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A vida como imperativo cósmico; sem ela, universo seria incompleto
Durante séculos, os cientistas tentaram explicar o universo por meio de leis físicas, expressas por equações
matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida
e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos
20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características
do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam
bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode
facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os
meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos),
complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava
ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há
vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica.
Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os
seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia
integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina
e citosina).
Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a
vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou
de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um
grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.
Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta
grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a
irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres
vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme,
que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um
imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida
para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso
que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
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matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida
e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos
20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características
do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam
bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode
facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os
meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos),
complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava
ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há
vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica.
Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os
seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia
integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina
e citosina).
Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a
vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou
de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um
grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.
Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta
grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a
irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres
vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme,
que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um
imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida
para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso
que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
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e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos
20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características
do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam
bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode
facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os
meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos),
complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava
ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há
vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica.
Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os
seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia
integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina
e citosina).
Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a
vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou
de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um
grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.
Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta
grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a
irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres
vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme,
que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um
imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida
para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso
que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
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e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos
20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características
do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam
bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode
facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os
meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos),
complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava
ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há
vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica.
Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os
seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia
integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina
e citosina).
Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a
vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou
de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um
grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.
Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta
grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a
irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres
vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme,
que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um
imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida
para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso
que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
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e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos
20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características
do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam
bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode
facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os
meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos),
complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava
ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há
vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica.
Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os
seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia
integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina
e citosina).
Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a
vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou
de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um
grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.
Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta
grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a
irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres
vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme,
que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um
imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida
para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso
que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
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matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida
e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos
20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características
do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam
bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode
facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os
meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos),
complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava
ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há
vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica.
Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os
seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia
integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina
e citosina).
Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a
vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou
de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um
grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.
Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta
grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a
irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres
vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme,
que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um
imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida
para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso
que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
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e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos
20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características
do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam
bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode
facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os
meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos),
complexidade (oriunda de seres simples) e informação (originada pelas conexões de todos com todos). Mas faltava
ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há
vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica.
Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os
seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia
integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina
e citosina).
Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a
vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou
de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um
grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.
Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta
grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a
irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres
vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme,
que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um
imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida
para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso
que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
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Durante séculos, os cientistas tentaram explicar o universo por meio de leis físicas, expressas por equações
matemáticas. O universo era representado como uma imensa máquina que funcionava sempre de forma estável. A vida
e a consciência não tinham lugar nesse paradigma. Era assunto das religiões. Mas tudo mudou quando, a partir dos anos
20, o astrônomo Hubble provou que o estado natural do universo não é a estabilidade, mas a mudança.
Expansão, auto-organização, complexificação e emergência de ordens cada vez mais sofisticadas são características
do universo. E a vida? Não sabemos como surgiu. O que podemos dizer é que a Terra e o inteiro universo trabalharam
bilhões de anos para criar as condições do nascimento dessa belíssima criança que é a vida. É frágil porque pode
facilmente adoecer e morrer. Mas também é forte porque nada até hoje, nem os vulcões, nem os terremotos, nem os
meteoros, nem as dizimações em massa em eras passadas conseguiram extingui-la totalmente.
Para que surgisse a vida, foi preciso que o universo fosse dotado de três qualidades: ordem (vinda do caos),
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ainda um dado: a criação dos tijolinhos com os quais se constrói a casa da vida.
São os ácidos e demais elementos que permitem todas as combinações e todas as transformações. Assim, não há
vida sem que haja a presença do carbono, do hidrogênio, do oxigênio... Enfim, dos 118 elementos da tabela periódica.
Temos, portanto, o mesmo código genético de base criando a unidade sagrada da vida, dos micro-organismos até os
seres humanos. Todos somos, de fato, irmãos e irmãs, como afirma o papa Francisco em sua encíclica sobre a ecologia
integral, porque somos formados pelos mesmos 20 aminoácidos e quatro bases nitrogenadas (adenina, timina, guanina
e citosina).
Mas faltava um berço que acolhesse a vida: a atmosfera e a biosfera, com todas as substâncias essenciais para a
vida – o carbono, o oxigênio, o metano, o ácido sulfúrico, o nitrogênio e outros.
Dadas essas pré-condições, eis que, há 3,8 bilhões de anos, aconteceu algo portentoso. Possivelmente do mar ou
de um brejo primitivo onde borbulhavam todos os elementos como uma espécie de sopa, de repente, sob a ação de um
grande raio lampejante vindo do céu, irrompeu a vida.
Misteriosamente, ela está aí já há 3,8 bilhões de anos: no minúsculo planeta Terra, num sistema solar de quinta
grandeza, num canto de nossa galáxia, a 29 mil anos-luz do centro dela, aconteceu o fato mais singular da evolução: a
irrupção da vida. Ela é a mãe originária de todos os viventes, a Eva verdadeira. Dela descendem todos os demais seres
vivos, também nós, humanos, de um subcapítulo do capítulo da vida: nossa vida consciente.
Por fim, ouso dizer com o biólogo, também Prêmio Nobel, Christian de Duve e com o cosmólogo Brian Swimme,
que o universo seria incompleto sem a vida. Sempre que se atinge certo nível de complexidade, a vida surge como um
imperativo cósmico, em qualquer parte do universo.
Devemos superar a ideia comum de que o universo é uma coisa meramente física e morta, com pitadinhas de vida
para completar o quadro. Essa é uma compreensão pobre e falsa. O universo parece estar cheio de vida, e é para isso
que ele existe, como o berço acolhedor da vida, especialmente da nossa.
(BOFF, Leonardo. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/a-vida-como-imperativo-c%C3%B3smico-sem-elauniverso-seria-incompleto-1.1394751. Acesso em: 11/11/2016.)
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1134639
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CREF-5
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CREF-5
Provas:
“Nos primeiros meses do ano, os donos de veículos automotores têm que pagar o IPVA. IPVA é uma sigla que significa
Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores. Esse imposto foi criado para substituir seu antecessor, chamado
TRU (Taxa Rodoviária Única), taxa que foi criada em 1969 e que também era cobrada anualmente. A TRU deveria ser
paga, exclusivamente, por proprietários de veículos automotores terrestres, ou seja, automóveis e ciclomotores.”
(Disponível em: https://www.significadosbr.com.br/ipva.)
Dos órgãos de trânsito a seguir, assinale aquele que está diretamente ligado ao recolhimento desse imposto, entre outras funções.
Dos órgãos de trânsito a seguir, assinale aquele que está diretamente ligado ao recolhimento desse imposto, entre outras funções.
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1134638
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CREF-5
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Banca: IDECAN
Orgão: CREF-5
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“Os jovens brasileiros estão se arriscando demais no uso de anabolizantes e cada vez mais cedo. O alerta é da Sociedade
Brasileira de Endocrinologia. O resultado da malhação leva um tempo para aparecer. A Sociedade Brasileira de
Endocrinologia constatou que um em cada 16 adolescentes já usou anabolizante. Os médicos dizem que os jovens estão
começando cada vez mais cedo.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2016/10/jovens-brasileiros-estao-usando-ilegalmente-anabolizantes.html.)
Entre os atletas profissionais, o uso dessa substância caracteriza doping. O uso é maior entre os homens, mas o índice de mulheres usuárias de anabolizantes é crescente. Sobre os anabolizantes, é correto afirmar que:
Entre os atletas profissionais, o uso dessa substância caracteriza doping. O uso é maior entre os homens, mas o índice de mulheres usuárias de anabolizantes é crescente. Sobre os anabolizantes, é correto afirmar que:
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