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O Programa de Integração Social (PIS) é a contribuição tributária feita pelos trabalhadores da iniciativa privada que trabalham com carteira assinada. O fundo é administrado pela Caixa Econômica Federal, que libera, anualmente, o abono salarial aos trabalhadores.
O valor do abono salarial pode chegar ao valor de até 1 (um) salário mínimo, de acordo com a quantidade de meses trabalhados. Com o aumento do salário mínimo desde 1º de janeiro, o valor do abono salarial passa a variar de R$ 101 a R$ 1.212, de acordo com a quantidade de meses trabalhados. Só receberá o valor máximo quem trabalhou os 12 meses de 2020 (no caso do abono de 2022, o ano-base é 2020).
Cada mês trabalhado equivale a um benefício de R$ 101, com períodos iguais ou superiores a 15 (quinze) dias, contados como mês cheio.

Na planilha a seguir, elaborado no Excel 2013, foi inserida na célula C2 uma fórmula para calcular o benefício a receber, com base no valor do salário mínimo (célula A2) e a quantidade de meses trabalhados (célula B2).

A fórmula correta para o cálculo do benefício a receber, na célula C2, com base nas células A2 e B2, é:
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A PINTURA CORPORAL DO POVO XAKRIABÁ
Quando nós nos pintamos, em momentos específicos, acreditamos que não é somente a pele que está sendo pintada, mas o próprio espírito. A pintura corporal marca e demarca a identidade no contato entre o corpo e o espírito. O jenipapo é uma árvore de bom conhecimento, pois é dela que tiramos a tinta e com ela registramos a nossa cultura, o que nos dá fortalecimento.
O que é o tempo do jenipapo? Trata-se ainda de um tempo em que também não existia a presença de prédios escolares, mas em que se aprendia em outros lugares.
Ao longo da história do povo Xakriabá houve um período de muita perseguição por parte dos fazendeiros/grileiros da região. Durante esse tempo, os Xakriabá, para não serem perseguidos ou mortos, eram obrigados a deixar de se pintar e de usar elementos que demonstrassem a identidade de nosso povo. Tivemos que pensar em uma estratégia para guardar as pinturas corporais.
Por muito tempo, ao menos durante duas ou três décadas, as pinturas corporais foram então guardadas nas cerâmicas, e muitas dessas cerâmicas eram guardadas na terra. A cerâmica foi, portanto, um elemento muito importante, porque serviu mais tarde como um mostruário das pinturas corporais.
É necessário refletir sobre como a pintura carrega elementos de outra escrita corporal, com narrativas simbólicas portadoras de subjetividades, uma vez que o ato de colocar e receber a pintura no corpo é um ritual, um preparo do espírito. Não é apenas o desenho que se escreve na pele, mas o que marca no penetrar, fortalecendo as memórias dos antepassados, para as crianças e as futuras gerações.
XAKRIABÁ, C. “Amansar o giz”. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, n. 14, p. 110-117, 2020. (adaptado).
“Trata-se ainda de um tempo em que também não existia a presença de prédios escolares, mas em que se aprendia em outros lugares.”
De acordo com o Texto I, pode-se afirmar que o aprendizado dos Xakriabá anteriormente à presença de prédios escolares era
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A PINTURA CORPORAL DO POVO XAKRIABÁ
Quando nós nos pintamos, em momentos específicos, acreditamos que não é somente a pele que está sendo pintada, mas o próprio espírito. A pintura corporal marca e demarca a identidade no contato entre o corpo e o espírito. O jenipapo é uma árvore de bom conhecimento, pois é dela que tiramos a tinta e com ela registramos a nossa cultura, o que nos dá fortalecimento.
O que é o tempo do jenipapo? Trata-se ainda de um tempo em que também não existia a presença de prédios escolares, mas em que se aprendia em outros lugares.
Ao longo da história do povo Xakriabá houve um período de muita perseguição por parte dos fazendeiros/grileiros da região. Durante esse tempo, os Xakriabá, para não serem perseguidos ou mortos, eram obrigados a deixar de se pintar e de usar elementos que demonstrassem a identidade de nosso povo. Tivemos que pensar em uma estratégia para guardar as pinturas corporais.
Por muito tempo, ao menos durante duas ou três décadas, as pinturas corporais foram então guardadas nas cerâmicas, e muitas dessas cerâmicas eram guardadas na terra. A cerâmica foi, portanto, um elemento muito importante, porque serviu mais tarde como um mostruário das pinturas corporais.
É necessário refletir sobre como a pintura carrega elementos de outra escrita corporal, com narrativas simbólicas portadoras de subjetividadesd, uma vez que o ato de colocar e receber a pintura no corpo é um ritual, um preparo do espíritob. Não é apenas o desenho que se escreve na pelec, mas o que marca no penetrar, fortalecendo as memórias dos antepassadosa, para as crianças e as futuras gerações.
XAKRIABÁ, C. “Amansar o giz”. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, n. 14, p. 110-117, 2020. (adaptado).
No parágrafo de conclusão, Célia Xakriabá estabelece uma comparação entre a pintura e a escrita. Na comparação, a semelhança entre a pintura e a escrita se justifica pelo seguinte elemento em comum:
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Texto II
JÂNGAL
minha mãe me dizia
que já estava na hora
de eu ir para a aula
e o meu corpo inteiro
(a parte de trás do
nosso terreiro
era a minha pequena jângal)
só entendia
jaula
- ir para a jaula
ALEIXO, R. Antiboi. Belo Horizonte: Crisálida; lira, 2017. p. 40.
No Texto II, o sujeito poético rememora um aspecto da experiência com a escola na sua infância. A lembrança do poeta revela que, para o menino
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Texto III

LAERTE. Disponível em: http://f.i.uol.com.br/folha/cartum/images/2206712.jpeg. Acesso em: 4 abr. 2022.
No Texto III, infere-se que o personagem masculino está se dirigindo a um grupo de pessoas em razão do emprego de
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O GÊNERO DA DOCÊNCIA
Se as diferentes instituições e práticas sociais são constituídas pelos gêneros (e também os constituem), isso significa que essas instituições e práticas não somente “fabricam” os sujeitos como também são, elas próprias, produzidas (ou engendradas) por representações de gênero, bem como por representações étnicas, sexuais, de classe, etc. De certo modo poderíamos dizer que essas instituições têm gênero, classe, raça. Sendo assim, qual o gênero da escola?
Ora, respondem imediatamente alguns/as, a escola é feminina, porque é, primordialmente, um lugar de atuação de mulheres — elas organizam e ocupam o espaço, elas são as professoras; a atividade escolar é marcada pelo cuidado, pela vigilância e pela educação, tarefas tradicionalmente femininas. Além disso, os discursos pedagógicos (as teorias, a legislação, a normalização) buscam demonstrar que as relações e as práticas escolares devem se aproximar das relações familiares, devem estar embasadas em afeto e confiança, devem conquistar a adesão e o engajamento dos/as estudantes em seu próprio processo de formação. Em tais relações e práticas, a ação das agentes educativas deve guardar, pois, semelhanças com a ação das mulheres no lar, como educadoras de crianças ou adolescentes.
Ao contrário, dizem outras/os, a escola é masculina, pois ali se lida, fundamentalmente, com o conhecimento — e esse conhecimento foi historicamente produzido pelos homens. A escola não trata de qualquer conhecimento, ela lida, como afirma Jean-Claude Forquin (1993, p. 11), com alguns aspectos da cultura que foram selecionados por serem reconhecidos como podendo ou devendo dar lugar a uma transmissão deliberada e mais ou menos institucionalizada"a— enfim, aquilo que uma dada sociedade considera digno de integrar o currículo. Portanto, é possível argumentar que, ainda que as agentes do ensino possam ser mulheres, elas se ocupam de um universo marcadamente masculinob — não apenas porque as diferentes disciplinas escolares se construíram pela ótica dos homens, mas porque a seleção, a produção e a transmissão dos conhecimentos (os programas, os livros, as estatísticas, os mapas; as questões, as hipóteses e os métodos de investigação "científicos" e válidos; a linguagem e a forma de apresentação dos saberes) são masculinos.
Difícil decidir qual a resposta mais adequada ou mais completa. Ambas as argumentações apelam para noções com as quais usualmente concordamos e que reconhecemos nas nossas práticas escolares. O que fica evidente, sem dúvida, é que a escola é atravessada pelos gêneros; é impossível pensar sobre a instituição sem que se lance mão das reflexões sobre as construções sociais e culturais de masculino e feminino.c
Na verdade isso pode ser estendido para qualquer instituição social. No entanto, nosso olhar se volta especialmente para a escola não apenas devido à temática deste livro, mas porque, nas sociedades urbanas, historicamente ela veio ganhando um lugar especial dentre as demais instâncias e instituições sociais. Alvo de atenção dos religiosos, dos estados e das famílias, ela foi se constituindo como necessária para formação de meninos e meninas, ao mesmo tempo em que deslocava a importância de outros espaços formadores. À escola foi atribuída, em diferentes momentos, a produção do cristão; do cidadão responsável; dos homens e das mulheres virtuosos/as; das elites condutoras; do povo sadio e operoso; etc. Certamente não se esperava que ela desempenhasse sozinha essas tarefas, embora, com muita frequência, elas lhe fossem explícita e pontualmente endereçadas.d
LOURO, G. L. Gênero, sexualidade
e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 2017. p. 88-90.
“De certo modo poderíamos dizer que essas instituições têm gênero, classe, raça.”
A alternativa em que o elemento destacado pode ser classificado do mesmo modo que no trecho acima é
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Texto V
CORPO NO MUNDO
Atravessei o mar
Um sol da América do Sul me guia
Trago uma mala de mão
Dentro uma oração Um adeus
Eu sou um corpo
Um ser
Um corpo só
Tem cor, tem corte
E a história do meu lugar
Eu sou a minha própria embarcação
Sou minha própria sorte
E Je suis ici*, ainda que não queiram não
Je suis ici, ainda que eu não queria mais
Je suis ici agora
Cada rua dessa cidade cinza sou eu
Olhares brancos me fitam
Há perigo nas esquinas
E eu falo mais de três línguas
E palavra amor, cadê?
Je suis ici, ainda que não queiram não
Je suis ici, ainda que eu não queira mais
Je suis ici, agora
Je suis ici E a palavra amor, cadê?
*Je suis ici: frase em francês que significa “Eu estou aqui”
LUNA, L. Disponível em: www.letras.com.br. Acesso em: 04 abr. 2022.
“E palavra amor, cadê?”
O verso destacado acima representa, no contexto da condição socioafetiva do eu-poético, uma busca por
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Usando , a ou o , o Windows Hello é uma maneira rápida, segura e sem senha de desbloquear seus dispositivos compatíveis com Windows 10. As expressões que completam correta e respectivamente a afirmação acima são
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A escola é um universo que reúne alunos diferentes, com opiniões e intepretações divergentes sobre a vida e o mundo, e o assistente de alunos deve estar preparado para administrar o conflito por meio de uma ação mediadora. Para Chrispino (2007, p. 22-23), essa mediação é vista como o “procedimento no qual os participantes, com a assistência de uma pessoa imparcial – o mediador –, colocam as questões em disputa com o objetivo de desenvolver opções, considerar alternativas e chegar a um acordo que seja mutuamente aceitável”.
CHRISPINO, A. Gestão do conflito escolar: da
classificação dos conflitos aos modelos de mediação. Ensaio: Aval. Pol. Públ. Educ., Rio de Janeiro, v. 15, n. 54, p. 11-28, jan./mar. 2007.
Com base na definição de mediação do conflito de Chrispino, é correto afirmar que
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A PINTURA CORPORAL DO POVO XAKRIABÁ
Quando nós nos pintamos, em momentos específicos, acreditamos que não é somente a pele que está sendo pintada, mas o próprio espírito. A pintura corporal marca e demarca a identidade no contato entre o corpo e o espírito. O jenipapo é uma árvore de bom conhecimento, pois é dela que tiramos a tinta e com ela registramos a nossa cultura, o que nos dá fortalecimento.
O que é o tempo do jenipapo? Trata-se ainda de um tempo em que também não existia a presença de prédios escolares, mas em que se aprendia em outros lugares.
Ao longo da história do povo Xakriabá houve um período de muita perseguição por parte dos fazendeiros/grileiros da região. Durante esse tempo, os Xakriabá, para não serem perseguidos ou mortos, eram obrigados a deixar de se pintar e de usar elementos que demonstrassem a identidade de nosso povo. Tivemos que pensar em uma estratégia para guardar as pinturas corporais.
Por muito tempo, ao menos durante duas ou três décadas, as pinturas corporais foram então guardadas nas cerâmicas, e muitas dessas cerâmicas eram guardadas na terra. A cerâmica foi, portanto, um elemento muito importante, porque serviu mais tarde como um mostruário das pinturas corporais.
É necessário refletir sobre como a pintura carrega elementos de outra escrita corporal, com narrativas simbólicas portadoras de subjetividades, uma vez que o ato de colocar e receber a pintura no corpo é um ritual, um preparo do espírito. Não é apenas o desenho que se escreve na pele, mas o que marca no penetrar, fortalecendo as memórias dos antepassados, para as crianças e as futuras gerações.
XAKRIABÁ, C. “Amansar o giz”. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, n. 14, p. 110-117, 2020. (adaptado).
A leitura do Texto I permite refletir acerca da educação na cultura Xakriabá.
Sobre o texto de Célia Xakriabá, é correto afirmar que
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