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“A terapia ocupacional surgiu na Idade Contemporânea, com seus marcos históricos definidos a partir da Revolução Francesa (1789) e a Primeira Guerra Mundial (1914), de acordo com relatos de Soares (2007). Nesse contexto, novos saberes e instituições foram criados, como a psiquiatria, que medicalizou a loucura, transformando o louco em doente mental, e o manicômio ou asilo para alienados, espaço de segregação dos doentes mentais.” Diante do exposto, assinale a alternativa correta sobre a institucionalização da profissão no Brasil.
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Sauron e Oliveira (2003, p. 221) relatam que “o processo de avaliação envolve a coleta de dados e sua interpretação”. Um dos instrumentos com o objetivo de medir o desempenho do paciente, ao longo do programa terapêutico ocupacional, é a Medida de Independência Funcional (MIF), sendo um instrumento em que o paciente “realmente faz e não o que é capaz de fazer”. Sobre a MIF, é correto afirmar que
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A contração muscular isotônica é usada no exercício ativo, que é realizado quando o paciente move a articulação ao longo de sua amplitude de movimento disponível sem nenhuma resistência externa, conforme Breines (2005). Em relação à aplicação de uma atividade com exercício ativo que ofereça pouca ou nenhuma resistência, indica-se o uso da atividade de
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“As atividades de vida diária (AVD) são aquelas relacionadas aos cuidados pessoais e à mobilidade, já as atividades instrumentais de vida diária ou atividades práticas de vida diária (AIVD) caracterizam-se por atividades relacionadas às habilidades para solucionar problemas sociais e de interação com o ambiente.”
(Teixeira, 2003.)
A classificação é fundamental no momento da avaliação, possibilitando a identificação das áreas mais comprometidas. Diante do exposto, assinale a alternativa correta quanto às atividades de classificação das AIVD.
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“O acidente vascular encefálico (AVE) é uma síndrome clínica descrita como um déficit neurológico focal causado por alteração na circulação sanguínea cerebral e com consequências nos planos cognitivos e sensório-motor, de acordo com a área afetada e sua extensão.”
(Ares, 2003, p. 3, apud Teixeira et al, 2003.)
Dentre as sugestões de tratamento propostas por Albuquerque (apud Teixeira et al, 2003), o fiscal terapeuta ocupacional, no que concerne à estimulação da sensibilidade, deve
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Jacobs & Jacobs (2006) definem doença de Parkinson como uma patologia degenerativa que acomete, usualmente, a população idosa, apresentando sintomas como tremor, rigidez e bradicinesia. Relacione os estágios da doença de Parkinson às limitações apresentadas pelo paciente.
1. Estágio 1.
2. Estágio 2.
3. Estágio 3.
4. Estágio 4.
5. Estágio 5.
( )Aumento da instabilidade postural.
( )Problemas sutis na mobilidade de tronco e reflexos posturais.
( )Presença de tremores de repouso.
( )Restrito à cadeira de rodas ou ao leito.
( )Presença de instabilidade postural.
A sequência está correta em
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Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Sco tt. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.
(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CREFITO-8

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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CREFITO-8
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Faria (2007) define esclerose lateral amiotrófica (ELA) como “uma doença neuromuscular progressiva que afeta o controle muscular voluntário em decorrência de lesões no neurônio motor superior e/ou neurônio motor inferior nas regiões bulbar e/ou espinhal”. O tratamento do fiscal terapeuta ocupacional na ELA, nos estágios iniciais, focaliza a sua intervenção
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