Foram encontradas 40 questões.
Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Leia as alternativas abaixo, considerando as semelhanças e diferenças entre os textos 1 e 2.
É correto afirmar que
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Observe o fragmento de texto abaixo para responder a questão.
“Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade.”
Com o emprego da expressão “de verdade”, com referência ao guarda, o narrador do texto
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Observe o fragmento de texto abaixo para responder a questão.
“Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade.”
Propomos a seguir um possível trecho que poderia substituir o acima transcrito, caso o autor tivesse registrado de forma direta as palavras da mãe nessa situação.
O trecho que poderia substituir o fragmento, por estar de acordo com as informações do texto e por apresentar pontuação adequada é
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Observe os vocábulos sublinhados no trecho abaixo:
“O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.”
Com a palavra bracinho, opondo-se a enormes e poderosos, o texto evidencia a
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Observe os termos sublinhados nas frases abaixo:
I. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
II. Chuí, imponente, estende os braços para a rua principal. Os motoristas enfim acreditam nele.
III. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
A expressão sublinhada é complemento do verbo, e não seu sujeito, na(s) frase(s) em
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Leia as frases abaixo, numere a sequência correta na ordem em que acontecem os fatos e, em seguida, assinale a alternativa correta.
( ) Chuí resolve interferir com o objetivo de ajudar os motoristas.
( ) Motoristas e passageiros agradecem a Chuí pela sua atitude.
( ) Chuí é detido pelo guarda de trânsito e retirado da rua.
( ) Os moleques da praça constatam que o trânsito estava tumultuado.
( ) O menino fica triste, pois não podia mais atuar no trânsito.
( ) A mãe chama o garoto, pois não gosta do que ele está fazendo.
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Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Observe o trecho abaixo, que transcrevemos do 7º parágrafo, modificando o tempo dos verbos ordenar, girar, esticar e mandar.
Em enérgico movimento, Chuí ordenou aos carros que ___________. Girou o corpo, esticou o braço e mandou que ___________ pela esquerda os da rua principal.”,
Com a modificação feita, os verbos parar e seguir também se alterariam. O trecho estaria correto se empregássemos as formas verbais
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Em: “Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda de trânsito, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.”, a palavra grifada é classificada como um
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
Em relação às características psicológicas das personagens do texto 2, entende-se que
I. os terríveis moleques da praça são atentos.
II.Chuí é determinado e corajoso.
III.os motoristas e passageiros são gratos às atitudes positivas de Chuí.
IV.a mãe de Chuí é compreensiva com relação à atitude do filho.
V.o guarda de trânsito é bastante paciente.
Estão corretas
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 2
Chuí comanda o tráfego
Num domingo, à hora cinzenta em que terminam as festas e todos voltam meio decepcionados para casa, rugiam de impaciência os automóveis ante o sinal vermelho. Alguns farolavam de longe, pedindo passagem. Mas o vermelho não cedia ao verde. E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.
Os terríveis moleques da praça perceberam a confusão. Chuí, o principal deles, resolve intervir e vai para o meio do asfalto. Começa a acenar aos motoristas.
Que passassem! Livre estava o trânsito para a direita.
- Podem vir! Não estou brincando! É verdade...
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Hesitaram alguns a princípio. Depois romperam e outros os seguiram.
Em enérgico movimento, Chuí ordena aos carros que parem. Gira o corpo, estica o braço e manda que sigam pela esquerda os da rua principal. No que é obedecido.
Passageiros e motoristas atiram moedas. Mas o improvisado guarda, cônscio de suas responsabilidades, sabe que não pode abaixar-se para apanhá-las, sem risco para o trânsito.
A noite descera depressa e as lâmpadas não se acendiam.
Mais rubro na escuridão, o sinal vermelho. Tendo perdido a função de proibir, só confiavam os motoristas no braço infalível de Chuí.
Quando, gritando de longe, a mãe do garoto o ameaçava com uma surra, aparece, uniformizado, um guarda de verdade. Prende Chuí e o leva chorando para o distrito.
- Nós apanhamos as moedas para você, gritam-lhe os companheiros.
Não eram as moedas que ele queria, oh! Não era isso! O que Chuí queria era voltar ao tráfego, continuar submetendo aqueles carros enormes, poderosos, ao seu comando único, ao aceno de seu bracinho.
(Aníbal Machado. A morte da porta-estandarte e outras histórias. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965)
Vocabulário:
Hesitar: estar ou ficar indeciso, perplexo, incerto, irresoluto; não tomar resolução; vacilar, titubear.
Imponente: que impõe admiração; majestoso, magnificente. Arrogante, altivo, sobranceiro.
Cônscio: que sabe fazer bem o que faz ou o que deve fazer; ciente, consciente.
Rubro: vermelho muito vivo; da cor de sangue.
Farolar: piscar os faróis.
Combustores: postes para a iluminação pública.
Coça: surra.
O item refere-se à última frase do 1º parágrafo: “E com a força do seu símbolo, paralisava o tráfego.”
Quanto ao vocábulo seu, é correto afirmar que
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