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2093594 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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TEXTO I

O deus das pequenas coisas


1 Existe a grande ética, aquela analisada por Aristóteles e que fala das escolhas corretas para atingir a felicidade

2 verdadeira. Também a grande ética contemporânea trata da lisura nos negócios públicos e privados e inunda nossas manchetes

3 há alguns anos. A grande ética filosófica e politica é um debate fundamental e uma prática indispensável. Hoje quero tratar da

4 pequena ética, a etiqueta.

5 Muita gente imagina que aprender etiqueta é distinguir o copo correto para o vinho adequado, a maneira apropriada de

6 segurar o escargot ou instruções para que o uso da lavanda seja natural. Lembrem-se: alguém de família aristocrática nunca

7 precisou de uma aula sobre a lavanda porque nasceu vendo seu uso. O nosso nobre não aprendeu o correto uso do guardanapo

8 com uma professora de boas maneiras ou em algum livro, ele viu sua mãe usando desde a infância. O ramo formal da etiqueta

9 tem algumas regras de bom senso e outras absolutamente ridículas. Volto à origem do termo. No Antigo regime, quando alguém

10 que não pertencia ao circulo da polidez da nobreza ganhava um convite para visitar a corte, recebia uma etiqueta, um pequeno

11 "rótulo com as instruções do que fazer e do que não fazer.

12 Não quero falar do campo do uso de garfos e facas. Não desejo distribuir etiquetas de visita ao rei. Quero falar da etiqueta

13 como pequena ética. O centro da etiqueta é fazer com que meu comportamento exista em harmonia com os outros, sem perturbar,

14 invadir, desagradar ou agredir pessoas de forma intencional. Se a grande ética mira na convivência da polis e das suas

15 instituições, a pequena ética fala do respeito microfísico do poder da gentileza.

16 No recorte que quero abordar aqui, o primeiro passo é multiplicar expressões que me desloquem do centro do universo.

17 Com palavras e gestos, devo indicar que faço parte de um todo maior e que existo, mas não vivo isolado. Assim, por favor", "com

18 licença", "muito obrigado e o coloquial "me desculpe" indicam que desejo me harmonizar com outras pessoas, respeitar suas

19 existências. Todos os indivíduos que prestam favores, devem ser notados para retirá-los do seu caráter de robôs e reintegrá-los

20 ao mundo humano. O por favor e o "muito obrigado tem, ambos, o dom de aplainar o automatismo das ações, reconhecer que

21 existe um ser humano que esta me servindo e que, por pequeno que seja o gesto, deve ser notado. Se o gesto for feito por

22 alguém que não tem nenhuma necessidade de me dirigir uma ajuda, as expressões se tomam mais enfáticas ainda. Se a pessoa

23 que me serve, por motivos profissionais, cumpre seu estatuto laboral, as duas expressões revestem o servido com a aura da

24 gentileza e da humanidade, reconhecendo o bom serviço e o humano que ali trabalha e cumpre bem seu oficio.

25 Com licença" implica a plena consciência de que necessito invadir um espaço que não é meu. O coloquial e proclítico me

26 desculpe" afirma ao mundo minha falibilidade e meu arrependimento por um gesto ou expressão inadequados. Um pedido de

27 desculpas, pequeno ou grande, é o simbólico reconhecimento da nossa igualdade e de que somos perfectíveis, não perfeitos.

28 As quatro expressões utilizadas devem ser enunciadas de forma clara e olhando nos olhos da pessoa. Sem esse cuidado,

29 ingressam no campo do automatismo e deixam de ser uma pequena ética para se diluírem no campo oco da formalidade fria.

30 A cena se repete diariamente nos restaurantes. O individuo faz um pedido olhando para o prato ou pior, digitando algo no

31 celular. Sem contato visual e com a voz projetada para baixo, amiúde não é entendido e chega a se imitar com a falha que, na origem,

32 é dele. Depois, recebe o pedido e de novo não agradece ou sorri. Malgrado o gesto grosseiro e vulgar, utiliza o talher correto para o

33 peixe e harmoniza o vinho com sabedoria. Ele compreendeu o acessório e ignorou o principal. Se fosse um católico, saberia todas

34 as respostas da missa com clareza, só não sabe o sentido real da sua presença na igreja.

35 A etiqueta empurra nosso egocentrismo para a jornada de purificação e o começo da ascensão moral. A gentileza é a

36 chave de uma canastra idaudita que libera surpresas positivas. Ser gentil desarma cenhos e punhos. A gentileza é o deus das

37 pequenas coisas, o antidoto ao Neandertal permanente que nos acompanha no trânsito, a mesa e no leito. A grosseria é densa

38 e esconde nosso ser dos outros, pois é uma defesa. A gentileza traz à tona o melhor de cada um.

39 De tudo o que já escrevi na vida, este é o que mais preciso ler, reler, refletir e tentar seguir o que recomendo aos

40 Outros. Meu troglodita interno é vivo, forte e altivo. Sob a pátina de civilizado há em mim um homem primitivo e tosco. É uma luta.

41 Sou derrotado com frequência, todavia tento, tento e tento novamente. Todas as muitas vezes que eu não consigo, peço licença

42 a vocês, dou meu muito obrigado ao carinho e, por favor, aceitem meu proclítico 'me desculpem".


KARNAL, Leandro. O coração das coisas. São Paulo: Contexto, 2019.

Na passagem “(...) o primeiro passo é multiplicar expressões que me desloquem do centro do universo.” (l. 16), o pronome oblíquo destacado está proclítico em relação ao verbo, atendendo à norma padrão da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa em que a posição do pronome oblíquo em relação ao verbo não atende à norma padrão citada.

 

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2093593 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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TEXTO I

O deus das pequenas coisas


1 Existe a grande ética, aquela analisada por Aristóteles e que fala das escolhas corretas para atingir a felicidade

2 verdadeira. Também a grande ética contemporânea trata da lisura nos negócios públicos e privados e inunda nossas manchetes

3 há alguns anos. A grande ética filosófica e politica é um debate fundamental e uma prática indispensável. Hoje quero tratar da

4 pequena ética, a etiqueta.

5 Muita gente imagina que aprender etiqueta é distinguir o copo correto para o vinho adequado, a maneira apropriada de

6 segurar o escargot ou instruções para que o uso da lavanda seja natural. Lembrem-se: alguém de família aristocrática nunca

7 precisou de uma aula sobre a lavanda porque nasceu vendo seu uso. O nosso nobre não aprendeu o correto uso do guardanapo

8 com uma professora de boas maneiras ou em algum livro, ele viu sua mãe usando desde a infância. O ramo formal da etiqueta

9 tem algumas regras de bom senso e outras absolutamente ridículas. Volto à origem do termo. No Antigo regime, quando alguém

10 que não pertencia ao circulo da polidez da nobreza ganhava um convite para visitar a corte, recebia uma etiqueta, um pequeno

11 "rótulo com as instruções do que fazer e do que não fazer.

12 Não quero falar do campo do uso de garfos e facas. Não desejo distribuir etiquetas de visita ao rei. Quero falar da etiqueta

13 como pequena ética. O centro da etiqueta é fazer com que meu comportamento exista em harmonia com os outros, sem perturbar,

14 invadir, desagradar ou agredir pessoas de forma intencional. Se a grande ética mira na convivência da polis e das suas

15 instituições, a pequena ética fala do respeito microfísico do poder da gentileza.

16 No recorte que quero abordar aqui, o primeiro passo é multiplicar expressões que me desloquem do centro do universo.

17 Com palavras e gestos, devo indicar que faço parte de um todo maior e que existo, mas não vivo isolado. Assim, por favor", "com

18 licença", "muito obrigado e o coloquial "me desculpe" indicam que desejo me harmonizar com outras pessoas, respeitar suas

19 existências. Todos os indivíduos que prestam favores, devem ser notados para retirá-los do seu caráter de robôs e reintegrá-los

20 ao mundo humano. O por favor e o "muito obrigado tem, ambos, o dom de aplainar o automatismo das ações, reconhecer que

21 existe um ser humano que esta me servindo e que, por pequeno que seja o gesto, deve ser notado. Se o gesto for feito por

22 alguém que não tem nenhuma necessidade de me dirigir uma ajuda, as expressões se tomam mais enfáticas ainda. Se a pessoa

23 que me serve, por motivos profissionais, cumpre seu estatuto laboral, as duas expressões revestem o servido com a aura da

24 gentileza e da humanidade, reconhecendo o bom serviço e o humano que ali trabalha e cumpre bem seu oficio.

25 Com licença" implica a plena consciência de que necessito invadir um espaço que não é meu. O coloquial e proclítico me

26 desculpe" afirma ao mundo minha falibilidade e meu arrependimento por um gesto ou expressão inadequados. Um pedido de

27 desculpas, pequeno ou grande, é o simbólico reconhecimento da nossa igualdade e de que somos perfectíveis, não perfeitos.

28 As quatro expressões utilizadas devem ser enunciadas de forma clara e olhando nos olhos da pessoa. Sem esse cuidado,

29 ingressam no campo do automatismo e deixam de ser uma pequena ética para se diluírem no campo oco da formalidade fria.

30 A cena se repete diariamente nos restaurantes. O individuo faz um pedido olhando para o prato ou pior, digitando algo no

31 celular. Sem contato visual e com a voz projetada para baixo, amiúde não é entendido e chega a se imitar com a falha que, na origem,

32 é dele. Depois, recebe o pedido e de novo não agradece ou sorri. Malgrado o gesto grosseiro e vulgar, utiliza o talher correto para o

33 peixe e harmoniza o vinho com sabedoria. Ele compreendeu o acessório e ignorou o principal. Se fosse um católico, saberia todas

34 as respostas da missa com clareza, só não sabe o sentido real da sua presença na igreja.

35 A etiqueta empurra nosso egocentrismo para a jornada de purificação e o começo da ascensão moral. A gentileza é a

36 chave de uma canastra idaudita que libera surpresas positivas. Ser gentil desarma cenhos e punhos. A gentileza é o deus das

37 pequenas coisas, o antidoto ao Neandertal permanente que nos acompanha no trânsito, a mesa e no leito. A grosseria é densa

38 e esconde nosso ser dos outros, pois é uma defesa. A gentileza traz à tona o melhor de cada um.

39 De tudo o que já escrevi na vida, este é o que mais preciso ler, reler, refletir e tentar seguir o que recomendo aos

40 Outros. Meu troglodita interno é vivo, forte e altivo. Sob a pátina de civilizado há em mim um homem primitivo e tosco. É uma luta.

41 Sou derrotado com frequência, todavia tento, tento e tento novamente. Todas as muitas vezes que eu não consigo, peço licença

42 a vocês, dou meu muito obrigado ao carinho e, por favor, aceitem meu proclítico 'me desculpem".


KARNAL, Leandro. O coração das coisas. São Paulo: Contexto, 2019.

Assinale a alternativa em que a palavra “QUE” constitui uma conjunção integrante.

 

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2093592 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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TEXTO I

O deus das pequenas coisas


1 Existe a grande ética, aquela analisada por Aristóteles e que fala das escolhas corretas para atingir a felicidade

2 verdadeira. Também a grande ética contemporânea trata da lisura nos negócios públicos e privados e inunda nossas manchetes

3 há alguns anos. A grande ética filosófica e politica é um debate fundamental e uma prática indispensável. Hoje quero tratar da

4 pequena ética, a etiqueta.

5 Muita gente imagina que aprender etiqueta é distinguir o copo correto para o vinho adequado, a maneira apropriada de

6 segurar o escargot ou instruções para que o uso da lavanda seja natural. Lembrem-se: alguém de família aristocrática nunca

7 precisou de uma aula sobre a lavanda porque nasceu vendo seu uso. O nosso nobre não aprendeu o correto uso do guardanapo

8 com uma professora de boas maneiras ou em algum livro, ele viu sua mãe usando desde a infância. O ramo formal da etiqueta

9 tem algumas regras de bom senso e outras absolutamente ridículas. Volto à origem do termo. No Antigo regime, quando alguém

10 que não pertencia ao circulo da polidez da nobreza ganhava um convite para visitar a corte, recebia uma etiqueta, um pequeno

11 "rótulo com as instruções do que fazer e do que não fazer.

12 Não quero falar do campo do uso de garfos e facas. Não desejo distribuir etiquetas de visita ao rei. Quero falar da etiqueta

13 como pequena ética. O centro da etiqueta é fazer com que meu comportamento exista em harmonia com os outros, sem perturbar,

14 invadir, desagradar ou agredir pessoas de forma intencional. Se a grande ética mira na convivência da polis e das suas

15 instituições, a pequena ética fala do respeito microfísico do poder da gentileza.

16 No recorte que quero abordar aqui, o primeiro passo é multiplicar expressões que me desloquem do centro do universo.

17 Com palavras e gestos, devo indicar que faço parte de um todo maior e que existo, mas não vivo isolado. Assim, por favor", "com

18 licença", "muito obrigado e o coloquial "me desculpe" indicam que desejo me harmonizar com outras pessoas, respeitar suas

19 existências. Todos os indivíduos que prestam favores, devem ser notados para retirá-los do seu caráter de robôs e reintegrá-los

20 ao mundo humano. O por favor e o "muito obrigado tem, ambos, o dom de aplainar o automatismo das ações, reconhecer que

21 existe um ser humano que esta me servindo e que, por pequeno que seja o gesto, deve ser notado. Se o gesto for feito por

22 alguém que não tem nenhuma necessidade de me dirigir uma ajuda, as expressões se tomam mais enfáticas ainda. Se a pessoa

23 que me serve, por motivos profissionais, cumpre seu estatuto laboral, as duas expressões revestem o servido com a aura da

24 gentileza e da humanidade, reconhecendo o bom serviço e o humano que ali trabalha e cumpre bem seu oficio.

25 Com licença" implica a plena consciência de que necessito invadir um espaço que não é meu. O coloquial e proclítico me

26 desculpe" afirma ao mundo minha falibilidade e meu arrependimento por um gesto ou expressão inadequados. Um pedido de

27 desculpas, pequeno ou grande, é o simbólico reconhecimento da nossa igualdade e de que somos perfectíveis, não perfeitos.

28 As quatro expressões utilizadas devem ser enunciadas de forma clara e olhando nos olhos da pessoa. Sem esse cuidado,

29 ingressam no campo do automatismo e deixam de ser uma pequena ética para se diluírem no campo oco da formalidade fria.

30 A cena se repete diariamente nos restaurantes. O individuo faz um pedido olhando para o prato ou pior, digitando algo no

31 celular. Sem contato visual e com a voz projetada para baixo, amiúde não é entendido e chega a se imitar com a falha que, na origem,

32 é dele. Depois, recebe o pedido e de novo não agradece ou sorri. Malgrado o gesto grosseiro e vulgar, utiliza o talher correto para o

33 peixe e harmoniza o vinho com sabedoria. Ele compreendeu o acessório e ignorou o principal. Se fosse um católico, saberia todas

34 as respostas da missa com clareza, só não sabe o sentido real da sua presença na igreja.

35 A etiqueta empurra nosso egocentrismo para a jornada de purificação e o começo da ascensão moral. A gentileza é a

36 chave de uma canastra idaudita que libera surpresas positivas. Ser gentil desarma cenhos e punhos. A gentileza é o deus das

37 pequenas coisas, o antidoto ao Neandertal permanente que nos acompanha no trânsito, a mesa e no leito. A grosseria é densa

38 e esconde nosso ser dos outros, pois é uma defesa. A gentileza traz à tona o melhor de cada um.

39 De tudo o que já escrevi na vida, este é o que mais preciso ler, reler, refletir e tentar seguir o que recomendo aos

40 Outros. Meu troglodita interno é vivo, forte e altivo. Sob a pátina de civilizado há em mim um homem primitivo e tosco. É uma luta.

41 Sou derrotado com frequência, todavia tento, tento e tento novamente. Todas as muitas vezes que eu não consigo, peço licença

42 a vocês, dou meu muito obrigado ao carinho e, por favor, aceitem meu proclítico 'me desculpem".


KARNAL, Leandro. O coração das coisas. São Paulo: Contexto, 2019.

Na passagem “Muita gente imagina que aprender etiqueta é distinguir o copo correto para o vinho adequado...” (l. 5), a oração destacada é classificada como

 

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2093591 Ano: 2021
Disciplina: Odontologia
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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O Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco está estruturado conforme previsão contida na Resolução nº 01 do CRO-PE, exarada em 1976. A respeito das considerações regulamentares, assinale a alternativa correta.
 

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2093590 Ano: 2021
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
Provas:
A Redação Oficial possui características comuns independentemente da esfera que a utilizar. Um texto oficial deve ir diretamente ao assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias. Para conseguir isso, é fundamental que o redator saiba de antemão qual é a ideia principal e quais são as secundárias. A isso chamamos de
 

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2093589 Ano: 2021
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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Conforme previsão legal contida na Lei Federal nº 5081/66, que regula a profissão de cirurgião-dentista, assinale a alternativa correta.
 

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2093588 Ano: 2021
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
Provas:
Na Contabilidade, os bens são os elementos que podem ser avaliados monetariamente e podem ser destinados para uso, troca ou venda. Os bens possuem utilidade, pois são eles que satisfazem as necessidades de seus proprietários. Entre as principais classificações dos bens feitas pela Contabilidade, temos aqueles que são adquiridos para utilização dentro da empresa e que serão consumidos a curto prazo, geralmente dentro do próprio exercício em que foram adquiridos. Tal conceito está corretamente associados aos
 

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2093587 Ano: 2021
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
Provas:
A Contabilidade tem como finalidade básica prestar informações aos diversos públicos que se relacionam com as entidades. Entre os conceitos tratados por essa ciência, há um que está entre as categorias apresentadas no Balanço Patrimonial e define “uma obrigação presente da entidade de transferir um recurso econômico como resultado de eventos passados.” Trata-se do conceito de
 

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2093586 Ano: 2021
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
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É a técnica utilizada para o registro de fatos administrativos, pois provocam alterações no patrimônio ou no resultado do exercício da empresa. Deve seguir a legislação vigente e pode ser realizado em livros ou em fichas, de forma eletrônica ou manual.
O conceito apresentado se refere ao que a Contabilidade chama de
 

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2093585 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: IDIB
Orgão: CRO-PE
Provas:
Quanto aos tipos de inscrição previstos na Consolidação das Normas para Procedimentos nos Conselhos de Odontologia, temos que aquela à qual está obrigado o profissional recém-formado, ainda não possuidor de diploma. A alternativa que corretamente corresponde a essa forma de inscrição é a
 

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