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Foram encontradas 120 questões.

3427262 Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Sobre as vedações impostas pela Constituição Federal de 1988 aos parlamentares, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Desde a posse, Senadores e Deputados não poderão contratar com a Administração Pública direta e indireta.

( ) Desde a diplomação, Senadores e Deputados não poderão aceitar ou exercer cargo, emprego ou função remunerada no âmbito da Administração Pública direta, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista e concessionárias de serviço público.

( ) Desde a expedição do diploma, Senadores e Deputados não poderão figurar como proprietários de empresas que possuam contrato com a Administração Pública em geral.

( ) Desde a posse, Senadores e Deputados não poderão ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

A sequência está correta em

 

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3427261 Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Sobre as competências legislativas e administrativas previstas na Constituição Federal de 1988 aos entes federativos, analise as afirmativas a seguir.

I. A União, de forma privativa, tem competência para legislar sobre a organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões.

II. Os Municípios estão autorizados a legislar sobre direito comercial.

III. Os Estados e o Distrito Federal poderão legislar sobre juntas comerciais.

IV. A União tem competência privativa para legislar sobre propaganda comercial.

Está correto o que se afirma em

 

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3427260 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Em uma festa de aniversário serão servidos copos de refrigerante com 180 ml cada e, para enchê-los, foram compradas garrafas de refrigerante de 3 litros. O responsável pela festa percebeu que, ao começar a servir os copos de refrigerantes com uma garrafa inicialmente cheia, preenchendo-se todo o volume de cada copo, o último copo a ser servido com a primeira garrafa não ficava completamente cheio, sendo necessário abrir outra garrafa para completá-lo e continuar servidos os demais. De acordo com as informações, qual é o menor número de garrafas que devem ser abertas para que todos os copos servidos com elas sejam completamente preenchidos, sempre utilizando-se todo o refrigerante e volume do copo sem desperdícios, e não haja nenhum refrigerante restante nas garrafas?

 

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3427259 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Em diversos bares e restaurantes do país é comum haver no cardápio opções de ½ porção que, na maioria dos casos, não corresponde à metade do valor de uma porção inteira, porque, além dos ingredientes que têm gasto proporcional ao tamanho da porção, existem outros gastos que são fixos e devem ser considerados na precificação deste item. Para fazer uma porção de carne, de qualquer tamanho, o dono de um restaurante cobra um valor fixo de R$ 18,00 mais um valor de R$ 8,00 por cada 100 g de carne. Neste caso, o valor de meia porção, contendo 200 g de carne, corresponde a uma porcentagem do valor da porção inteira, com 400 g de carne, equivalente a:

 

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3427258 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Observe a argumentação a seguir:

  1. Premissa 1: Se não chover eu vou à casa da minha mãe.
  2. Premissa 2: Fui à casa de minha mãe.
  3. Conclusão: Como fui à casa de minha mãe, então significa que não choveu, caso contrário, eu não teria ido.

A lógica de argumentação usada na situação descrita anteriormente foi:

 

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3427257 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Luiz Fernando Antônio Mário é o novo professor de matemática da escola e, em seu primeiro dia na classe, escreveu seu nome completo em um papel, dividiu-o em quatro pedaços idênticos e embaralhou-os para que os alunos tentassem juntá-los, formando o seu nome na ordem correta, conforme representado na figura a seguir:

Fernando

Luiz

Antônio

Mário

Os alunos escreveram em uma lista todas as possíveis combinações e, à medida que tentavam acertar o nome do professor, riscavam os incorretos da lista. Sabendo-se que os alunos riscaram todas as respostas incorretas antes de acertarem o nome do professor, pode-se concluir que o número de nomes riscados da lista foi:

 

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3427256 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Para fazer a limpeza e a desinfecção de caixas d’água, certa empresa especializada neste tipo de serviço cobra um valor que é diretamente proporcional ao volume da caixa d’água. Tendo como base que o orçamento para uma limpeza e desinfecção de uma caixa d’agua de 5.000 litros fica no valor de R$ 300,00, conclui-se que o mesmo serviço para ser realizado em uma caixa d’água de 800 litros deverá custar:

 

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3427255 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Festa de aniversário

Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:

– Engoli uma tampa de Coca-Cola.

Levantei as mãos para o céu: mais esta, agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:

– Disse que engoliu uma tampa de Coca-Cola.

A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos.

– Abra a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que déssemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Tomei-a ao colo: – Vem cá, minha filhinha, conta só para mim. Você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?

– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão.

Consultei o tio, baixinho:

– O que é que você acha?

Ele foi buscar uma tampa de garrafa, separou a cortiça do metal:

– O que você engoliu: isto... ou isto?

– Cuidado que ela engole outra – adverti.

– Isto – e ela apontou com firmeza a parte de metal.

Não tinha dúvida: pronto-socorro. Dispus-me a carregá-la, mas alguém sugeriu que era melhor que ela fosse andando: auxiliava a digestão.

No hospital, o médico limitou-se a apalpar-lhe a barriguinha, cético:

– Dói aqui, minha filha?

Quando falamos em radiografia, revelou-nos que o aparelho estava com defeito: só no pronto-socorro da cidade.

Batemos para o pronto-socorro da cidade. Outro médico nos atendeu com solicitude.

– Vamos já ver isto.

Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:

– Engoliu foi a garrafa.

– A garrafa?! – exclamei. Mas era uma gracinha dele, cujo espírito passava ao largo da minha aflição: eu não estava para graças. Uma tampa de garrafa! Certamente precisaria operar – não haveria de sair por si mesma.

O médico pôs-se a rir de mim:

– Não engoliu coisa nenhuma. O senhor pode ir descansado.

– Engoli – afirmou a menininha.

Voltei-me para ela:

– Como é que você ainda insiste, minha filha?

– Que eu engoli, engoli.

– Pensa que engoliu – emendei.

– Isso acontece – sorriu o médico – até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.

– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.

– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente. – Quer saber mais que o médico?

– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.

Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro, RJ. 1962. Adaptado.)

Sendo as conjunções formas linguísticas portadoras de significado, é correto afirmar que o valor semântico do elemento de coesão textual “ainda” em: “– Como é que você ainda insiste, minha filha?” (27º§) introduz:

 

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3427254 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Festa de aniversário

Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:

– Engoli uma tampa de Coca-Cola.

Levantei as mãos para o céu: mais esta, agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:

– Disse que engoliu uma tampa de Coca-Cola.

A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos.

– Abra a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que déssemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Tomei-a ao colo: – Vem cá, minha filhinha, conta só para mim. Você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?

– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão.

Consultei o tio, baixinho:

– O que é que você acha?

Ele foi buscar uma tampa de garrafa, separou a cortiça do metal:

– O que você engoliu: isto... ou isto?

– Cuidado que ela engole outra – adverti.

– Isto – e ela apontou com firmeza a parte de metal.

Não tinha dúvida: pronto-socorro. Dispus-me a carregá-la, mas alguém sugeriu que era melhor que ela fosse andando: auxiliava a digestão.

No hospital, o médico limitou-se a apalpar-lhe a barriguinha, cético:

– Dói aqui, minha filha?

Quando falamos em radiografia, revelou-nos que o aparelho estava com defeito: só no pronto-socorro da cidade.

Batemos para o pronto-socorro da cidade. Outro médico nos atendeu com solicitude.

– Vamos já ver isto.

Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:

– Engoliu foi a garrafa.

– A garrafa?! – exclamei. Mas era uma gracinha dele, cujo espírito passava ao largo da minha aflição: eu não estava para graças. Uma tampa de garrafa! Certamente precisaria operar – não haveria de sair por si mesma.

O médico pôs-se a rir de mim:

– Não engoliu coisa nenhuma. O senhor pode ir descansado.

– Engoli – afirmou a menininha.

Voltei-me para ela:

– Como é que você ainda insiste, minha filha?

– Que eu engoli, engoli.

– Pensa que engoliu – emendei.

– Isso acontece – sorriu o médico – até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.

– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.

– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente. – Quer saber mais que o médico?

– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.

Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro, RJ. 1962. Adaptado.)

Dos trechos a seguir, assinale aquele que justifica o título do texto.

 

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3427253 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-PA
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Festa de aniversário

Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:

– Engoli uma tampa de Coca-Cola.

Levantei as mãos para o céu: mais esta, agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:

– Disse que engoliu uma tampa de Coca-Cola.

A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos.

– Abra a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que déssemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Tomei-a ao colo: – Vem cá, minha filhinha, conta só para mim. Você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?

– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão.

Consultei o tio, baixinho:

– O que é que você acha?

Ele foi buscar uma tampa de garrafa, separou a cortiça do metal:

– O que você engoliu: isto... ou isto?

– Cuidado que ela engole outra – adverti.

– Isto – e ela apontou com firmeza a parte de metal.

Não tinha dúvida: pronto-socorro. Dispus-me a carregá-la, mas alguém sugeriu que era melhor que ela fosse andando: auxiliava a digestão.

No hospital, o médico limitou-se a apalpar-lhe a barriguinha, cético:

– Dói aqui, minha filha?

Quando falamos em radiografia, revelou-nos que o aparelho estava com defeito: só no pronto-socorro da cidade.

Batemos para o pronto-socorro da cidade. Outro médico nos atendeu com solicitude.

– Vamos já ver isto.

Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:

– Engoliu foi a garrafa.

– A garrafa?! – exclamei. Mas era uma gracinha dele, cujo espírito passava ao largo da minha aflição: eu não estava para graças. Uma tampa de garrafa! Certamente precisaria operar – não haveria de sair por si mesma.

O médico pôs-se a rir de mim:

– Não engoliu coisa nenhuma. O senhor pode ir descansado.

– Engoli – afirmou a menininha.

Voltei-me para ela:

– Como é que você ainda insiste, minha filha?

– Que eu engoli, engoli.

– Pensa que engoliu – emendei.

– Isso acontece – sorriu o médico – até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.

– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.

– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente. – Quer saber mais que o médico?

– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.

Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro, RJ. 1962. Adaptado.)

A expressão assinalada em “Outro médico nos atendeu com solicitude.” (18º§) revela que a ideia do período apresenta, principalmente, um aspecto:

 

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