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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Observe atentamente as frases abaixo:
I. “Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para o ponto de ônibus.”
II. “Até as plantas pareciam ter vestido outro verde.”
III. “No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.”
IV. “No dia em que tudo deu certo na cidade...”
V. “... havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito.”
VI. “... quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido...”.
As palavras ou expressões destacadas acima traduzem, nos trechos, respectivamente, as ideias de
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Leia o trecho abaixo e responda a questão.
“Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!”
Na frase: “Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!”, podemos substituir a expressão destacada, sem que se altere o sentido do trecho, por
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Leia o trecho abaixo e responda a questão.
“Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!”
Com relação ao que nos informa o trecho acima, que é a conclusão do texto, constatamos que o/a
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Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
A expressão “Também pudera!”, que introduz o parágrafo 13, indica que as informações
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
O trecho: “O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho” nos informa sobre o agente que este estava
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Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Observe o trecho, para resolver o item a seguir.
“Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.”
Com relação às palavras (d)ali e lá, podemos afirmar que
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Observe o trecho, para resolver o item a seguir.
“Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.”
A palavra SE, no início do parágrafo, traduz ideia de
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Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Observe o trecho:
“- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.”
Sobre a informação aí contida, pode-se afirmar que, quanto à disposição de se praticar exercício físico, demonstra-se
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Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Quanto ao conteúdo do texto 1, é correto afirmar que as informações sobre
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Texto 1:
Um dia no Paraíso...Um dia em Piração
O trânsito de Paraíso amanheceu uma beleza! Quase ninguém saiu atrasado para o trabalho. E quem saiu atrasado resolveu, mesmo assim, dar mais importância à própria vida do que a alguns minutos de tempo perdido.
Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população. E os ônibus, então? Novinhos, limpinhos, tão bem conservados que dava até vontade de deixar o carro em casa e ir de coletivo. E foi isso que a população fez. Os automóveis ficaram na garagem e foi todo mundo para os pontos de ônibus.
O céu estava completamente azul. O ar, tão agradável, que muita gente resolveu ir a pé para o trabalho, só para aproveitar a caminhada respirando fundo e aproveitando a paisagem. Por falar em paisagem, que muros limpos, que calçadas asseadas, sem manchas ou buracos. Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.
Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam. E o lago do parque, limpinho e brilhante, formava um imenso espelho refletindo a beleza da cidade.
A população fazia os comentários mais engraçados:
- Que estranho, eu podia jurar que estava pegando um resfriado. De repente, estou respirando bem melhor!
- Olha, sabe que até me deu vontade de fazer umas boas caminhadas?
- Caminhadas? Eu vou é começar a correr. No fim do ano, com certeza, disputo a maratona.
As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso. Carro que suja o chão é carro que faz barulho, não dá outra! No dia em que tudo deu certo na cidade, nenhum carro sujou o ar, nenhum barulho doeu nos ouvidos.
Enquanto isso...
Se o dia amanheceu perfeito em Paraíso, na cidade de Piração, distante 150 quilômetros dali, acontecia o oposto. Este é um flagrante tirado pelo agente de trânsito de lá.
A piração corria solta na cidade. O agente não sabia pra que lado apitava ou qual gesto fazia. Tudo estava uma loucura, um perigo sem tamanho!
Também pudera! Em Piração, as ruas e as calçadas eram esburacadas, os ônibus quebravam o tempo todo de tão velhos, havia pouquíssimos agentes para organizar e fiscalizar o trânsito. As placas de sinalização estavam quebradas, os semáforos estavam queimados e as faixas de pedestre quase ninguém enxergava, pois a pintura tinha vencido há muito tempo.
A cidade – feia e maltratada – não oferecia transporte, segurança, educação ou lazer para a população. Enfim, Piração era uma piração!
As pessoas em Piração só pensavam em chegar logo ao seu destino. E só de imaginar que na volta para casa, ao final da tarde, passariam por tudo aquilo outra vez, tinham vontade de desistir e de ficar por ali mesmo.
Aquele barulho horrível, aquele cheiro de fumaça insuportável, aquele congestionamento interminável. Tinha que ter muita força de vontade pra sair de casa!
(Brasil. Departamento Nacional de Trânsito/ Texto adaptado de José Ricardo Moreira e Juciara Rodrigues; Ilustração de César Lobo. – Brasília: Ministério das Cidades, Denatran, 2008).
Observe as informações abaixo sobre a cidade de Paraíso:
I. “Naquele dia, não faltou transporte coletivo para a população.”
II. “Dava gosto andar em calçadas tão bem conservadas.”
III. “Até as plantas pareciam ter vestido outro verde, de tão vistosas que estavam.”
IV. “As pessoas, de tão encantadas com o ar puro, só perceberam depois como o trânsito estava mais silencioso.”
Quanto às informações acima, as que traduzem o sentido de que o estado atual da cidade decorre de uma mudança, de uma transformação, são
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