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Foram encontradas 24 questões.

2987841 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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Qual a fração equivalente dada pela fórmula: !$ \dfrac {\large{mdc (15 ,10) \over mmc(15, 10)}} {D (15)} !$, onde:

mdc (15, 10) é o máximo divisor comum entre 15 e 10.

mmc (15, 10) é o mínimo múltiplo comum entre 15 e 10.

D (15) é a quantidade de números que são divisores de 15.

 

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2987840 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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A Antártica, também chamada de Continente Branco, alcança, no inverno, extensão territorial de 30 milhões de quilômetros quadrados (30 mi km2). Esse território é 15 vezes o tamanho do México. Por sua vez, o México tem extensão territorial 5 vezes menor que o Canadá, que possui praticamente o triplo da extensão territorial da Índia. Se a extensão territorial da Antártica, no verão, é aproximadamente 4,25 vezes o tamanho da Índia, qual razão melhor define a relação entre o verão e o inverno do Continente Branco?

 

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2987839 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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ESFRIAMENTO GLOBAL

QUANTO TEMPO DUROU A ÚLTIMA ERA DO GELO?

PERGUNTA AO LEITOR

Vinícius Rodrigues, FLORIANÓPOLIS, SC

Texto adaptado de Amanda Campos. Mundo Estranho, nº 8. P. 52. Editora Abril.

Enunciado 3361803-1

Apesar de ser difícil determinar um número exato, sabe-se que ela ocorreu há cerca de 60 milhões de anos, no período conhecido como terciário Superior da Era Cenozoica. A era glacial atingiu o ápice há 25 milhões de anos, e a temperatura só começou a subir aproximadamente 14 milhões de anos mais tarde.

O gelo dominou o planeta depois que grandes meteoritos atingiram a superfície terrestre, levantando uma densa camada de poeira que impediu os raios de sol de chegarem à Terra. Por causa disso, a temperatura média do planeta caiu de 15 ºC para 10 ºC, variação suficiente para eliminar grande parte da fauna e da flora. Sobreviveram animais que não tinham dificuldade de locomoção, como as aves, e espécies com grande quantidade de gordura no corpo, caso dos mamutes e dos tigres-dentes-de-sabre (não por acaso, estrelas da franquia de filmes A Era do Gelo).

Com base nas informações contidas no trecho do texto “Por causa disso, a temperatura média do planeta caiu de 15 ºC para 10 ºC, variação suficiente para eliminar grande parte da fauna e da flora”, assinale a alternativa que substitui o termo “por causa disso” sem alterar o sentido

 

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2987838 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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ESFRIAMENTO GLOBAL

QUANTO TEMPO DUROU A ÚLTIMA ERA DO GELO?

PERGUNTA AO LEITOR

Vinícius Rodrigues, FLORIANÓPOLIS, SC

Texto adaptado de Amanda Campos. Mundo Estranho, nº 8. P. 52. Editora Abril.

Enunciado 3361802-1

Apesar de ser difícil determinar um número exato, sabe-se que ela ocorreu há cerca de 60 milhões de anos, no período conhecido como terciário Superior da Era Cenozoica. A era glacial atingiu o ápice há 25 milhões de anos, e a temperatura só começou a subir aproximadamente 14 milhões de anos mais tarde.

O gelo dominou o planeta depois que grandes meteoritos atingiram a superfície terrestre, levantando uma densa camada de poeira que impediu os raios de sol de chegarem à Terra. Por causa disso, a temperatura média do planeta caiu de 15 ºC para 10 ºC, variação suficiente para eliminar grande parte da fauna e da flora. Sobreviveram animais que não tinham dificuldade de locomoção, como as aves, e espécies com grande quantidade de gordura no corpo, caso dos mamutes e dos tigres-dentes-de-sabre (não por acaso, estrelas da franquia de filmes A Era do Gelo).

Relendo o trecho do texto “Apesar de ser difícil determinar um número exato, sabe-se que ela ocorreu há cerca de 60 milhões de anos, no período conhecido como terciário Superior da Era Cenozoica” é possível afirmar que “ela” substitui o termo

 

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2987837 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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Texto 1

COMO OS ICEBERGS SE QUEBRAM?

De forma simples, icebergs descongelam. No processo, geralmente se partem e quebram em muitos pedaços criando um caminho de pequenos pedaços flutuantes, podendo formar um círculo ao seu redor. Em geral, icebergs derretem mais rapidamente na altura da superfície da água devido à ação das ondas.

A entrada que se forma na superfície da água induz a quebra de blocos que estão pendentes acima ou mesmo submersos. As velocidades de derretimento e de quebra mudam com a água e a temperatura. Um grande iceberg, por exemplo, pode levar mais de 90 dias para se deteriorar completamente quando a temperatura da água for cerca de 0 ºC, enquanto o mesmo iceberg poderia durar apenas 11 dias na água a 10 graus.

Enunciado 3361801-1

Texto adaptado. Original disponível em:<www2bioqmed.ufrj.br/ciência/Bruneau.htm>.Acesso em: 17 de ago.2015 / Imagem: pixabay.com. Acesso em 17 de Ago de 2020.

Texto 2

ESFRIAMENTO GLOBAL
QUANTO TEMPO DUROU A ÚLTIMA ERA DO GELO?

PERGUNTA AO LEITOR
Vinícius Rodrigues, FLORIANÓPOLIS, SC
Texto adaptado de Amanda Campos. Mundo Estranho, nº 8. P. 52. Editora Abril.

Enunciado 3361801-2

Apesar de ser difícil determinar um número exato, sabe-se que ela ocorreu há cerca de 60 milhões de anos, no período conhecido como terciário Superior da Era Cenozoica. A era glacial atingiu o ápice há 25 milhões de anos, e a temperatura só começou a subir aproximadamente 14 milhões de anos mais tarde.

O gelo dominou o planeta depois que grandes meteoritos atingiram a superfície terrestre, levantando uma densa camada de poeira que impediu os raios de sol de chegarem à Terra. Por causa disso, a temperatura média do planeta caiu de 15 ºC para 10 ºC, variação suficiente para eliminar grande parte da fauna e da flora. Sobreviveram animais que não tinham dificuldade de locomoção, como as aves, e espécies com grande quantidade de gordura no corpo, caso dos mamutes e dos tigres-dentes-de-sabre (não por acaso, estrelas da franquia de filmes A Era do Gelo).

Ao compararmos os textos 1 “ Como os icebergs se quebram? ” e o texto 2 “ Esfriamento global – quanto tempo durou a última era do gelo?”, podemos afirmar que

 

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2987836 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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COMO OS ICEBERGS SE QUEBRAM?

De forma simples, icebergs descongelam. No processo, geralmente se partem e quebram em muitos pedaços criando um caminho de pequenos pedaços flutuantes, podendo formar um círculo ao seu redor. Em geral, icebergs derretem mais rapidamente na altura da superfície da água devido à ação das ondas.

A entrada que se forma na superfície da água induz a quebra de blocos que estão pendentes acima ou mesmo submersos. As velocidades de derretimento e de quebra mudam com a água e a temperatura. Um grande iceberg, por exemplo, pode levar mais de 90 dias para se deteriorar completamente quando a temperatura da água for cerca de 0 ºC, enquanto o mesmo iceberg poderia durar apenas 11 dias na água a 10 graus.

Enunciado 3361800-1

Texto adaptado. Original disponível em:<www2bioqmed.ufrj.br/ciência/Bruneau.htm>.Acesso em: 17 de ago.2015 / Imagem: pixabay.com. Acesso em 17 de Ago de 2020.

Após refletir sobre as curiosidades apontadas pelo texto, assinale a alternativa que descreve o efeito da ação das ondas nos icebergs.

 

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2987834 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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COMO OS ICEBERGS SE QUEBRAM?

De forma simples, icebergs descongelam. No processo, geralmente se partem e quebram em muitos pedaços criando um caminho de pequenos pedaços flutuantes, podendo formar um círculo ao seu redor. Em geral, icebergs derretem mais rapidamente na altura da superfície da água devido à ação das ondas.

A entrada que se forma na superfície da água induz a quebra de blocos que estão pendentes acima ou mesmo submersos. As velocidades de derretimento e de quebra mudam com a água e a temperatura. Um grande iceberg, por exemplo, pode levar mais de 90 dias para se deteriorar completamente quando a temperatura da água for cerca de 0 ºC, enquanto o mesmo iceberg poderia durar apenas 11 dias na água a 10 graus.

Enunciado 3361798-1

Texto adaptado. Original disponível em:<www2bioqmed.ufrj.br/ciência/Bruneau.htm>.Acesso em: 17 de ago.2015 / Imagem: pixabay.com. Acesso em 17 de Ago de 2020.

Com base nas informações do texto, pode-se afirmar que o derretimento dos icebergs ocorre de forma mais rápida

 

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2987833 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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COMO OS ICEBERGS SE QUEBRAM?

De forma simples, icebergs descongelam. No processo, geralmente se partem e quebram em muitos pedaços criando um caminho de pequenos pedaços flutuantes, podendo formar um círculo ao seu redor. Em geral, icebergs derretem mais rapidamente na altura da superfície da água devido à ação das ondas.

A entrada que se forma na superfície da água induz a quebra de blocos que estão pendentes acima ou mesmo submersos. As velocidades de derretimento e de quebra mudam com a água e a temperatura. Um grande iceberg, por exemplo, pode levar mais de 90 dias para se deteriorar completamente quando a temperatura da água for cerca de 0 ºC, enquanto o mesmo iceberg poderia durar apenas 11 dias na água a 10 graus.

Enunciado 3361797-1

Texto adaptado. Original disponível em:<www2bioqmed.ufrj.br/ciência/Bruneau.htm>.Acesso em: 17 de ago.2015 / Imagem: pixabay.com. Acesso em 17 de Ago de 2020.

Todo texto possui uma intenção comunicativa. Considerando-se o texto “ Como os icebergs se quebram”, assinale a alternativa que apresenta corretamente a finalidade do texto.

 

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2987832 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. São Paulo
Orgão: Col.Mil. São Paulo
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FÉRIAS NA ANTÁRTICA

Nascemos numa família que gosta de viajar de barco, e muito. Crescemos enquanto nosso pai construía um novo veleiro, o Parati 2. Pessoas que nunca tinham visto um barco antes também participaram da sua construção, que aconteceu devagar, longe do mar e com muito esforço. Quando ficou pronto [A], tornou-se famoso pelas viagens que fez e por ser um dos barcos mais modernos do mundo. Nossa mãe sabia que o barco era seguro e que poderia levar toda a nossa família. Então, pediu para irmos todos juntos numa próxima vez e nosso pai concordou! Ficamos felizes porque, finalmente, não ficaríamos na areia da praia dando tchau.

“ Partimos para uma longa viagem e deixamos nossos avós com saudades. Viajamos para um lugar que muitas pessoas nem imaginam como é. Para chegarmos lá, balançamos para cima e para baixo, para um lado e para o outro, com movimentos nem um pouco agradáveis, nada parecidos com os que experimentamos em terra firme. ”

Fomos para um continente que não tem dono, bandeira ou hino, onde sentimos temperaturas abaixo de zero. Dizem que ali é tudo branco e sóítem gelo, mas enquanto viajávamos fomos descobrindo muitas cores e diferentes tons de branco. Sempre nos perguntam [B]: "O que vocês fazem lá?" "Tudo!" é a nossa resposta. É um lugar muito especial chamado Antártica. E por que é tão especial assim?

Quando deixamos a América do Sul rumo à Antártica, passamos pelo extremo sul do continente americano, o famoso cabo Horn. A partir dali, navegamos pelo estreito de Drake. Com muito mar pela frente, estamos sempre acompanhados por muitas aves marinhas, principalmente petréis e albatrozes.

Conforme nos aproximamos da Antártica [C], a água vai esfriando, ficando mais densa e o alimento começa a ficar mais concentrado, atraindo um número maior de animais. É como se entrássemos num enorme carrossel de animais e icebergs que flutuam em volta do continente antártico. Esse cinturão azul que abraça o continente é chamado de Convergência Antártica. Ali sabemos que estamos mais perto do nosso destino [D] do que de casa e temos a sensação de que a viagem dos nossos sonhos está acontecendo.

Depois de cruzarmos o Drake – que é a parte chata porque todo mundo passa mal no barco –, nossa ansiedade aumenta ainda mais. Alguns sinais indicam que finalmente estamos chegando: não vemos mais albatrozes no céu, sentimos o vento gelado no rosto e não dá mais para ir do lado de fora sem luvas e gorros. Começamos a ver grupos de pinguins saltando para fora da água e focas se exibindo no mar.

Quando nosso pai diz que jáíé possível encontrar um iceberg no caminho, a gente fica mais tempo do lado de fora do barco fazendo companhia para ele no frio. Achamos que ele gosta de sentir frio. Nós gostamos sóíum pouquinho e logo queremos voltar para o calor da cabine. Mas como esse é um momento especial [E], temos um combinado no barco: quem avistar o primeiro iceberg da viagem ganha um prêmio. Assim, a gente sente coragem de ficar mais tempo no frio! [...]

Quanto mais nos aproximamos da Antártica, maior é o número de icebergs. Eles vão surgindo, com formatos e tamanhos diferentes. O que varia bastante também são as cores. É, as cores! Dependendo da posição do sol, das condições climáticas do dia, do tamanho do iceberg, da largura da parede de gelo, da densidade e de outros elementos, um iceberg pode ser muito diferente do outro.

Mesmo de longe, eles são muito diferentes. Não são apenas blocos de gelo. Cada um é único. São tons de branco, cinza, azul e verde muito diferentes dos que estamos acostumados a ver no Brasil. Leva um tempo para gente se acostumar. A água vai batendo pouco a pouco no iceberg e o gelo vai se moldando, sendo esculpido em pontas, rampas, pequenas piscinas e cavernas. Formam-se até pontas de gelo que lembram estalactites, que a gente pode pegar com as mãos e brincar de "picolés de gelo"!

Muita gente conhece a frase "isso é apenas a ponta do iceberg", que usamos para dizer que tem muito mais do que parece em alguma coisa. Isso acontece porque a parte do iceberg que está acima do mar corresponde a apenas 30% do seu total; o resto está submerso. Esse fato também é conhecido, mas ver icebergs ao vivo nos leva a pensar em coisas que nem todo mundo pensa: quando um iceberg derrete, ele vai subindo ou capota e mostra a parte que estava debaixo d'água? [...]

KLINK. Laura; KLINK, Tamara; KLINK, Marininha. Férias na Antártica. São Paulo: Grão, 2010.

Vocabulário:

Drake (passagem ou estreito de Drake): porção de mar situada entre a América do Sul e a Antártica, conhecida pelas difíceis condições meteorológicas do mar.

Petréis: é a designação comum a várias espécies de aves.

Albatrozes: maiores aves voadoras do mundo.

Na construção textual, há elementos e expressões que estabelecem uma relação harmônica no sentido do texto. Desta forma, assinale a alternativa em que a relação entre a palavra ou expressão em destaque e sua intenção comunicativa está correta.

 

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2987831 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. São Paulo
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FÉRIAS NA ANTÁRTICA

Nascemos numa família que gosta de viajar de barco, e muito. Crescemos enquanto nosso pai construía um novo veleiro, o Parati 2. Pessoas que nunca tinham visto um barco antes também participaram da sua construção, que aconteceu devagar, longe do mar e com muito esforço. Quando ficou pronto, tornou-se famoso pelas viagens que fez e por ser um dos barcos mais modernos do mundo. Nossa mãe sabia que o barco era seguro e que poderia levar toda a nossa família. Então, pediu para irmos todos juntos numa próxima vez e nosso pai concordou! Ficamos felizes porque, finalmente, não ficaríamos na areia da praia dando tchau.

“ Partimos para uma longa viagem e deixamos nossos avós com saudades. Viajamos para um lugar que muitas pessoas nem imaginam como é. Para chegarmos lá, balançamos para cima e para baixo, para um lado e para o outro, com movimentos nem um pouco agradáveis, nada parecidos com os que experimentamos em terra firme. ”

Fomos para um continente que não tem dono, bandeira ou hino, onde sentimos temperaturas abaixo de zero. Dizem que ali é tudo branco e sóítem gelo, mas enquanto viajávamos fomos descobrindo muitas cores e diferentes tons de branco. Sempre nos perguntam: "O que vocês fazem lá?" "Tudo!" é a nossa resposta. É um lugar muito especial chamado Antártica. E por que é tão especial assim?

Quando deixamos a América do Sul rumo à Antártica, passamos pelo extremo sul do continente americano, o famoso cabo Horn. A partir dali, navegamos pelo estreito de Drake. Com muito mar pela frente, estamos sempre acompanhados por muitas aves marinhas, principalmente petréis e albatrozes.

Conforme nos aproximamos da Antártica, a água vai esfriando, ficando mais densa e o alimento começa a ficar mais concentrado, atraindo um número maior de animais. É como se entrássemos num enorme carrossel de animais e icebergs que flutuam em volta do continente antártico. Esse cinturão azul que abraça o continente é chamado de Convergência Antártica. Ali sabemos que estamos mais perto do nosso destino do que de casa e temos a sensação de que a viagem dos nossos sonhos está acontecendo.

Depois de cruzarmos o Drake – que é a parte chata porque todo mundo passa mal no barco –, nossa ansiedade aumenta ainda mais. Alguns sinais indicam que finalmente estamos chegando: não vemos mais albatrozes no céu, sentimos o vento gelado no rosto e não dá mais para ir do lado de fora sem luvas e gorros. Começamos a ver grupos de pinguins saltando para fora da água e focas se exibindo no mar.

Quando nosso pai diz que jáíé possível encontrar um iceberg no caminho, a gente fica mais tempo do lado de fora do barco fazendo companhia para ele no frio. Achamos que ele gosta de sentir frio. Nós gostamos sóíum pouquinho e logo queremos voltar para o calor da cabine. Mas como esse é um momento especial, temos um combinado no barco: quem avistar o primeiro iceberg da viagem ganha um prêmio. Assim, a gente sente coragem de ficar mais tempo no frio! [...]

Quanto mais nos aproximamos da Antártica, maior é o número de icebergs. Eles vão surgindo, com formatos e tamanhos diferentes. O que varia bastante também são as cores. É, as cores! Dependendo da posição do sol, das condições climáticas do dia, do tamanho do iceberg, da largura da parede de gelo, da densidade e de outros elementos, um iceberg pode ser muito diferente do outro.

Mesmo de longe, eles são muito diferentes. Não são apenas blocos de gelo. Cada um é único. São tons de branco, cinza, azul e verde muito diferentes dos que estamos acostumados a ver no Brasil. Leva um tempo para gente se acostumar. A água vai batendo pouco a pouco no iceberg e o gelo vai se moldando, sendo esculpido em pontas, rampas, pequenas piscinas e cavernas. Formam-se até pontas de gelo que lembram estalactites, que a gente pode pegar com as mãos e brincar de "picolés de gelo"!

Muita gente conhece a frase "isso é apenas a ponta do iceberg", que usamos para dizer que tem muito mais do que parece em alguma coisa. Isso acontece porque a parte do iceberg que está acima do mar corresponde a apenas 30% do seu total; o resto está submerso. Esse fato também é conhecido, mas ver icebergs ao vivo nos leva a pensar em coisas que nem todo mundo pensa: quando um iceberg derrete, ele vai subindo ou capota e mostra a parte que estava debaixo d'água? [...]

KLINK. Laura; KLINK, Tamara; KLINK, Marininha. Férias na Antártica. São Paulo: Grão, 2010.

Vocabulário:

Drake (passagem ou estreito de Drake): porção de mar situada entre a América do Sul e a Antártica, conhecida pelas difíceis condições meteorológicas do mar.

Petréis: é a designação comum a várias espécies de aves.

Albatrozes: maiores aves voadoras do mundo.

Observe o emprego da palavra quanto no trecho “Quanto mais nos aproximamos da Antártica, maior é o número de icebergs”. Assinale a alternativa que expressa a ideia que lhe foi atribuída.

 

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