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Foram encontradas 50 questões.

2390437 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Das referências a seguir, constituem parte da receita do Conselho Federal de Enfermagem, EXCETO:
 

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2390323 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Dada a necessidade da confecção de concreto manualmente, respectivamente, quantos m3 de areia, britas 1 e 2 (50% de cada) e sacos de cimento serão necessários disponibilizar na obra, ciente que deverão ser consumidos 12m3 de concreto? (Considere o traço em volume de 1:3:4, cimento em sacos de 50kg (36 litros), areia e britas em m3 (sem fração) para pedido de aquisição e transporte. Considere ainda, a possível perda de 10% no concreto no transporte e manuseio)
 

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2390112 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Sejam os conjuntos M = ]– 4, 9]; N = [4, 12[ e P = [9, 15[. Quantos números inteiros pertencem ao conjunto (M !$ \cap !$ N) !$ \cup !$ (N !$ \cap !$ P) ?
 

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2389740 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Numa escola foram escolhidos 9 alunos para fazer uma viagem. Qual das afirmações a seguir sobre os alunos escolhidos é necessariamente verdadeira?
 

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2389481 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Márcio é mais velho que Pedro, que é mais baixo que João. João é mais novo que Márcio, que é mais alto que Pedro. João não foi o último a nascer e nem é o mais alto. O mais novo e o mais alto são, respectivamente:
 

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2389198 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Dentre os limites estabelecidos por Atterberg, qual se encontra entre o estado plástico e o sólido em uma amostra de solos?
 

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2397607 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Em relação à CIPA estabelecida na NR-5, assinale a afirmativa INCORRETA:
Questão Desatualizada

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2405348 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Adeus ao “em off”

Antes de o ano terminar, mais um fato explosivo: o vazamento de informações confidenciais pelo site Wikileaks, comprometendo as relações diplomáticas de diversos países e causando muitas saias justas, inclusive no Brasil. Não tenho opinião sacramentada sobre o assunto. Um lado meu tende a aplaudir que informações de trincheira venham a público, já que o que é tramado por organizações governamentais interessa a todos. Mas admito que há um certo idealismo nessa afirmação, pois dificilmente conseguiremos destituir o poder do “em off” no universo cavernoso da política. Já aqui fora, o “em off” desapareceu de vez.

Outro dia, assisti a uma reportagem em que se falava da invenção de uma touca de eletrodos que, ao ser colocada na cabeça, emite sinais ao cérebro do usuário, possibilitando que ele acione comandos através da força do pensamento. Aposto: num piscar de olhos, será patenteado e vendido nas Americanas. E não vai parar aí: as pesquisas avançam, e logo será possível ler os pensamentos de outras pessoas. Nada pode ser mais invasivo, considero um atrevimento até para com os criminosos. O pensamento é o único reduto de liberdade e privacidade que nos resta. O dia em que pudermos ler os pensamentos uns dos outros, acabou-se todo o mistério da vida.

Imagino que o mercado de trabalho dos detetives não esteja fácil. Quem precisa contratar os serviços de um profissional na era do Facebook e do Twitter? Ninguém faz mais nada escondido. E se fizer, câmeras estarão filmando a criatura desde o momento em que ela sai pela porta de casa, entra no elevador, cruza a garagem do prédio, circula pelas ruas e chega ao escritório, sem falar na fiscalização dentro de bancos, restaurantes, boates, lojas, agências lotéricas e igrejas.

Igrejas, sim. Não duvido.

Além disso, você pode ser filmado enquanto faz sexo e pode ser fotografado por algum celular enquanto tem um ataque epilético na rua. Vai tudo para o YouTube. Todos sabem o que você fez no verão passado e no minuto que passou também.

É um mundo mais seguro, reconheço. E mais rápido. Perder tempo é um esporte que ninguém mais pratica. Dar uma sumida, então, nem pensar. Não existem mais portas, não existem mais paredes. Alguém sabe exatamente onde você está, com quem e em que você está pensando. Se não sabe, você mesmo irá contar.

Julian Assange, o criador do site Wikileaks, justifica a revelação de documentos confidenciais com o argumento de que tem “aversão a segredos”. É uma frase que parece heróica, mas me apavora. Tudo agora é rastreável: não existe mais o secreto, o particular, o reservado. Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia, do sentimento, da introspecção, do delírio e da liberdade. Optamos por viver todos atados uns aos outros – curiosamente, com tecnologia wireless.

(Martha Medeiros. Revista O Globo, 12 de dezembro de 2010)

“... já que o que é tramado por organizações governamentais...” A palavra sublinhada anteriormente pode ser substituída, sem perda semântica, por:

Questão Anulada e Desatualizada

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2403007 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Nos termos da R-2, cabe a todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades:
Questão Anulada e Desatualizada

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2395329 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Adeus ao “em off”

Antes de o ano terminar, mais um fato explosivo: o vazamento de informações confidenciais pelo site Wikileaks, comprometendo as relações diplomáticas de diversos países e causando muitas saias justas, inclusive no Brasil. Não tenho opinião sacramentada sobre o assunto. Um lado meu tende a aplaudir que informações de trincheira venham a público, já que o que é tramado por organizações governamentais interessa a todos. Mas admito que há um certo idealismo nessa afirmação, pois dificilmente conseguiremos destituir o poder do “em off” no universo cavernoso da política. Já aqui fora, o “em off” desapareceu de vez.

Outro dia, assisti a uma reportagem em que se falava da invenção de uma touca de eletrodos que, ao ser colocada na cabeça, emite sinais ao cérebro do usuário, possibilitando que ele acione comandos através da força do pensamento. Aposto: num piscar de olhos, será patenteado e vendido nas Americanas. E não vai parar aí: as pesquisas avançam, e logo será possível ler os pensamentos de outras pessoas. Nada pode ser mais invasivo, considero um atrevimento até para com os criminosos. O pensamento é o único reduto de liberdade e privacidade que nos resta. O dia em que pudermos ler os pensamentos uns dos outros, acabou-se todo o mistério da vida.

Imagino que o mercado de trabalho dos detetives não esteja fácil. Quem precisa contratar os serviços de um profissional na era do Facebook e do Twitter? Ninguém faz mais nada escondido. E se fizer, câmeras estarão filmando a criatura desde o momento em que ela sai pela porta de casa, entra no elevador, cruza a garagem do prédio, circula pelas ruas e chega ao escritório, sem falar na fiscalização dentro de bancos, restaurantes, boates, lojas, agências lotéricas e igrejas.

Igrejas, sim. Não duvido.

Além disso, você pode ser filmado enquanto faz sexo e pode ser fotografado por algum celular enquanto tem um ataque epilético na rua. Vai tudo para o YouTube. Todos sabem o que você fez no verão passado e no minuto que passou também.

É um mundo mais seguro, reconheço. E mais rápido. Perder tempo é um esporte que ninguém mais pratica. Dar uma sumida, então, nem pensar. Não existem mais portas, não existem mais paredes. Alguém sabe exatamente onde você está, com quem e em que você está pensando. Se não sabe, você mesmo irá contar.

Julian Assange, o criador do site Wikileaks, justifica a revelação de documentos confidenciais com o argumento de que tem “aversão a segredos”. É uma frase que parece heróica, mas me apavora. Tudo agora é rastreável: não existe mais o secreto, o particular, o reservado. Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia, do sentimento, da introspecção, do delírio e da liberdade. Optamos por viver todos atados uns aos outros – curiosamente, com tecnologia wireless.

(Martha Medeiros. Revista O Globo, 12 de dezembro de 2010)

Observe: “Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia...” Assinale a alternativa que faz o plural da mesma forma que a palavra sublinhada:

Questão Anulada e Desatualizada

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