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TEXTO 7 (refere-se à questão)
Casa de Vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não. Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto, é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no fim de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
- Primeiro andar! Roupas e bonecas. Segundo andar! Balas de goma, móveis e crianças perdidas…
A parede da sala é transformada em galeria de arte com pinturas emolduradas em fita crepe e, o tapete, em tablado de exposição de botões raros, que jamais combinariam com qualquer roupa normal.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
- Hã? Como assim? Pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
- Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
- Pisei? Pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
- Não!
- Pisei? Insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
- Não!
Ouço um barulho de chaves. Vovó chega, cansada, do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
- Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? Convido-a.
- Agora, não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
- Pisei?
- Pisei?
- Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, a minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
- Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
- O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
- E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado…
- Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim.
A partir da leitura do texto 07, Casa de Vô, do trecho “Daí, o guarda-roupa dela vira elevador. Basta eu entrar e me sentar nas caixas de sapatos para vovô encostar as portas e, como ascensorista, anunciar”, é possível inferir que a palavra sublinhada significa o profissional que:
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TEXTO 7 (refere-se à questão)
Casa de Vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não. Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto, é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no fim de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Daí, o guarda-roupa dela vira elevador. Basta eu entrar e me sentar nas caixas de sapatos para vovô encostar as portas e, como ascensorista, anunciar:
- Primeiro andar! Roupas e bonecas. Segundo andar! Balas de goma, móveis e crianças perdidas…
A parede da sala é transformada em galeria de arte com pinturas emolduradas em fita crepe e, o tapete, em tablado de exposição de botões raros, que jamais combinariam com qualquer roupa normal.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
- Hã? Como assim? Pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
- Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
- Pisei? Pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
- Não!
- Pisei? Insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
- Não!
Ouço um barulho de chaves. Vovó chega, cansada, do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
- Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? Convido-a.
- Agora, não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
- Pisei?
- Pisei?
- Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, a minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
- Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
- O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
- E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado…
- Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim.
A partir da leitura do texto 07, Casa de Vô, assinale a alternativa correta no que se refere ao foco narrativo do conto.
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TEXTO 7 (refere-se à questão)
Casa de Vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não. Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto, é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no fim de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Daí, o guarda-roupa dela vira elevador. Basta eu entrar e me sentar nas caixas de sapatos para vovô encostar as portas e, como ascensorista, anunciar:
A parede da sala é transformada em galeria de arte com pinturas emolduradas em fita crepe e, o tapete, em tablado de exposição de botões raros, que jamais combinariam com qualquer roupa normal.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
- Hã? Como assim? Pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
- Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
- Pisei? Pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
- Não!
- Pisei? Insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
- Não!
Ouço um barulho de chaves. Vovó chega, cansada, do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
- Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? Convido-a.
- Agora, não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
- Pisei?
- Pisei?
- Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, a minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
- Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
- O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
- E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado…
- Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim.
As reticências empregadas no trecho “Primeiro andar! Roupas e bonecas. Segundo andar! Balas de goma, móveis e crianças perdidas...”, (linha 10) justificam-se, pois indicam:
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TEXTO 7 (refere-se à questão)
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não. Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto, é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no fim de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Daí, o guarda-roupa dela vira elevador. Basta eu entrar e me sentar nas caixas de sapatos para vovô encostar as portas e, como ascensorista, anunciar:
- Primeiro andar! Roupas e bonecas. Segundo andar! Balas de goma, móveis e crianças perdidas…
A parede da sala é transformada em galeria de arte com pinturas emolduradas em fita crepe e, o tapete, em tablado de exposição de botões raros, que jamais combinariam com qualquer roupa normal.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
- Hã? Como assim? Pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
- Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
- Pisei? Pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
- Não!
- Pisei? Insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
- Não!
Ouço um barulho de chaves. Vovó chega, cansada, do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
- Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? Convido-a.
- Agora, não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
- Pisei?
- Pisei?
- Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, a minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
- Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
- O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
- E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado…
- Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim.
No texto 07, Casa de Vô, a brincadeira inventada pelo avô termina de uma forma especial. O objetivo do avô, ao deixar os papéis serem levados pelo vento, era:
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TEXTO 6 (refere-se à questão)

A partir da leitura do texto acima, assinale a alternativa que apresenta a relação de causa e consequência presente na tirinha.
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TEXTO 6 (refere-se à questão)

A partir da leitura do texto acima e da interpretação dos elementos verbais e não verbais presentes na tirinha, é correto afirmar que o efeito de humor da tira de Armandinho está contido:
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TEXTO 5 (refere-se a questão)
Pluralidade da Cultura Brasileira
Brasil de colorido intenso, vibrante,
Dos povos variados fiéis às raças.
Branco, preto, mulato, pardo
Trouxe em cada cultura saber e graça.
Unidos num só dialeto, o português.
Em cada conhecimento uma criação,
Elevando o país, espalhando emoção.
Transmite de geração a geração,
Um tributo nato das habilidades.
Saberes nas artes, crenças, religião.
Leva na bagagem sonhos, liberdades.
A pluralidade da cultura brasileira,
Vemos na garra da gente guerreira.
O antônimo da palavra destacada no verso “Em cada aprendizado nato à altivez” (verso 07) é:
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TEXTO 5 (refere-se a questão)
Pluralidade da Cultura Brasileira
Brasil de colorido intenso, vibrante,
Dos povos variados fiéis às raças.
Trouxe em cada cultura saber e graça.
Unidos num só dialeto, o português.
Em cada conhecimento uma criação,
Em cada aprendizado nato à altivez,
Elevando o país, espalhando emoção.
Transmite de geração a geração,
Um tributo nato das habilidades.
Saberes nas artes, crenças, religião.
Leva na bagagem sonhos, liberdades.
A pluralidade da cultura brasileira,
Vemos na garra da gente guerreira.
A vírgula empregada no trecho “Branco, preto, mulato, pardo” (1ª estrofe) tem a função de
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TEXTO 5 (refere-se a questão)
Brasil de colorido intenso, vibrante,
Dos povos variados fiéis às raças.
Branco, preto, mulato, pardo
Trouxe em cada cultura saber e graça.
Unidos num só dialeto, o português.
Em cada conhecimento uma criação,
Em cada aprendizado nato à altivez,
Elevando o país, espalhando emoção.
Transmite de geração a geração,
Um tributo nato das habilidades.
Saberes nas artes, crenças, religião.
Leva na bagagem sonhos, liberdades.
A pluralidade da cultura brasileira,
Vemos na garra da gente guerreira.
Com base na leitura do poema “Pluralidade da Cultura Brasileira”, é correto afirmar que:
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TEXTO 4 (refere-se a questão)
Cada um do seu jeito
[...] Nem sempre é fácil a gente se enturmar quando chega a um grupo diferente.
Provavelmente você mesmo já achou um colega diferente porque ele vinha de outra cidade, tinha cabelo colorido, falava de outro jeito ou detestava futebol. Então é bom saber que essa pessoa pode, sim, se tornar um amigão. Na verdade, todo mundo é diferente. Uns gostam de macarrão, outros adoram hambúrguer. Há os feras em esportes, os que sabem tudo de Matemática ou de Artes. Tem gente que só gosta de roupa roxa, outros preferem preto e tem até quem só saia de casa com estampa de bolinha.
Isso sem falar nas diferenças físicas. Uns são altos, outros, baixos. Existe gente de olhos puxados, cabelo liso, de cabelo enrolado, de cabelo crespo ... Mesmo com tantas variações, somos todos da mesma espécie e temos muita coisa em comum.
Você sabia que...
O uso da vírgula presente no trecho “No Brasil, é crime discriminar alguém por causa de sua raça, cor, religião ou nacionalidade?” justifica-se por
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