mesma classe gramatical da empregada pelo personagem.
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