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Mulheres que amam de menos... (Martha Medeiros).
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são
aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
doente.
( ) Este, esse e aquele são chamados de pronomes demonstrativos, porque indicam algo que está próximo ou distante da pessoa que fala ou que ouve.
( ) 1ª pessoa: situação no espaço - (objetos próximos de quem fala) - este, esta, estes, estas, isto.
( ) 2ª pessoa: situação no espaço - (objetos próximos de quem ouve) -aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo.
( ) 3ª pessoa: situação no espaço - (objetos distantes de quem fala e de quem ouve) – esse, essa, esses, essas, isso.
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Mulheres que amam de menos... (Martha Medeiros).
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aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
doente.
( ) No texto dissertativo há verbos de ação. Conectores temporais.
( ) Texto narrativo: relatar acontecimentos.
( ) Texto descritivo: caracterizar, qualificar cenas, personagens.
( ) Texto dissertativo: discutir, abstrair, discorrer, conceituar. Não descrever.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
Mulheres que amam de menos... (Martha Medeiros).
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são
aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
doente.
( ) Monossílabos tônicos: são acentuados os terminados em a(s), e(s), o(s).
( ) A regra dos oxítonos é bem parecida com a dos monossílabos tônicos, o único diferencial é o final em(ens).
( ) Ditongos abertos (éi, éu, ói): acento agudo nas palavras oxítonas e monossílabos tônicos.
( ) Não são acentuados os ditongos EI e OI de palavras paroxítonas terminadas em A, O.
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aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
doente.
( ) A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe. (Mário Quintana): função poética.
( ) A função informativa, (ou referencial), tem na frase declarativa seu meio mais típico de expressão.
( ) A função fática está presente nos atos comunicativos cuja finalidade pode manter um ambiente de relacionamento afetivo ou socialmente favorável, (como as saudações em geral e a comunicação verbal da mãe com o bebê).
( ) Na função metalinguística, muito comum no discurso cotidiano, o usuário toma o próprio código de comunicação para assunto: é a função presente no ato de falar sobre a linguagem, como perguntar sobre o significado de uma palavra ou comentar as preferências linguísticas de uma pessoa.
( ) Função conativa, ou apelativa, (estabelecer comunicação). Tem como objetivo estabelecer ou interromper a comunicação de modo que o mais importante é a relação entre o emissor e o receptor da mensagem. Aqui, o foco reside no canal de comunicação.
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Mulheres que amam de menos... (Martha Medeiros).
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são
aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
doente.
Coluna I.
A- Eufemismo. B- Antítese. C- Hipérbole. D- Metáfora. E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- Estou derretendo de calor. 2- O prazer de hoje é a dor de amanhã. 3- A voz dela é uma verdadeira música. 4- O sol sorria para o campo. 5- A testemunha alterou os fatos.
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aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
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Mulheres que amam de menos... (Martha Medeiros).
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são
aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
doente.
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Mulheres que amam de menos... (Martha Medeiros).
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são
aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
doente.
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Questão presente nas seguintes provas
Mulheres que amam de menos... (Martha Medeiros).
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são
aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que
eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então
eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita.
Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso
de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica
implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O
que existem são mulheres e homens que têm baixa autoestima, que têm níveis exagerados de
insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são
apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu
vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não
invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está
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Uma empresa de logística monitora diariamente seu desempenho financeiro, por meio de um
modelo matemático que relaciona o lucro diário L(x), em milhares de reais, ao número x de
cargas transportadas. O lucro é dado por: L(x)=−x²+18x−45.
Levando em conta que a empresa classifica como satisfatórios apenas os dias em que o lucro supera R$ 30 mil, assinale a alternativa que apresente, corretamente, o intervalo de valores de x que satisfaz essa condição.
Levando em conta que a empresa classifica como satisfatórios apenas os dias em que o lucro supera R$ 30 mil, assinale a alternativa que apresente, corretamente, o intervalo de valores de x que satisfaz essa condição.
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