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Avalie as afirmações sobre o Código de Ética dos Empregados Públicos do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.
I - A representação contra ilegalidade, omissão ou
abuso de poder será obrigatoriamente apreciada
pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada.
II - A demissão não poderá ser aplicada com base em
quaisquer das disposições da Consolidação das Leis
do Trabalho, sob pena de violação ao princípio da legalidade.
III - A suspensão por até 30 (trinta) dias, cumulada, se
couber, com a destituição de cargo ou função comissionada, poderá ser aplicada em caso de reincidência
das faltas punidas com advertência, de violação das
demais proibições que não justifiquem a penalidade
de demissão.
IV - Os empregados do Sistema Cofen/Conselhos Regionais são obrigados a declarar, no ato de investidura
e sob as penas da lei, quais os cargos públicos, empregos e funções que exercem, abrangidos ou não pela
vedação constitucional, devendo fazer prova de exoneração ou demissão, na data da investidura, na hipótese de acumulação constitucionalmente vedada.
Está correto apenas o que se afirma em
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o Sistema de Fiscalização do Exercício Profissional.
( ) No Sistema de Fiscalização do Exercício Profissional, o processo educativo passa a ter uma relevância maior dentro do processo de fiscalização, em
que a prevenção das infrações éticas e legais assume
um importante papel na melhoria da segurança e da
qualidade da assistência de enfermagem.
( ) A fiscalização do exercício profissional da enfermagem no Brasil não precisa ser documentada, a não
ser quando há infração(ões) evidenciada(s) durante
a fiscalização.
( ) Caso existam processos de fiscalização, recomenda-se que os mesmos não sejam comunicados
previamente, salvo exceções, que deverão ser oficializadas pela Presidência do Conselho Regional de
Enfermagem.
( ) A interdição ética é uma suspensão da
atividade profissional de enfermagem, de caráter
definitivo, a ser utilizada excepcionalmente para proteger a boa prática de enfermagem e o direito à saúde do cidadão.
( ) O Conselho de Enfermagem não aceita uma denúncia de atos de infração à ética ou à legislação
de enfermagem, supostamente cometidos por pessoa física ou jurídica, de forma anônima.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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É correto afirmar que se trata de uma situação de
irregularidade
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Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir
quanto ao Processo Ético-Disciplinar da Enfermagem.
Ao profissional de enfermagem que praticar e/ou ser
conivente com crime, contravenção penal ou qualquer outro ato, que infrinja postulados éticos e legais,
é aplicável pena de do direito ao
exercício profissional. O procedimento ético-disciplinar inicia-se por ofício ou por uma .
Considera-se a ação, a omissão
ou a conivência que implique em desobediência e/
ou inobservância às disposições do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Considera-se a inobservância das normas dos
Conselhos Federal e Regional de Enfermagem. São
consideradas infrações as que provoquem perigo de vida, debilidade temporária de
membro, de sentido ou função em qualquer pessoa,
ou as que causem danos patrimoniais ou financeiros.
A sequência que preenche corretamente as lacunas
do texto é
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as políticas voltadas à saúde de segmentos
populacionais.
( ) Nas ações à saúde do homem devem-se captar
precocemente as atividades de prevenção primária
relativas às doenças cardiovasculares e cânceres.
( ) Nas ações ao idoso é obrigatória a viabilização de
meios que permitam a presença do acompanhante
aos maiores de 60 anos de idade, inclusive em unidade de tratamento intensivo.
( ) Nas ações aos povos indígenas devem ser priorizadas aquelas para prevenção e controle de agravos
em situações especiais, para diminuir o impacto causado à saúde e seus desdobramentos posteriores.
( ) Nas ações de saúde do trabalhador a precaução
é compreendida como medidas a serem implantadas
para prevenir danos à saúde dos trabalhadores quando
há certeza científica formal da existência de risco grave.
( ) Nas ações para prevenção e controle do câncer,
o paciente com neoplasia maligna tem direito de se
submeter ao primeiro tratamento no Sistema Único
de Saúde (SUS), no prazo de 60 dias ou menor, a partir do diagnóstico em laudo patológico.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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É correto afirmar que, segundo as Resoluções
Cofen nº 429/2012, Cofen nº 564/2017 e Cofen
nº 358/2009 para o registro das ações profissionais
no prontuário do paciente, é
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Sobre o Código de Ética dos Empregados Públicos do
Sistema COFEN/Conselhos Regionais de Enfermagem, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I - Os atos de processo disciplinar não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente o exigir, reputando-se válidos os que, realizados de outro modo, preencham sua finalidade essencial PORQUE II - a ação disciplinar prescreverá em 03 (três) anos, quanto às infrações puníveis com demissão e destituição de cargo em comissão. A respeito das asserções, é correto afirmar que
I - Os atos de processo disciplinar não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente o exigir, reputando-se válidos os que, realizados de outro modo, preencham sua finalidade essencial PORQUE II - a ação disciplinar prescreverá em 03 (três) anos, quanto às infrações puníveis com demissão e destituição de cargo em comissão. A respeito das asserções, é correto afirmar que
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Suponha que, no Windows 10, instalado em um computador, a caixa de diálogo Propriedades de um arquivo esteja ativa.
Nesse contexto, a tecla Tab, do teclado, tem a função de
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO
SEGUINTE.
Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia
munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias.
Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra
Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos
nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas
outros de cantar as canções que foram ensinadas por
nossos pais.
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa
subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta,
sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela
nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos
dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não
pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com
que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais
velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica
e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e
avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um
afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem
à humanidade: um branco, um negro, um indígena e
um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais
ficaram.
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do
que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria
razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais
de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que
nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde
então fomos obrigados a acrescentar a resistência
entre nossos hábitos.
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as
mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os
seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez
de novembro. Mas o desmatamento não é a única
ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais
como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura,
a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo,
não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora,
preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo
o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão
contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio
Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo
o que nele vive.
Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a
Amazônia.
* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
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- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxeRegência
- SintaxeConcordância
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO
SEGUINTE.
Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia
munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias.
Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra
Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos
nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas
outros de cantar as canções que foram ensinadas por
nossos pais.
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa
subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta,
sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela
nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos
dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não
pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com
que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais
velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica
e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e
avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um
afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem
à humanidade: um branco, um negro, um indígena e
um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais
ficaram.
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do
que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria
razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais
de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que
nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde
então fomos obrigados a acrescentar a resistência
entre nossos hábitos.
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as
mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os
seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez
de novembro. Mas o desmatamento não é a única
ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais
como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura,
a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo,
não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora,
preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo
o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão
contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio
Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo
o que nele vive.
Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a
Amazônia.
* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
Texto I “A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?” (2º §). Texto II

Disponível em: <https://geografiavisual.com.br/quadrinhos-e-ilustracoes/a-luta-dos-indios-munduruku-contra-hidreletrica-contada-visualmente>. Acesso em: 25 jan. 2020.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os textos. ( ) Em “... querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?”, a preposição em destaque foi empregada devido à regência do verbo que a antecede. ( ) No período “Me ensinaram que temos que respeitar...” a construção frasal iniciada por pronome oblíquo é admissível na oralidade, porém, de acordo com a norma culta, não se inicia frase com pronome. ( ) Na frase “... nós sempre moramos aqui.”, o verbo em destaque encontra-se em desacordo com a norma-padrão, pois ele é um verbo transitivo indireto, regido pela preposição “por”: o certo é grafar “moramos por aqui”. De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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