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Felicidade em excesso pode fazer mal
June Gruber*
Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos 9arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores 12 níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além 15 do aumento da satisfação pessoal.
[...]
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena 24 nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter 27 os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
* June Gruber é professora de Psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Disponível em:<http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excesso-pode-fazer-mal-674821.shtml>. Acesso em: 5 mar. 2012. [Adaptado]
Com base no texto, é correto afirmar que
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Felicidade em excesso pode fazer mal
June Gruber*
Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos 9arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores 12 níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além 15 do aumento da satisfação pessoal.
[...]
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena 24 nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter 27 os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
* June Gruber é professora de Psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Disponível em:<http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excesso-pode-fazer-mal-674821.shtml>. Acesso em: 5 mar. 2012. [Adaptado]
Com base no texto, é correto afirmar que
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Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos 9arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores 12 níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além 15 do aumento da satisfação pessoal.
[...]
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena 24 nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter 27 os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
* June Gruber é professora de Psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Disponível em:<http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excesso-pode-fazer-mal-674821.shtml>. Acesso em: 5 mar. 2012. [Adaptado]
As palavras “evidências” e “impossível” são acentuadas porque
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Durante uma semana, os valores da temperatura numa cidade da Europa foram registrados diariamente e estão apresentados no quadro abaixo.
| Dia | Segunda | Terça | Quarta | Quinta | Sexta | Sábado | Domingo |
| T ºC | -5 | -4 | 0 | 3 | 10 | 9 | 10 |
De acordo com esses valores, a temperatura media em ºC nessa cidade europeia, durante essa semana, foi aproximadamente de
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É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos 9arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores 12 níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além 15 do aumento da satisfação pessoal.
[...]
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena 24 nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter 27 os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
* June Gruber é professora de Psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Disponível em:<http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excesso-pode-fazer-mal-674821.shtml>. Acesso em: 5 mar. 2012. [Adaptado]
De acordo com o texto,
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Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos 9arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores 12 níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além 15 do aumento da satisfação pessoal.
[...]
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena 24 nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter 27 os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
* June Gruber é professora de Psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Disponível em:<http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excesso-pode-fazer-mal-674821.shtml>. Acesso em: 5 mar. 2012. [Adaptado]
Leia o trecho a seguir:
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz.
Nesse trecho,
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June Gruber*
Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos 9arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores 12 níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além 15 do aumento da satisfação pessoal.
[...]
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena 24 nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter 27 os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
* June Gruber é professora de Psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Disponível em:<http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excesso-pode-fazer-mal-674821.shtml>. Acesso em: 5 mar. 2012. [Adaptado]
Considere as afirmações abaixo:
I O texto divulga dados estatísticos referentes ao nível de bem-estar de indivíduos em vários países.
II O texto narra as experiências vividas por pessoas que buscam incessantemente a felicidade.
III O texto informa que uma pessoa muito feliz teria menor capacidade de avaliar situações de risco.
IV O texto sugere que a busca constante pela felicidade tem sido associada à maior chance de desenvolver certas doenças.
Das afirmações, estão corretas
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As vendas de materiais escolares de uma loja podem ser representadas por uma matriz cujas linhas são os tipos de materiais (respectivamente, cadernos, canetas, lápis grafite, frascos de cola e resmas de papel A4) e as três colunas são as três semanas de venda (semana 1, semana 2 e semana 3, respectivamente), conforme se mostra a seguir
!$ N={\begin{pmatrix} 40\,\,\,60\,\,\,50\\120\,\,128\,\,130\\160\,\,156\,\,110\\80\,\,\,60\,\,\,45\\30\,\,\,70\,\,\,63 \end{pmatrix}} !$
I O elemento a23=130 representa a quantidade de cadernos vendidos pela loja na segunda semana.
II O elemento a32=156 representa a quantidade de lápis grafite vendidos pela loja na segunda semana.
III A quantidade total de canetas vendidas pela loja foi de 378.
Em relação à matriz representada, afirma-se
Das afirmativas,
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Na ferramenta de busca Google, quando se deseja procurar uma frase com uma sintaxe específica, é necessário, no campo de busca,
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O HTTP (Hyper Text Transfer Protocol) é um protocolo baseado em pedidos e respostas (request/response). Um cliente envia um pedido para um servidor que envia uma resposta a esse pedido. Quando digitamos o endereço de um sítio em um navegador que usa esse protocolo,
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