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2118065 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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A criação de slides pode ser aperfeiçoada utilizando atalhos. Assinale a alternativa que indica corretamente o atalho usado para duplicar um slide ou objeto quando ele estiver selecionado no Microsoft PowerPoint 2013.

 

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2118064 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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TEXTO I

O deus das pequenas coisas


1 Existe a grande ética, aquela analisada por Aristóteles e que fala das escolhas corretas para atingir a felicidade

2 verdadeira. Também a grande ética contemporânea trata da lisura nos negócios públicos e privados e inunda nossas manchetes

3 há alguns anos. A grande ética filosófica e politica é um debate fundamental e uma prática indispensável. Hoje quero tratar da

4 pequena ética, a etiqueta.

5 Muita gente imagina que aprender etiqueta é distinguir o copo correto para o vinho adequado, a maneira apropriada de

6 segurar o escargot ou instruções para que o uso da lavanda seja natural. Lembrem-se: alguém de família aristocrática nunca

7 precisou de uma aula sobre a lavanda porque nasceu vendo seu uso. O nosso nobre não aprendeu o correto uso do guardanapo

8 com uma professora de boas maneiras ou em algum livro, ele viu sua mãe usando desde a infância. O ramo formal da etiqueta

9 tem algumas regras de bom senso e outras absolutamente ridículas. Volto à origem do termo. No Antigo regime, quando alguém

10 que não pertencia ao circulo da polidez da nobreza ganhava um convite para visitar a corte, recebia uma etiqueta, um pequeno

11 "rótulo com as instruções do que fazer e do que não fazer.

12 Não quero falar do campo do uso de garfos e facas. Não desejo distribuir etiquetas de visita ao rei. Quero falar da etiqueta

13 como pequena ética. O centro da etiqueta é fazer com que meu comportamento exista em harmonia com os outros, sem perturbar,

14 invadir, desagradar ou agredir pessoas de forma intencional. Se a grande ética mira na convivência da polis e das suas

15 instituições, a pequena ética fala do respeito microfísico do poder da gentileza.

16 No recorte que quero abordar aqui, o primeiro passo é multiplicar expressões que me desloquem do centro do universo.

17 Com palavras e gestos, devo indicar que faço parte de um todo maior e que existo, mas não vivo isolado. Assim, por favor", "com

18 licença", "muito obrigado e o coloquial "me desculpe" indicam que desejo me harmonizar com outras pessoas, respeitar suas

19 existências. Todos os indivíduos que prestam favores, devem ser notados para retirá-los do seu caráter de robôs e reintegrá-los

20 ao mundo humano. O por favor e o "muito obrigado tem, ambos, o dom de aplainar o automatismo das ações, reconhecer que

21 existe um ser humano que esta me servindo e que, por pequeno que seja o gesto, deve ser notado. Se o gesto for feito por

22 alguém que não tem nenhuma necessidade de me dirigir uma ajuda, as expressões se tomam mais enfáticas ainda. Se a pessoa

23 que me serve, por motivos profissionais, cumpre seu estatuto laboral, as duas expressões revestem o servido com a aura da

24 gentileza e da humanidade, reconhecendo o bom serviço e o humano que ali trabalha e cumpre bem seu oficio.

25 Com licença" implica a plena consciência de que necessito invadir um espaço que não é meu. O coloquial e proclítico me

26 desculpe" afirma ao mundo minha falibilidade e meu arrependimento por um gesto ou expressão inadequados. Um pedido de

27 desculpas, pequeno ou grande, é o simbólico reconhecimento da nossa igualdade e de que somos perfectíveis, não perfeitos.

28 As quatro expressões utilizadas devem ser enunciadas de forma clara e olhando nos olhos da pessoa. Sem esse cuidado,

29 ingressam no campo do automatismo e deixam de ser uma pequena ética para se diluírem no campo oco da formalidade fria.

30 A cena se repete diariamente nos restaurantes. O individuo faz um pedido olhando para o prato ou pior, digitando algo no

31 celular. Sem contato visual e com a voz projetada para baixo, amiúde não é entendido e chega a se imitar com a falha que, na origem,

32 é dele. Depois, recebe o pedido e de novo não agradece ou sorri. Malgrado o gesto grosseiro e vulgar, utiliza o talher correto para o

33 peixe e harmoniza o vinho com sabedoria. Ele compreendeu o acessório e ignorou o principal. Se fosse um católico, saberia todas

34 as respostas da missa com clareza, só não sabe o sentido real da sua presença na igreja.

35 A etiqueta empurra nosso egocentrismo para a jornada de purificação e o começo da ascensão moral. A gentileza é a

36 chave de uma canastra idaudita que libera surpresas positivas. Ser gentil desarma cenhos e punhos. A gentileza é o deus das

37 pequenas coisas, o antidoto ao Neandertal permanente que nos acompanha no trânsito, a mesa e no leito. A grosseria é densa

38 e esconde nosso ser dos outros, pois é uma defesa. A gentileza traz à tona o melhor de cada um.

39 De tudo o que já escrevi na vida, este é o que mais preciso ler, reler, refletir e tentar seguir o que recomendo aos

40 Outros. Meu troglodita interno é vivo, forte e altivo. Sob a pátina de civilizado há em mim um homem primitivo e tosco. É uma luta.

41 Sou derrotado com frequência, todavia tento, tento e tento novamente. Todas as muitas vezes que eu não consigo, peço licença

42 a vocês, dou meu muito obrigado ao carinho e, por favor, aceitem meu proclítico 'me desculpem".


KARNAL, Leandro. O coração das coisas. São Paulo: Contexto, 2019.

O uso dos dois-pontos no trecho “Lembrem-se: alguém de família aristocrática nunca precisou de uma aula sobre a lavanda porque nasceu vendo seu uso” (l. 6-7) indica

 

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2118063 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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TEXTO I

O deus das pequenas coisas


1 Existe a grande ética, aquela analisada por Aristóteles e que fala das escolhas corretas para atingir a felicidade

2 verdadeira. Também a grande ética contemporânea trata da lisura nos negócios públicos e privados e inunda nossas manchetes

3 há alguns anos. A grande ética filosófica e politica é um debate fundamental e uma prática indispensável. Hoje quero tratar da

4 pequena ética, a etiqueta.

5 Muita gente imagina que aprender etiqueta é distinguir o copo correto para o vinho adequado, a maneira apropriada de

6 segurar o escargot ou instruções para que o uso da lavanda seja natural. Lembrem-se: alguém de família aristocrática nunca

7 precisou de uma aula sobre a lavanda porque nasceu vendo seu uso. O nosso nobre não aprendeu o correto uso do guardanapo

8 com uma professora de boas maneiras ou em algum livro, ele viu sua mãe usando desde a infância. O ramo formal da etiqueta

9 tem algumas regras de bom senso e outras absolutamente ridículas. Volto à origem do termo. No Antigo regime, quando alguém

10 que não pertencia ao circulo da polidez da nobreza ganhava um convite para visitar a corte, recebia uma etiqueta, um pequeno

11 "rótulo com as instruções do que fazer e do que não fazer.

12 Não quero falar do campo do uso de garfos e facas. Não desejo distribuir etiquetas de visita ao rei. Quero falar da etiqueta

13 como pequena ética. O centro da etiqueta é fazer com que meu comportamento exista em harmonia com os outros, sem perturbar,

14 invadir, desagradar ou agredir pessoas de forma intencional. Se a grande ética mira na convivência da polis e das suas

15 instituições, a pequena ética fala do respeito microfísico do poder da gentileza.

16 No recorte que quero abordar aqui, o primeiro passo é multiplicar expressões que me desloquem do centro do universo.

17 Com palavras e gestos, devo indicar que faço parte de um todo maior e que existo, mas não vivo isolado. Assim, por favor", "com

18 licença", "muito obrigado e o coloquial "me desculpe" indicam que desejo me harmonizar com outras pessoas, respeitar suas

19 existências. Todos os indivíduos que prestam favores, devem ser notados para retirá-los do seu caráter de robôs e reintegrá-los

20 ao mundo humano. O por favor e o "muito obrigado tem, ambos, o dom de aplainar o automatismo das ações, reconhecer que

21 existe um ser humano que esta me servindo e que, por pequeno que seja o gesto, deve ser notado. Se o gesto for feito por

22 alguém que não tem nenhuma necessidade de me dirigir uma ajuda, as expressões se tomam mais enfáticas ainda. Se a pessoa

23 que me serve, por motivos profissionais, cumpre seu estatuto laboral, as duas expressões revestem o servido com a aura da

24 gentileza e da humanidade, reconhecendo o bom serviço e o humano que ali trabalha e cumpre bem seu oficio.

25 Com licença" implica a plena consciência de que necessito invadir um espaço que não é meu. O coloquial e proclítico me

26 desculpe" afirma ao mundo minha falibilidade e meu arrependimento por um gesto ou expressão inadequados. Um pedido de

27 desculpas, pequeno ou grande, é o simbólico reconhecimento da nossa igualdade e de que somos perfectíveis, não perfeitos.

28 As quatro expressões utilizadas devem ser enunciadas de forma clara e olhando nos olhos da pessoa. Sem esse cuidado,

29 ingressam no campo do automatismo e deixam de ser uma pequena ética para se diluírem no campo oco da formalidade fria.

30 A cena se repete diariamente nos restaurantes. O individuo faz um pedido olhando para o prato ou pior, digitando algo no

31 celular. Sem contato visual e com a voz projetada para baixo, amiúde não é entendido e chega a se imitar com a falha que, na origem,

32 é dele. Depois, recebe o pedido e de novo não agradece ou sorri. Malgrado o gesto grosseiro e vulgar, utiliza o talher correto para o

33 peixe e harmoniza o vinho com sabedoria. Ele compreendeu o acessório e ignorou o principal. Se fosse um católico, saberia todas

34 as respostas da missa com clareza, só não sabe o sentido real da sua presença na igreja.

35 A etiqueta empurra nosso egocentrismo para a jornada de purificação e o começo da ascensão moral. A gentileza é a

36 chave de uma canastra idaudita que libera surpresas positivas. Ser gentil desarma cenhos e punhos. A gentileza é o deus das

37 pequenas coisas, o antidoto ao Neandertal permanente que nos acompanha no trânsito, a mesa e no leito. A grosseria é densa

38 e esconde nosso ser dos outros, pois é uma defesa. A gentileza traz à tona o melhor de cada um.

39 De tudo o que já escrevi na vida, este é o que mais preciso ler, reler, refletir e tentar seguir o que recomendo aos

40 Outros. Meu troglodita interno é vivo, forte e altivo. Sob a pátina de civilizado há em mim um homem primitivo e tosco. É uma luta.

41 Sou derrotado com frequência, todavia tento, tento e tento novamente. Todas as muitas vezes que eu não consigo, peço licença

42 a vocês, dou meu muito obrigado ao carinho e, por favor, aceitem meu proclítico 'me desculpem".


KARNAL, Leandro. O coração das coisas. São Paulo: Contexto, 2019.

Em “A grande ética filosófica e política é um debate fundamental e uma prática indispensável.” (l. 3), é estabelecida corretamente a concordância verbal, atendendo à Norma Padrão da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa que também apresenta a correta concordância do verbo destacado.

 

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2118062 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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TEXTO I

O deus das pequenas coisas


1 Existe a grande ética, aquela analisada por Aristóteles e que fala das escolhas corretas para atingir a felicidade

2 verdadeira. Também a grande ética contemporânea trata da lisura nos negócios públicos e privados e inunda nossas manchetes

3 há alguns anos. A grande ética filosófica e politica é um debate fundamental e uma prática indispensável. Hoje quero tratar da

4 pequena ética, a etiqueta.

5 Muita gente imagina que aprender etiqueta é distinguir o copo correto para o vinho adequado, a maneira apropriada de

6 segurar o escargot ou instruções para que o uso da lavanda seja natural. Lembrem-se: alguém de família aristocrática nunca

7 precisou de uma aula sobre a lavanda porque nasceu vendo seu uso. O nosso nobre não aprendeu o correto uso do guardanapo

8 com uma professora de boas maneiras ou em algum livro, ele viu sua mãe usando desde a infância. O ramo formal da etiqueta

9 tem algumas regras de bom senso e outras absolutamente ridículas. Volto à origem do termo. No Antigo regime, quando alguém

10 que não pertencia ao circulo da polidez da nobreza ganhava um convite para visitar a corte, recebia uma etiqueta, um pequeno

11 "rótulo com as instruções do que fazer e do que não fazer.

12 Não quero falar do campo do uso de garfos e facas. Não desejo distribuir etiquetas de visita ao rei. Quero falar da etiqueta

13 como pequena ética. O centro da etiqueta é fazer com que meu comportamento exista em harmonia com os outros, sem perturbar,

14 invadir, desagradar ou agredir pessoas de forma intencional. Se a grande ética mira na convivência da polis e das suas

15 instituições, a pequena ética fala do respeito microfísico do poder da gentileza.

16 No recorte que quero abordar aqui, o primeiro passo é multiplicar expressões que me desloquem do centro do universo.

17 Com palavras e gestos, devo indicar que faço parte de um todo maior e que existo, mas não vivo isolado. Assim, por favor", "com

18 licença", "muito obrigado e o coloquial "me desculpe" indicam que desejo me harmonizar com outras pessoas, respeitar suas

19 existências. Todos os indivíduos que prestam favores, devem ser notados para retirá-los do seu caráter de robôs e reintegrá-los

20 ao mundo humano. O por favor e o "muito obrigado tem, ambos, o dom de aplainar o automatismo das ações, reconhecer que

21 existe um ser humano que esta me servindo e que, por pequeno que seja o gesto, deve ser notado. Se o gesto for feito por

22 alguém que não tem nenhuma necessidade de me dirigir uma ajuda, as expressões se tomam mais enfáticas ainda. Se a pessoa

23 que me serve, por motivos profissionais, cumpre seu estatuto laboral, as duas expressões revestem o servido com a aura da

24 gentileza e da humanidade, reconhecendo o bom serviço e o humano que ali trabalha e cumpre bem seu oficio.

25 Com licença" implica a plena consciência de que necessito invadir um espaço que não é meu. O coloquial e proclítico me

26 desculpe" afirma ao mundo minha falibilidade e meu arrependimento por um gesto ou expressão inadequados. Um pedido de

27 desculpas, pequeno ou grande, é o simbólico reconhecimento da nossa igualdade e de que somos perfectíveis, não perfeitos.

28 As quatro expressões utilizadas devem ser enunciadas de forma clara e olhando nos olhos da pessoa. Sem esse cuidado,

29 ingressam no campo do automatismo e deixam de ser uma pequena ética para se diluírem no campo oco da formalidade fria.

30 A cena se repete diariamente nos restaurantes. O individuo faz um pedido olhando para o prato ou pior, digitando algo no

31 celular. Sem contato visual e com a voz projetada para baixo, amiúde não é entendido e chega a se imitar com a falha que, na origem,

32 é dele. Depois, recebe o pedido e de novo não agradece ou sorri. Malgrado o gesto grosseiro e vulgar, utiliza o talher correto para o

33 peixe e harmoniza o vinho com sabedoria. Ele compreendeu o acessório e ignorou o principal. Se fosse um católico, saberia todas

34 as respostas da missa com clareza, só não sabe o sentido real da sua presença na igreja.

35 A etiqueta empurra nosso egocentrismo para a jornada de purificação e o começo da ascensão moral. A gentileza é a

36 chave de uma canastra idaudita que libera surpresas positivas. Ser gentil desarma cenhos e punhos. A gentileza é o deus das

37 pequenas coisas, o antidoto ao Neandertal permanente que nos acompanha no trânsito, a mesa e no leito. A grosseria é densa

38 e esconde nosso ser dos outros, pois é uma defesa. A gentileza traz à tona o melhor de cada um.

39 De tudo o que já escrevi na vida, este é o que mais preciso ler, reler, refletir e tentar seguir o que recomendo aos

40 Outros. Meu troglodita interno é vivo, forte e altivo. Sob a pátina de civilizado há em mim um homem primitivo e tosco. É uma luta.

41 Sou derrotado com frequência, todavia tento, tento e tento novamente. Todas as muitas vezes que eu não consigo, peço licença

42 a vocês, dou meu muito obrigado ao carinho e, por favor, aceitem meu proclítico 'me desculpem".


KARNAL, Leandro. O coração das coisas. São Paulo: Contexto, 2019.

O TEXTO I, de Leandro Karnal, assume o caráter de crônica, pois

 

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2118061 Ano: 2021
Disciplina: Odontologia
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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Conforme previsão contida na Consolidação das Normas para Procedimentos nos Conselhos de Odontologia, quanto aos sujeitos à obrigatoriedade do registro no Conselho Federal e à inscrição nos Conselhos Regionais de Odontologia em cuja jurisdição estejam estabelecidos ou exerçam suas atividades, assinale a afirmativa incorreta.
 

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2118060 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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Os arquivos podem ser definidos como o “conjunto de documentos produzidos e recebidos por órgãos públicos, instituições de caráter público e entidades privadas, em decorrência do exercício de atividades específicas, bem como por pessoa física, qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos”. Assim sendo, pode-se afirmar que os documentos de arquivo resultam das atividades realizadas pela entidade produtora, e devem ser compreendidos dentro do contexto orgânico de produção, a fim de que sejam mantidas suas características e seus valores de prova. Segundo Luciana Duranti, os documentos de arquivo possuem características comuns a todos. Assinale a alternativa que conceitua corretamente uma dessas características.
 

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2118059 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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O Excel 2013 tem um recurso que permite dividir o texto de uma ou mais células em várias células a partir de símbolos predefinidos, usando o Assistente para Conversão de Texto em Colunas. Assinale a alternativa que indica corretamente o caminho para encontrar o assistente de divisão de textos em células no Excel 2013.
 

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2118058 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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O Excel é uma ferramenta utilizada no mundo inteiro pela facilidade de organização e criação de fórmulas para planilhas. Considerando as fórmulas do Excel 2013, assinale a alternativa que indica corretamente a fórmula capaz de informar qual o valor total de um produto que custa R$ 399,00, mas está com 17% de desconto (Item 4 da tabela na imagem abaixo). Para a resposta, considere as células da tabela na imagem.
Enunciado 3596315-1
 

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2118057 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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TEXTO I

Nunca imaginei um dia

Enunciado 3596304-1
MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 43ed. – Porto Alegre, RS: LP&M, 2012.
O uso do pretérito imperfeito na oração “Até alguns anos atrás, eu costumava dizer frases como ‘eu jamais vou fazer isso’ ou ‘nem morta eu faço aquilo’...” (l. 1) indica
 

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2093605 Ano: 2021
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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Definem-se como geradores de Resíduos de Serviço de Saúde todos os serviços cujas atividades estejam relacionadas com a atenção à saúde humana ou animal. Sobre a classificação de risco desses resíduos, correlacione as duas colunas a seguir:

1. Classe de risco 1

2. Classe de risco 2

3. Classe de risco 3

4. Classe de risco 4

( )

Inclui agentes biológicos que representam grande ameaça para o ser humano e para os animais, implicando grande risco a quem os manipula, com grande poder de transmissibilidade de um indivíduo a outro, não existindo medidas preventivas e de tratamento para esses agentes.

( )

Inclui os agentes biológicos que provocam infecções no homem ou nos animais, cujo potencial de propagação na comunidade e de disseminação no meio ambiente é limitado, e para os quais existem medidas terapêuticas e profiláticas eficazes.

( )

Inclui os agentes biológicos que possuem capacidade de transmissão por via respiratória e que causam patologias humanas ou animais, potencialmente letais, para as quais existem usualmente medidas de tratamento ou de prevenção.

( )

Inclui agentes biológicos conhecidos por não causarem doenças no homem ou nos animais adultos sadios.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, no sentido de cima para baixo.

 

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