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Foram encontradas 35 questões.

2506739 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: CRESIM-SC
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Assinale a alternativa em que as palavras formam o plural do mesmo modo:

 

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2506738 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: CRESIM-SC
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A Federação de Futebol dos Estados Unidos (USSF, na sigla em inglês) recomendou que as jogadas de cabeça sejam proibidas para menores de 10 anos e limitadas aos treinos para os jogadores de 11 a 13 anos.

A medida, anunciada nesta semana, decorre de uma ação judicial movida no ano passado num tribunal estadual da Califórnia. O objetivo é prevenir contusões e melhorar o atendimento médico de lesões na cabeça e de outros tipos que possam acontecer em jogos de futebol – esporte cuja prática e popularidade crescem sem parar nas categorias inferiores dos EUA.

Segundo um estudo da FIFA realizado em 2007, os Estados Unidos são o país com o maior número de estudantes que jogam futebol, 3,9 milhões.

Em agosto de 2014, um grupo de pais abriu um processo judicial na Califórnia acusando várias organizações, incluindo a FIFA e a USSF, de negligência e descuido no tratamento de lesões cerebrais ou contusões ocorridas por choques da bola com a cabeça ou entre as cabeças dos jogadores na disputa de bolas aéreas. Os autores da ação alegam que em 2010 quase 50.000 jogadores de futebol em categorias estudantis sofreram contusões. O número é superior ao de jogadores lesionados de forma semelhante no basquete, no beisebol e na luta.

Os queixosos também solicitavam uma mudança no regulamento desse esporte universal, cujas regras dependem da FIFA. Essa é a parte da ação que eles não ganharam, mas conseguiram que a USSF altere as regras correspondentes às categorias de menor faixa etária. A proibição é obrigatória para as categorias inferiores das equipes nacionais da federação norte-americana e para suas academias, mas é apenas uma recomendação para o resto.

George Chiampas, médico-chefe da USSF, disse ao jornal The New York Times que “o que estamos fazendo é criar parâmetros e diretrizes com relação à exposição a possíveis contusões”. Chiampas acrescentou que a pesquisa científica sobre as lesões em jogadores mais jovens ainda está evoluindo, e que as pautas da USSF se adaptariam às conclusões médicas.

O médico Robert Cantu, coautor do livro Concussions and Our Kids (“contusões e nossos filhos”), explicou à revista on-line Slate que as cabeças dos mais jovens são mais maleáveis e, por não estarem completamente desenvolvidas, o risco de o cérebro ser agitado ao cabecear a bola é maior. Isso, segundo alguns cientistas, pode ter repercussões negativas em longo prazo.

(Adaptado de Nicolas Alonso - Extraído de El País - 11/11/2015)

As palavras “médico”, “prática” e “número” são:

 

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2506737 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: CRESIM-SC
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A Federação de Futebol dos Estados Unidos (USSF, na sigla em inglês) recomendou que as jogadas de cabeça sejam proibidas para menores de 10 anos e limitadas aos treinos para os jogadores de 11 a 13 anos.

A medida, anunciada nesta semana, decorre de uma ação judicial movida no ano passado num tribunal estadual da Califórnia. O objetivo é prevenir contusões e melhorar o atendimento médico de lesões na cabeça e de outros tipos que possam acontecer em jogos de futebol – esporte cuja prática e popularidade crescem sem parar nas categorias inferiores dos EUA.

Segundo um estudo da FIFA realizado em 2007, os Estados Unidos são o país com o maior número de estudantes que jogam futebol, 3,9 milhões.

Em agosto de 2014, um grupo de pais abriu um processo judicial na CalifórniaII acusando várias organizações, incluindo a FIFA e a USSF, de negligência e descuido no tratamento de lesões cerebrais ou contusões ocorridas por choques da bola com a cabeça ou entre as cabeças dos jogadores na disputa de bolas aéreas. Os autores da ação alegam que em 2010 quase 50.000 jogadores de futebol em categorias estudantis sofreram contusões. O número é superior ao de jogadores lesionados de forma semelhante no basquete, no beisebol e na luta.

Os queixosos também solicitavam uma mudança no regulamento desse esporte universal,III cujas regras dependem da FIFA. Essa é a parte da ação que eles não ganharamI, mas conseguiram que a USSF altere as regras correspondentes às categorias de menor faixa etária. A proibição é obrigatória para as categorias inferiores das equipes nacionais da federação norte-americana e para suas academias, mas é apenas uma recomendação para o resto.

George Chiampas, médico-chefe da USSF, disse ao jornal The New York Times que “o que estamos fazendo é criar parâmetros e diretrizes com relação à exposição a possíveis contusões”. Chiampas acrescentou que a pesquisa científica sobre as lesões em jogadores mais jovens ainda está evoluindo, e que as pautas da USSF se adaptariam às conclusões médicas.

O médico Robert Cantu, coautor do livro Concussions and Our Kids (“contusões e nossos filhos”), explicou à revista on-line Slate que as cabeças dos mais jovens são mais maleáveis e, por não estarem completamente desenvolvidas, o risco de o cérebro ser agitado ao cabecear a bola é maior. Isso, segundo alguns cientistas, pode ter repercussões negativas em longo prazo.

(Adaptado de Nicolas Alonso - Extraído de El País - 11/11/2015)

Analise os termos destacados abaixo e assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, à função sintática dos mesmos:

I. “. Essa é a parte da ação que eles não ganharam.”

II. “um grupo de pais abriu um processo judicial na Califórnia.”

III.Os queixosos também solicitavam uma mudança no regulamento desse esporte universal.”

 

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2506736 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: CRESIM-SC
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A Federação de Futebol dos Estados Unidos (USSF, na sigla em inglês) recomendou que as jogadas de cabeça sejam proibidas para menores de 10 anos e limitadas aos treinos para os jogadores de 11 a 13 anos.

A medidaII, anunciada nesta semana, decorre de uma ação judicial movida no ano passado num tribunal estadual da Califórnia. O objetivo é prevenir contusões e melhorar o atendimento médico de lesões na cabeça e de outros tipos que possam acontecer em jogos de futebol – esporte cuja prática e popularidade crescem sem parar nas categorias inferiores dos EUA.

Segundo um estudo da FIFA realizado em 2007, os Estados Unidos são o país com o maior número de estudantes que jogam futebol, 3,9 milhões.

Em agosto de 2014, um grupo de pais abriu um processo judicial na Califórnia acusando várias organizações, incluindo a FIFA e a USSF, de negligência e descuido no tratamento de lesões cerebrais ou contusões ocorridas por choques da bola com a cabeça ou entre as cabeças dos jogadores na disputa de bolas aéreas. Os autores da ação alegam que em 2010 quase 50.000 jogadores de futebol em categorias estudantis sofreram contusões. O número é superior ao de jogadores lesionados de forma semelhante no basquete, no beisebol e na luta.

Os queixosos também solicitavam uma mudança no regulamento desse esporte universal, cujas regras dependem da FIFA. Essa é a parte da ação que eles não ganharam, mas conseguiram que a USSF altere as regras correspondentes às categorias de menor faixa etária. A proibição é obrigatória para as categorias inferiores das equipes nacionais da federação norte-americana e para suas academias, mas é apenas uma recomendação para o resto.

George Chiampas, médico-chefe da USSF, disse ao jornal The New York TimesIII que “o que estamos fazendo é criar parâmetros e diretrizes com relação à exposição a possíveis contusões”. Chiampas acrescentou que a pesquisa científica sobre as lesões em jogadoresIV mais jovens ainda está evoluindo, e que as pautas da USSF se adaptariam às conclusões médicas.

O médico Robert Cantu, coautor do livro Concussions and Our Kids (“contusões e nossos filhos”), explicou à revista on-line Slate que as cabeças dos mais jovens são mais maleáveis e, por não estarem completamente desenvolvidas, o risco de o cérebro ser agitado ao cabecear a bola é maior. Isso, segundo alguns cientistas, pode ter repercussões negativas em longo prazo.

(Adaptado de Nicolas Alonso - Extraído de El País - 11/11/2015)

Analise as afirmativas:

I. O texto é marcado pelo uso do discurso direto.

II. A palavra “medida” pode ser substituída por “proporção” sem que haja alteração de sentido na frase.

III. Na frase “George Chiampas, médico-chefe da USSF, disse ao jornal The New York Times” as vírgulas são usadas para isolar o aposto.

IV. Se substituirmos “aos jogadores” por “as categorias”, este “as” levaria crase.

 

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2506735 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: CRESIM-SC
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A Federação de Futebol dos Estados Unidos (USSF, na sigla em inglês) recomendou que as jogadas de cabeça sejam proibidas para menores de 10 anos e limitadas aos treinos para os jogadores de 11 a 13 anos.

A medida, anunciada nesta semana, decorre de uma ação judicial movida no ano passado num tribunal estadual da Califórnia. O objetivo é prevenir contusões e melhorar o atendimento médico de lesões na cabeça e de outros tipos que possam acontecer em jogos de futebol – esporte cuja prática e popularidade crescem sem parar nas categorias inferiores dos EUA.

Segundo um estudo da FIFA realizado em 2007, os Estados Unidos são o país com o maior número de estudantes que jogam futebol, 3,9 milhões.

Em agosto de 2014, um grupo de pais abriu um processo judicial na Califórnia acusando várias organizações, incluindo a FIFA e a USSF, de negligência e descuido no tratamento de lesões cerebrais ou contusões ocorridas por choques da bola com a cabeça ou entre as cabeças dos jogadores na disputa de bolas aéreas. Os autores da ação alegam que em 2010 quase 50.000 jogadores de futebol em categorias estudantis sofreram contusões. O número é superior ao de jogadores lesionados de forma semelhante no basquete, no beisebol e na luta.

Os queixososa também solicitavam uma mudança no regulamento desse esporte universal, cujas regras dependem da FIFA. Essa é a parte da ação que eles não ganharam, mas conseguiram que a USSF altere as regras correspondentes às categorias de menor faixa etária. A proibição é obrigatória para as categorias inferiores das equipes nacionais da federação norte-americana e para suas academias, mas é apenas uma recomendação para o resto.

George Chiampas, médico-chefe da USSF, disse ao jornal The New York Times que “o que estamos fazendo é criar parâmetros e diretrizes com relação à exposição a possíveis contusões”. Chiampas acrescentou que a pesquisa científica sobre as lesões em jogadores mais jovens ainda está evoluindo, e que as pautas da USSF se adaptariam às conclusões médicas.

O médico Robert Cantu, coautor do livro Concussions and Our Kids (“contusões e nossos filhos”), explicou à revista on-line Slate que as cabeças dos mais jovens são mais maleáveis e, por não estarem completamente desenvolvidas, o risco de o cérebro ser agitado ao cabecear a bola é maior. Isso, segundo alguns cientistas, pode ter repercussões negativas em longo prazo.

(Adaptado de Nicolas Alonso - Extraído de El País - 11/11/2015)

De acordo com as ideias do texto, podemos dizer que:

 

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