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Foram encontradas 60 questões.

Bacia hidrográfica, considerada a terceira em potencial hidrelétrico do País, onde está localizada a usina de Tucuruí.
 

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No 28 de abril, comemora-se o Dia Nacional da Caatinga – um importante domínio morfoclimático que abrange várias áreas do País, principalmente a do Nordeste e parte do Estado de Minas Gerais, região Sudeste do Brasil. Além das condições naturais adversas, há um histórico de práticas que agravaram a degradação desse bioma como o(a)
 

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O Brasil bate recorde em produção de energia renovável em março. O grande volume de chuvas e o maior aproveitamento dos ventos têm feito a produção de energia atingir níveis recordes no País.
(Fonte: Agência de noticiais G1, 30 de março de 2023).
São exemplos de fontes renováveis.
I. Hídrica. II. Nuclear. III. Solar. IV. Eólica; V. Petróleo. VI. Biomassa.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
 

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O movimento social que apresenta como pauta principal a reforma agrária, denomina-se: Movimento
 

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O desastre ambiental ocorrido em 25 de janeiro de 2019, em Brumadinho no Estado de Minas Gerais, ocorreu em função de
 

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O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), criado pelo Brics, informou que iniciou o processo de transição de sua liderança, abrindo caminho para que a ex-presidente Dilma Rousseff assuma a presidência da entidade.
(Fonte: Agência de Noticiais Uol, 10 de março de 2023).
O Brics é formado pelos países:
 

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Um dos motivos que explicam a invasão da Ucrânia pela Rússia é
 

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O processo de urbanização vem sendo também acompanhado por uma intensa metropolização. Como consequência desta dinâmica, a produção de lixo e esgotos, os congestionamentos e a poluição atmosférica se intensificam. Assim, os principais problemas ambientais urbanos são, EXCETO,
 

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A destruição da camada de ozônio é considerada um dos fenômenos que pode ocasionar a intensificação do aquecimento global e provocar sérios danos à natureza e à humanidade. É função da camada de ozônio,
 

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A falsa vida no Instagram

Expor-se em fotos na rede é um paliativo para a mediocridade.
Walcyr Carrasco - 14 fev 2020
Estou no aeroporto. Uma mulher pede uma selfie. Faço a pose. Sorrio. Essa cena acontece principalmente quando estou com uma novela de sucesso. Eu me pergunto: para que servem os milhões de selfies clicadas diariamente? Bem, para postar. A foto dá a impressão de intimidade. Mas nem nos conhecemos. A maioria avassaladora das pessoas que postam selfies com famosos não conhece ninguém. São imagens arrancadas, às vezes em situações horríveis. Certa vez, em Belo Horizonte, meu voo estava sendo chamado. Eu entrando no banheiro às pressas. Uma senhora me parou para fazer selfie, tentei me safar, ela insistindo… Enfim… Imaginem a situação. Tive de sorrir e me deixar fotografar! O pior é que não sei com quem estou dando um clique. Se for parar num tribunal e disser que não conheço a pessoa, haverá uma selfie! Esse mundo digital cria uma falsa impressão de intimidade!
Abro o Instagram e o que vejo? Muita gente com famosos, mais famosos que eu, óbvio. A vida de um Neymar deve ser um martírio! Também há os turistas deslumbrados. Sinto “vergonha alheia” ao ver tantos amigos postando fotos de viagem como se fossem a última bolacha do pacote. Vamos combinar. Quem precisa de mais um retrato de alguém no Coliseu? Ou na Torre Eiffel? Recentemente eu estava com um amigo, seu filho e primo adolescentes no templo budista Zu Lai, em Cotia, São Paulo. É um lindo santuário, com escadarias, pátios, esculturas. Todos tirando selfies e fazendo poses. De repente, percebi: ninguém estava olhando o templo! Só clicando. Postar era mais importante que a experiência em si.
Outra tendência são as mulheres seminuas e os rapazes de músculos à mostra. No passado, as revistas masculinas pagavam fortunas às mulheres para que ficassem nuas. Hoje é de graça, e as modelos são donas de casa, executivas… Só não há nus absolutos porque o próprio Instagram proíbe. Um amigo desempregado, já maduro, mas com músculos bem desenhados, postava uma foto de praia atrás da outra. Foi fazer uma entrevista. O possível chefe reclamou dos posts. Disse serem ruins para um candidato a cargo de direção. Apavorado, ele parou de postar. Duas semanas. Já está postando tudo de novo. Atenção: quem oferece uma vaga sempre verifica o candidato nas redes sociais. É um risco para o currículo. Fico imaginando a vida dos rapazes que postam fotos de si próprios em academias ou na praia, como pavões. Na real, contam os centavos, levam fora da namorada… Há quem poste batatinhas gordurosas orgulhosamente, como se fossem alta gastronomia. E ah… por que tanta gente faz questão de postar seus cachorrinhos? Felicidade igual au-au?
O Instagram é uma narrativa. As pessoas criam uma ficção da própria vida. Histórias de intimidade com famosos, de viagens, de alta moda, de gastronomia. Sentem-se mais interessantes, desejáveis. Os posts são um paliativo para a mediocridade de seu dia a dia. Postar virou um vício. Em que realmente acreditam? Em seu trabalho, relações? Ou na personagem criada no Instagram? Tornar a vida uma ficção só pode dar errado.
Publicado em VEJA de 19 de fevereiro de 2020.
No terceiro parágrafo lemos:
“Fico imaginando a vida dos rapazes que postam fotos de si próprios em academias ou na praia, como pavões.”
A palavra sublinhada nessa frase é um exemplo da figura de linguagem:
Questão Anulada

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