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Texto para responder à questão abaixo.

Disponível em: <https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1014196418625664&id=488356901209621 &set=a.488361671209144&locale=pt_BR>.
Acesso em: 30 ago. 2025.
No primeiro quadrinho, a personagem faz uma lista de esportes diversos para
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Texto base para responder a questão abaixo.
Capoeira
A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.
Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>. Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na frase “...era uma dança para enganar os senhores de escravos...”, a conjunção “para” estabelece uma relação de
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Texto base para responder a questão abaixo.
Capoeira
A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.
Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>. Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na frase “...ajudando-o a se popularizar...”, o pronome oblíquo “-o” foi empregado para garantir a coesão do texto e evitar a repetição de
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Texto base para responder a questão abaixo.
Capoeira
A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.
Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>. Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
De acordo com o texto, os escravos africanos disfarçavam a capoeira como uma dança para
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Texto base para responder questão abaixo.
“Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.
Era um convite para o despertar.
Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.
O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.
Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.
“Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.
Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.
Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.
“É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”
Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.
As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.
Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.
“Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.
Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.
O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...
VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa que apresenta a principal razão para o pai de Julim e o chefe do campo quererem as crianças na plantação.
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Texto base para responder questão abaixo.
“Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.
Era um convite para o despertar.
Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.
O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.
Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.
“Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.
Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.
Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.
“É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”
Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.
As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.
Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.
“Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.
Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.
O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...
VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
Quanto à tonicidade das palavras “convite”, “dormia” e “aflitos”, assinale a alternativa correta.
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Texto base para responder questão abaixo.
“Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.
Era um convite para o despertar.
Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.
O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.
Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.
“Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.
Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.
Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.
“É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”
Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.
As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.
Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.
“Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.
Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.
O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...
VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
Assinale a alternativa que contém a principal característica psicológica de Julim.
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Texto base para responder questão abaixo.
“Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.
Era um convite para o despertar.
Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.
O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.
Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.
“Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.
Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.
Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.
“É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”
Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.
As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.
Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.
“Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.
Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.
O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...
VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
O foco narrativo do texto é em terceira pessoa. Assinale a alternativa que apresenta uma explicação para essa afirmação.
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Texto base para responder a questão abaixo.
Capoeira
A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.
Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>. Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na descrição das ações realizadas no trecho "Os escravos africanos inventaram a capoeira... Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança", as formas verbais destacadas estão conjugadas no
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Texto base para responder questão abaixo.
“Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.
Era um convite para o despertar.
Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.
O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.
Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.
“Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.
Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.
Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.
“É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”
Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.
As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.
Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.
“Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.
Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.
O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...
VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
A frase “É bom que tragam as crianças” é um exemplo de discurso
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