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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública. Internet: (com adaptações). No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Internet: <ares.unasus,gov,br> (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.
No trecho “Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves”, o elemento “Entretanto” introduz uma ideia de oposição em relação ao período anterior.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública. Internet: (com adaptações). No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Internet: <ares.unasus,gov,br> (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.
No trecho “Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde”, o emprego da forma verbal “são” estabelece relação de identidade entre “medicamentos” e “substâncias”.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública. Internet: (com adaptações). No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Internet: <ares.unasus,gov,br> (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.
No trecho “Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico.”, sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, a forma verbal “atuando” poderia ser substituída por orações subordinadas adjetivas.
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativoEstratégias Argumentativas
Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública.
Internet: <are.unasus.gov.br> (com adaptações).
No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
No segmento “o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências grave”, observa-se um argumento com base em enumeração progressiva, que amplia semanticamente a crítica ao uso de medicamento e, assim, sustenta a tese central do texto: a necessidade do uso racional de medicamentos.
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Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública.
Internet: <are.unasus.gov.br> (com adaptações).
No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Do texto se conclui que os usuários têm responsabilidade exclusiva pelos danos decorrentes do uso inadequado de medicamentos, ao argumento de que atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva, o que isenta profissionais e instituições de saúde a esse respeito.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública.
Internet: <are.unasus.gov.br> (com adaptações).
No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Infere-se do texto que o elevado custo dos medicamentos constitui o principal fator responsável pelo uso irracional desses produtos no Brasil.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública.
Internet: <are.unasus.gov.br> (com adaptações).
No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Predomina no trecho “Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico.” a função referencial, caracterizada por linguagem objetiva, literal e informativa, o que caracteriza o uso denotativo da linguagem.
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Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública.
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No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
O texto é marcado pela presença de enunciados avaliativos, pelos quais se critica, indiretamente, a lógica econômica por trás da liberação indiscriminada de antibióticos.
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Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública.
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No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Deduz-se do texto que os antibióticos são os medicamentos mais consumidos no Brasil, superando todas as demais classes farmacológicas ali mencionadas.
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Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública.
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No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Embora o texto traga dados estatísticos, esse fato é insuficiente para classificá-lo como texto expositivo do gênero relatório.
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