Foram encontradas 40 questões.
2978921
Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CREFITO-4
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CREFITO-4
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Existe uma nova realidade social determinada, dentre outros fatores, pelo aumento da expectativa de vida e do maior tempo
de permanência das pessoas em atividade laboral. A forma como as organizações lidam com aspectos da segurança no
trabalho e saúde de seus empregados é cada vez mais um ponto de atenção na sociedade moderna. Especificamente, a saúde
mental dos empregados passou a receber mais destaque dentro das práticas de sustentabilidade das organizações, sendo
item essencial para o avanço de suas agendas ESG (
Environmental Social and Governance
). Sobre as medidas que podem ser
adotadas pelas empresas no cuidado com a saúde mental, analise as possibilidades a seguir.
I. Promover pesquisas para identificar como as pessoas estão se sentindo no trabalho.
II. Incluir na programação da SIPAT temas e atividades referentes à ergonomia e uso de EPIs.
III. Oferecer rodas de conversas com os empregados e falar sobre o assunto corporativamente de forma aberta, incentivando as pessoas a expor seus problemas pessoais e emocionais.
IV. Abrir espaços de discussão sobre o tema, aderindo, por exemplo, a campanhas nacionais como a do Setembro Amarelo, visando desconstruir estigmas e preconceitos sobre questões de saúde mental.
V. Cultivar um espaço seguro e de acolhimento para os empregados, voltado tanto à prevenção quanto ao encaminhamento de questões relacionadas à saúde mental, oferecendo ajuda aos que necessitam de apoio.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Promover pesquisas para identificar como as pessoas estão se sentindo no trabalho.
II. Incluir na programação da SIPAT temas e atividades referentes à ergonomia e uso de EPIs.
III. Oferecer rodas de conversas com os empregados e falar sobre o assunto corporativamente de forma aberta, incentivando as pessoas a expor seus problemas pessoais e emocionais.
IV. Abrir espaços de discussão sobre o tema, aderindo, por exemplo, a campanhas nacionais como a do Setembro Amarelo, visando desconstruir estigmas e preconceitos sobre questões de saúde mental.
V. Cultivar um espaço seguro e de acolhimento para os empregados, voltado tanto à prevenção quanto ao encaminhamento de questões relacionadas à saúde mental, oferecendo ajuda aos que necessitam de apoio.
Está correto o que se afirma apenas em
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Médico destaca a importância da terapia ocupacional no tratamento de pessoas com autismo
A terapia ocupacional é uma área da saúde que se concentra em ajudar as pessoas a alcançar uma boa saúde e bem-estar
físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
(Tribuna Hoje. Notícias Saúde. Em: 28/06/2023.)
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físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
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físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
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A terapia ocupacional é uma área da saúde que se concentra em ajudar as pessoas a alcançar uma boa saúde e bem-estar
físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
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A terapia ocupacional é uma área da saúde que se concentra em ajudar as pessoas a alcançar uma boa saúde e bem-estar
físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
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A terapia ocupacional é uma área da saúde que se concentra em ajudar as pessoas a alcançar uma boa saúde e bem-estar
físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
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A terapia ocupacional é uma área da saúde que se concentra em ajudar as pessoas a alcançar uma boa saúde e bem-estar
físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
(Tribuna Hoje. Notícias Saúde. Em: 28/06/2023.)
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Médico destaca a importância da terapia ocupacional no tratamento de pessoas com autismo
A terapia ocupacional é uma área da saúde que se concentra em ajudar as pessoas a alcançar uma boa saúde e bem-estar
físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
(Tribuna Hoje. Notícias Saúde. Em: 28/06/2023.)
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Médico destaca a importância da terapia ocupacional no tratamento de pessoas com autismo
A terapia ocupacional é uma área da saúde que se concentra em ajudar as pessoas a alcançar uma boa saúde e bem-estar
físico, mental e emocional por meio da envolvência em atividades cotidianas significativas. O tratamento do autismo é uma das
principais áreas em que a terapia ocupacional é utilizada, especialmente na intervenção através da habilitação em integração
sensorial e aplicação de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
A integração sensorial é um conjunto de técnicas terapêuticas que tem como objetivo ajudar as crianças autistas a processar melhor as informações sensoriais do ambiente em que estão. Essas técnicas ajudam a melhorar a forma como a criança
percebe, compreende, organiza e responde aos diferentes estímulos sensoriais, tais como luz, som, toque, cheiro e movimento.
A terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial é, portanto, importante para o tratamento do autismo, pois
ajuda a criança a lidar melhor com o mundo ao seu redor e a melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente.
Já aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que é frequentemente utilizada na terapia ocupacional para o tratamento do autismo. Ela é baseada em uma abordagem terapêutica que se concentra na análise do comportamento humano e na modificação do mesmo por meio do reforço positivo. Através da ABA, a terapia ocupacional procura
ensinar habilidades sociais, comunicativas, motoras e acadêmicas que ajudam a criança a lidar com o mundo ao seu redor de
forma mais eficiente.
De acordo com o diretor e neuropediatra do Centro Especializado em Transtorno de Espectro Autista (Cetea), Dr. Rodrigo
Araújo, profissionais formados em terapia ocupacional atuam com intervenções na área da saúde, com reabilitação de pessoas
com alterações cognitivas, interação social e educação.
“Pode-se dizer que a terapia ocupacional com habilitação em integração sensorial e/ou aplicação da ciência ABA é essencial
no tratamento do autismo. Por meio delas, a criança autista pode melhorar sua capacidade de se comunicar e interagir socialmente, além de aprender habilidades importantes para sua vida diária. Com a ajuda da terapia ocupacional, é possível melhorar
significativamente a qualidade de vida dessas crianças e sua capacidade de se integrar na sociedade”, explicou o neuropediatra
que ainda ressaltou a importância da terapia ocupacional na infância.
“O objetivo da terapia ocupacional é ampliar o raio de ação, desempenho, autonomia e participação, utilizando recursos
e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio da afetividade,
da relação, o terapeuta contribui com os processos de desenvolvimento de vida e saúde”, finalizou.
(Tribuna Hoje. Notícias Saúde. Em: 28/06/2023.)
( ) Um dos objetivos de abordagem relacionada à terapia citada no texto demonstra a necessidade do envolvimento e relacionamento com o outro.
( ) O meio de que a terapia ocupacional se vale para promover saúde, física e emocional, relaciona-se a situações específicas que dependem de envolvimento e interação.
( ) Mesmo não havendo comprovação de benefícios de técnicas terapêuticas nos tratamentos citados no texto, tal prática vem conquistando um grande número de profissionais envolvidos em tais procedimentos.
A sequência está correta em
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