Foram encontradas 25 questões.
Cunha, em Brincadeiras africanas para educação cultural (2016), afirma que as brincadeiras populares africanas apresentam algumas características e particularidades.
Assinale a alternativa que, segundo a autora, apresenta uma dessas características.
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No livro Didática da Educação Física, organizado por Elenor Kunz (2016), Ribas apresenta uma classificação dos jogos e esportes de acordo com critérios de interação.
Assinale a alternativa em que, de acordo com Ribas, uma das práticas sociomotrizes está corretamente caracterizada, com a respectiva ênfase que deve ser dada nas atividades desenvolvidas.
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- Legislação
- Temas Educacionais PedagógicosTendências PedagógicasMulticulturalismo
- Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais
Cunha, em Brincadeiras africanas para educação cultural (2016), afirma que existem elementos racistas em alguns jogos que por vezes são citados como de origem afro-brasileira, e que a utilização dessas brincadeiras em aula, sem uma reflexão sobre seu significado e sua construção histórica, termina por contradizer as orientações legais acerca de uma pedagogia antirracista.
Um exemplo de jogo ligado ao contexto da escravidão cuja construção histórica o(a) docente deve problematizar é
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- Currículo (Teoria e Prática)
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
- Currículo: planejamento, seleção e organização dos conteúdos
Oliveira (in DAÓLIO, 2010) relata ser comum que estudantes usem a expressão ‘não levo jeito’ quando julgam que não irão obter sucesso na atividade pretendida pelo professor, constituindo-se muitas vezes em espectadores da Educação Física escolar. O autor sugere o princípio da alteridade como imprescindível para a busca da igualdade de acesso ao conhecimento na disciplina.
DAÓ LIO, Jocimar (Coord.). Educação Física escolar: olhares a partir da cultura. GEPEFIC-Grupo de Estudo e Pesquisa Educação Física e Cultura. Campinas: Autores Associados, 2010.
Com base nos argumentos do autor, assinale a alternativa que mostra como os docentes de Educação Física podem, por meio de sua prática pedagógica, possibilitar que a aprendizagem da disciplina esteja disponível também para os autoproclamados “sem jeito”.
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A professora Judite sentou-se com os alunos do 3º ano do ensino fundamental para conversar sobre o jogo queimado e os estimulou a falarem sobre o assunto. Durante a vivência, o jogo era interrompido para dialogarem sobre diferentes possibilidades de jogar e sugerirem variações. No final da aula, voltaram a conversar sobre todo o processo.
Essa metodologia, de acordo com Freire e Scaglia, no livro Educação como prática corporal (2009), tem por objetivo desenvolver a
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- Avaliação EducacionalModalidades de Avaliação
- Práticas Avaliativas: Sujeitos, Objetos e Métodos da Avaliação
O professor Rui trabalhou com os estudantes do 6º ano do ensino fundamental a temática “circo”. Em um trimestre letivo, destacaram-se três atividades avaliativas:
1) o professor solicitou que os estudantes escrevessem em uma cartolina todos os conhecimentos que tinham a respeito da temática e, a seguir, propôs uma roda de conversa sobre o cartaz elaborado;
2) o professor pediu que elaborassem, em grupos, uma atividade circense para apresentar ao grupo;
3) o professor orientou os estudantes para que anotassem, em outra cartolina, todos os conhecimentos trabalhados em aula; a seguir, propôs uma roda de conversa, em que colocou os dois cartazes e lado a lado e pediu que os estudantes refletissem sobre o que aprenderam.
Assinale a alternativa que, segundo Darido, no artigo A avaliação da Educação Física na escola (2012), caracteriza o processo de avaliação utilizado pelo professor.
Assinale a alternativa que, segundo Darido, no artigo A avaliação da Educação Física na escola (2012), caracteriza o processo de avaliação utilizado pelo professor.
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A organização curricular e sua devida operacionalização trazem diversas implicações, sendo uma delas, as chamadas implicações morais. Nesse sentido podemos considerar que todo professor é também professor “de moral”. Ao afirmamos isto, levamos em consideração o fato de que, ao interagir com os alunos, os professores emitem seus conceitos sobre o que é certo ou errado, justo e bom, adequado ou inadequado, disciplina e indisciplina. E sua forma de exigir “determinados comportamentos” em aula também revela suas opções, escolhas que se constroem em conjunto com o contexto sociocultural em que está inserido. Dessa maneira, não se ensina moral de forma direta, como conteúdo explícito da aula, embora haja momentos específicos nos quais o professor tenciona usar temas morais como conteúdo explícito em sua aula. [...] ao orientar como os alunos devem se comportar, o professor, ou qualquer outra pessoa envolvida no contexto educativo escolar, manifesta princípios construídos por si mesmo no contexto social.
PALMA, Angela Pereira Teixeira Victoria; OLIVEIRA, Amauri Aparecido Bassoli; PALMA, José Augusto Victoria. Educação Física e a organização curricular. 2 ed. Londrina: Eduel, 2010, p.194. Essas considerações se referem a aspectos presentes no currículo
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Oliveira e Votre, em Bullying nas aulas de Educação Física (2006), afirmam que o bullying é um comportamento cruel, eticamente condenável, que tortura, humilha e intimida as vítimas, e que a aula de Educação Física não é um espaço livre de tal atitude.
Sobre o bullying, é correto afirmar que
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De acordo com Castellani Filho e colaboradores, em Metodologia do ensino da educação física (2009), a abordagem de ensino denominada como crítico-superadora é entendida como “um espaço intencionalmente organizado para possibilitar a direção da apreensão, pelo aluno, do conhecimento específico da Educação Física e dos diversos aspectos das suas práticas na realidade social” (p. 86).
Nesse sentido, os autores afirmam que a aula de Educação Física na perspectiva crítico-superadora deve
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Para avaliar seus alunos e alunas do 3º ano do ensino médio com o conteúdo handebol, a professora Sofia utilizou uma ficha de verificação das ações dos jogadores nas situações de ataque e defesa. Ela organizou os estudantes em quatro equipes, de forma que o grupo que estava jogando era avaliado pelo grupo que estava na espera do próximo jogo. Cada estudante avaliou apenas um estudante em jogo, formando pares avaliativos. No jogo seguinte, os papéis se inverteram, e ao final dos dois jogos houve uma roda de conversa sobre as fichas e as anotações.
De acordo com González e Bracht, em Metodologia do ensino dos esportes coletivos (2012), essa avaliação é denominada
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