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Foram encontradas 65 questões.

2967392 Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II

Entre os fixadores mais usados para a preservação do material biológico estão o formol (a 10%) e o etanol (a 70%). Considere a necessidade de preparar uma solução de 5 L de etanol a 70% para conservação de invertebrados de uma coleção zoológica a ser usada para fins didáticos, e que o regente à disposição é o etanol a 98%. Nesse caso, a quantidade de etanol a 98% a ser utilizada para preparar essa solução é de

 

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2967391 Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II

Em um laboratório encontram-se frascos de produtos químicos com os seguintes rótulos:

Enunciado 3312612-1

Um professor pretende usar um indicador de pH para detectar o caráter ácido ou básico de uma solução feita em aula prática. Dentre esses produtos, ele deve utilizar os de número

 

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2967390 Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II

Durante as aulas práticas de laboratório, assim como na rotina laboratorial, é comum que os professores solicitem aos técnicos que preparem soluções usando diferentes reagentes e concentrações. Sobre essa rotina, assinale o que for correto.

 

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2967389 Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II

A observação de gametas masculinos e femininos de ouriços-do-mar, assim como o processo de fecundação in vitro, podem ser realizados em laboratório escolar. Para tanto, além dos animais vivos, é necessário inocular neles uma solução de cloreto de potássio (KCl), que deve ser preparada com água do mar filtrada.

Considerando que a massa molecular do KCl é igual a 74,5 g/mol, para inocular nos ouriços uma solução de 0,5 M, a quantidade de KCl que deve ser diluída em 100 mL de água do mar filtrada é de

 

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2967379 Ano: 2022
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II

O conhecimento a respeito das sinalizações de segurança em laboratórios é fundamental na prevenção de acidentes, especialmente na rotina escolar. A esse respeito, analise os símbolos de risco apresentados a seguir:

Enunciado 3312615-1

Disponível em: https://ec.europa.eu. Acesso em: 12 abr. 2022.

A sequência correta de identificação dos símbolos de segurança I, II, III e IV é:

 

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Texto V

Enunciado 3312439-1

FRAGA, Gilmar. Disponível em https://jornalistaslivres.org/. Acesso em 04 abr. 2022.

O recurso linguístico de expressividade responsável pela construção de sentido crítico da charge é

 

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ESPECIALISTAS APONTAM CAMINHOS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO PÚBLICO

O Rio Grande do Sul tem 2.377 escolas estaduais. Atualmente, conforme a Seduc-RS, 2.229 destas estão abertas e recebendo estudantes (93,66%). Outras 41 instituições estão em plantão realizando a entrega de materiais (1,72%). Mas, 110 escolas ainda não atualizaram o status do seu funcionamento no sistema (4,62%). Nestas instituições ainda sem informação, o contato com alunos é incerto. Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.

Conforme dados do Censo Escolar de 2020, no Rio Grande do Sul, a distorção idade-ano aumentou no 2º e 3º ano do Ensino Médio público. Em 2019, 30,2% dos alunos do 2º ano eram repetentes - em 2020, o índice foi para 31%. No 3º ano, eram 21,5% em distorção idade-ano em 2019. No ano passado, na pandemia, a distorção subiu para 22,1%. Somente o 1º ano teve redução no dado - de 41,2% em 2019 para 40,9%. Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.

[...]

Desigualdade entre alunos é uma marca da pandemia

A reprovação virou realidade para Axel Teixeira, 16 anos. Aluno do 1º do Ensino Médio em 2020, a pandemia não caiu bem na sua rotina de estudos. Morador do bairro Sarandi, em Porto Alegre, Axel não conseguiu se adaptar com a rotina de fazer as atividades sozinho em casa e depois entregá-las na escola. Com isso, acabou reprovando na sua chegada ao Ensino Médio.

Com o cenário se desenhando para uma repetição também em 2021, ele resolveu correr atrás de uma mudança. Trocou de escola e se matriculou no Colégio Estadual Piratini. Em conversa com o diretor Maurício Girardi, pediu para frequentar a escola diariamente, mesmo na pandemia. O celular próprio é de um modelo antigo, a tela está trincada. Tentar acompanhar a aula por ali seria um exercício complicado.

— Temos tido um papel ainda mais social neste tempo de pandemia. Além de manter a escola de portas abertas, tenho conseguido até distribuir cestas básicas para alguns alunos, pois estamos com mantimentos suficientes até o final do ano — pontua o diretor.

Enquanto alunos e até professores se comunicavam de casa, Axel seguiu acordando 5h, pegando ônibus no Sarandi e se deslocando até o colégio, no bairro Auxiliadora. A educação é um ponto forte na casa do menino. Sua mãe, Isabel Teixeira, 43 anos, estuda para conseguir concluir o Magistério e dar aula. Apesar do esforço de Axel, seu caso não é um exemplo de superação ou um sinal de meritocracia. É uma demonstração de como a desigualdade vai afetar quem não tem condições.

NETO, A. Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em 04 abr. 2022 (adaptado).

“Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.”

No fragmento acima, a oração destacada, em relação aos períodos anteriores desse mesmo parágrafo, estabelece um/uma

 

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ESPECIALISTAS APONTAM CAMINHOS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO PÚBLICO

O Rio Grande do Sul tem 2.377 escolas estaduais. Atualmente, conforme a Seduc-RS, 2.229 destas estão abertas e recebendo estudantes (93,66%). Outras 41 instituições estão em plantão realizando a entrega de materiais (1,72%). Mas, 110 escolas ainda não atualizaram o status do seu funcionamento no sistema (4,62%). Nestas instituições ainda sem informação, o contato com alunos é incerto. Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.a

Conforme dados do Censo Escolar de 2020, no Rio Grande do Sul, a distorção idade-ano aumentou no 2º e 3º ano do Ensino Médio público. Em 2019, 30,2% dos alunos do 2º ano eram repetentes - em 2020, o índice foi para 31%. No 3º ano, eram 21,5% em distorção idade-ano em 2019. No ano passado, na pandemia, a distorção subiu para 22,1%. Somente o 1º ano teve redução no dado - de 41,2% em 2019 para 40,9%. Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.

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Desigualdade entre alunos é uma marca da pandemia

A reprovação virou realidade para Axel Teixeirab, 16 anos. Aluno do 1º do Ensino Médio em 2020, a pandemia não caiu bem na sua rotina de estudos. Morador do bairro Sarandi, em Porto Alegre, Axel não conseguiu se adaptar com a rotina de fazer as atividades sozinho em casa e depois entregá-las na escola. Com isso, acabou reprovando na sua chegada ao Ensino Médio.

Com o cenário se desenhando para uma repetição também em 2021, ele resolveu correr atrás de uma mudança. Trocou de escola e se matriculou no Colégio Estadual Piratini. Em conversa com o diretor Maurício Girardi, pediu para frequentar a escola diariamente, mesmo na pandemia. O celular próprio é de um modelo antigo, a tela está trincadac. Tentar acompanhar a aula por ali seria um exercício complicado.

— Temos tido um papel ainda mais sociald neste tempo de pandemia. Além de manter a escola de portas abertas, tenho conseguido até distribuir cestas básicas para alguns alunos, pois estamos com mantimentos suficientes até o final do ano — pontua o diretor.

Enquanto alunos e até professores se comunicavam de casa, Axel seguiu acordando 5h, pegando ônibus no Sarandi e se deslocando até o colégio, no bairro Auxiliadora. A educação é um ponto forte na casa do menino. Sua mãe, Isabel Teixeira, 43 anos, estuda para conseguir concluir o Magistério e dar aula. Apesar do esforço de Axel, seu caso não é um exemplo de superação ou um sinal de meritocracia. É uma demonstração de como a desigualdade vai afetar quem não tem condições.

NETO, A. Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em 04 abr. 2022 (adaptado).

Um posicionamento do autor sobre a situação noticiada pode ser encontrado no seguinte trecho:

 

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ESPECIALISTAS APONTAM CAMINHOS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO PÚBLICO

O Rio Grande do Sul tem 2.377 escolas estaduais. Atualmente, conforme a Seduc-RS, 2.229 destas estão abertas e recebendo estudantes (93,66%). Outras 41 instituições estão em plantão realizando a entrega de materiais (1,72%). Mas, 110 escolas ainda não atualizaram o status do seu funcionamento no sistema (4,62%). Nestas instituições ainda sem informação, o contato com alunos é incerto. Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.

Conforme dados do Censo Escolar de 2020, no Rio Grande do Sul, a distorção idade-ano aumentou no 2º e 3º ano do Ensino Médio público. Em 2019, 30,2% dos alunos do 2º ano eram repetentes - em 2020, o índice foi para 31%. No 3º ano, eram 21,5% em distorção idade-ano em 2019. No ano passado, na pandemia, a distorção subiu para 22,1%. Somente o 1º ano teve redução no dado - de 41,2% em 2019 para 40,9%. Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.

[...]

Desigualdade entre alunos é uma marca da pandemia

A reprovação virou realidade para Axel Teixeira, 16 anos. Aluno do 1º do Ensino Médio em 2020, a pandemia não caiu bem na sua rotina de estudos. Morador do bairro Sarandi, em Porto Alegre, Axel não conseguiu se adaptar com a rotina de fazer as atividades sozinho em casa e depois entregá-las na escola. Com isso, acabou reprovando na sua chegada ao Ensino Médio.

Com o cenário se desenhando para uma repetição também em 2021, ele resolveu correr atrás de uma mudança. Trocou de escola e se matriculou no Colégio Estadual Piratini. Em conversa com o diretor Maurício Girardi, pediu para frequentar a escola diariamente, mesmo na pandemia. O celular próprio é de um modelo antigo, a tela está trincada. Tentar acompanhar a aula por ali seria um exercício complicado.

— Temos tido um papel ainda mais social neste tempo de pandemia. Além de manter a escola de portas abertas, tenho conseguido até distribuir cestas básicas para alguns alunos, pois estamos com mantimentos suficientes até o final do ano — pontua o diretor.

Enquanto alunos e até professores se comunicavam de casa, Axel seguiu acordando 5h, pegando ônibus no Sarandi e se deslocando até o colégio, no bairro Auxiliadora. A educação é um ponto forte na casa do menino. Sua mãe, Isabel Teixeira, 43 anos, estuda para conseguir concluir o Magistério e dar aula. Apesar do esforço de Axel, seu caso não é um exemplo de superação ou um sinal de meritocracia. É uma demonstração de como a desigualdade vai afetar quem não tem condições.

NETO, A. Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em 04 abr. 2022 (adaptado).

Dadas as especificidades do Texto IV, pode-se perceber que a função da linguagem nele predominante é a

 

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ESPECIALISTAS APONTAM CAMINHOS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO PÚBLICO

O Rio Grande do Sul tem 2.377 escolas estaduais. Atualmente, conforme a Seduc-RS, 2.229 destas estão abertas e recebendo estudantes (93,66%). Outras 41 instituições estão em plantão realizando a entrega de materiais (1,72%). Mas, 110 escolas ainda não atualizaram o status do seu funcionamento no sistema (4,62%). Nestas instituições ainda sem informação, o contato com alunos é incerto. Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.

Conforme dados do Censo Escolar de 2020, no Rio Grande do Sul, a distorção idade-ano aumentou no 2º e 3º ano do Ensino Médio público. Em 2019, 30,2% dos alunos do 2º ano eram repetentes - em 2020, o índice foi para 31%. No 3º ano, eram 21,5% em distorção idade-ano em 2019. No ano passado, na pandemia, a distorção subiu para 22,1%. Somente o 1º ano teve redução no dado - de 41,2% em 2019 para 40,9%. Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.

[...]

Desigualdade entre alunos é uma marca da pandemia

A reprovação virou realidade para Axel Teixeira, 16 anos. Aluno do 1º do Ensino Médio em 2020, a pandemia não caiu bem na sua rotina de estudos. Morador do bairro Sarandi, em Porto Alegre, Axel não conseguiu se adaptar com a rotina de fazer as atividades sozinho em casa e depois entregá-las na escola. Com isso, acabou reprovando na sua chegada ao Ensino Médio.

Com o cenário se desenhando para uma repetição também em 2021, ele resolveu correr atrás de uma mudança. Trocou de escola e se matriculou no Colégio Estadual Piratini. Em conversa com o diretor Maurício Girardi, pediu para frequentar a escola diariamente, mesmo na pandemia. O celular próprio é de um modelo antigo, a tela está trincada. Tentar acompanhar a aula por ali seria um exercício complicado.

— Temos tido um papel ainda mais social neste tempo de pandemia. Além de manter a escola de portas abertas, tenho conseguido até distribuir cestas básicas para alguns alunos, pois estamos com mantimentos suficientes até o final do ano — pontua o diretor.

Enquanto alunos e até professores se comunicavam de casa, Axel seguiu acordando 5h, pegando ônibus no Sarandi e se deslocando até o colégio, no bairro Auxiliadora. A educação é um ponto forte na casa do menino. Sua mãe, Isabel Teixeira, 43 anos, estuda para conseguir concluir o Magistério e dar aula. Apesar do esforço de Axel, seu caso não é um exemplo de superação ou um sinal de meritocracia. É uma demonstração de como a desigualdade vai afetar quem não tem condições.

NETO, A. Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em 04 abr. 2022 (adaptado).

“Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.”

Por meio da coesão referencial, “o problema crônico” é usado para retomar

 

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