Foram encontradas 70 questões.
O funcionário encarregado de fazer as placas encomendadas pelos clientes havia estudado bem as regras de
emprego do acento de crase, mas ainda assim cometeu um erro ao escrever uma das placas. Qual delas?
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
A questão abaixo toma por base um fragmento da crônica de Otto Lara Resende, intitulada “Balanço", publicada no jornal Folha de S.Paulo (05/10/2002):
Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança? Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo? Não falarei do desamparo que finamente aperta os dedos na garganta. Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano e, mais do que nunca, ao crepúsculo, sentem-se traídos e ultrajados sem motivo. Não mais me referirei a estados de alma que nada contêm além de um vazio cinzento e interminável, um abismo de sombra e de abstrato, onde a tristeza rumina o seu cadáver.
No trecho “Não falarei do desamparo que finalmente aperta os dedos na garganta", temos o emprego da palavra
“que" com o mesmo valor encontrado em: Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança? Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo? Não falarei do desamparo que finamente aperta os dedos na garganta. Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano e, mais do que nunca, ao crepúsculo, sentem-se traídos e ultrajados sem motivo. Não mais me referirei a estados de alma que nada contêm além de um vazio cinzento e interminável, um abismo de sombra e de abstrato, onde a tristeza rumina o seu cadáver.
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Uma das frases abaixo contém um desvio quanto à flexão verbal. Qual?
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Um portal da internet escreveu a seguinte mensagem comemorativa do Dia do Cliente: “Mais que parabenizá-
lo, queremos agradecê-lo por fazer parte da nossa história, firmando cada vez mais a nossa parceria. Para nós, todo dia é
dia do cliente! Considere-se homenageado" Há um desvio de regência nessa mensagem, pois o correto é
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A questão abaixo toma por base o seguinte texto, de Caetano Veloso (O Globo: 08/07/2012):
“A não concordância de número nos verbos e adjetivos relacionados também me faziam mal." Essa foi demais. A não concordância de número me “faziam" mal? Não tinha relido aquele artigo em que chamei o acento grave de agudo. Não vi é que um erro maior tinha passado. A frase – que abre o artigo de hoje – é um erro perfeito. Senilidade & masoquismo. Quem me chamou a atenção foi o professor André Valente, a quem devo tanto (ele levou Moreno, na adolescência, a gostar de português como matéria escolar, o que elevou o nível do diálogo com meu filho mais velho para um patamar acima do maravilhoso entendimento emocional-afetivo que ele e eu já tínhamos). Se eu fosse mais organizado, ia escrever aqui sempre sobre fatos da língua. A discórdia com os sociolinguistas terminaria em alguma concórdia (para confirmar o diagnóstico de Roberto Schwarz). Uma piada deles sobre os que gostam de defender a norma culta saberem menos sobre ela do que eles – que supostamente a desprezam – servirá sempre como uma lição a mais (e mais exigente) a ser divulgada sobre o melhor uso das regras vigentes (Marcos Bagno fez isso com Dora Kramer num livro; poderia fazer mais com meu grave agudo e mais ainda com minha discordante demanda por concordância).
No meio do segundo parágrafo, o cronista faz uso de um longo trecho entre parênteses. Qual a finalidade
discursiva desse trecho?“A não concordância de número nos verbos e adjetivos relacionados também me faziam mal." Essa foi demais. A não concordância de número me “faziam" mal? Não tinha relido aquele artigo em que chamei o acento grave de agudo. Não vi é que um erro maior tinha passado. A frase – que abre o artigo de hoje – é um erro perfeito. Senilidade & masoquismo. Quem me chamou a atenção foi o professor André Valente, a quem devo tanto (ele levou Moreno, na adolescência, a gostar de português como matéria escolar, o que elevou o nível do diálogo com meu filho mais velho para um patamar acima do maravilhoso entendimento emocional-afetivo que ele e eu já tínhamos). Se eu fosse mais organizado, ia escrever aqui sempre sobre fatos da língua. A discórdia com os sociolinguistas terminaria em alguma concórdia (para confirmar o diagnóstico de Roberto Schwarz). Uma piada deles sobre os que gostam de defender a norma culta saberem menos sobre ela do que eles – que supostamente a desprezam – servirá sempre como uma lição a mais (e mais exigente) a ser divulgada sobre o melhor uso das regras vigentes (Marcos Bagno fez isso com Dora Kramer num livro; poderia fazer mais com meu grave agudo e mais ainda com minha discordante demanda por concordância).
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A questão abaixo toma por base um fragmento da crônica de Otto Lara Resende, intitulada “Balanço", publicada no jornal Folha de S.Paulo (05/10/2002):
Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança? Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo? Não falarei do desamparo que finamente aperta os dedos na garganta. Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano e, mais do que nunca, ao crepúsculo, sentem-se traídos e ultrajados sem motivo. Não mais me referirei a estados de alma que nada contêm além de um vazio cinzento e interminável, um abismo de sombra e de abstrato, onde a tristeza rumina o seu cadáver.
As duas frases iniciais contêm duas perguntas retóricas. Como seriam elas escritas se, em vez de usar a
primeira pessoa do singular, o cronista as flexionasse, alterando apenas a pessoa, que ficaria na primeira do plural?Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança? Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo? Não falarei do desamparo que finamente aperta os dedos na garganta. Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano e, mais do que nunca, ao crepúsculo, sentem-se traídos e ultrajados sem motivo. Não mais me referirei a estados de alma que nada contêm além de um vazio cinzento e interminável, um abismo de sombra e de abstrato, onde a tristeza rumina o seu cadáver.
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“No contexto educacional, o currículo desempenha a função de explicitar os aspectos de desenvolvimento e
socialização dos educandos."
In: Brandalise, Mary Angela T. UEPG: Ponta Grossa, PR. 2007. p.14.
De acordo com a resolução n°2 de 30 de janeiro de 2012, os componentes curriculares obrigatórios que integram as áreas de conhecimento se organizam em 12 matérias para o ensino médio. São elas:
In: Brandalise, Mary Angela T. UEPG: Ponta Grossa, PR. 2007. p.14.
De acordo com a resolução n°2 de 30 de janeiro de 2012, os componentes curriculares obrigatórios que integram as áreas de conhecimento se organizam em 12 matérias para o ensino médio. São elas:
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O PROEJA, instituído pelo Decreto 5840/06, tem como objetivo integrar a educação profissional com a
educação básica na modalidade de educação para jovens e adultos. O documento Base do PROEJA afirma que “O declínio
sistemático do número de postos de trabalho obriga redimensionar a própria formação, tornando-a mais abrangente,
permitindo ao sujeito, além de conhecer os processos produtivos, constituir instrumentos para inserir-se de modos diversos
no mundo do trabalho, inclusive gerando emprego e renda". Com relação ao PROEJA não podemos afirmar que:
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioFormatação e Apresentação
Avisos, ofícios e memorandos expedidos pelo órgão público devem conter estas oito partes:
I – tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede;
II – local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à esquerda;
III – assunto, com o resumo do teor do documento;
IV – destinatário, com nome e cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação;
V – texto, cujos parágrafos devem ser numerados, exceto nos casos em que estejam organizados em itens ou títulos e subtítulos.
VI – fecho, que possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário.
VII - assinatura do autor da comunicação; e
VIII - identificação do signatário, que deve trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura.
Quantos desses oito itens contêm uma informação que contraria as normas técnicas da redação oficial?
I – tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede;
II – local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à esquerda;
III – assunto, com o resumo do teor do documento;
IV – destinatário, com nome e cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação;
V – texto, cujos parágrafos devem ser numerados, exceto nos casos em que estejam organizados em itens ou títulos e subtítulos.
VI – fecho, que possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário.
VII - assinatura do autor da comunicação; e
VIII - identificação do signatário, que deve trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura.
Quantos desses oito itens contêm uma informação que contraria as normas técnicas da redação oficial?
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885831
Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Instituto Acesso
Orgão: Col. Pedro II
Disciplina: Direito Administrativo
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Orgão: Col. Pedro II
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Em relação ao concurso público usado para seleção de servidores, analise as afirmativas a seguir.
I - O candidato aprovado dentro do número de vagas oferecidas no edital tem direito subjetivo à nomeação.
II – As empresas públicas e sociedades de economia mista, criadas para desempenhar atividades econômicas, não estão obrigadas a realizar concurso público para escolha de seus empregados.
III - A prorrogação do prazo de validade do concurso público é ato discricionário da Administração Pública.
É/são afirmativa(s) verdadeira(s) somente:
I - O candidato aprovado dentro do número de vagas oferecidas no edital tem direito subjetivo à nomeação.
II – As empresas públicas e sociedades de economia mista, criadas para desempenhar atividades econômicas, não estão obrigadas a realizar concurso público para escolha de seus empregados.
III - A prorrogação do prazo de validade do concurso público é ato discricionário da Administração Pública.
É/são afirmativa(s) verdadeira(s) somente:
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