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Para a promoção da segurança do paciente e a melhoria da qualidade, é INCORRETO afirmar que os
serviços de saúde devem
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O técnico de enfermagem de uma instituição pública
solicita orientação sobre o exercício de suas atividades em uma unidade de clínica cirúrgica.
De acordo com o Decreto nº 94.406/1987 que regulamenta a Lei nº 7.498/1986, é função do técnico de
enfermagem
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A Resolução COFEN 564/2017 aprova o Novo Código
de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
Avalie as afirmações que tratam dos direitos dos profissionais de enfermagem.
I - Recusar-se a executar atividades que não ofereçam
segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
II - Negar-se a ser filmado, fotografado e exposto em
mídias sociais durante o desempenho de suas atividades profissionais.
III - Disponibilizar assistência de enfermagem à coletividade em casos de emergência, epidemia, catástrofe
e desastre, sem pleitear vantagens pessoais, quando
convocado.
IV - Praticar ato cirúrgico, exceto nas situações de
emergência ou naquelas expressamente autorizadas
na legislação, desde que possua a competência técnico-científica necessária.
V - Participar da prática multiprofissional, interdisciplinar e transdisciplinar com responsabilidade, autonomia e liberdade, observando os preceitos éticos e
legais da profissão.
Está correto apenas o que se afirma em
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De acordo com a Lei nº 5.095/1973, é competência
dos Conselhos Regionais
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A Resolução COFEN nº 567/2018 regulamenta a atuação da equipe de enfermagem no cuidado aos pacientes com feridas.
De acordo com o anexo dessa Resolução, é competência do técnico de enfermagem
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De acordo com a Lei nº 5.905/1973, que dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de
Enfermagem, é INCORRETO afirmar que
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No Microsoft Word 2016, instalado em um computador, a cor da fonte de um texto pode ser alterada
utilizando-se o botão Cor da Fonte existente na guia
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No Microsoft Excel 2016, a função =SE("sim"="não";1;2)
retorna
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É correto afirmar que um nome de função do Microsoft Excel 2016 é
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO
SEGUINTE.
Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia
munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias.
Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra
Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos
nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas
outros de cantar as canções que foram ensinadas por
nossos pais.
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa
subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta,
sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela
nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos
dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não
pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com
que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais
velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica
e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e
avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um
afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem
à humanidade: um branco, um negro, um indígena e
um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais
ficaram.
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do
que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria
razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais
de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que
nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde
então fomos obrigados a acrescentar a resistência
entre nossos hábitos.
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as
mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os
seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez
de novembro. Mas o desmatamento não é a única
ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais
como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura,
a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo,
não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora,
preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo
o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão
contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio
Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo
o que nele vive.
Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a
Amazônia.
* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
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