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1721617 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

O Pulso (Titãs)

O pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa ...

Peste bubônica
Câncer, pneumonia
Raiva, rubéola
Tuberculose e anemia
Rancor, cisticercose
Caxumba, difteria
Encefalite, faringite
Gripe e leucemia ...
E o pulso ainda pulsa
E o pulso ainda pulsa
( ... )

E o corpo ainda é pouco
E o corpo ainda é pouco
Assim ...

Reumatismo, raquitismo
Cistite, disritmia
Hérnia, pediculose
Tétano, hipocrisia
Brucelose, febre tifoide
Arteriosclerose, miopia
Catapora, culpa, cárie
Cãibra, lepra, afasia ...

( ... )

(Disponível em http://letras.mus.br/)

Analise as afirmações, relativas à interpretação do trecho de ''O Pulso''.

I. Em meio aos nomes de doenças aparecem sentimentos humanos, como hipocrisia.

II. A letra explora a semelhança entre as palavras ''pulso'' e ''pulsa''.

III. Alguns trechos dos versos são constituídos basicamente por substantivos, apenas.

Está correto o que se afirma em:

 

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1721616 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Enunciado 3149118-1

A palavra ''não'', que aparece no texto, pode ser classificada morfologicamente como um(a):

 

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1721615 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Enunciado 3149114-1

A palavra ''política'' recebe acento gráfico pelo mesmo motivo de:

 

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1721614 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Enunciado 3149088-1

Sobre a forma verbal ''perde'', que aparece no anúncio, analise as afirmações.

I. Está no presente.

II. Está na primeira pessoa do singular.

III. Está no Modo Subjuntivo.

Pode-se afirmar que:

 

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1721613 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Reposição hormonal vira arma para obesos

18 de setembro de 2012 1 8h 30 Clarissa Thomé, RIO

Homens com baixo nível de testosterona, o hormônio sexual masculino, e que não obtiveram sucesso para o tratamento convencional contra obesidade, podem ser beneficiados com a reposição hormonal, apontam estudos recentes do endocrinologista alemão Farid Saad, da área científica do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals.

Para os médicos, a mensagem principal do estudo é que os homens obesos precisam se tratar.

Um dos estudos, apresentado em encontro da Sociedade de Endocrinologia, em Houston, acompanhou 115 homens por cinco anos, com baixos índices de testosterona. Com a reposição hormonal - seguida de dieta e exercícios -, a perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98, centímetros.

Em outro trabalho, que revisou estudos mundiais sobre o tema e foi publicado no periódico Current Diabetes Reviews, Saad conclui que a reposição ''pode ser eficaz porque melhora o humor e reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e aos exercícios para o combate à obesidade".

''A testosterona não é medicamento antiobesidade e a reposição só deve ser feita por quem tem baixa produção desse hormônio. O que a pesquisa mostra é que a reposição hormonal (*) a melhora de peso se estiver aliada à dieta e à atividade física", ressalta o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia.

Os níveis de testosterona começam a cair naturalmente a partir dos 45 anos. A redução acentuada do hormônio é conhecida como andropausa e provoca perda da libido, de massa muscular, disfunção erétil, entre outros sintomas. "O que se sabe hoje é que a obesidade pode causar a redução de testosterona de forma mais rápida, principalmente a obesidade que tem como apresentação o acúmulo de gordura na circunferência abdominal", explica Salles.

Esse acúmulo de gordura na cintura pode reduzir a ação da insulina: além de causar predisposição para diabetes e hipertensão, causa redução na produção de testosterona. "A diminuição de testosterona leva à piora da obesidade. E a obesidade também pode levar à diminuição da testosterona. Provoca um ciclo vicioso."

O grave é que são poucos os homens que sabem sobre a andropausa e testaram os níveis de testosterona. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, com apoio da Bayer, mostrou que 66% não sabem o que é andropausa e 64% nunca fizeram testes para medir o hormônio masculino. Foram ouvidos 5 mil homens, com mais de 40 anos.

"Chama a atenção o fato de grande parte dos homens não cuidar de nada: 59% não fazem dieta, 49% não fazem atividade física, 38% não vão ao médico com frequência. No entanto, 37% usam algum remédio para disfunção erétil. Eles não sabem que a queda da testosterona pode estar ligada a essa disfunção e a reposição pode melhorar a ereção'', diz Archimedes Nardozza Junior, diretor do núcleo de pesquisa da SBU e coordenador da pesquisa.

Para Nardozza, a mensagem é que o homem precisa se tratar. "Ao contrário das mulheres, eles não vão ao médico. Esse é o grande mote da campanha da Sociedade Brasileira de Urologia: cuide-se'', afirmou o especialista.

Terapia é indicada apenas nos casos de deficiência

A reposição hormonal é feita com injeções quinzenais, mensais ou trimestrais, dependendo da formulação do medicamento e do laboratório. Alguns pacientes sofrem com efeitos colaterais, como aumento de células vermelhas (policitemia), irritabilidade, ereção permanente (priapismo). "São efeitos muito raros", afirma o endocrinologista João Eduardo Salles.

Ele ressalta que a reposição só é indicada para pacientes com deficiência desse hormônio. "O uso para aumentar massa muscular é contraindicado." Segundo o médico, a reposição não causa câncer. "Mas a reposição da testosterona está contraindicada para os que têm câncer de próstata ou os que já tiveram."

(Disponível em www.estadao.com.br)

Assinale a alternativa em que haja incorreção na análise das ideias do texto.

 

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1721612 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Reposição hormonal vira arma para obesos

18 de setembro de 2012 1 8h 30 Clarissa Thomé, RIO

Homens com baixo nível de testosterona, o hormônio sexual masculino, e que não obtiveram sucesso para o tratamento convencional contra obesidade, podem ser beneficiados com a reposição hormonal, apontam estudos recentes do endocrinologista alemão Farid Saad, da área científica do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals.

Para os médicos, a mensagem principal do estudo é que os homens obesos precisam se tratar.

Um dos estudos, apresentado em encontro da Sociedade de Endocrinologia, em Houston, acompanhou 115 homens por cinco anos, com baixos índices de testosterona. Com a reposição hormonal - seguida de dieta e exercícios -, a perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98, centímetros.

Em outro trabalho, que revisou estudos mundiais sobre o tema e foi publicado no periódico Current Diabetes Reviews, Saad conclui que a reposição ''pode ser eficaz porque melhora o humor e reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e aos exercícios para o combate à obesidade".

''A testosterona não é medicamento antiobesidade e a reposição só deve ser feita por quem tem baixa produção desse hormônio. O que a pesquisa mostra é que a reposição hormonal (*) a melhora de peso se estiver aliada à dieta e à atividade física", ressalta o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia.

Os níveis de testosterona começam a cair naturalmente a partir dos 45 anos. A redução acentuada do hormônio é conhecida como andropausa e provoca perda da libido, de massa muscular, disfunção erétil, entre outros sintomas. "O que se sabe hoje é que a obesidade pode causar a redução de testosterona de forma mais rápida, principalmente a obesidade que tem como apresentação o acúmulo de gordura na circunferência abdominal", explica Salles.

Esse acúmulo de gordura na cintura pode reduzir a ação da insulina: além de causar predisposição para diabetes e hipertensão, causa redução na produção de testosterona. "A diminuição de testosterona leva à piora da obesidade. E a obesidade também pode levar à diminuição da testosterona. Provoca um ciclo vicioso."

O grave é que são poucos os homens que sabem sobre a andropausa e testaram os níveis de testosterona. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, com apoio da Bayer, mostrou que 66% não sabem o que é andropausa e 64% nunca fizeram testes para medir o hormônio masculino. Foram ouvidos 5 mil homens, com mais de 40 anos.

"Chama a atenção o fato de grande parte dos homens não cuidar de nada: 59% não fazem dieta, 49% não fazem atividade física, 38% não vão ao médico com frequência. No entanto, 37% usam algum remédio para disfunção erétil. Eles não sabem que a queda da testosterona pode estar ligada a essa disfunção e a reposição pode melhorar a ereção'', diz Archimedes Nardozza Junior, diretor do núcleo de pesquisa da SBU e coordenador da pesquisa.

Para Nardozza, a mensagem é que o homem precisa se tratar. "Ao contrário das mulheres, eles não vão ao médico. Esse é o grande mote da campanha da Sociedade Brasileira de Urologia: cuide-se'', afirmou o especialista.

Terapia é indicada apenas nos casos de deficiência

A reposição hormonal é feita com injeções quinzenais, mensais ou trimestrais, dependendo da formulação do medicamento e do laboratório. Alguns pacientes sofrem com efeitos colaterais, como aumento de células vermelhas (policitemia), irritabilidade, ereção permanente (priapismo). "São efeitos muito raros", afirma o endocrinologista João Eduardo Salles.

Ele ressalta que a reposição só é indicada para pacientes com deficiência desse hormônio. "O uso para aumentar massa muscular é contraindicado." Segundo o médico, a reposição não causa câncer. "Mas a reposição da testosterona está contraindicada para os que têm câncer de próstata ou os que já tiveram."

(Disponível em www.estadao.com.br)

O espaço marcado no texto com o símbolo (*), no quinto parágrafo, pode ser corretamente preenchido pela palavra:

 

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1721611 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Reposição hormonal vira arma para obesos

18 de setembro de 2012 1 8h 30 Clarissa Thomé, RIO

Homens com baixo nível de testosterona, o hormônio sexual masculino, e que não obtiveram sucesso para o tratamento convencional contra obesidade, podem ser beneficiados com a reposição hormonal, apontam estudos recentes do endocrinologista alemão Farid Saad, da área científica do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals.

Para os médicos, a mensagem principal do estudo é que os homens obesos precisam se tratar.

Um dos estudos, apresentado em encontro da Sociedade de Endocrinologia, em Houston, acompanhou 115 homens por cinco anos, com baixos índices de testosterona. Com a reposição hormonal - seguida de dieta e exercícios -, a perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98, centímetros.

Em outro trabalho, que revisou estudos mundiais sobre o tema e foi publicado no periódico Current Diabetes Reviews, Saad conclui que a reposição ''pode ser eficaz porque melhora o humor e reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e aos exercícios para o combate à obesidade".

''A testosterona não é medicamento antiobesidade e a reposição só deve ser feita por quem tem baixa produção desse hormônio. O que a pesquisa mostra é que a reposição hormonal (*) a melhora de peso se estiver aliada à dieta e à atividade física", ressalta o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia.

Os níveis de testosterona começam a cair naturalmente a partir dos 45 anos. A redução acentuada do hormônio é conhecida como andropausa e provoca perda da libido, de massa muscular, disfunção erétil, entre outros sintomas. "O que se sabe hoje é que a obesidade pode causar a redução de testosterona de forma mais rápida, principalmente a obesidade que tem como apresentação o acúmulo de gordura na circunferência abdominal", explica Salles.

Esse acúmulo de gordura na cintura pode reduzir a ação da insulina: além de causar predisposição para diabetes e hipertensão, causa redução na produção de testosterona. "A diminuição de testosterona leva à piora da obesidade. E a obesidade também pode levar à diminuição da testosterona. Provoca um ciclo vicioso."

O grave é que são poucos os homens que sabem sobre a andropausa e testaram os níveis de testosterona. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, com apoio da Bayer, mostrou que 66% não sabem o que é andropausa e 64% nunca fizeram testes para medir o hormônio masculino. Foram ouvidos 5 mil homens, com mais de 40 anos.

"Chama a atenção o fato de grande parte dos homens não cuidar de nada: 59% não fazem dieta, 49% não fazem atividade física, 38% não vão ao médico com frequência. No entanto, 37% usam algum remédio para disfunção erétil. Eles não sabem que a queda da testosterona pode estar ligada a essa disfunção e a reposição pode melhorar a ereção'', diz Archimedes Nardozza Junior, diretor do núcleo de pesquisa da SBU e coordenador da pesquisa.

Para Nardozza, a mensagem é que o homem precisa se tratar. "Ao contrário das mulheres, eles não vão ao médico. Esse é o grande mote da campanha da Sociedade Brasileira de Urologia: cuide-se'', afirmou o especialista.

Terapia é indicada apenas nos casos de deficiência

A reposição hormonal é feita com injeções quinzenais, mensais ou trimestrais, dependendo da formulação do medicamento e do laboratório. Alguns pacientes sofrem com efeitos colaterais, como aumento de células vermelhas (policitemia), irritabilidade, ereção permanente (priapismo). "São efeitos muito raros", afirma o endocrinologista João Eduardo Salles.

Ele ressalta que a reposição só é indicada para pacientes com deficiência desse hormônio. "O uso para aumentar massa muscular é contraindicado." Segundo o médico, a reposição não causa câncer. "Mas a reposição da testosterona está contraindicada para os que têm câncer de próstata ou os que já tiveram."

(Disponível em www.estadao.com.br)

A oração ''que a reposição pode ser eficaz'', que aparece grifada no texto, pode ser classificada como:

 

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1721610 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Reposição hormonal vira arma para obesos

18 de setembro de 2012 1 8h 30 Clarissa Thomé, RIO

Homens com baixo nível de testosterona, o hormônio sexual masculino, e que não obtiveram sucesso para o tratamento convencional contra obesidade, podem ser beneficiados com a reposição hormonal, apontam estudos recentes do endocrinologista alemão Farid Saad, da área científica do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals.

Para os médicos, a mensagem principal do estudo é que os homens obesos precisam se tratar.

Um dos estudos, apresentado em encontro da Sociedade de Endocrinologia, em Houston, acompanhou 115 homens por cinco anos, com baixos índices de testosterona. Com a reposição hormonal - seguida de dieta e exercícios -, a perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98, centímetros.

Em outro trabalho, que revisou estudos mundiais sobre o tema e foi publicado no periódico Current Diabetes Reviews, Saad conclui que a reposição ''pode ser eficaz porque melhora o humor e reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e aos exercícios para o combate à obesidade".

''A testosterona não é medicamento antiobesidade e a reposição só deve ser feita por quem tem baixa produção desse hormônio. O que a pesquisa mostra é que a reposição hormonal (*) a melhora de peso se estiver aliada à dieta e à atividade física", ressalta o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia.

Os níveis de testosterona começam a cair naturalmente a partir dos 45 anos. A redução acentuada do hormônio é conhecida como andropausa e provoca perda da libido, de massa muscular, disfunção erétil, entre outros sintomas. "O que se sabe hoje é que a obesidade pode causar a redução de testosterona de forma mais rápida, principalmente a obesidade que tem como apresentação o acúmulo de gordura na circunferência abdominal", explica Salles.

Esse acúmulo de gordura na cintura pode reduzir a ação da insulina: além de causar predisposição para diabetes e hipertensão, causa redução na produção de testosterona. "A diminuição de testosterona leva à piora da obesidade. E a obesidade também pode levar à diminuição da testosterona. Provoca um ciclo vicioso."

O grave é que são poucos os homens que sabem sobre a andropausa e testaram os níveis de testosterona. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, com apoio da Bayer, mostrou que 66% não sabem o que é andropausa e 64% nunca fizeram testes para medir o hormônio masculino. Foram ouvidos 5 mil homens, com mais de 40 anos.

"Chama a atenção o fato de grande parte dos homens não cuidar de nada: 59% não fazem dieta, 49% não fazem atividade física, 38% não vão ao médico com frequência. No entanto, 37% usam algum remédio para disfunção erétil. Eles não sabem que a queda da testosterona pode estar ligada a essa disfunção e a reposição pode melhorar a ereção'', diz Archimedes Nardozza Junior, diretor do núcleo de pesquisa da SBU e coordenador da pesquisa.

Para Nardozza, a mensagem é que o homem precisa se tratar. "Ao contrário das mulheres, eles não vão ao médico. Esse é o grande mote da campanha da Sociedade Brasileira de Urologia: cuide-se'', afirmou o especialista.

Terapia é indicada apenas nos casos de deficiência

A reposição hormonal é feita com injeções quinzenais, mensais ou trimestrais, dependendo da formulação do medicamento e do laboratório. Alguns pacientes sofrem com efeitos colaterais, como aumento de células vermelhas (policitemia), irritabilidade, ereção permanente (priapismo). "São efeitos muito raros", afirma o endocrinologista João Eduardo Salles.

Ele ressalta que a reposição só é indicada para pacientes com deficiência desse hormônio. "O uso para aumentar massa muscular é contraindicado." Segundo o médico, a reposição não causa câncer. "Mas a reposição da testosterona está contraindicada para os que têm câncer de próstata ou os que já tiveram."

(Disponível em www.estadao.com.br)

A expressão ''em Houston'', destacada no texto, exerce função sintática de:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1721609 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Reposição hormonal vira arma para obesos

18 de setembro de 2012 1 8h 30 Clarissa Thomé, RIO

Homens com baixo nível de testosterona, o hormônio sexual masculino, e que não obtiveram sucesso para o tratamento convencional contra obesidade, podem ser beneficiados com a reposição hormonal, apontam estudos recentes do endocrinologista alemão Farid Saad, da área científica do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals.

Para os médicos, a mensagem principal do estudo é que os homens obesos precisam se tratar.

Um dos estudos, apresentado em encontro da Sociedade de Endocrinologia, em Houston, acompanhou 115 homens por cinco anos, com baixos índices de testosterona. Com a reposição hormonal - seguida de dieta e exercícios -, a perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98, centímetros.

Em outro trabalho, que revisou estudos mundiais sobre o tema e foi publicado no periódico Current Diabetes Reviews, Saad conclui que a reposição ''pode ser eficaz porque melhora o humor e reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e aos exercícios para o combate à obesidade".

''A testosterona não é medicamento antiobesidade e a reposição só deve ser feita por quem tem baixa produção desse hormônio. O que a pesquisa mostra é que a reposição hormonal (*) a melhora de peso se estiver aliada à dieta e à atividade física", ressalta o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia.

Os níveis de testosterona começam a cair naturalmente a partir dos 45 anos. A redução acentuada do hormônio é conhecida como andropausa e provoca perda da libido, de massa muscular, disfunção erétil, entre outros sintomas. "O que se sabe hoje é que a obesidade pode causar a redução de testosterona de forma mais rápida, principalmente a obesidade que tem como apresentação o acúmulo de gordura na circunferência abdominal", explica Salles.

Esse acúmulo de gordura na cintura pode reduzir a ação da insulina: além de causar predisposição para diabetes e hipertensão, causa redução na produção de testosterona. "A diminuição de testosterona leva à piora da obesidade. E a obesidade também pode levar à diminuição da testosterona. Provoca um ciclo vicioso."

O grave é que são poucos os homens que sabem sobre a andropausa e testaram os níveis de testosterona. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, com apoio da Bayer, mostrou que 66% não sabem o que é andropausa e 64% nunca fizeram testes para medir o hormônio masculino. Foram ouvidos 5 mil homens, com mais de 40 anos.

"Chama a atenção o fato de grande parte dos homens não cuidar de nada: 59% não fazem dieta, 49% não fazem atividade física, 38% não vão ao médico com frequência. No entanto, 37% usam algum remédio para disfunção erétil. Eles não sabem que a queda da testosterona pode estar ligada a essa disfunção e a reposição pode melhorar a ereção'', diz Archimedes Nardozza Junior, diretor do núcleo de pesquisa da SBU e coordenador da pesquisa.

Para Nardozza, a mensagem é que o homem precisa se tratar. "Ao contrário das mulheres, eles não vão ao médico. Esse é o grande mote da campanha da Sociedade Brasileira de Urologia: cuide-se'', afirmou o especialista.

Terapia é indicada apenas nos casos de deficiência

A reposição hormonal é feita com injeções quinzenais, mensais ou trimestrais, dependendo da formulação do medicamento e do laboratório. Alguns pacientes sofrem com efeitos colaterais, como aumento de células vermelhas (policitemia), irritabilidade, ereção permanente (priapismo). "São efeitos muito raros", afirma o endocrinologista João Eduardo Salles.

Ele ressalta que a reposição só é indicada para pacientes com deficiência desse hormônio. "O uso para aumentar massa muscular é contraindicado." Segundo o médico, a reposição não causa câncer. "Mas a reposição da testosterona está contraindicada para os que têm câncer de próstata ou os que já tiveram."

(Disponível em www.estadao.com.br)

Analisando-se o texto, pode-se afirmar que o pronome relativo ''que'', em destaque na segunda linha do texto, retoma a palavra:

 

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1721623 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREMEGO

Considere a sequência de zeros (O) e uns (1), dada a seguir:

1001101110

Com zeros e uns, é possível escrever um número na forma binária, que é a linguagem entendida pelos computadores. Um exemplo disso é o número 37 que é escrito como 1.25 + 0.24 + 0.23 + 1.2 + 0.21 + 1.20, ou seJa, 37 = 100101 e deriva de uma sequência que contém três zeros e três uns. De acordo com o informado, qual o maior número possível de ser representado pelos termos da sequência inicialmente dada?

Questão Anulada

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