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Foram encontradas 31 questões.

1687273 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Três amigas Ana, Bia e Cida trabalham como secretária, costureira e professora, não necessariamente nessa ordem. Elas afirmaram:

■ Bia é secretária, disse Cida;

■ Ana é costureira, disse Bia;

■ Eu sou a secretária, afirma Ana.

Como somente a professora disse a verdade, é correto concluir que

 

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1687272 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Considerando as afirmações a seguir:

■ p: Se !$ x = y !$ , então!$ x + z = y + z !$ , para quaisquer !$ x , y !$ e !$ z !$ números reais;

■ q: Maria trabalha no hospital;

■ r: São Paulo é a capital do Brasil;

■ s: 4 é um número primo.

é correto afirmar que

 

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1687271 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Se “Todo astronauta é aviador”, “Algum aviador não é motorista” e “Nenhum ciclista é motorista”, é correto concluir logicamente que

 

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1687270 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Texto II, para responder às questões 7 e 8.


1--------RIO - O proprietário do Bar Restaurante e Pizzaria

Garota de Copa, em Copacabana, foi preso em flagrante,

nesta quinta-feira, por policiais da 12ª DP (Copacabana). Os

4 agentes, acompanhados de técnicos da Light, descobriram

um "gato" feito na rede de energia elétrica da concessionária

que abastecia o estabelecimento comercial, que foi

7 interditado.

Os policiais foram até o restaurante, com base em

uma denúncia anônima. O dono do estabelecimento, que

10 estava no local, foi preso e encaminhado à delegacia, onde

responderá pelo crime de furto de energia elétrica, cuja pena

varia de três a oito anos de prisão.

13-------Em seguida, os policiais acionaram técnicos da

Vigilância Sanitária, que interditaram o local, após verificarem

as precárias condições de higiene.


Internet: <http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/03/13/policia_prende_dono_

de_restaurante_em_copacaban_por_furto_de_energia_eletrica-26219867. asp> (com adaptações). Acesso em 21/12/2009.

A respeito das ideias do texto II, assinale a alternativa correta.

 

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1687269 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Texto II, para responder às questões 7 e 8.


1--------RIO - O proprietário do Bar Restaurante e Pizzaria

Garota de Copa, em Copacabana, foi preso em flagrante,

nesta quinta-feira, por policiais da 12ª DP (Copacabana). Os

4 agentes, acompanhados de técnicos da Light, descobriram

um "gato" feito na rede de energia elétrica da concessionária

que abastecia o estabelecimento comercial, que foi

7 interditado.

Os policiais foram até o restaurante, com base em

uma denúncia anônima. O dono do estabelecimento, que

10 estava no local, foi preso e encaminhado à delegacia, onde

responderá pelo crime de furto de energia elétrica, cuja pena

varia de três a oito anos de prisão.

13-------Em seguida, os policiais acionaram técnicos da

Vigilância Sanitária, que interditaram o local, após verificarem

as precárias condições de higiene.


Internet: <http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/03/13/policia_prende_dono_

de_restaurante_em_copacaban_por_furto_de_energia_eletrica-26219867. asp> (com adaptações). Acesso em 21/12/2009.

Em cada uma das alternativas abaixo, há uma reescritura de parte do texto II. Assinale aquela em que a reescritura altera a ideia original.

 

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1687268 Ano: 2010
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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A respeito de comunicações oficiais, julgue os itens a seguir.

I Em comunicações oficiais internas, não há necessidade de se obedecer a todas as normas protocolares. Exemplo disso é a identificação do signatário: deve trazer o nome da autoridade que as expede, seguido de local de sua assinatura. Não há necessidade de citar o cargo da autoridade.

II O aviso, o ofício e o memorando devem conter as seguintes partes:

■tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede;

■ local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita;

■ assunto: resumo do teor do documento;

■ destinatário: o nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação. No caso do ofício, deve ser incluído também o endereço;

■ texto;

■ fecho;

■ assinatura do autor da comunicação;

■ identificação do signatário.

III No texto do aviso, do ofício e do memorando, os parágrafos devem ser numerados, exceto nos casos em que estes estejam organizados em itens ou títulos e subtítulos.

 

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1687267 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Texto I, para responder às questões de 1 a 5.


1----------------As perdas técnicas sempre fizeram parte dos

sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia

elétrica. Por serem intrínsecas ao sistema, sua redução é

4 tema de estudos constantes.

-----------------Para reduzir essas perdas no setor elétrico, novos

métodos e materiais têm sido pesquisados, observando-se os

7 custos envolvidos, pois a tarifa de energia elétrica é composta

essencialmente da remuneração do investimento, da

depreciação e dos custos de operação e manutenção, itens

10 diretamente influenciados pelos materiais envolvidos.

Como exemplo da interferência dos materiais

utilizados pelo setor elétrico nas tarifas, sabe-se que,

13 tecnicamente, o melhor condutor de energia elétrica é o ouro.

Entretanto, usar esse metal seria bem mais caro que adotar o

alumínio. Por razões econômicas, as perdas provenientes do

16 uso do alumínio passam a ser aceitáveis, em virtude da

significativa redução tarifária que a opção representa.

A perda total anual de energia elétrica no Brasil,

19 hoje, é da ordem de 52 terawatts/hora (TWh). Contudo, nesse

montante não estão apenas as perdas técnicas, mas também

as chamadas perdas comerciais, que representam 44% do

22 total, decorrentes de erros de medição, furto e fraudes nos

sistemas de medição.

O furto e as fraudes respondem por perdas de 23

25 TWh por ano, energia equivalente ao fornecimento anual para

19 milhões de residências com consumo médio de 100

kWh/mês.

28---------------O custo anual das perdas não técnicas para a

sociedade brasileira é de aproximadamente R$ 5,5 bilhões,

valor que chega a R$ 7,3 bilhões ao acrescentarmos os

31 tributos (ICMS, PIS e Cofins) que deixam de ser arrecadados

com essas irregularidades. Para se ter uma ideia da dimensão

do problema, esse valor equivale à metade do que o Estado

34 brasileiro destina anualmente ao Programa Bolsa-Família.

O Decreto n.º 4.562/2002, no § 1.º do art. 1.º,

estabeleceu que esse prejuízo componha, de forma explícita,

37 as tarifas de energia elétrica, pois devem ser consideradas as

parcelas apropriadas dos custos de transporte e das perdas

de energia elétrica, bem como os encargos de conexão e os

40 encargos setoriais de responsabilidade do segmento de

consumo.

Além do aspecto financeiro, o furto de energia

43 prejudica a integridade física da rede elétrica, pois causa

sobrecargas e desligamentos indevidos no sistema de

distribuição. Isso prejudica a qualidade e aumenta, ainda mais,

46 os custos para a adequada prestação do serviço na medida em

que os investimentos necessários em distribuição,

transmissão e geração de energia são remunerados por

49 quem paga corretamente sua conta de luz.

O furto de energia, crime popularmente conhecido

como “gato”, possui componentes socioculturais que

52 dificultam muito o seu combate, pois frequentemente

deparamos com comportamentos que, em maior ou menor

intensidade, estimulam a prática desse delito. Um deles é o

55 desconhecimento de que o furto de energia é crime, com

pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa. Outro fator é

a relativa facilidade de acessar o sistema de medição, mantido

58 sob a guarda do consumidor. Observa-se também a dificuldade

da prestadora do serviço em identificar o furto, além do

sentimento de ausência de punição por parte do criminoso, o

61 que pode levar à equívoca interpretação de que o risco

compensa o ganho.

Em áreas de maior complexidade urbana, com

64 ocupações não planejadas e altos índices de violência, as

perdas comerciais são sistematicamente maiores. Entretanto,

contrariamente ao senso comum, o furto de energia não está

67 presente somente entre os consumidores de baixa renda,

mas também nas classes média e alta, comércios, empresas

e indústrias.

Ricardo Vidinich & Gustavo Alexandre Lopes Nery. Pesquisa e desenvolvimento contra o furto de energia. In: Revista Pesquisa e

Desenvolvimento da ANEEL, n.º 3, jun./2009. Setor elétrico no

caminho da inovação: confira os resultados de algumas

iniciativas do programa P&D regulado pela ANEEL

Brasília: ANEEL, 2009, p. 15 (com adaptações).

enunciado 1687267-1

Internet: <http://www.radiocriciuma.com.br/imagens_editor/

gato_grande.jpg> (com adaptações).

Em cada uma das alternativas a seguir, há uma reescritura de parte do texto I. Assinale aquela em que a reescritura altera o sentido e cria falha em relação à gramática.

 

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1687266 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Texto I, para responder às questões de 1 a 5.


1----------------As perdas técnicas sempre fizeram parte dos

sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia

elétrica. Por serem intrínsecas ao sistema, sua redução é

4 tema de estudos constantes.

-----------------Para reduzir essas perdas no setor elétrico, novos

métodos e materiais têm sido pesquisados, observando-se os

7 custos envolvidos, pois a tarifa de energia elétrica é composta

essencialmente da remuneração do investimento, da

depreciação e dos custos de operação e manutenção, itens

10 diretamente influenciados pelos materiais envolvidos.

Como exemplo da interferência dos materiais

utilizados pelo setor elétrico nas tarifas, sabe-se que,

13 tecnicamente, o melhor condutor de energia elétrica é o ouro.

Entretanto, usar esse metal seria bem mais caro que adotar o

alumínio. Por razões econômicas, as perdas provenientes do

16 uso do alumínio passam a ser aceitáveis, em virtude da

significativa redução tarifária que a opção representa.

A perda total anual de energia elétrica no Brasil,

19 hoje, é da ordem de 52 terawatts/hora (TWh). Contudo, nesse

montante não estão apenas as perdas técnicas, mas também

as chamadas perdas comerciais, que representam 44% do

22 total, decorrentes de erros de medição, furto e fraudes nos

sistemas de medição.

O furto e as fraudes respondem por perdas de 23

25 TWh por ano, energia equivalente ao fornecimento anual para

19 milhões de residências com consumo médio de 100

kWh/mês.

28---------------O custo anual das perdas não técnicas para a

sociedade brasileira é de aproximadamente R$ 5,5 bilhões,

valor que chega a R$ 7,3 bilhões ao acrescentarmos os

31 tributos (ICMS, PIS e Cofins) que deixam de ser arrecadados

com essas irregularidades. Para se ter uma ideia da dimensão

do problema, esse valor equivale à metade do que o Estado

34 brasileiro destina anualmente ao Programa Bolsa-Família.

O Decreto n.º 4.562/2002, no § 1.º do art. 1.º,

estabeleceu que esse prejuízo componha, de forma explícita,

37 as tarifas de energia elétrica, pois devem ser consideradas as

parcelas apropriadas dos custos de transporte e das perdas

de energia elétrica, bem como os encargos de conexão e os

40 encargos setoriais de responsabilidade do segmento de

consumo.

Além do aspecto financeiro, o furto de energia

43 prejudica a integridade física da rede elétrica, pois causa

sobrecargas e desligamentos indevidos no sistema de

distribuição. Isso prejudica a qualidade e aumenta, ainda mais,

46 os custos para a adequada prestação do serviço na medida em

que os investimentos necessários em distribuição,

transmissão e geração de energia são remunerados por

49 quem paga corretamente sua conta de luz.

O furto de energia, crime popularmente conhecido

como “gato”, possui componentes socioculturais que

52 dificultam muito o seu combate, pois frequentemente

deparamos com comportamentos que, em maior ou menor

intensidade, estimulam a prática desse delito. Um deles é o

55 desconhecimento de que o furto de energia é crime, com

pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa. Outro fator é

a relativa facilidade de acessar o sistema de medição, mantido

58 sob a guarda do consumidor. Observa-se também a dificuldade

da prestadora do serviço em identificar o furto, além do

sentimento de ausência de punição por parte do criminoso, o

61 que pode levar à equívoca interpretação de que o risco

compensa o ganho.

Em áreas de maior complexidade urbana, com

64 ocupações não planejadas e altos índices de violência, as

perdas comerciais são sistematicamente maiores. Entretanto,

contrariamente ao senso comum, o furto de energia não está

67 presente somente entre os consumidores de baixa renda,

mas também nas classes média e alta, comércios, empresas

e indústrias.

Ricardo Vidinich & Gustavo Alexandre Lopes Nery. Pesquisa e desenvolvimento contra o furto de energia. In: Revista Pesquisa e

Desenvolvimento da ANEEL, n.º 3, jun./2009. Setor elétrico no

caminho da inovação: confira os resultados de algumas

iniciativas do programa P&D regulado pela ANEEL

Brasília: ANEEL, 2009, p. 15 (com adaptações).

enunciado 1687266-1

Internet: <http://www.radiocriciuma.com.br/imagens_editor/

gato_grande.jpg> (com adaptações).

Relacione a imagem associada ao texto I e os microtextos que a circundam ao texto I e assinale a alternativa correta.

 

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1687265 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Texto I, para responder às questões de 1 a 5.


1----------------As perdas técnicas sempre fizeram parte dos

sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia

elétrica. Por serem intrínsecas ao sistema, sua redução é

4 tema de estudos constantes.

-----------------Para reduzir essas perdas no setor elétrico, novos

métodos e materiais têm sido pesquisados, observando-se os

7 custos envolvidos, pois a tarifa de energia elétrica é composta

essencialmente da remuneração do investimento, da

depreciação e dos custos de operação e manutenção, itens

10 diretamente influenciados pelos materiais envolvidos.

Como exemplo da interferência dos materiais

utilizados pelo setor elétrico nas tarifas, sabe-se que,

13 tecnicamente, o melhor condutor de energia elétrica é o ouro.

Entretanto, usar esse metal seria bem mais caro que adotar o

alumínio. Por razões econômicas, as perdas provenientes do

16 uso do alumínio passam a ser aceitáveis, em virtude da

significativa redução tarifária que a opção representa.

A perda total anual de energia elétrica no Brasil,

19 hoje, é da ordem de 52 terawatts/hora (TWh). Contudo, nesse

montante não estão apenas as perdas técnicas, mas também

as chamadas perdas comerciais, que representam 44% do

22 total, decorrentes de erros de medição, furto e fraudes nos

sistemas de medição.

O furto e as fraudes respondem por perdas de 23

25 TWh por ano, energia equivalente ao fornecimento anual para

19 milhões de residências com consumo médio de 100

kWh/mês.

28---------------O custo anual das perdas não técnicas para a

sociedade brasileira é de aproximadamente R$ 5,5 bilhões,

valor que chega a R$ 7,3 bilhões ao acrescentarmos os

31 tributos (ICMS, PIS e Cofins) que deixam de ser arrecadados

com essas irregularidades. Para se ter uma ideia da dimensão

do problema, esse valor equivale à metade do que o Estado

34 brasileiro destina anualmente ao Programa Bolsa-Família.

O Decreto n.º 4.562/2002, no § 1.º do art. 1.º,

estabeleceu que esse prejuízo componha, de forma explícita,

37 as tarifas de energia elétrica, pois devem ser consideradas as

parcelas apropriadas dos custos de transporte e das perdas

de energia elétrica, bem como os encargos de conexão e os

40 encargos setoriais de responsabilidade do segmento de

consumo.

Além do aspecto financeiro, o furto de energia

43 prejudica a integridade física da rede elétrica, pois causa

sobrecargas e desligamentos indevidos no sistema de

distribuição. Isso prejudica a qualidade e aumenta, ainda mais,

46 os custos para a adequada prestação do serviço na medida em

que os investimentos necessários em distribuição,

transmissão e geração de energia são remunerados por

49 quem paga corretamente sua conta de luz.

O furto de energia, crime popularmente conhecido

como “gato”, possui componentes socioculturais que

52 dificultam muito o seu combate, pois frequentemente

deparamos com comportamentos que, em maior ou menor

intensidade, estimulam a prática desse delito. Um deles é o

55 desconhecimento de que o furto de energia é crime, com

pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa. Outro fator é

a relativa facilidade de acessar o sistema de medição, mantido

58 sob a guarda do consumidor. Observa-se também a dificuldade

da prestadora do serviço em identificar o furto, além do

sentimento de ausência de punição por parte do criminoso, o

61 que pode levar à equívoca interpretação de que o risco

compensa o ganho.

Em áreas de maior complexidade urbana, com

64 ocupações não planejadas e altos índices de violência, as

perdas comerciais são sistematicamente maiores. Entretanto,

contrariamente ao senso comum, o furto de energia não está

67 presente somente entre os consumidores de baixa renda,

mas também nas classes média e alta, comércios, empresas

e indústrias.

Ricardo Vidinich & Gustavo Alexandre Lopes Nery. Pesquisa e desenvolvimento contra o furto de energia. In: Revista Pesquisa e

Desenvolvimento da ANEEL, n.º 3, jun./2009. Setor elétrico no

caminho da inovação: confira os resultados de algumas

iniciativas do programa P&D regulado pela ANEEL

Brasília: ANEEL, 2009, p. 15 (com adaptações).

enunciado 1687265-1

Internet: <http://www.radiocriciuma.com.br/imagens_editor/

gato_grande.jpg> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma razão.

 

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1687264 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: COFECON
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Texto I, para responder às questões de 1 a 5.


1----------------As perdas técnicas sempre fizeram parte dos

sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia

elétrica. Por serem intrínsecas ao sistema, sua redução é

4 tema de estudos constantes.

-----------------Para reduzir essas perdas no setor elétrico, novos

métodos e materiais têm sido pesquisados, observando-se os

7 custos envolvidos, pois a tarifa de energia elétrica é composta

essencialmente da remuneração do investimento, da

depreciação e dos custos de operação e manutenção, itens

10 diretamente influenciados pelos materiais envolvidos.

Como exemplo da interferência dos materiais

utilizados pelo setor elétrico nas tarifas, sabe-se que,

13 tecnicamente, o melhor condutor de energia elétrica é o ouro.

Entretanto, usar esse metal seria bem mais caro que adotar o

alumínio. Por razões econômicas, as perdas provenientes do

16 uso do alumínio passam a ser aceitáveis, em virtude da

significativa redução tarifária que a opção representa.

A perda total anual de energia elétrica no Brasil,

19 hoje, é da ordem de 52 terawatts/hora (TWh). Contudo, nesse

montante não estão apenas as perdas técnicas, mas também

as chamadas perdas comerciais, que representam 44% do

22 total, decorrentes de erros de medição, furto e fraudes nos

sistemas de medição.

O furto e as fraudes respondem por perdas de 23

25 TWh por ano, energia equivalente ao fornecimento anual para

19 milhões de residências com consumo médio de 100

kWh/mês.

28---------------O custo anual das perdas não técnicas para a

sociedade brasileira é de aproximadamente R$ 5,5 bilhões,

valor que chega a R$ 7,3 bilhões ao acrescentarmos os

31 tributos (ICMS, PIS e Cofins) que deixam de ser arrecadados

com essas irregularidades. Para se ter uma ideia da dimensão

do problema, esse valor equivale à metade do que o Estado

34 brasileiro destina anualmente ao Programa Bolsa-Família.

O Decreto n.º 4.562/2002, no § 1.º do art. 1.º,

estabeleceu que esse prejuízo componha, de forma explícita,

37 as tarifas de energia elétrica, pois devem ser consideradas as

parcelas apropriadas dos custos de transporte e das perdas

de energia elétrica, bem como os encargos de conexão e os

40 encargos setoriais de responsabilidade do segmento de

consumo.

Além do aspecto financeiro, o furto de energia

43 prejudica a integridade física da rede elétrica, pois causa

sobrecargas e desligamentos indevidos no sistema de

distribuição. Isso prejudica a qualidade e aumenta, ainda mais,

46 os custos para a adequada prestação do serviço na medida em

que os investimentos necessários em distribuição,

transmissão e geração de energia são remunerados por

49 quem paga corretamente sua conta de luz.

O furto de energia, crime popularmente conhecido

como “gato”, possui componentes socioculturais que

52 dificultam muito o seu combate, pois frequentemente

deparamos com comportamentos que, em maior ou menor

intensidade, estimulam a prática desse delito. Um deles é o

55 desconhecimento de que o furto de energia é crime, com

pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa. Outro fator é

a relativa facilidade de acessar o sistema de medição, mantido

58 sob a guarda do consumidor. Observa-se também a dificuldade

da prestadora do serviço em identificar o furto, além do

sentimento de ausência de punição por parte do criminoso, o

61 que pode levar à equívoca interpretação de que o risco

compensa o ganho.

Em áreas de maior complexidade urbana, com

64 ocupações não planejadas e altos índices de violência, as

perdas comerciais são sistematicamente maiores. Entretanto,

contrariamente ao senso comum, o furto de energia não está

67 presente somente entre os consumidores de baixa renda,

mas também nas classes média e alta, comércios, empresas

e indústrias.

Ricardo Vidinich & Gustavo Alexandre Lopes Nery. Pesquisa e desenvolvimento contra o furto de energia. In: Revista Pesquisa e

Desenvolvimento da ANEEL, n.º 3, jun./2009. Setor elétrico no

caminho da inovação: confira os resultados de algumas

iniciativas do programa P&D regulado pela ANEEL

Brasília: ANEEL, 2009, p. 15 (com adaptações).

enunciado 1687264-1

Internet: <http://www.radiocriciuma.com.br/imagens_editor/

gato_grande.jpg> (com adaptações).

Em cada uma das alternativas abaixo, há uma reescritura de parte do texto I. Assinale aquela em que a reescritura mantém a ideia original.

 

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