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Foram encontradas 40 questões.

567127 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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Felicidade

Vocês sabem o que é querofobia? Pasmem. É medo da alegria, da felicidade. Como pode, não é? Ganhei um livrinho – livrinho porque é bastante pequeno –Dicionário Igor de Fobias , com mais de 1000 verbetes, organizado pelo professor Igor Rafailov, um brasileiro de pai russo e mãe alemã, nascido em São Paulo, criado na França e que mora no Recife. Como todos os meus prováveis leitores sabem e o professor define, “fobias são medos irracionais, mórbidos, de coisas (animadas ou inanimadas), ideias ou situações”.

Com esse livrinho ficamos conhecendo fobias incríveis, como a eretofobia, que é o medo mórbido do ato sexual, menos estranha porém que califobia, que é o pavor do belo, do bonito, assim como filemafobia é o de beijar e ser beijado.

Eu poderia preencher o espaço de uma dúzia de crônicas com as fobias mais estranhas e improváveis, mas nada me impressionou mais do que a querofobia, principalmente por estarmos nos primeiros dias de um novo ano, em que recebemos e enviamos votos de felicidade.

Edgar, um amigo de muito tempo, não estranha, não se impressiona como eu. Ao contrário, ele mesmo se acha um querófobo:

– Sempre que me sinto muito feliz, tenho medo. Medo de que esses momentos prazerosos venham para anunciar uma desgraça que deverá chegar a seguir. E isso me impede de gozar – por um minuto que seja – de uma felicidade plena.

Sei que existem muitas pessoas assim, que não curtem os bons momentos, desconfiados de que sejam uma armadilha. E há mesmo a afirmação corrente de que toda vitória é véspera de uma derrota.

Não penso assim. Acredito que as alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, felicidades e desgraças surjam cada uma a seu tempo, independentemente de se seguirem umas às outras. E creio também que pensar positivamente seja uma forma de atrair bons acontecimentos ou, pelo menos, afugentar os maus. Mas admiro os céticos e os cínicos, os de talento e humor, como Drummond, que afirma:

“...o amor é isso

que você está vendo:

hoje beija, amanhã não beija,

depois de amanhã é domingo

e segunda-feira ninguém sabe o que será.”

Existem também os felizes e os infelizes profissionais, aqueles para quem tudo está sempre bem ou sempre mal. Que reclamam porque faz muito calor ou muito frio; se chove ou se faz sol. [...]

Acredito que todos nós temos direito à felicidade, que nascemos mesmo para ela e que a desgraça é um desarranjo na máquina que põe em movimento a nossa vida. Mas acredito também que é preciso identificar e gozar os instantes felizes, estejam eles num almoço familiar de domingo, num beijo da mulher amada, no aperto de mão de um amigo, no sorriso de um filho, na birra manhosa de um neto. Viver todos esses momentos sem medo e sem esforço, naturalmente, sabendo que se tem direito a eles. Fernando Pessoa nos ensina que “um dia de sol é tão belo quanto um dia de chuva. Cada um é o que é”. Se agirmos assim, acreditando que a felicidade existe e que, se é passageira, também a desgraça tem seus dias contados, chegaremos à velhice menos sofridos e amargos. E não correremos o risco de repetir, no fim da vida, a melancólica frase de Jorge Luis Borges: “No passado cometi o maior pecado que um homem pode cometer: não fui feliz”.

Felicidades para todos neste ano que se inicia.

Manoel Carlos, in VEJA RIO, 05/01/2005

Em: “ É medo DA ALEGRIA [...]”, o termo destacado exerce a seguinte função sintática:
 

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567126 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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Felicidade

Vocês sabem o que é querofobia? Pasmem. É medo da alegria, da felicidade. Como pode, não é? Ganhei um livrinho – livrinho porque é bastante pequeno –Dicionário Igor de Fobias , com mais de 1000 verbetes, organizado pelo professor Igor Rafailov, um brasileiro de pai russo e mãe alemã, nascido em São Paulo, criado na França e que mora no Recife. Como todos os meus prováveis leitores sabem e o professor define, “fobias são medos irracionais, mórbidos, de coisas (animadas ou inanimadas), ideias ou situações”.

Com esse livrinho ficamos conhecendo fobias incríveis, como a eretofobia, que é o medo mórbido do ato sexual, menos estranha porém que califobia, que é o pavor do belo, do bonito, assim como filemafobia é o de beijar e ser beijado.

Eu poderia preencher o espaço de uma dúzia de crônicas com as fobias mais estranhas e improváveis, mas nada me impressionou mais do que a querofobia, principalmente por estarmos nos primeiros dias de um novo ano, em que recebemos e enviamos votos de felicidade.

Edgar, um amigo de muito tempo, não estranha, não se impressiona como eu. Ao contrário, ele mesmo se acha um querófobo:

– Sempre que me sinto muito feliz, tenho medo. Medo de que esses momentos prazerosos venham para anunciar uma desgraça que deverá chegar a seguir. E isso me impede de gozar – por um minuto que seja – de uma felicidade plena.

Sei que existem muitas pessoas assim, que não curtem os bons momentos, desconfiados de que sejam uma armadilha. E há mesmo a afirmação corrente de que toda vitória é véspera de uma derrota.

Não penso assim. Acredito que as alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, felicidades e desgraças surjam cada uma a seu tempo, independentemente de se seguirem umas às outras. E creio também que pensar positivamente seja uma forma de atrair bons acontecimentos ou, pelo menos, afugentar os maus. Mas admiro os céticos e os cínicos, os de talento e humor, como Drummond, que afirma:

“...o amor é isso

que você está vendo:

hoje beija, amanhã não beija,

depois de amanhã é domingo

e segunda-feira ninguém sabe o que será.”

Existem também os felizes e os infelizes profissionais, aqueles para quem tudo está sempre bem ou sempre mal. Que reclamam porque faz muito calor ou muito frio; se chove ou se faz sol. [...]

Acredito que todos nós temos direito à felicidade, que nascemos mesmo para ela e que a desgraça é um desarranjo na máquina que põe em movimento a nossa vida. Mas acredito também que é preciso identificar e gozar os instantes felizes, estejam eles num almoço familiar de domingo, num beijo da mulher amada, no aperto de mão de um amigo, no sorriso de um filho, na birra manhosa de um neto. Viver todos esses momentos sem medo e sem esforço, naturalmente, sabendo que se tem direito a eles. Fernando Pessoa nos ensina que “um dia de sol é tão belo quanto um dia de chuva. Cada um é o que é”. Se agirmos assim, acreditando que a felicidade existe e que, se é passageira, também a desgraça tem seus dias contados, chegaremos à velhice menos sofridos e amargos. E não correremos o risco de repetir, no fim da vida, a melancólica frase de Jorge Luis Borges: “No passado cometi o maior pecado que um homem pode cometer: não fui feliz”.

Felicidades para todos neste ano que se inicia.

Manoel Carlos, in VEJA RIO, 05/01/2005

A palavra destacada em: “[...] É medo da alegria, da FELICIDADE. [...]” é formada pelo processo de:
 

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567125 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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Felicidade

Vocês sabem o que é querofobia? Pasmem. É medo da alegria, da felicidade. Como pode, não é? Ganhei um livrinho – livrinho porque é bastante pequeno –Dicionário Igor de Fobias , com mais de 1000 verbetes, organizado pelo professor Igor Rafailov, um brasileiro de pai russo e mãe alemã, nascido em São Paulo, criado na França e que mora no Recife. Como todos os meus prováveis leitores sabem e o professor define, “fobias são medos irracionais, mórbidos, de coisas (animadas ou inanimadas), ideias ou situações”.

Com esse livrinho ficamos conhecendo fobias incríveis, como a eretofobia, que é o medo mórbido do ato sexual, menos estranha porém que califobia, que é o pavor do belo, do bonito, assim como filemafobia é o de beijar e ser beijado.

Eu poderia preencher o espaço de uma dúzia de crônicas com as fobias mais estranhas e improváveis, mas nada me impressionou mais do que a querofobia, principalmente por estarmos nos primeiros dias de um novo ano, em que recebemos e enviamos votos de felicidade.

Edgar, um amigo de muito tempo, não estranha, não se impressiona como eu. Ao contrário, ele mesmo se acha um querófobo:

– Sempre que me sinto muito feliz, tenho medo. Medo de que esses momentos prazerosos venham para anunciar uma desgraça que deverá chegar a seguir. E isso me impede de gozar – por um minuto que seja – de uma felicidade plena.

Sei que existem muitas pessoas assim, que não curtem os bons momentos, desconfiados de que sejam uma armadilha. E há mesmo a afirmação corrente de que toda vitória é véspera de uma derrota.

Não penso assim. Acredito que as alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, felicidades e desgraças surjam cada uma a seu tempo, independentemente de se seguirem umas às outras. E creio também que pensar positivamente seja uma forma de atrair bons acontecimentos ou, pelo menos, afugentar os maus. Mas admiro os céticos e os cínicos, os de talento e humor, como Drummond, que afirma:

“...o amor é isso

que você está vendo:

hoje beija, amanhã não beija,

depois de amanhã é domingo

e segunda-feira ninguém sabe o que será.”

Existem também os felizes e os infelizes profissionais, aqueles para quem tudo está sempre bem ou sempre mal. Que reclamam porque faz muito calor ou muito frio; se chove ou se faz sol. [...]

Acredito que todos nós temos direito à felicidade, que nascemos mesmo para ela e que a desgraça é um desarranjo na máquina que põe em movimento a nossa vida. Mas acredito também que é preciso identificar e gozar os instantes felizes, estejam eles num almoço familiar de domingo, num beijo da mulher amada, no aperto de mão de um amigo, no sorriso de um filho, na birra manhosa de um neto. Viver todos esses momentos sem medo e sem esforço, naturalmente, sabendo que se tem direito a eles. Fernando Pessoa nos ensina que “um dia de sol é tão belo quanto um dia de chuva. Cada um é o que é”. Se agirmos assim, acreditando que a felicidade existe e que, se é passageira, também a desgraça tem seus dias contados, chegaremos à velhice menos sofridos e amargos. E não correremos o risco de repetir, no fim da vida, a melancólica frase de Jorge Luis Borges: “No passado cometi o maior pecado que um homem pode cometer: não fui feliz”.

Felicidades para todos neste ano que se inicia.

Manoel Carlos, in VEJA RIO, 05/01/2005

O prefixo da palavra destacada em: “[...] ‘fobias são medos IRRACIONAIS’[...]” significa:
 

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567124 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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O mês de setembro de 2013 marcou o fechamento da pista do aeroporto de uma cidade de Rondônia para voos comerciais. O fechamento, que tem previsão inicial de ser mantido por cerca de 60 dias, ocorreu no município de:
 

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567123 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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Em março de 2013, foi aprovada pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a fusão entre duas empresas aéreas brasileiras. A fusão já havia sido anunciada em 2012, mas precisava do aval desse conselho.As duas empresas brasileiras que se uniram foram:
 

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567122 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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Em agosto de 2013, ocorreu um incidente diplomático envolvendo o Brasil e a Bolívia. O senador boliviano Roger Pinto Molina, que estava asilado há um ano na embaixada brasileira de La Paz, foi trazido para o Brasil em um carro oficial brasileiro, sem a autorização do governo boliviano. Após o episódio, o Ministro das Relações Exteriores do Brasil foi substituído. O nome do ministro que foi substituído é:
 

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567121 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em agosto de 2013 uma série de dados, a partir das informações coletadas no Censo de 2010. Um dos dados mais comentados é a mudança na estrutura da população brasileira, principalmente a diminuição do ritmo de crescimento. O menor ritmo de crescimento populacional ocorre, segundo o IBGE, pois:
 

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567120 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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Em 2013, um país do Leste Europeu foi integrado à União Europeia, bloco econômico formado por cerca de 30 países do continente. Esse novo país integrante da UE é:
 

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397161 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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Dentre as opções que a tela de impressão de aplicativos Microsoft Office oferece, NÃO existe uma opção para:
 

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567142 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: CREA-RO
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O Brasil possui 27 unidades federativas. O estado de Rondônia, situado na Região Norte, faz fronteira com o Amazonas, o Acre, o Mato Grosso do Sul e com a República da Bolívia.

Um grupo de amigos resolveu visitar duas das quatro regiões que fazem fronteira com o estado de Rondônia. Sorteando dois nomes aleatoriamente, e de uma única vez, a probabilidade de visitarem dois estados brasileiros, é:

Questão Anulada

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