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4094872 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-1
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Texto para os itens de 9 a 13.

Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra-auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda-se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro-organismos.

É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet: <drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens seguintes.

No período “Os modelos intra-auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções”, a eliminação da vírgula imediatamente após “intra-auriculares” converteria a oração subordinada adjetiva explicativa em restritiva sem prejuízo à correção gramatical da sentença.

 

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4094871 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-1
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Texto para os itens de 9 a 13.

Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra-auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda-se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro-organismos.

É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet: <drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens seguintes.

No trecho “Por isso, recomenda-se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas”, a reescrita como Portanto, é recomendada a limpeza dos fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas preservaria a correção gramatical e o sentido original do período.

 

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4094870 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-1
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Texto para os itens de 9 a 13.

Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra-auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda-se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro-organismos.

É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet: <drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens seguintes.

Em “A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB)”, seria mantida a correção gramatical do trecho caso fosse inserido um acento grave em “a 85 decibéis”, pois há a ideia de direção ou destinação.

 

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4094869 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-1
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Texto para os itens de 9 a 13.

Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra-auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda-se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro-organismos.

É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet: <drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens seguintes.

Se for inserida uma vírgula imediatamente antes do vocábulo “que”, no trecho “É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde”, a frase passaria a sugerir que todos os sinais de alerta, sem exceção, indicam a necessidade da busca por um profissional de saúde.

 

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4094868 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-1
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Texto para os itens de 1 a 8.

Alterações da voz podem sinalizar doenças

A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu-se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet: <gov.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Em razão da presença de recomendações de saúde e da listagem de hábitos a serem evitados, dispostos no último parágrafo, o texto classifica-se predominantemente como injuntivo, uma vez que o seu propósito principal é prescrever comportamentos ao leitor.

 

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4094867 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-1
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Texto para os itens de 1 a 8.

Alterações da voz podem sinalizar doenças

A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu-se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet: <gov.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No trecho “é chamada de disfonia”, o termo “disfonia” pode ser substituído por afonia, sem prejuízo ao sentido original, uma vez que ambas as palavras são sinônimas e designam alterações na qualidade vocal.

 

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4094866 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-1
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Texto para os itens de 1 a 8.

Alterações da voz podem sinalizar doenças

A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu-se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet: <gov.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Para adequar o trecho “É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons” a um relatório técnico-científico, a reescrita A laringe é o órgão no qual se localizam as pregas vocais, estruturas musculares cuja vibração, mediante a passagem do fluxo aéreo, resulta na produção sonora preservaria o conteúdo informacional do texto e elevaria o nível de formalidade do texto.

 

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4094865 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-1
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Texto para os itens de 1 a 8.

Alterações da voz podem sinalizar doenças

A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu-se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet: <gov.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No período “uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem”, a substituição de “se torna” por a torna preservaria tanto a correção gramatical quanto o sentido original do texto, mantendo a próclise devido à partícula atrativa “que”.

 

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4094864 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
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Alterações da voz podem sinalizar doenças

A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu-se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet: <gov.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No trecho “O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som”, as vírgulas são obrigatórias por se tratar de um aposto explicativo.

 

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Alterações da voz podem sinalizar doenças

A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu-se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet: <gov.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

No trecho “- seja na intensidade, no tom ou na qualidade -”, o emprego dos travessões tem a função de isolar uma informação de caráter explicativo intercalada na oração.

 

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