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Leia o texto IV e responda a questão.
TEXTO IV


(RODRIGUES, Naiana Roberta Dias. As contribuições dos jogos tradicionais
para o desenvolvimento integral da criança. Disponível em: <http://www.efdeportes.com/efd168/jogos-tradicionais-para-odesenvolvimento-
integral.htm>. Acesso em: 15 set. 2017. Adaptado.)
O texto IV é composto por dois gráficos. Quando se compara o primeiro gráfico, “Nível de interesse dos alunos por atividades que envolvam os jogos tradicionais”, com o segundo, “Brincadeiras praticadas pelas crianças no intervalo”, percebe-se que o
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Sítio do Picapau Amarelo é um conjunto de histórias de fantasia escrito pelo autor brasileiro Monteiro Lobato. O cenário principal é o sítio onde vive Dona Benta, uma senhora com mais de sessenta anos, em companhia de sua neta Lúcia, ou Narizinho. A neta Narizinho tem como amiga inseparável uma boneca de pano velho chamada Emília. No decorrer das histórias, Emília começou a falar e a agir como uma criança de verdade. Durante as férias escolares e em outros períodos, Pedrinho, primo de Narizinho, passa temporadas no Sítio do Picapau Amarelo. Juntos, eles desfrutam de várias aventuras com muitos outros personagens, destacando-se o Visconde de Sabugosa, um sábio boneco de sabugo de milho.
Leia o texto I, ambientado no Sítio do Picapau Amarelo, e responda a questão.
TEXTO I
O MÊS DE ABRIL
Era em abril, o mês do dia de anos de Pedrinho e por todos considerado o melhor mês do ano. Por quê? Porque não é frio nem quente e não é mês das águas e nem de seco ─ tudo na conta certa! E, por causa disso, inventaram lá no Sítio do Picapau Amarelo uma grande novidade: as férias de lagarto.A)
─ Que história é essa?
Uma história muito interessante. Já que o mês de abril é o mais agradável de todos, escolheram-no para o grande “repouso anual” ─ o mês inteiro sem fazer nada, parados, cochilando como lagarto ao sol! Sem fazer nada é um modo de dizer, pois que eles ficavam fazendo uma coisa agradabilíssima: vivendo!B) Só isso. Aproveitando o prazer de viver...
─ Sim ─ dizia Dona Benta ─ porque a maior parte da vida nós a passamos entretidos em tanta coisa, a fazer isto e aquilo, a pular daqui para ali, que não temos tempo de aproveitar o prazer de viver. Vamos vivendo sem prestar atenção na vida e, portanto, sem aproveitar o prazer de viver à moda dos lagartos. Já repararam como os lagartos ficam horas e horas imóveis ao sol, de olhos fechados, vivendo, aproveitando o prazer de viver ─ só, sem mistura?
E era muito engraçada a organização que davam ao mês de abril lá no sítio.C) Com antecedência, resolviam todos os casos que tinham de ser resolvidos, acumulavam coisas de comer das que não precisam de fogão ─ queijo, fruta, biscoito etc., botavam um letreiro na porteira do sítio:D)
A família está ausente.D)
Só volta no mês de maio.D)
E, depois de tudo muito bem arrumado e pensado, caíam no repouso.
Era proibido fazer qualquer coisa. [...] Todos vivendo ─ só isso! Vivendo biologicamente, como dizia o Visconde.
Mas a necessidade de agitação é muito forte nas crianças, de modo que aqueles “abris de lagarto” tinham duração curta.D) Para Emília, a mais irrequieta de todos, duravam no máximo dois dias. Era ela sempre o primeiro lagarto a acordar e correr para o quintal a fim de “desenferrujar as pernas”. Depois vinha fazer cócegas com uma flor de capim nas ventas de Narizinho e Pedrinho ─ e esses dois lagartos também se espreguiçavam e iam desenferrujar as pernas.
(LOBATO, Monteiro. O mês de abril. In: . Obra infantil completa. Vol. 3. São Paulo: Brasiliense. Adaptado.)
Há, no contexto do texto I, um ato de esperteza das pessoas do sítio para promover o sucesso da brincadeira. Podemos perceber esse ato na passagem:
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Em uma prova de corrida, Maria completou, nos primeiros 10 minutos de prova, !$ \large{3 \over 11} !$ da distância a ser percorrida. Nos 15 minutos seguintes, percorreu mais !$ \large{2 \over 5} !$ da distância total, e nos 5 minutos seguintes de prova, !$ \large{1 \over 10} !$ da distância total. Que fração da prova ela falta percorrer após a primeira meia hora da 10 prova?
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O perímetro da figura abaixo, em milímetros, é:

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Sítio do Picapau Amarelo é um conjunto de histórias de fantasia escrito pelo autor brasileiro Monteiro Lobato. O cenário principal é o sítio onde vive Dona Benta, uma senhora com mais de sessenta anos, em companhia de sua neta Lúcia, ou Narizinho. A neta Narizinho tem como amiga inseparável uma boneca de pano velho chamada Emília. No decorrer das histórias, Emília começou a falar e a agir como uma criança de verdade. Durante as férias escolares e em outros períodos, Pedrinho, primo de Narizinho, passa temporadas no Sítio do Picapau Amarelo. Juntos, eles desfrutam de várias aventuras com muitos outros personagens, destacando-se o Visconde de Sabugosa, um sábio boneco de sabugo de milho.
Leia o texto I, ambientado no Sítio do Picapau Amarelo, e responda a questão.
TEXTO I
O MÊS DE ABRIL
Era em abril, o mês do dia de anos de Pedrinho e por todos considerado o melhor mês do ano. Por quê? Porque não é frio nem quente e não é mês das águas e nem de seco ─ tudo na conta certa! E, por causa disso, inventaram lá no Sítio do Picapau Amarelo uma grande novidade: as férias de lagarto.
─ Que história é essa?
Uma história muito interessante. Já que o mês de abril é o mais agradável de todos, escolheram-no para o grande “repouso anual” ─ o mês inteiro sem fazer nada, parados, cochilando como lagarto ao sol! Sem fazer nada é um modo de dizer, pois que eles ficavam fazendo uma coisa agradabilíssima: vivendo! Só isso. Aproveitando o prazer de viver...
─ Sim ─ dizia Dona Benta ─ porque a maior parte da vida nós a passamos entretidos em tanta coisa, a fazer isto e aquilo, a pular daqui para ali, que não temos tempo de aproveitar o prazer de viver. Vamos vivendo sem prestar atenção na vida e, portanto, sem aproveitar o prazer de viver à moda dos lagartos. Já repararam como os lagartos ficam horas e horas imóveis ao sol, de olhos fechados, vivendo, aproveitando o prazer de viver ─ só, sem mistura?
E era muito engraçada a organização que davam ao mês de abril lá no sítio. Com antecedência, resolviam todos os casos que tinham de ser resolvidos, acumulavam coisas de comer das que não precisam de fogão ─ queijo, fruta, biscoito etc., botavam um letreiro na porteira do sítio:
A família está ausente.
Só volta no mês de maio.
E, depois de tudo muito bem arrumado e pensado, caíam no repouso.
Era proibido fazer qualquer coisa. [...] Todos vivendo ─ só isso! Vivendo biologicamente, como dizia o Visconde.
Mas a necessidade de agitação é muito forte nas crianças, de modo que aqueles “abris de lagarto” tinham duração curta. Para Emília, a mais irrequieta de todos, duravam no máximo dois dias. Era ela sempre o primeiro lagarto a acordar e correr para o quintal a fim de “desenferrujar as pernas”. Depois vinha fazer cócegas com uma flor de capim nas ventas de Narizinho e Pedrinho ─ e esses dois lagartos também se espreguiçavam e iam desenferrujar as pernas.
(LOBATO, Monteiro. O mês de abril. In: . Obra infantil completa. Vol. 3. São Paulo: Brasiliense. Adaptado.)
De acordo com o narrador do texto I, todos consideram o mês de abril o melhor do ano porque
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Sítio do Picapau Amarelo é um conjunto de histórias de fantasia escrito pelo autor brasileiro Monteiro Lobato. O cenário principal é o sítio onde vive Dona Benta, uma senhora com mais de sessenta anos, em companhia de sua neta Lúcia, ou Narizinho. A neta Narizinho tem como amiga inseparável uma boneca de pano velho chamada Emília. No decorrer das histórias, Emília começou a falar e a agir como uma criança de verdade. Durante as férias escolares e em outros períodos, Pedrinho, primo de Narizinho, passa temporadas no Sítio do Picapau Amarelo. Juntos, eles desfrutam de várias aventuras com muitos outros personagens, destacando-se o Visconde de Sabugosa, um sábio boneco de sabugo de milho.
Leia o texto I, ambientado no Sítio do Picapau Amarelo, e responda a questão.
TEXTO I
O MÊS DE ABRIL
Era em abril, o mês do dia de anos de Pedrinho e por todos considerado o melhor mês do ano. Por quê? Porque não é frio nem quente e não é mês das águas e nem de seco ─ tudo na conta certa! E, por causa disso, inventaram lá no Sítio do Picapau Amarelo uma grande novidade: as férias de lagarto.
─ Que história é essa?
Uma história muito interessante. Já que o mês de abril é o mais agradável de todos, escolheram-no para o grande “repouso anual” ─ o mês inteiro sem fazer nada, parados, cochilando como lagarto ao sol! Sem fazer nada é um modo de dizer, pois que eles ficavam fazendo uma coisa agradabilíssima: vivendo! Só isso. Aproveitando o prazer de viver...
─ Sim ─ dizia Dona Benta ─ porque a maior parte da vida nós a passamos entretidos em tanta coisa, a fazer isto e aquilo, a pular daqui para ali, que não temos tempo de aproveitar o prazer de viver. Vamos vivendo sem prestar atenção na vida e, portanto, sem aproveitar o prazer de viver à moda dos lagartos. Já repararam como os lagartos ficam horas e horas imóveis ao sol, de olhos fechados, vivendo, aproveitando o prazer de viver ─ só, sem mistura?
E era muito engraçada a organização que davam ao mês de abril lá no sítio. Com antecedência, resolviam todos os casos que tinham de ser resolvidos, acumulavam coisas de comer das que não precisam de fogão ─ queijo, fruta, biscoito etc., botavam um letreiro na porteira do sítio:
A família está ausente.
Só volta no mês de maio.
E, depois de tudo muito bem arrumado e pensado, caíam no repouso.
Era proibido fazer qualquer coisa. [...] Todos vivendo ─ só isso! Vivendo biologicamente, como dizia o Visconde.
Mas a necessidade de agitação é muito forte nas crianças, de modo que aqueles “abris de lagarto” tinham duração curta. Para Emília, a mais irrequieta de todos, duravam no máximo dois dias. Era ela sempre o primeiro lagarto a acordar e correr para o quintal a fim de “desenferrujar as pernas”. Depois vinha fazer cócegas com uma flor de capim nas ventas de Narizinho e Pedrinho ─ e esses dois lagartos também se espreguiçavam e iam desenferrujar as pernas.
(LOBATO, Monteiro. O mês de abril. In: . Obra infantil completa. Vol. 3. São Paulo: Brasiliense. Adaptado.)
No texto I, a ação que marca o fim da brincadeira de “lagartear” e o início de uma nova é
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande
Leia o texto abaixo e responda a questão.
O problema do chapéu mágico
O professor do 6° ano do CMCG propôs o seguinte problema:
Este é o jogo do chapéu mágico. Para jogá-lo são necessários dois chapéus denominados A e B e vinte cartões numerados de 1 a 20.
As regras são as seguintes:
O jogador deve colocar os cartões dentro do chapéu A ou do B, um de cada vez, sempre começando do cartão com o número 1, depois o cartão de número 2, depois o cartão de número 3 e assim sucessivamente.
Na colocação do cartão, o jogador deve observar a soma dos cartões já distribuídos, pois o jogo terminará se, dentro do chapéu já existirem dois cartões cuja soma totaliza o valor do cartão a ser colocado.
Exemplo:
Coloca o cartão 1 no chapéu A.
Coloca o cartão 2 no chapéu B.
Coloca o cartão 3 no chapéu B.
Coloca o cartão 4 no chapéu B.
Coloca o cartão 5 no chapéu A.
Neste momento, o jogador tem um problema, porque, o próximo cartão é o 6, e este cartão não pode ser colocado em nenhum dos dois chapéus, pois no chapéu A temos a seguinte soma: 1+5=6 e o mesmo resultado no chapéu B: 4+2=6. Conclusão: O jogador não consegue inserir o cartão 6 em nenhum dos chapéus, perdendo assim o jogo.

Com base nas informações do texto, responda:
Seguindo as regras do jogo, qual será o maior número que o jogador consegue colocar dentro de um dos dois chapéus?
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Leia o texto II e responda a questão.
TEXTO II
CONVITE
Poesia
É brincar com palavras
Como se brinca
Com bola, papagaio, pião.
Só que
Bola, papagaio, pião
De tanto brincar
Se gastam.
As palavras não:
Quanto mais se brinca
Com elas
Mais novas ficam.
Como a água do rio
Que é água sempre nova.
Como cada dia
Que é sempre um novo dia.
Vamos brincar de poesia?
(PAES, José Paulo. Poemas para brincar. São Paulo: Ática, 2011.)
O “convite” expresso no poema é dirigido para
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Leia o texto II e responda a questão.
TEXTO II
CONVITE
Poesia
É brincar com palavras
Como se brinca
Com bola, papagaio, pião.
Só que
Bola, papagaio, pião
De tanto brincar
Se gastam.
As palavras não:
Quanto mais se brinca
Com elas
Mais novas ficam.
Como a água do rio
Que é água sempre nova.
Como cada dia
Que é sempre um novo dia.
Vamos brincar de poesia?
(PAES, José Paulo. Poemas para brincar. São Paulo: Ática, 2011.)
No último verso do poema, o termo “brincar de”, mantendo seu sentido original, pode ser substituído por
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TEXTO III
A REVOLUÇÃO DOS BRINQUEDOS
As brincadeiras modernas estão afetando a infância. Mas isso não é necessariamente ruim.
As crianças de hoje são diferentes das do passado e isso se deve, também, ao que está no armário de brinquedos. O taco, o pião e as bolinhas de gude vêm cedendo espaço para os brinquedos de alta tecnologia, entre eles os videogames. Muitos computadores domésticos já rodam software educativo específico para os pequenos, como programas para bebês a partir de seis meses de idade e conteúdo de internet exclusivo para quem ainda não sabe ler. Os bonecos modernos das crianças deste século também são dotados de inteligência artificial, o que lhes dá capacidades incríveis: eles andam sozinhos, sabem contar histórias e até sugerem atividades.
A boa notícia é que, talvez, esses brinquedos modernos não sejam os vilões que muitos educadores costumavam pintar. Pesquisas recentes mostram que, de fato, jogos eletrônicos e computadores estão afetando as crianças, mas, muitas vezes, para melhor. Especialistas afirmam que as máquinas podem até virar aliadas de pais e professores. O segredo é saber dosar.
(CASALS, Camila Artoni Pepe. A revolução dos brinquedos. Disponível em:
<http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT578835-1719,00.html>. Acesso em: 04 set. 2017. Adaptado.)
Leia o texto IV e responda a questão.
TEXTO IV


(RODRIGUES, Naiana Roberta Dias. As contribuições dos jogos tradicionais
para o desenvolvimento integral da criança. Disponível em: <http://www.efdeportes.com/efd168/jogos-tradicionais-para-odesenvolvimento-
integral.htm>. Acesso em: 15 set. 2017. Adaptado.)
O texto III e o texto IV abordam a prática de brincadeiras de criança na atualidade, mas eles se diferem porque o
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Caderno Container