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Na atualidade, presenciamos na mídia impressa e televisiva uma cultura de violência que se destaca na interação social e da qual as escolas não escapam. Nesse contexto, as instituições escolares tornam-se um campo propício à emergência do conflito, na medida em que refletem a tendência da sociedade na qual estão inseridas.
Diante disso, a mediação escolar se impõe como um verdadeiro desafio para os educadores, seja na resolução das disputas entre estudantes, seja nas relações litigantes entre estudantes e adultos, e mesmo entre adultos.
Um processo de mediação de conflitos deve se desenvolver de acordo com os seguintes princípios de atuação:
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O projeto político-pedagógico (PPP) constitui uma referência de todos os aspectos e âmbitos da ação educativa na escola, por isso é um projeto que pressupõe a participação de todos os membros da comunidade escolar. Trata-se de uma inovação no cotidiano das escolas que, no dizer de Veiga (2003), pode significar uma inovação regulatória ou uma inovação emancipatória. Para a autora, tanto a inovação regulatória como a emancipatória provocam mudanças na escola.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Inovações e projeto político-pedagógico: uma relação regulatória ou emancipatória? Caderno Cedes, Campinas, v. 23, n. 61, dez. 2003.
Se, na adoção do PPP, a escola adota a perspectiva regulatória, ela compreende o PPP como um
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A palavra latina curric?lum pode ser traduzida como pista de corrida. Nesse sentido, pode-se dizer que frequentar a trajetória escolar e universitária significa percorrer várias pistas de conteúdos selecionados para conquistar a formação pretendida.
De acordo com Silva (2011), existem várias teorias do currículo: as teorias tradicionais, as teorias críticas e as teorias pós-críticas. As teorias tradicionais orientavam-se pela preocupação com os objetivos e as formas da educação de massa, a fim de atender às necessidades da industrialização. As teorias críticas surgiram no contexto dos movimentos sociais e políticos dos anos 1960, contestando as teorias tradicionais no que se referia às relações entre escola e sociedade, à ênfase do currículo na cultura da classe dominante, às relações entre currículo e poder, à educação bancária etc.
SILVA, Tomaz Tadeu. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
Os conceitos pertinentes apenas ao campo das teorias pós-críticas são
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“A Visão do Rap”:
jovens criam plano de aula para professores através do gênero musical
Divididos em grupos, os estudantes tinham a missão de pensar em alternativas para mudar a dinâmica das aulas. Foi então que três alunos propuseram conciliar os estudos com o ritmo musical que mais gostavam. Criadores do projeto “A Visão do Rap”, os jovens sugeriram o diálogo entre músicas do gênero e conteúdos obrigatórios das disciplinas de história, sociologia e filosofia. “Depois de ficar entre os 11 projetos premiados pelo concurso, o projeto ganhou outra dimensão. Fomos entrevistados por diferentes veículos de comunicação, ganhando espaço na imprensa. O dinheiro ganho com o concurso foi investido na criação de uma rádio na escola para debater questões sociais dos jovens”, diz Gimenes.
Disponível em: https://noticias.bol.uol.com.br. Acesso em: 13 set. 2018 (fragmento).
A proposta pedagógica apresentada pelos estudantes possibilitou o diálogo entre o estilo musical de sua preferência e os conteúdos curriculares. Iniciativas como essa costumam mobilizar bastante o corpo discente, pois são capazes de gerar o efeito de
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- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Segundo Carminatti e Borgess (2012), “entre as décadas de 20 a 40 a avaliação relacionava-se diretamente com o significado de medida; entre os anos 50 e 70, como alcance de objetivos; entre 60 e 80, avaliação como subsídio ao julgamento” (p.168). Para elas, “um dos desafios da educação contemporânea é a superação dos resquícios trazidos de geração a geração, por meio de uma ressignificação dos pressupostos teóricos metodológicos e epistemológicos que permeiam a avaliação da aprendizagem” (p. 173).
CARMINATTI, S. S. H.; BORGESS, M. K. Perspectivas da avaliação da aprendizagem na contemporaneidade (2012). Disponível em: https://www.fcc.org.br. Acesso em: 10 set. 2018.
Na perspectiva das autoras, ressignificar a avaliação da aprendizagem é
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É amplamente difundida a visão de que a aproximação entre as famílias e a escola é fundamental para que os objetivos da educação e do ensino sejam alcançados. Portanto, a escola precisa pôr em prática ações que viabilizem a sua integração com as famílias, fortalecendo o princípio de gestão participativa.
Uma ação que a escola deve implementar para inserir as famílias na sua gestão participativa é
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O aluno, por sua vez, é a razão de ser da escola. Para colaborar com o aluno e com as suas necessidades, a escola precisa contar com o trabalho do orientador educacional. Esse é o profissional que trabalha diretamente com o aluno e se preocupa com a sua formação pessoal. A ele cabe desenvolver propostas que elevem o nível cultural do aluno e tudo fazer para que o ambiente escolar seja o melhor possível.
PASCOAL, Honorato e Albuquerque. O orientador educacional no Brasil. Educação em Revista, Belo Horizonte, n. 47, p. 109, jun. 2008.
De acordo com a perspectiva apresentada no texto, o trabalho de orientação educacional precisa
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NÃO se configura como objetivo da disciplina do uso da internet no Brasil a promoção do(a)
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O Decreto nº 5840/2006 institui no âmbito federal o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja).
De acordo com o Art. 4º deste decreto, os cursos de educação profissional técnica de nível médio do Proeja deverão contar com carga horária mínima de duas mil e quatrocentas horas, assegurando-se cumulativamente a destinação mínima de
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A Lei 13.185/15, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying), estabelece os mecanismos para o enfrentamento de um problema que atinge crianças e adolescentes em idade escolar. Para efeito da lei, considera-se intimidação sistemática “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas” (Parágrafo primeiro, Artigo 1º, Lei nº 13.185/15).
Em seu Artigo 5º, a referida lei afirma que é dever do(s)
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