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IAUARETÊ E A ANTA
No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


Observe:
I. Amigos compartilham momentos, dão força.
II. Amigos sabem quando serão amigos.
III. Amizade é como ter um irmão.
IV. Amigos estão sempre lado a lado.
Marque a alternativa correta.
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IAUARETÊ E A ANTA
No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


A alternativa que melhor expressa o tema dos quadrinhos de Maurício de Souza (texto 2) é: que
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IAUARETÊ E A ANTA
No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


Pelo texto I, conclui-se que a solidariedade existe entre Iauaretê e a anta à medida que
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IAUARETÊ E A ANTA
No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


No penúltimo parágrafo, encontra-se o seguinte período: "A onça adorava ficar ali, olhando lá embaixo, bem ao longe, a aldeia do povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa pra ela."
Marque a alternativa em que a reescrita desse trecho permanece com o mesmo sentido originai.
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IAUARETÊ E A ANTA
No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


Marque a alternativa que não esteja de acordo com o texto:
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IAUARETÊ E A ANTA
No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


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Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisan4o com o horizonte. |
A onça adorava ficar ali, olhando lá embaixo, , bem ao longe, a aldeia do povo Kamdiurá, principalmente quando faziam festa pra ela. |
A leitura atenta dos fragmentos acima, retirados do texto 1, nos permite inferir que
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IAUARETÊ E A ANTA
No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


Leia o fragmento do texto, apresentado abaixo:
''Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa a confusão."
A alternativa em que a expressão "de mala e Cuia" é substituída e na qual é mantido o sentido do texto é:
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IAUARETÊ E A ANTA
No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas € janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou 0 lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


De acordo com o texto 1, Iaüaretê e a Anta se encontraram no
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No fim da trilha da cotia, no alto da floresta, tem uma Vista linda e boa para observar toda a mata e seus movimentos, Além disso, dava para ficar de olho na aldeia dos homens, bem no fundo, divisando com o horizonte. Foi lá que lauaretê teve a ideia de levantar uma tapera, uma pequena casinha, para morar.
— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para o telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e o telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


O texto 1 é uma narrativa e por isso, existem muitas expressões que indicam a passagem do tempo.
Marque a alternativa cuja palavra em destaque não expressa tempo.
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— Aqui será minha tapera. Daqui posso ver tudo. Os movimentos dos ventos e dos bichos, o cheiro da caça e dos homens chega aqui. Muito bom este lugar.
Capinou, depois de demarcar, fazendo xixi nos quatro cantos da área. Depois de muito trabalho resolveu voltar outro dia para continuar, para cercar a construção.
Uma anta que por ali passava, seguindo a trilha da cotia, chegou no alto e diante daquela vista maravilhosa disse:
— Que lugar maravilhoso para morar! E já capinado! Tupã está me ajudando! Vou tratar de cercar este lugar.
No dia seguinte, lauaretê, a onça-rei, ficou muito surpreso:
— Ó! Tupã está me ajudando! Já está cercado!
Então colocou as paredes, colocou as varas de guatambu para O telhado e disse:
— Amanhã termino a casa! Ponho portas e janelas nas quatro direções.
Quando a anta chegou, ficou maravilhada:
— Tupã está mesmo me ajudando!
Colocou toda feliz as portas e janelas e saiu feliz pensando talvez na decoração.
Iauaretê não teve dúvida de que Tupã estava do lado dele.
— Tupã está me ajudando mesmo! Já está tudo prontinho! Vou buscar minhas coisas e me mudar amanhã mesmo.
Na manhã seguinte, chegam os dois de mala e cuia e começa à confusão.
— Esta casa é minha, diz a onça. Eu limpei o terreno, coloquei as paredes e O telhado!!!
— Mas, dona onça, quem cercou o lugar, colocou as portas e janelas fui eu!
— Mas a casa é minha! — berrou a onça.
A anta mostra os dentes afiados e à briga começa. Até que, cansados de discussão, a anta faz uma proposta.
— Moraremos juntos e juntos construiremos outra casa, igual a esta, e um de nós se mudará quando a nova estiver pronta!
A onça adorava ficar ali, olhando em baixo, bem ao longe, a aldeia dá povo Kamaiurá, principalmente quando faziam festa para ela. Enquanto à construção da outra casa se dava, ela ouvia ao longe os cantos.
Assim foi feito. Aprenderam a solidariedade. Talvez seja isso que Tupã pretendia. Hoje em dia são vizinhos, embora um viva sempre prestando atenção no outro com toda a desconfiança de antas e onças que são.
(JECUPÉ, Kaká Werá. As fabulosas fábulas de Iauaretê: Kaká Werá Jecupé. São Paulo, Peirópoiis, 2007.)


Considerando as informações explícitas no primeiro parágrafo do texto I, é correto afirmar que o autor
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