Foram encontradas 60 questões.
- InternetProtocolos e Serviços da Internet
- Segurança da InformaçãoPrincípios de Segurança da Informação
- Segurança da InformaçãoCriptografia, Assinatura e Certificado Digital
Considere os cenários a seguir:
Cenário 1 - Um usuário acessa um site bancário cujo endereço inicia com https://
Cenário 2 - Outro usuário acessa um site cujo endereço inicia com http://
Com base nesses cenários, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. No cenário 1, o protocolo HTTPS utiliza criptografia para proteger os dados transmitidos entre o usuário e o servidor.
II. No cenário 2, os dados trafegam sem criptografia, podendo ser interceptados por terceiros mal-intencionados.
III. A presença do HTTPS indica que há um certificado digital associado ao site, contribuindo para a autenticidade da comunicação.
IV. A utilização do protocolo HTTP não garante confidencialidade dos dados, tornando a comunicação mais vulnerável a ataques.
Cenário 1 - Um usuário acessa um site bancário cujo endereço inicia com https://
Cenário 2 - Outro usuário acessa um site cujo endereço inicia com http://
Com base nesses cenários, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. No cenário 1, o protocolo HTTPS utiliza criptografia para proteger os dados transmitidos entre o usuário e o servidor.
II. No cenário 2, os dados trafegam sem criptografia, podendo ser interceptados por terceiros mal-intencionados.
III. A presença do HTTPS indica que há um certificado digital associado ao site, contribuindo para a autenticidade da comunicação.
IV. A utilização do protocolo HTTP não garante confidencialidade dos dados, tornando a comunicação mais vulnerável a ataques.
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No Microsoft Excel 365 (versão português), funções são utilizadas para automatizar cálculos e análises em planilhas. A imagem apresentada a seguir mostra diferentes tabelas com dados numéricos e o uso das funções SOMA e CONT.NÚM. aplicadas a intervalos específicos:
Fonte: Funções - Microsoft Excel 365.
Considerando essas informações, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A função =SOMA(D3:D6) retorna o valor 170, correspondente à soma dos valores apresentados na tabela de frutas.
( ) A função SOMA pode ser utilizada para somar valores tanto na tabela de frutas quanto na tabela de carnes, independentemente da posição das células.
( ) A função CONT.NÚM. contabiliza apenas células que contêm valores numéricos, desconsiderando textos.
( ) Na tabela inferior direita, a fórmula correta para contar apenas os valores numéricos do intervalo é =CONT.NÚM(G10:G14)
Fonte: Funções - Microsoft Excel 365.
Considerando essas informações, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A função =SOMA(D3:D6) retorna o valor 170, correspondente à soma dos valores apresentados na tabela de frutas.
( ) A função SOMA pode ser utilizada para somar valores tanto na tabela de frutas quanto na tabela de carnes, independentemente da posição das células.
( ) A função CONT.NÚM. contabiliza apenas células que contêm valores numéricos, desconsiderando textos.
( ) Na tabela inferior direita, a fórmula correta para contar apenas os valores numéricos do intervalo é =CONT.NÚM(G10:G14)
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Considere o seguinte cenário: um usuário está editando um documento no Microsoft Word 365 (versão em português) e realizou as seguintes ações de formatação em um parágrafo selecionado:
1- Aplicou alinhamento justificado ao texto.
2- Definiu o espaçamento entre linhas como 1,5.
3- Aplicou negrito em todo o parágrafo.
4- Inseriu recuo apenas na primeira linha do parágrafo.
Considerando as ações realizadas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O texto ficará alinhado uniformemente entre as margens esquerda e direita.
II. O espaçamento entre as linhas do parágrafo será aumentado em relação ao padrão simples.
III. Todo o texto do parágrafo será exibido em destaque com sublinhado contínuo.
IV. Apenas a primeira linha do parágrafo será deslocada em relação às demais.
1- Aplicou alinhamento justificado ao texto.
2- Definiu o espaçamento entre linhas como 1,5.
3- Aplicou negrito em todo o parágrafo.
4- Inseriu recuo apenas na primeira linha do parágrafo.
Considerando as ações realizadas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O texto ficará alinhado uniformemente entre as margens esquerda e direita.
II. O espaçamento entre as linhas do parágrafo será aumentado em relação ao padrão simples.
III. Todo o texto do parágrafo será exibido em destaque com sublinhado contínuo.
IV. Apenas a primeira linha do parágrafo será deslocada em relação às demais.
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
A integridade é um dos pilares da segurança da informação e está relacionada à garantia de que os dados permaneçam __________, sem sofrer alterações __________, assegurando que qualquer modificação seja devidamente __________, garantindo rastreabilidade o que é uma prática essencial em segurança da informação.
A integridade é um dos pilares da segurança da informação e está relacionada à garantia de que os dados permaneçam __________, sem sofrer alterações __________, assegurando que qualquer modificação seja devidamente __________, garantindo rastreabilidade o que é uma prática essencial em segurança da informação.
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O sistema operacional Windows 10 possui diversos programas nativos, ou seja, softwares que já vêm instalados juntamente com o sistema sem a necessidade de instalação adicional pelo usuário. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente um programa nativo do Windows 10.
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Leia o texto para responder as questões.
Cesta básica fica mais cara em todas as capitais brasileiras em
março
Manaus foi a capital que registrou maior índice, com 7,42%
Por Elaine Patricia Cruz
No mês de março, a cesta básica ficou mais cara em
todas as capitais brasileiras e também no Distrito Federal.
Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de
Alimentos, levantamento que é divulgado mensalmente pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em
Manaus, onde o custo médio variou 7,42%, seguida por
Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo
Horizonte (6,44%) e Aracaju (6,32%).
No acumulado de 2026, todas as capitais registraram alta
nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre
0,77%, em São Luís, e 10,93%, em Aracaju.
Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo
da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as
cidades analisadas. O grão preto, por exemplo, subiu nas
capitais do sul do país, além do Rio de Janeiro e Vitória, com
percentuais que variaram entre 1,68% (Curitiba) e 7,17%
(Florianópolis). Já o grão carioca, coletado nas demais capitais,
variou entre 1,86% (Macapá) e 21,48% (Belém). Segundo a
pesquisa, essa alta no feijão ocorreu por causa da restrição da
oferta, já que houve dificuldades na colheita.
Também houve aumentos nos preços do tomate, da
carne bovina de primeira e do leite integral.
Cesta mais cara do país
Em março, a capital que apresentou a cesta básica mais
cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ R$
883,94, seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97), Cuiabá (R$
838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). No Norte e Nordeste do
país, onde a composição da cesta é diferente, os menores
valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 598,45),
Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco
(R$ 641,15).
Com base na cesta mais cara do país, que em março foi
a de São Paulo, e levando em consideração a determinação
constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser
suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia,
saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e
previdência, o Dieese estimou que o salário-mínimo em
dezembro deveria ser de R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo
atual, estabelecido em R$ 1.621,00.
Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
04/cesta-basica-fica-mais-cara-em-todas-capitais-brasileiras-em-marco
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
Leia o texto para responder as questões.
Cesta básica fica mais cara em todas as capitais brasileiras em
março
Manaus foi a capital que registrou maior índice, com 7,42%
Por Elaine Patricia Cruz
No mês de março, a cesta básica ficou mais cara em
todas as capitais brasileiras e também no Distrito Federal.
Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de
Alimentos, levantamento que é divulgado mensalmente pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em
Manaus, onde o custo médio variou 7,42%, seguida por
Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo
Horizonte (6,44%) e Aracaju (6,32%).
No acumulado de 2026, todas as capitais registraram alta
nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre
0,77%, em São Luís, e 10,93%, em Aracaju.
Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo
da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as
cidades analisadas. O grão preto, por exemplo, subiu nas
capitais do sul do país, além do Rio de Janeiro e Vitória, com
percentuais que variaram entre 1,68% (Curitiba) e 7,17%
(Florianópolis). Já o grão carioca, coletado nas demais capitais,
variou entre 1,86% (Macapá) e 21,48% (Belém). Segundo a
pesquisa, essa alta no feijão ocorreu por causa da restrição da
oferta, já que houve dificuldades na colheita.
Também houve aumentos nos preços do tomate, da
carne bovina de primeira e do leite integral.
Cesta mais cara do país
Em março, a capital que apresentou a cesta básica mais
cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ R$
883,94, seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97), Cuiabá (R$
838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). No Norte e Nordeste do
país, onde a composição da cesta é diferente, os menores
valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 598,45),
Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco
(R$ 641,15).
Com base na cesta mais cara do país, que em março foi
a de São Paulo, e levando em consideração a determinação
constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser
suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia,
saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e
previdência, o Dieese estimou que o salário-mínimo em
dezembro deveria ser de R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo
atual, estabelecido em R$ 1.621,00.
Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
04/cesta-basica-fica-mais-cara-em-todas-capitais-brasileiras-em-marco
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Leia o texto para responder as questões.
Cesta básica fica mais cara em todas as capitais brasileiras em
março
Manaus foi a capital que registrou maior índice, com 7,42%
Por Elaine Patricia Cruz
No mês de março, a cesta básica ficou mais cara em
todas as capitais brasileiras e também no Distrito Federal.
Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de
Alimentos, levantamento que é divulgado mensalmente pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em
Manaus, onde o custo médio variou 7,42%, seguida por
Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo
Horizonte (6,44%) e Aracaju (6,32%).
No acumulado de 2026, todas as capitais registraram alta
nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre
0,77%, em São Luís, e 10,93%, em Aracaju.
Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo
da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as
cidades analisadas. O grão preto, por exemplo, subiu nas
capitais do sul do país, além do Rio de Janeiro e Vitória, com
percentuais que variaram entre 1,68% (Curitiba) e 7,17%
(Florianópolis). Já o grão carioca, coletado nas demais capitais,
variou entre 1,86% (Macapá) e 21,48% (Belém). Segundo a
pesquisa, essa alta no feijão ocorreu por causa da restrição da
oferta, já que houve dificuldades na colheita.
Também houve aumentos nos preços do tomate, da
carne bovina de primeira e do leite integral.
Cesta mais cara do país
Em março, a capital que apresentou a cesta básica mais
cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ R$
883,94, seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97), Cuiabá (R$
838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). No Norte e Nordeste do
país, onde a composição da cesta é diferente, os menores
valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 598,45),
Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco
(R$ 641,15).
Com base na cesta mais cara do país, que em março foi
a de São Paulo, e levando em consideração a determinação
constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser
suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia,
saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e
previdência, o Dieese estimou que o salário-mínimo em
dezembro deveria ser de R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo
atual, estabelecido em R$ 1.621,00.
Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
04/cesta-basica-fica-mais-cara-em-todas-capitais-brasileiras-em-marco
“Em março, ________ (haver) aumentos em todas as capitais e, caso não ________ (existir) novas dificuldades na colheita, os preços podem baixar”.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto para responder as questões.
Cesta básica fica mais cara em todas as capitais brasileiras em
março
Manaus foi a capital que registrou maior índice, com 7,42%
Por Elaine Patricia Cruz
No mês de março, a cesta básica ficou mais cara em
todas as capitais brasileiras e também no Distrito Federal.
Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de
Alimentos, levantamento que é divulgado mensalmente pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em
Manaus, onde o custo médio variou 7,42%, seguida por
Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo
Horizonte (6,44%) e Aracaju (6,32%).
No acumulado de 2026, todas as capitais registraram alta
nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre
0,77%, em São Luís, e 10,93%, em Aracaju.
Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo
da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as
cidades analisadas. O grão preto, por exemplo, subiu nas
capitais do sul do país, além do Rio de Janeiro e Vitória, com
percentuais que variaram entre 1,68% (Curitiba) e 7,17%
(Florianópolis). Já o grão carioca, coletado nas demais capitais,
variou entre 1,86% (Macapá) e 21,48% (Belém). Segundo a
pesquisa, essa alta no feijão ocorreu por causa da restrição da
oferta, já que houve dificuldades na colheita.
Também houve aumentos nos preços do tomate, da
carne bovina de primeira e do leite integral.
Cesta mais cara do país
Em março, a capital que apresentou a cesta básica mais
cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ R$
883,94, seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97), Cuiabá (R$
838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). No Norte e Nordeste do
país, onde a composição da cesta é diferente, os menores
valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 598,45),
Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco
(R$ 641,15).
Com base na cesta mais cara do país, que em março foi
a de São Paulo, e levando em consideração a determinação
constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser
suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia,
saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e
previdência, o Dieese estimou que o salário-mínimo em
dezembro deveria ser de R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo
atual, estabelecido em R$ 1.621,00.
Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
04/cesta-basica-fica-mais-cara-em-todas-capitais-brasileiras-em-marco
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder as questões.
Cesta básica fica mais cara em todas as capitais brasileiras em
março
Manaus foi a capital que registrou maior índice, com 7,42%
Por Elaine Patricia Cruz
No mês de março, a cesta básica ficou mais cara em
todas as capitais brasileiras e também no Distrito Federal.
Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de
Alimentos, levantamento que é divulgado mensalmente pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em
Manaus, onde o custo médio variou 7,42%, seguida por
Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo
Horizonte (6,44%) e Aracaju (6,32%).
No acumulado de 2026, todas as capitais registraram alta
nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre
0,77%, em São Luís, e 10,93%, em Aracaju.
Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo
da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as
cidades analisadas. O grão preto, por exemplo, subiu nas
capitais do sul do país, além do Rio de Janeiro e Vitória, com
percentuais que variaram entre 1,68% (Curitiba) e 7,17%
(Florianópolis). Já o grão carioca, coletado nas demais capitais,
variou entre 1,86% (Macapá) e 21,48% (Belém). Segundo a
pesquisa, essa alta no feijão ocorreu por causa da restrição da
oferta, já que houve dificuldades na colheita.
Também houve aumentos nos preços do tomate, da
carne bovina de primeira e do leite integral.
Cesta mais cara do país
Em março, a capital que apresentou a cesta básica mais
cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ R$
883,94, seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97), Cuiabá (R$
838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). No Norte e Nordeste do
país, onde a composição da cesta é diferente, os menores
valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 598,45),
Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco
(R$ 641,15).
Com base na cesta mais cara do país, que em março foi
a de São Paulo, e levando em consideração a determinação
constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser
suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia,
saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e
previdência, o Dieese estimou que o salário-mínimo em
dezembro deveria ser de R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo
atual, estabelecido em R$ 1.621,00.
Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
04/cesta-basica-fica-mais-cara-em-todas-capitais-brasileiras-em-marco
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